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Todos os cursos disponíveis na Trident Academy, com o que vai aprender em cada um e as normas e referências internacionais em que foi desenhado.

  • 352 cursos
  • 25 áreas
  • 1325 horas de formação

Todos os cursos incluem vídeos narrados, atividades interativas, avaliação final e certificado verificável online.

Administração & Secretariado

Nível 1 Comunicação Escrita Profissional e Correspondência ComercialADM-103 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Escrever emails, ofícios e cartas comerciais claros, corretos e profissionais. Boas práticas internacionais de gestão administrativa Ver detalhes

Os seus emails são lidos à primeira ou geram sempre perguntas? As suas cartas transmitem a imagem que a empresa quer dar? Neste curso prático, vai aprender a escrever de forma clara, concisa e correta: começar pelo essencial, usar frases curtas e palavras simples, adequar o tom e evitar os erros de português mais frequentes. Vai redigir emails eficazes, do assunto à assinatura, tratar os anexos com cuidado e responder de forma profissional; elaborar cartas comerciais e ofícios com a estrutura e as formas de tratamento certas; organizar a correspondência com entidades públicas; e rever os seus textos e os de outras pessoas, incluindo o uso responsável da inteligência artificial. Alinhado com os princípios de linguagem clara da norma ISO 24495-1 e com o Acordo Ortográfico de 1990, inclui casos de uma empresa de logística, atividades interativas, modelos editáveis e um exercício de revisão em Word.

O que vai aprender

  • Escrever textos profissionais claros, concisos e corretos, adequando o tom ao leitor e à situação.
  • Identificar e corrigir os erros de português mais frequentes na correspondência profissional.
  • Redigir emails eficazes, com destinatários, assunto, estrutura, cortesia e anexos adequados.
  • Elaborar cartas comerciais e ofícios com a estrutura e as formas de tratamento adequadas.
  • Organizar a correspondência com entidades públicas, cumprindo canais, prazos e registos.
  • Rever textos próprios e de terceiros com um método, as ferramentas do processador de texto e, quando autorizado, a inteligência artificial.

Para quem: Secretárias, assistentes administrativos e de direção

🏷 Normas e referências: Boas práticas internacionais de gestão administrativa

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Nível 1 Time Management and Personal ProductivityADM-110 · Fundamentos · 1 h 15 min · Inglês Nove unidades (em inglês): gestão eficaz do tempo, registo do tempo, ladrões de tempo, objetivos SMART, pensamento lógico e criativo, procrastinação, gestão do email, autogestão e uma unidade completa de gestão do tempo. Boas práticas do Reino UnidoObjetivos SMARTMatriz de Eisenhower Ver detalhes

Fazer mais do que realmente importa: gestão eficaz do tempo, registo do tempo, identificar ladrões de tempo, definir objetivos SMART, pensamento lógico e criativo, combater a procrastinação, gerir o email, autogestão e uma unidade completa de gestão do tempo com questionário final (80% para passar). As unidades mais curtas combinam um vídeo curto com um questionário rápido e recursos para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as nove unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Objetivos SMART · Matriz de Eisenhower

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Nível 1 Business Writing, Reading and StorytellingADM-120 · Fundamentos · 1 h · Inglês Oito unidades (em inglês): comunicação escrita informal, objetivo e estilo, escrita formal vs informal, leitura rápida, porquê contar histórias, o ADN de uma boa história, um modelo de storytelling e envolver a audiência. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

Escrever, ler e contar histórias no trabalho: comunicação escrita informal, escolher o objetivo e o estilo, escrita formal vs informal, estilos de leitura e leitura rápida, e depois storytelling empresarial (porquê contar histórias, o ADN de uma boa história, um modelo a seguir e criar ligação com a audiência). As unidades combinam vídeos curtos com um questionário e recursos para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as oito unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Ambiente, ESG & Sustentabilidade

Nível 1 Sensibilização Ambiental e Gestão de ResíduosAMB-101 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Impactes ambientais, separação de resíduos e boas práticas no trabalho. ISO 14001GRIIFRS S1/S2 (ISSB)Padrões de Desempenho IFC Ver detalhes

Cada tarefa do dia a dia mexe com o ambiente: o gerador que consome gasóleo, a embalagem que vai para o lixo, o óleo usado da oficina. Neste curso de sensibilização vai aprender a distinguir aspetos e impactes ambientais, a reconhecê-los no escritório, no armazém, na oficina e no estaleiro, e a reportar qualquer ocorrência ambiental. Vai conhecer a hierarquia de resíduos, distinguir resíduos não perigosos, perigosos e especiais e pôr tudo em prática: separar na origem, manter o parque de resíduos em ordem, usar contenção secundária e entregar os resíduos apenas a operadores autorizados, com rastreabilidade. Alinhado com a ISO 14001, com as Diretrizes Gerais de Ambiente, Saúde e Segurança da IFC e com a Convenção de Basileia, inclui cenários em empresas africanas fictícias, atividades interativas e um guia de separação para levar para o terreno.

O que vai aprender

  • Distinguir aspetos e impactes ambientais e relacioná-los com as atividades do seu trabalho.
  • Identificar o que deve reportar como ocorrência ambiental e como o fazer.
  • Aplicar a hierarquia de resíduos, da prevenção à eliminação.
  • Distinguir resíduos não perigosos, perigosos e especiais.
  • Separar, acondicionar, rotular e encaminhar corretamente os resíduos, evitando as práticas proibidas.

Para quem: Todos os colaboradores: escritório, armazém, oficina, estaleiro e equipas operacionais

🏷 Normas e referências: ISO 14001 · GRI · IFRS S1/S2 (ISSB) · Padrões de Desempenho IFC

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Nível 1 Alterações Climáticas e Pegada de Carbono: Conceitos EssenciaisAMB-102 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Efeito de estufa, emissões diretas e indiretas e o que a empresa e cada pessoa podem fazer para as reduzir. Sexto Relatório de Avaliação do IPCCGHG ProtocolISO 14064-1ISO 14068-1 Ver detalhes

Os clientes pedem números de emissões aos fornecedores, os bancos perguntam pelo plano climático e as ondas de calor já entram no planeamento do trabalho. Neste curso vai perceber como funciona o efeito de estufa, quais são os principais gases e o que dizem os cientistas do IPCC e da Organização Meteorológica Mundial. Vai aprender o que é a pegada de carbono, distinguir as emissões diretas e indiretas nos três âmbitos do GHG Protocol e fazer cálculos simples com dados de atividade e fatores de emissão. Por fim, vai conhecer o que a empresa e cada pessoa podem fazer para reduzir emissões, na energia, na frota, nas fugas e nas compras, e como reconhecer metas credíveis e alegações enganosas. Alinhado com o Sexto Relatório de Avaliação do IPCC, com o GHG Protocol e com as normas ISO 14064-1 e ISO 14068-1. Inclui atividades interativas, cenários e três materiais de apoio.

O que vai aprender

  • Explicar a diferença entre tempo e clima e como funciona o efeito de estufa.
  • Identificar os principais gases com efeito de estufa e explicar o conceito de CO2 equivalente.
  • Distinguir emissões diretas e indiretas segundo os âmbitos 1, 2 e 3 do GHG Protocol.
  • Estimar emissões simples a partir de dados de atividade e fatores de emissão.
  • Propor medidas de redução de emissões na empresa e no seu posto de trabalho.
  • Distinguir compromissos climáticos credíveis de alegações enganosas.

Para quem: Todos os colaboradores e chefias

🏷 Normas e referências: Sexto Relatório de Avaliação do IPCC · GHG Protocol · ISO 14064-1 · ISO 14068-1

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Nível 1 ESG e Sustentabilidade: IntroduçãoAMB-103 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português O que significa ESG, porque os clientes, bancos e investidores o exigem e o contributo de cada função. Pacto Global da ONUPrincípios Orientadores da ONU sobre Empresas e Direitos HumanosDiretrizes da OCDEPrincípios e Direitos Fundamentais no Trabalho da OIT Ver detalhes

Questionários de pré-qualificação, pedidos do banco, perguntas de investidores: as três letras ESG chegam hoje a empresas de todas as dimensões. Neste curso vai perceber o que significam os critérios ambientais, sociais e de governação, de onde vem a sigla e como se relaciona com o desenvolvimento sustentável e os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Vai conhecer as razões pelas quais clientes, bancos e investidores pedem informação ESG e as principais referências internacionais, das normas GRI e ISSB aos Princípios do Equador e aos Padrões de Desempenho da IFC. Por fim, vai ver o contributo de cada função, da direção às operações, aos recursos humanos, às compras, às finanças e à área comercial, e como responder a pedidos ESG com honestidade e provas, sem cair no ecobranqueamento. Alinhado com o Pacto Global da ONU, os Princípios Orientadores da ONU sobre Empresas e Direitos Humanos, as Diretrizes da OCDE e os Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalho da OIT. Inclui atividades interativas, cenários e três materiais de apoio.

O que vai aprender

  • Explicar o que significam os critérios ambientais, sociais e de governação, com exemplos.
  • Relacionar o ESG com o desenvolvimento sustentável e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
  • Explicar porque clientes, bancos, investidores e outras partes interessadas pedem informação ESG.
  • Reconhecer as principais referências internacionais de ESG e de relato de sustentabilidade.
  • Identificar o contributo da sua função para o desempenho ESG da empresa.
  • Responder a pedidos ESG com honestidade e provas, evitando o ecobranqueamento.

Para quem: Colaboradores, chefias e equipas comerciais

🏷 Normas e referências: Pacto Global da ONU · Princípios Orientadores da ONU sobre Empresas e Direitos Humanos · Diretrizes da OCDE · Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalho da OIT

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Nível 1 Prevenção da Poluição e de Derrames no Local de TrabalhoAMB-104 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português 5,0(3 avaliações) Armazenagem e contenção de combustíveis e químicos, kits de derrame e primeira resposta ambiental. Diretrizes Gerais de Ambiente, Saúde e Segurança da IFCISO 14001Sistema Globalmente Harmonizado (GHS) da ONU Ver detalhes

Um bidão mal fechado, um depósito cheio demais ou um gerador sem tabuleiro: é assim que começa a maior parte da poluição do solo e da água no trabalho. Neste curso de sensibilização vai perceber como acontecem as fugas, os derrames e as descargas e para onde vão, aprender a armazenar combustíveis e químicos com contenção secundária adequada, a inspecionar a zona de armazenagem e a abastecer e transferir líquidos sem derrames, e saber usar o kit de derrame para dar a primeira resposta ambiental, conhecendo os seus limites. Alinhado com as Diretrizes Gerais de Ambiente, Saúde e Segurança da IFC, com a ISO 14001 e com o Sistema Globalmente Harmonizado (GHS) da ONU, inclui cenários em armazéns, oficinas e estaleiros africanos fictícios e um cartão de primeira resposta para afixar junto ao kit. Curso teórico: não substitui a formação prática nem os procedimentos do seu local.

O que vai aprender

  • Distinguir fugas, derrames e descargas e identificar as suas fontes mais frequentes no trabalho.
  • Explicar os caminhos e os impactes de um derrame no solo, na água e nas comunidades.
  • Aplicar as regras de armazenagem e de contenção secundária, incluindo o cálculo da capacidade de uma bacia.
  • Abastecer, transferir e movimentar combustíveis e químicos sem derrames.
  • Escolher e usar o kit de derrame, seguir os passos da primeira resposta ambiental e reconhecer quando deve chamar a equipa de emergência.

Para quem: Operadores, motoristas, armazém, manutenção e equipas de estaleiro

🏷 Normas e referências: Diretrizes Gerais de Ambiente, Saúde e Segurança da IFC · ISO 14001 · Sistema Globalmente Harmonizado (GHS) da ONU

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Nível 1 Uso Eficiente de Água, Energia e Materiais no TrabalhoAMB-105 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Hábitos simples para reduzir consumos de água, energia, papel e materiais no escritório, na oficina e no estaleiro. ISO 14001ISO 50001ISO 46001Padrão de Desempenho 3 da IFC Ver detalhes

Uma torneira que pinga, um gerador ligado sem ninguém a precisar dele, um saco de cimento estragado pela chuva: os pequenos desperdícios somam-se e custam dinheiro, recursos e emissões. Neste curso prático, vai perceber porque a água, a energia e os materiais contam, seguir a ordem de prioridades (evitar, reduzir, substituir e reutilizar, reciclar) e aprender a medir os consumos, por exemplo lendo um contador para detetar fugas. Aplique hábitos simples no escritório, na oficina e no estaleiro: água, iluminação, climatização, ar comprimido, combustível, papel, consumíveis e materiais de obra, sempre com a segurança em primeiro lugar. Com base em boas práticas alinhadas com a ISO 14001, a ISO 50001, a ISO 46001 e o Padrão de Desempenho 3 da IFC, inclui casos de uma empresa fictícia, uma lista de caça ao desperdício e um guia de bolso com o seu plano de três ações.

O que vai aprender

  • Explicar porque o uso eficiente de água, energia e materiais importa para a empresa, para o ambiente e para as comunidades.
  • Aplicar a ordem de prioridades evitar, reduzir, substituir e reutilizar, reciclar.
  • Identificar as fontes de dados de consumo e detetar consumos anormais, por exemplo com a leitura de um contador.
  • Aplicar hábitos simples para reduzir o consumo de água e de energia no escritório, na oficina e no estaleiro, sem pôr a segurança em causa.
  • Reduzir o desperdício de papel, consumíveis e materiais de obra no planeamento, no corte, no armazenamento e no manuseamento.
  • Comunicar fugas e propor melhorias de forma clara, com o problema, a ideia, o benefício e o que é preciso.

Para quem: Todos os colaboradores

🏷 Normas e referências: ISO 14001 · ISO 50001 · ISO 46001 · Padrão de Desempenho 3 da IFC

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Nível 1 Biodiversidade e Comunidades: Sensibilização para Equipas de CampoAMB-106 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Áreas sensíveis, fauna e flora, património cultural e conduta respeitosa com as comunidades locais. Convenção sobre a Diversidade BiológicaConvenção de RamsarCITESPadrões de Desempenho da IFC Ver detalhes

Quando uma equipa trabalha numa zona remota, entra num território que já tem dono: rios, zonas húmidas, florestas, animais e comunidades que ali vivem há gerações. Neste curso de sensibilização, vai perceber o que é a biodiversidade e porque importa às pessoas e ao projeto, reconhecer as áreas sensíveis, ler um mapa de sensibilidade e respeitar as zonas interditas e os limites de trabalho. Aprenda as regras de conduta no campo: vegetação e terra vegetal, caça, pesca e comércio de fauna, condução, encontros com animais perigosos, espécies invasoras, fogo, lixo e água. Proteja o património cultural, aplique o procedimento de achados fortuitos, comporte-se com respeito junto das comunidades, sem promessas, e encaminhe as reclamações. Alinhado com a Convenção sobre a Diversidade Biológica, a Convenção de Ramsar, a CITES, a Lista Vermelha da UICN, os Padrões de Desempenho da IFC e os Princípios Orientadores da ONU, com casos de uma empresa fictícia, um cartão de bolso e fichas de campo. Curso teórico: não substitui a integração no local nem os procedimentos do projeto.

O que vai aprender

  • Explicar o que é a biodiversidade e os serviços que os ecossistemas prestam às pessoas e aos projetos.
  • Reconhecer as áreas sensíveis e respeitar as zonas interditas e os limites de trabalho indicados no mapa e no terreno.
  • Aplicar as regras de conduta no campo que protegem a fauna, a flora, o solo e a água, incluindo os encontros com fauna perigosa.
  • Reconhecer o património cultural e aplicar o procedimento de achados fortuitos.
  • Se comportar com respeito junto das comunidades locais, sem fazer promessas, protegendo a sua saúde e segurança.
  • Receber, registar e encaminhar uma reclamação da comunidade e um avistamento de fauna.

Para quem: Equipas de campo, estaleiros, prospeção e operações em zonas remotas

🏷 Normas e referências: Convenção sobre a Diversidade Biológica · Convenção de Ramsar · CITES · Padrões de Desempenho da IFC

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Nível 1 Florestas e Fauna Selvagem: a Lei AngolanaAMB-210 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Angola Conheça a Lei de Bases de Florestas e Fauna Selvagem de Angola: princípios, domínio florestal, licenças de exploração florestal e de caça, espécies protegidas, deveres dos operadores e infrações — segundo o texto da lei. ⚖️ Base legal angolana Ver detalhes

Cortar madeira para vender, abrir terreno para uma plantação, uma mina ou uma estrada, apanhar lenha, produzir carvão, caçar ou transportar toros: tudo isto tem regras na Lei de Bases de Florestas e Fauna Selvagem (Lei n.º 6/17, de 24 de janeiro). Neste curso percorre a lei com o artigo sempre citado: objeto, princípios e património florestal e faunístico; direitos de uso de subsistência, comunitário, para fins especiais e de exploração; contrato de concessão e licenças comunitária, anual, de lenha, de carvão vegetal e de produtos não lenhosos; deveres do titular, derrubas e desmatamento; certificado de origem, guia de trânsito e produto em estância; florestas de proteção, espécies protegidas, repouso vegetativo, defeso e queimadas; tipos de caça, licença de caça e locais e métodos proibidos; fiscalização, observadores comunitários, infrações, infrações graves, medidas acessórias, crimes, prazos do processo e responsabilidade civil. Com casos fictícios numa empresa florestal, numa empresa agrícola, numa coutada e numa comunidade rural, atividades de arrastar e largar, um cenário de decisão e quatro ficheiros para descarregar. Um curso informativo, baseado no texto da lei em vigor a 16 de outubro de 2026, para técnicos de ambiente, empresas florestais, agrícolas, mineiras e de construção, comunidades e fiscais.

O que vai aprender

  • Identificar o objeto, os princípios e o património florestal e faunístico da Lei n.º 6/17, os direitos de uso e os direitos e deveres dos cidadãos, das comunidades rurais e das empresas.
  • Distinguir os títulos de exploração florestal e de cumprir os deveres do titular e os documentos que acompanham os produtos florestais.
  • Aplicar as regras de proteção das florestas e das espécies e as regras da caça, incluindo licenças, locais, períodos e métodos proibidos.
  • Colaborar com a fiscalização e de identificar as infrações, as sanções, os crimes, os prazos do processo e a responsabilidade civil previstos na lei.

Para quem: Técnicos de ambiente, empresas florestais, agrícolas, mineiras e de construção, comunidades e fiscais

⚖️ Base legal angolana

  • Código Civil
  • Código Penal
  • Lei n.º 6/17 (Lei de Bases de Florestas e Fauna Selvagem)

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Nível 2 Legislação e Licenciamento Ambiental em AngolaAMB-209 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Angola Saiba como funciona o licenciamento ambiental em Angola: Lei de Bases do Ambiente, avaliação de impacte ambiental, categorias de projetos, licenças ambientais, auditorias, consulta pública e fiscalização — segundo o texto da lei. ⚖️ Base legal angolana Ver detalhes

Uma fábrica nova, uma ponte, uma pedreira, um posto de combustível ou a ampliação de uma linha de produção: antes de avançar, quase todos estes projetos passam por uma avaliação de impacte ambiental e precisam de licença ambiental. Neste curso percorre a Lei de Bases do Ambiente (Lei n.º 5/98, de 19 de junho) e o Regulamento Geral de Avaliação de Impacte Ambiental e do Procedimento de Licenciamento Ambiental, aprovado pelo Decreto Presidencial n.º 117/20, de 22 de abril, sempre com o artigo citado: princípios, direitos e deveres; projetos sujeitos, isenções e pré-avaliação; categorias A a E e os anexos; estudo de pré-viabilidade, termos de referência, estudo de impacte ambiental e estudo ambiental simplificado; consulta pública; parecer e decisão; declaração de conformidade e licenças de instalação, de operação e de desativação; caducidade, validade, renovação, suspensão e extinção; auditorias, fiscalização, multas, sanções acessórias e responsabilidades. Com casos práticos numa indústria, numa construtora e numa consultora fictícias, cenários de decisão, atividades de arrastar e largar, exercícios práticos de prazos e multas e oito ficheiros para descarregar, incluindo quatro cadernos de casos com respostas modelo. Um curso informativo, baseado no texto da lei em vigor a 16 de outubro de 2026, para gestores de ambiente e de projetos dos setores do petróleo, da mineração, da construção e da indústria e para consultores ambientais.

O que vai aprender

  • Identificar os conceitos, os princípios, os direitos e os deveres da Lei de Bases do Ambiente e o regulamento em vigor da avaliação de impacte ambiental e do licenciamento.
  • Determinar se uma atividade está sujeita a avaliação de impacte ambiental, a sua categoria, o estudo exigido e as regras da consulta pública.
  • Acompanhar a decisão e gerir as licenças ambientais, com os prazos de emissão, caducidade, validade e renovação.
  • Preparar a empresa para auditorias e fiscalização e de identificar as infrações, as multas, as sanções acessórias e as responsabilidades previstas.

Para quem: Gestores de ambiente e de projetos, petróleo, mineração, construção e indústria, consultores ambientais

⚖️ Base legal angolana

  • Lei n.º 5/98 (Lei de Bases do Ambiente)
  • Decreto Presidencial n.º 117/20
  • Decreto n.º 39/00
  • Decreto n.º 51/04
  • Decreto n.º 59/07

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Nível 2 Relato de Sustentabilidade ESG: Normas GRI e IFRS S1/S2AMB-211 · Intermédio · 5 h · Português Prepare um relato de sustentabilidade credível: materialidade e partes interessadas, Normas GRI, normas IFRS S1 e S2 do ISSB, métricas e qualidade dos dados, estrutura do relatório, verificação externa e como evitar o greenwashing. Normas GRI (GRI 1, 2 e 3, 2021)IFRS S1 e IFRS S2 (ISSB) Ver detalhes

Clientes, bancos e investidores pedem cada vez mais informação de sustentabilidade, e um relatório bonito já não chega: tem de ser credível, comparável e verificável. Neste curso prático, destinado a técnicos e responsáveis de sustentabilidade, ESG e ambiente, controlo de gestão, comunicação corporativa e compliance, vai acompanhar a Atlântida Combustíveis e Logística, uma empresa fictícia com um terminal de combustíveis, uma frota e uma base de apoio offshore, na preparação do seu primeiro relatório de sustentabilidade. Conduza uma avaliação de materialidade de impacto e financeira, com as partes interessadas, segundo a GRI 3. Prepare um relato de acordo com as Normas GRI: os nove requisitos e os oito princípios da GRI 1, as divulgações gerais da GRI 2, a abordagem de gestão dos temas materiais, as Normas Setoriais (como a GRI 11 Petróleo e Gás) e as normas temáticas mais recentes, o índice de conteúdo e a declaração de uso. Aplique os requisitos gerais da IFRS S1 e as divulgações climáticas da IFRS S2 do ISSB: governação, estratégia, gestão de risco, métricas e metas, emissões dos âmbitos 1, 2 e 3, alívios do primeiro ano e emendas recentes. Defina protocolos de indicador e controle a qualidade dos dados com reconciliações, análise de variações e reexpressões. Por fim, estruture o relatório, prepare a verificação externa (ISAE 3000, ISSA 5000) e reveja as afirmações para evitar o greenwashing. Inclui uma matriz de materialidade, um modelo de índice de conteúdo GRI, uma lista de verificação da IFRS S2, uma ficha de indicadores e qualidade dos dados, uma lista de revisão de greenwashing e um caderno de casos com respostas modelo para descarregar.

O que vai aprender

  • Identificar os utilizadores do relato de sustentabilidade e distinguir as Normas GRI, as normas do ISSB e os regimes regionais.
  • Conduzir uma avaliação de materialidade de impacto e financeira, com o envolvimento das partes interessadas, segundo a GRI 3.
  • Preparar um relato de acordo com as Normas GRI, com índice de conteúdo, declaração de uso e razões de omissão corretas.
  • Aplicar os requisitos gerais da IFRS S1 e as divulgações climáticas da IFRS S2, incluindo os alívios do primeiro ano.
  • Definir protocolos de indicador e aplicar controlos de qualidade aos dados do relatório, incluindo reconciliações e reexpressões.
  • Estruturar um relatório equilibrado, prepará-lo para a verificação externa e eliminar afirmações enganosas.

Para quem: Técnicos e responsáveis de sustentabilidade, ESG e ambiente, controlo de gestão, comunicação corporativa e compliance

🏷 Normas e referências: Normas GRI (GRI 1, 2 e 3, 2021) · IFRS S1 e IFRS S2 (ISSB)

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Banca, Seguros & Compliance Financeiro

Nível 1 Introdução ao Sistema FinanceiroBAN-101 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português 4,7(3 avaliações) Bancos centrais, bancos, seguradoras, mercados de capitais, supervisores e principais produtos financeiros. Recomendações do GAFIBasileia III (BCBS) Ver detalhes

Quem trabalha num banco, numa seguradora ou noutra instituição financeira faz parte de um sistema que movimenta a poupança, o crédito e os pagamentos de toda a economia. Neste curso, vai perceber para que serve o sistema financeiro e quem nele participa, o papel do banco central e da política monetária, como funciona e como ganha dinheiro um banco comercial, porque são essenciais o capital e a liquidez (Basileia III) e o que é a garantia de depósitos. Vai conhecer o princípio do seguro, o resseguro e os fundos de pensões, os mercados monetário, de capitais e cambial, as ações, as obrigações e os fundos de investimento. Por fim, vai distinguir a supervisão prudencial da comportamental, conhecer os organismos internacionais de normalização (Comité de Basileia, IAIS, IOSCO, FSB, GAFI) e rever os principais produtos financeiros e o que o cliente deve saber antes de os contratar. Alinhado com as normas do Comité de Basileia e as Recomendações do GAFI; as regras concretas dependem da lei aplicável no seu país.

O que vai aprender

  • Explicar as funções do sistema financeiro e identificar os seus participantes.
  • Distinguir financiamento direto e indireto e aplicar os conceitos de juro, inflação, risco e rendimento.
  • Descrever as funções do banco central e o efeito da taxa de referência.
  • Explicar o balanço, as receitas e os requisitos de capital e de liquidez de um banco comercial.
  • Explicar o funcionamento dos seguros e dos mercados de capitais e os seus principais instrumentos.
  • Distinguir a supervisão prudencial da comportamental, identificar os organismos internacionais de normalização e relacionar os principais produtos financeiros com as necessidades dos clientes.

Para quem: Colaboradores de bancos, seguradoras e instituições financeiras

🏷 Normas e referências: Recomendações do GAFI · Basileia III (BCBS)

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Nível 1 Prevenção do Branqueamento de Capitais e Financiamento do Terrorismo (GAFI)BAN-102 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Tipologias, sinais de alerta, deveres de comunicação e sanções. Recomendações do GAFI/FATF Ver detalhes

Cada colaborador de uma instituição financeira é uma linha de defesa contra o crime. Neste curso, vai perceber o que é o branqueamento de capitais e as suas três fases, o que distingue o financiamento do terrorismo e o financiamento da proliferação, e porque estes crimes afetam a sociedade, a economia, a instituição e o próprio colaborador. Vai conhecer o enquadramento internacional: as convenções das Nações Unidas, as Recomendações do Grupo de Ação Financeira (GAFI/FATF), as Unidades de Informação Financeira, os supervisores, as entidades sujeitas e as listas de sanções. Vai treinar a identificação de sinais de alerta, como a estruturação, as mulas de dinheiro, as empresas de fachada e as pessoas politicamente expostas, num cenário com decisões, e aprender a cumprir os deveres de identificação e diligência (KYC), conservação, abstenção, comunicação de operações suspeitas e sigilo. Alinhado com as Recomendações do GAFI; os deveres concretos dependem da lei aplicável no seu país.

O que vai aprender

  • Explicar as fases do branqueamento de capitais e o que distingue o financiamento do terrorismo e da proliferação.
  • Descrever o impacto destes crimes e o papel de cada colaborador nas linhas de defesa da instituição.
  • Identificar as normas internacionais (convenções da ONU e Recomendações do GAFI) e as entidades de supervisão, de informação financeira e as entidades sujeitas.
  • Reconhecer tipologias, sinais de alerta e situações de risco acrescido, incluindo pessoas politicamente expostas e operações por terceiros.
  • Aplicar os deveres de identificação, diligência, conservação e abstenção.
  • Comunicar internamente operações suspeitas, respeitando o dever de sigilo e a proibição de divulgação.

Para quem: Colaboradores de bancos, seguradoras e instituições financeiras

🏷 Normas e referências: Recomendações do GAFI/FATF

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Nível 1 Conduta de Mercado e Proteção do Consumidor FinanceiroBAN-103 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Transparência, venda responsável, adequação de produtos, tratamento de reclamações e inclusão financeira. Princípios de Alto Nível do G20/OCDE sobre a Proteção do Consumidor Financeiro (2022)ISO 10002 Ver detalhes

Cada conversa ao balcão ou ao telefone pode proteger ou prejudicar um cliente. Neste curso, vai perceber o que é a conduta de mercado e porque é que os supervisores olham para a forma como os produtos financeiros são vendidos, e não apenas para a solidez das instituições. Vai aprender a dar informação clara, completa e não enganosa, a avaliar as necessidades do cliente antes de recomendar um produto, a evitar vendas associadas e pressões indevidas, a apoiar clientes em situação de vulnerabilidade, a tratar reclamações de forma justa e rápida e a contribuir para a inclusão financeira. Alinhado com os Princípios de Alto Nível do G20/OCDE sobre a Proteção do Consumidor Financeiro (2022) e com a ISO 10002, com casos fictícios de um banco e de uma seguradora, atividades interativas e materiais de apoio para usar no dia a dia.

O que vai aprender

  • Explicar o que é a conduta de mercado e distinguir a supervisão comportamental da supervisão prudencial.
  • Reconhecer os princípios internacionais de proteção do consumidor financeiro e aplicá-los ao seu trabalho diário.
  • Prestar ao cliente informação clara, completa e não enganosa sobre custos, riscos e condições de um produto.
  • Avaliar as necessidades e a situação do cliente e recomendar apenas produtos adequados, evitando vendas associadas e práticas de pressão.
  • Receber, registar e encaminhar uma reclamação de forma justa e de explicar como a sua função contribui para a inclusão financeira.

Para quem: Colaboradores de balcão, gestores de cliente, call centers de bancos e seguradoras

🏷 Normas e referências: Princípios de Alto Nível do G20/OCDE sobre a Proteção do Consumidor Financeiro (2022) · ISO 10002

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Nível 1 Prevenção da Fraude Bancária e de PagamentosBAN-104 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Fraude com cartões, cheques, transferências e dinheiro móvel, fraude interna, sinais de alerta e resposta. Comité de BasileiaACFEPCI DSSGAFIISO 37002 Ver detalhes

Um cheque com o valor alterado, uma cliente que quer transferir as poupanças para uma «conta segura», um agente de dinheiro móvel a quem pedem um código, um colega que pede a sua palavra-passe «só para despachar». A fraude chega por todos os canais, e quem está no balcão, no centro de contacto ou nas operações é muitas vezes a última barreira. Neste curso, vai distinguir a fraude externa da fraude interna, reconhecer os esquemas mais comuns com cartões, cheques, transferências, dinheiro móvel e canais digitais, identificar sinais de alerta e saber como responder: verificar por um canal independente, parar e escalar segundo o procedimento, apoiar o cliente vítima e usar os canais de denúncia. Com referências internacionais (Comité de Basileia, ACFE, PCI DSS, GAFI, ISO 37002) e casos práticos numa instituição fictícia.

O que vai aprender

  • Distinguir a fraude interna da fraude externa e explicar o triângulo da fraude.
  • Reconhecer os esquemas de fraude mais comuns com cartões e cheques e as verificações que os previnem.
  • Identificar sinais de fraude em transferências, dinheiro móvel e canais digitais e aplicar verificações por canal independente.
  • Reconhecer sinais de alerta de fraude interna e os controlos que a previnem.
  • Responder a uma suspeita de fraude segundo o procedimento: parar, verificar, escalar, registar e apoiar o cliente.

Para quem: Colaboradores de bancos, seguradoras, operadores de pagamentos

🏷 Normas e referências: Comité de Basileia · ACFE · PCI DSS · GAFI · ISO 37002

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Nível 1 Sanções Financeiras Internacionais: Conceitos EssenciaisBAN-105 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português O que são as sanções da ONU e de outros regimes, listas, congelamento de fundos e consequências do incumprimento. Sanções do Conselho de Segurança da ONU Ver detalhes

Um único pagamento a uma pessoa ou entidade sujeita a sanções pode bloquear operações, gerar coimas e destruir a reputação de uma organização. Neste curso, vai perceber o que são as sanções financeiras internacionais, porque existem e quem as impõe, a começar pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, e como se relacionam com os regimes autónomos, como os da União Europeia, dos Estados Unidos e do Reino Unido. Vai conhecer os tipos de sanções, a lista consolidada da ONU, a designação e a retirada das listas, o que significa congelar fundos e recursos económicos e não os disponibilizar, a regra da propriedade e do controlo e as isenções. Por fim, vai aprender os elementos de um programa de cumprimento, os sinais de evasão, o que fazer perante um alerta e as consequências do incumprimento. Alinhado com as sanções do Conselho de Segurança das Nações Unidas e as Recomendações 6 e 7 do GAFI; as obrigações concretas dependem da lei aplicável no seu país.

O que vai aprender

  • Explicar o que são as sanções internacionais, os seus objetivos e quem as impõe.
  • Distinguir os principais tipos de sanções e as sanções da prevenção do branqueamento de capitais.
  • Explicar como funcionam as listas de sanções, a designação e a retirada.
  • Explicar o congelamento de fundos, a proibição de disponibilizar fundos, a regra da propriedade e do controlo e as isenções.
  • Aplicar os passos corretos perante um alerta e reconhecer sinais de evasão de sanções.
  • Descrever os elementos de um programa de cumprimento e as consequências do incumprimento.

Para quem: Colaboradores de instituições financeiras e de empresas com pagamentos internacionais

🏷 Normas e referências: Sanções do Conselho de Segurança da ONU

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Nível 1 Meios de Pagamento e Pagamentos DigitaisBAN-106 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Cartões, transferências, sistemas de liquidação, SWIFT, dinheiro móvel e carteiras digitais: funcionamento e riscos. Princípios para as Infraestruturas dos Mercados Financeiros (CPSS-IOSCO)ISO 20022Recomendação 16 do GAFI Ver detalhes

Todos os dias, salários, faturas e compras atravessam bancos, redes de cartões e telemóveis em segundos. Neste curso, vai perceber como funcionam os principais meios de pagamento: numerário, cheques, transferências nacionais e internacionais, cartões, dinheiro móvel e carteiras digitais. Vai aprender a diferença entre compensação e liquidação, o que faz realmente a rede SWIFT, o que são o IBAN, o BIC e as mensagens ISO 20022, como circula uma transação com cartão e porque os agentes e a interoperabilidade são essenciais para o dinheiro móvel. Vai também reconhecer os principais riscos (fraude, engenharia social, falhas operacionais, liquidação e branqueamento de capitais) e as boas práticas para os controlar. Alinhado com os Princípios para as Infraestruturas dos Mercados Financeiros (CPSS-IOSCO), a ISO 20022 e a Recomendação 16 do GAFI, com casos fictícios de um banco, de uma fintech e da tesouraria de uma empresa.

O que vai aprender

  • Distinguir os principais meios de pagamento e identificar os participantes de um pagamento.
  • Explicar a diferença entre compensação e liquidação e entre a liquidação por bruto em tempo real e a liquidação diferida pelo valor líquido.
  • Descrever o percurso de uma transferência nacional e internacional, o papel da rede SWIFT e a informação que deve acompanhar um pagamento.
  • Explicar o ciclo de uma transação com cartão e as principais medidas de segurança dos cartões.
  • Descrever o funcionamento do dinheiro móvel e das carteiras digitais e de reconhecer os principais riscos dos pagamentos e as boas práticas para os controlar.

Para quem: Colaboradores de bancos, fintech, tesouraria de empresas

🏷 Normas e referências: Princípios para as Infraestruturas dos Mercados Financeiros (CPSS-IOSCO) · ISO 20022 · Recomendação 16 do GAFI

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Nível 1 Crédito Bancário em Angola: FundamentosBAN-213 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Perceba como funciona o crédito bancário em Angola: o papel do crédito, tipos de crédito a particulares e empresas, análise da capacidade de pagamento, garantias, formalização e acompanhamento, incumprimento e crédito responsável — com o enquadramento do BNA citado segundo o texto em vigor. ⚖️ Base legal angolanaAviso do BNA n.º 14/16, de 7 de setembro (deveres de informação nos contratos de crédito)Aviso do BNA n.º 1/21, de 12 de fevereiro (Central de Informação de Risco de Crédito) Ver detalhes

Uma enfermeira quer equipar a casa, uma distribuidora precisa de uma câmara frigorífica, um transportador falhou duas prestações: o que tem o banco de fazer em cada caso? Neste curso essencial, para colaboradores de balcão, gestores de cliente, técnicos de crédito em início de funções e novos quadros da banca, vai acompanhar o percurso de um crédito num banco fictício de Luanda, do pedido ao reembolso. Perceba o que é o crédito segundo a Lei n.º 14/21, o papel do banco e do BNA e os principais tipos de crédito a particulares e empresas; preste a informação pré-contratual com a ficha técnica informativa; recolha a informação sobre o cliente, calcule a prestação e a taxa de esforço e consulte a Central de Informação de Risco de Crédito; conheça as garantias, a formalização, o direito de livre revogação e o desembolso; e acompanhe o crédito, reconheça os sinais de alerta e aja perante o incumprimento com propostas de regularização, respeitando o segredo bancário e o crédito responsável. As regras citadas seguem o texto da Lei n.º 14/21 (Regime Geral das Instituições Financeiras), dos Avisos do BNA n.º 14/16 (deveres de informação nos contratos de crédito) e n.º 1/21 (CIRC), da Lei n.º 15/03 (Defesa do Consumidor) e do art. 11.º da Lei n.º 5/20. Com casos fictícios, cenários de decisão, cálculos, atividades de vários tipos e cinco documentos de trabalho para descarregar. Legislação em vigor a 17 de outubro de 2026; curso informativo, que não substitui os procedimentos internos do banco nem aconselhamento jurídico.

O que vai aprender

  • Explicar o papel do crédito e o enquadramento legal e distinguir os principais tipos de crédito a particulares e empresas.
  • Prestar a informação pré-contratual exigida e analisar a capacidade de pagamento de particulares e empresas.
  • Reconhecer os principais tipos de garantias e cumprir os passos de formalização e desembolso do crédito.
  • Acompanhar o crédito, agir perante sinais de alerta e incumprimento segundo o texto do Aviso n.º 14/16 e promover o crédito responsável.

Para quem: Colaboradores de balcão e gestores de cliente, técnicos de crédito em início de funções, novos quadros da banca

🏷 Normas e referências: Aviso do BNA n.º 14/16, de 7 de setembro (deveres de informação nos contratos de crédito) · Aviso do BNA n.º 1/21, de 12 de fevereiro (Central de Informação de Risco de Crédito)

⚖️ Base legal angolana

  • Lei n.º 15/03
  • Lei n.º 5/20
  • Lei n.º 14/21
  • Lei n.º 8/26
  • Decreto Presidencial n.º 259/11
  • Aviso n.º 2/10
  • Aviso n.º 12/14
  • Aviso n.º 14/16
  • Aviso n.º 4/20
  • Aviso n.º 1/21

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Nível 1 Operações Bancárias em Angola: FundamentosBAN-214 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Domine as operações bancárias do dia a dia em Angola: abertura de conta e identificação do cliente, depósitos e levantamentos, transferências nacionais e internacionais, cheques, pagamentos de serviços e tratamento de reclamações e erros — com o enquadramento legal citado segundo o texto em vigor. ⚖️ Base legal angolanaAvisos do BNA n.º 2/24, 1/23, 3/18, 9/17, 6/15, 3/23 (alterado pelo Aviso n.º 4/26), 12/16 e 15/20 Ver detalhes

Uma comerciante quer abrir conta, um empresário precisa que a transferência chegue hoje, a caixa não fecha por mil kwanzas, um cliente reclama em voz alta ao balcão: o que fazer em cada caso? Neste curso essencial, para colaboradores de balcão, caixas, assistentes comerciais, back-office e novos quadros da banca, vai acompanhar as primeiras semanas da Nzinga numa agência de um banco fictício de Luanda. Abra contas de particulares, empresas e menores com os documentos e a informação que o BNA exige; execute depósitos e levantamentos em segurança, cumpra os prazos de disponibilização de fundos e feche a caixa; execute transferências nacionais e internacionais e pagamentos de serviços com o IBAN, o canal e o prazo certos, e saiba o que mudou nos cheques interbancários; e receba reclamações, cumpra os prazos de resposta, registe e corrija erros operacionais e atenda com as regras de conduta, preçário e segredo bancário. As regras citadas seguem o texto da Lei n.º 14/21, da Lei n.º 5/20 (alterada pela Lei n.º 8/26) e dos Avisos do BNA n.º 2/24, 1/23, 3/18, 9/17, 6/15, 3/23 (com o Aviso n.º 4/26), 12/16 e 15/20. Com casos fictícios, cenários de decisão, cálculos, atividades de vários tipos e quatro documentos de trabalho para descarregar. Legislação em vigor a 17 de outubro de 2026; curso informativo, que não substitui os procedimentos internos do banco nem aconselhamento jurídico.

O que vai aprender

  • Abrir contas de particulares, empresas e menores cumprindo os deveres de identificação, diligência e informação.
  • Executar depósitos e levantamentos ao balcão com segurança, cumprir os prazos de disponibilização de fundos e fechar a caixa sem diferenças.
  • Executar transferências nacionais e internacionais e pagamentos de serviços com os dados, o canal e os prazos corretos.
  • Receber e encaminhar reclamações segundo o Aviso n.º 12/16, registar e corrigir erros operacionais e cumprir as regras de conduta, preçário e segredo no atendimento.

Para quem: Colaboradores de balcão, caixas e assistentes comerciais, back-office bancário, novos quadros da banca

🏷 Normas e referências: Avisos do BNA n.º 2/24, 1/23, 3/18, 9/17, 6/15, 3/23 (alterado pelo Aviso n.º 4/26), 12/16 e 15/20

⚖️ Base legal angolana

  • Lei n.º 5/20
  • Lei n.º 14/21
  • Lei n.º 8/26
  • Aviso n.º 6/15
  • Aviso n.º 12/16
  • Aviso n.º 9/17
  • Aviso n.º 3/18
  • Aviso n.º 15/20
  • Aviso n.º 1/23
  • Aviso n.º 3/23
  • Aviso n.º 2/24
  • Aviso n.º 4/26

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Nível 2 Prevenção do Branqueamento de Capitais em AngolaBAN-210 · Intermédio · 5 h · Português Angola Cumpra as obrigações angolanas de prevenção do branqueamento de capitais e do financiamento do terrorismo: entidades sujeitas, identificação e diligência sobre clientes, conservação de documentos, comunicação de operações suspeitas à UIF e supervisão do BNA. ⚖️ Base legal angolanaRecomendações do GAFI (noção) Ver detalhes

Bancos, seguradoras, casas de câmbio, contabilistas, imobiliárias e muitas outras entidades estão obrigados, em Angola, a prevenir o branqueamento de capitais e o financiamento do terrorismo e da proliferação. Neste curso intermédio percorre a Lei n.º 5/20, já com as alterações da Lei n.º 8/26, e a nova Lei n.º 7/26 do beneficiário efetivo, sempre com o artigo citado: quem são as entidades sujeitas e os seus supervisores, como avaliar o risco e identificar clientes e beneficiários efetivos, quando aplicar diligência simplificada ou reforçada às pessoas politicamente expostas, o que conservar e durante quanto tempo, quando comunicar à Unidade de Informação Financeira e suspender operações, como cumprir o sigilo, o controlo interno e a formação, e que multas, coimas e crimes a lei prevê. Com casos práticos em entidades fictícias, cenários de decisão, verificações em cada módulo, exercícios práticos e nove documentos de trabalho para descarregar, incluindo cinco cadernos de casos com respostas modelo. Legislação em vigor a 16 de outubro de 2026; curso informativo, que não substitui aconselhamento jurídico.

O que vai aprender

  • Identificar as entidades sujeitas e equiparadas, os conceitos essenciais da Lei n.º 5/20 e a autoridade de supervisão e fiscalização de cada setor.
  • Aplicar a avaliação de risco e as medidas de identificação e diligência simplificada, normal e reforçada, incluindo as pessoas politicamente expostas.
  • Identificar o beneficiário efetivo e cumprir as obrigações de declaração, registo, consulta e atualização da Lei n.º 7/26.
  • Cumprir os deveres de recusa, conservação, comunicação à UIF, abstenção, cooperação e sigilo nos prazos da lei.
  • Organizar o controlo interno e a formação e reconhecer os poderes de supervisão, as transgressões, as multas e os crimes previstos na lei.

Para quem: Bancos, seguradoras, casas de câmbio, contabilistas, imobiliárias, responsáveis de compliance

🏷 Normas e referências: Recomendações do GAFI (noção)

⚖️ Base legal angolana

  • Código Penal
  • Lei de Bases do Setor Empresarial Público
  • Lei n.º 5/98
  • Lei n.º 12/98
  • Lei n.º 34/11
  • Lei n.º 5/20
  • Lei n.º 7/26
  • Lei n.º 8/26

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Nível 2 Governo Societário nos Bancos AngolanosBAN-211 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Angola Conheça as regras do BNA sobre o governo societário das instituições financeiras bancárias: órgãos de administração e fiscalização, comités, funções de controlo, conflitos de interesses, políticas e divulgação — segundo o texto do aviso. ⚖️ Base legal angolanaAviso do Banco Nacional de Angola n.º 3/26, de 23 de fevereiro (governo societário e sistema de controlo interno das instituições financeirasrevogou o Aviso n.º 1/22) Ver detalhes

Quem decide num banco, quem fiscaliza quem decide e quem controla os riscos? Neste curso intermédio percorre, artigo a artigo, o Aviso do Banco Nacional de Angola n.º 3/26, que regulamenta o governo societário e o sistema de controlo interno e define os padrões mínimos da cultura organizacional das instituições financeiras, e que revogou o Aviso n.º 1/22: o âmbito e os prazos de adaptação, as definições, a cultura e o código de conduta, o modelo de governação corporativa, a composição e a independência do Órgão de Administração, a Comissão Executiva, o Órgão de Fiscalização e os comités, o sistema de controlo interno e as funções de gestão de riscos, compliance e auditoria interna, a subcontratação, a remuneração, os conflitos de interesses e as partes relacionadas, a participação de irregularidades, a autoavaliação, a divulgação no sítio da internet, o relatório anual ao BNA e as sanções. Com casos num banco fictício, cenários de decisão, atividades de vários tipos, um exercício prático por módulo e quatro documentos de trabalho para descarregar. Legislação em vigor a 17 de outubro de 2026; curso informativo, que não substitui aconselhamento jurídico.

O que vai aprender

  • Identificar o âmbito, os prazos de adaptação e as definições do Aviso n.º 3/26 e os requisitos da cultura organizacional, da estrutura organizacional, do modelo de governação corporativa e do modelo de organização.
  • Aplicar as regras de composição, independência, mandatos, funcionamento, formação e avaliação do Órgão de Administração, da Comissão Executiva, do Órgão de Fiscalização e dos comités.
  • Organizar o sistema de controlo interno e as funções de gestão de riscos, compliance e auditoria interna, com os respetivos relatórios, a subcontratação e as comunicações ao BNA.
  • Aplicar as regras de remuneração, do código de conduta, de conflitos de interesses e partes relacionadas, de participação de irregularidades, de autoavaliação, de divulgação e de reporte ao BNA.

Para quem: Administradores, membros de comissões, compliance, gestão de risco, auditoria interna e secretários de sociedades bancárias

🏷 Normas e referências: Aviso do Banco Nacional de Angola n.º 3/26, de 23 de fevereiro (governo societário e sistema de controlo interno das instituições financeiras · revogou o Aviso n.º 1/22)

⚖️ Base legal angolana

  • Lei n.º 40/20
  • Lei n.º 14/21
  • Lei n.º 24/21
  • Aviso n.º 11/20
  • Aviso n.º 1/22
  • Aviso n.º 3/26

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Nível 2 Mercado de Valores Mobiliários em AngolaBAN-212 · Intermédio · 5 h · Português Angola Percorra o Código dos Valores Mobiliários de Angola: valores mobiliários e instrumentos financeiros, emitentes e ofertas públicas, mercados e infraestruturas, intermediários financeiros, deveres perante investidores, supervisão da CMC e sanções — segundo o texto do código. ⚖️ Base legal angolana Ver detalhes

O Código dos Valores Mobiliários regula tudo o que acontece no mercado de capitais angolano: quem pode emitir e oferecer valores ao público, o que os emitentes têm de divulgar, como funcionam a bolsa e as infraestruturas de registo e liquidação, que deveres têm os intermediários financeiros perante os investidores e como a Comissão do Mercado de Capitais supervisiona e sanciona. Neste curso intermédio percorre a Lei n.º 22/15, sempre com o artigo citado: valores mobiliários e derivados, investidores institucionais, sociedades abertas e participações qualificadas, informação privilegiada, ofertas públicas, prospeto e oferta pública de aquisição obrigatória, admissão à negociação, contraparte central e liquidação, categorização, adequação e execução de ordens, crimes de abuso de mercado, transgressões e multas. Com casos práticos em entidades fictícias, cenários de decisão, atividades de classificar, ordenar, associar e completar, rondas de prática, verificações em cada módulo, dez exercícios práticos e cinco documentos de trabalho para descarregar, incluindo um caderno de casos com soluções. Legislação em vigor a 16 de outubro de 2026; curso informativo, que não substitui aconselhamento jurídico.

O que vai aprender

  • Identificar os valores mobiliários e os instrumentos derivados definidos no Código, os investidores institucionais e os poderes de supervisão e regulação da CMC.
  • Cumprir os deveres de informação das sociedades abertas e dos emitentes e de reconhecer os crimes de abuso de informação privilegiada e de manipulação do mercado.
  • Aplicar as regras das ofertas públicas, do prospeto e da oferta pública de aquisição, incluindo o dever de lançamento e a contrapartida mínima.
  • Descrever o funcionamento da bolsa, do balcão organizado e das infraestruturas de registo, contraparte central e liquidação.
  • Aplicar os deveres dos agentes de intermediação perante os investidores e de reconhecer as transgressões e as sanções aplicáveis.

Para quem: Profissionais de bancos, corretoras e gestoras de ativos, compliance, investidores institucionais e emitentes

⚖️ Base legal angolana

  • Lei n.º 12/05
  • Lei n.º 22/15 (Código dos Valores Mobiliários)
  • Lei n.º 9/20

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Nível 2 Financial Services: Global Markets, Client Trust and EthicsBAN-220 · Intermédio · 1 h · Inglês Três unidades completas (em inglês) para profissionais de serviços financeiros: mercados financeiros globais, confiança dos clientes e gestão da relação, e ética nos serviços financeiros. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, consulte os cursos Trident de Angola. Boas práticas do Reino UnidoFCA (Financial Conduct Authority) (Reino Unido) — referência Ver detalhes

Três unidades completas para quem trabalha em banca, seguros e investimento. Mercados financeiros globais: como funcionam os principais mercados e intervenientes. Confiança dos clientes: gestão da relação, comunicação e acompanhamento a longo prazo. Ética nos serviços financeiros: integridade, conflitos de interesses, tratamento justo dos clientes e o papel do regulador (o exemplo do Reino Unido). Cada unidade combina vídeos e casos práticos com um questionário (80% para passar). Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, consulte os cursos Trident de Angola. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as três unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · FCA (Financial Conduct Authority) (Reino Unido) — referência

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Cibersegurança & Proteção de Dados

Nível 1 Sensibilização para a CibersegurançaCIB-101 · Fundamentos · 1 h 30 min · Português Palavras-passe, dispositivos, redes Wi-Fi e comportamentos digitais seguros. ISO/IEC 27002NIST SP 800-63B Ver detalhes

Um único clique pode parar uma empresa inteira. Neste curso anual obrigatório, vai perceber porque todos os colaboradores são alvo de ciberataques, criar palavras-passe fortes, ativar a autenticação multifator, proteger o computador, o telemóvel e as ligações à Internet e saber exatamente o que fazer quando algo parece errado. Baseado em referências internacionais (ISO/IEC 27001 e 27002, NIST Cybersecurity Framework e orientações NIST SP 800-63B para palavras-passe), com exemplos do dia a dia em escritórios, armazéns, lojas e obras, cenários interativos e um guia rápido para descarregar, vai sair preparado para ser a primeira linha de defesa da sua organização.

O que vai aprender

  • Explicar porque todos os colaboradores, independentemente da função, são alvo de ciberataques.
  • Criar palavras-passe e frases-passe fortes e de usar um gestor de palavras-passe e a autenticação multifator.
  • Proteger o computador, o telemóvel e as ligações de rede com atualizações, antivírus, bloqueio de ecrã e cuidados com Wi-Fi público e dispositivos USB.
  • Reconhecer sinais de um incidente de segurança e de o reportar corretamente, sem agravar a situação.

Para quem: Todos os colaboradores (curso anual obrigatório)

🏷 Normas e referências: ISO/IEC 27002 · NIST SP 800-63B

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Nível 1 Phishing e Engenharia SocialCIB-102 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Reconhecer emails, mensagens e chamadas fraudulentas e como reportá-las. ISO/IEC 27001/27002NIST Cybersecurity Framework Ver detalhes

Um único clique pode custar milhares de euros à sua organização. Neste curso prático, vai descobrir como os burlões manipulam pessoas através de emails, SMS, chamadas e mensagens de WhatsApp, com recurso à urgência, à autoridade e à curiosidade. Com exemplos realistas e aplicáveis em qualquer país, vai aprender a detetar remetentes falsos, links perigosos, falsas faturas e a fraude do CEO, e a saber exatamente o que fazer perante uma mensagem suspeita — ou depois de já ter clicado. Conteúdo alinhado com as boas práticas internacionais de sensibilização para a segurança da informação (ISO/IEC 27002 e NIST Cybersecurity Framework). Menos de duas horas que protegem a empresa, os colegas e a sua própria família.

O que vai aprender

  • Explicar como os atacantes usam a engenharia social para manipular pessoas, recorrendo a gatilhos como a urgência, a autoridade e a curiosidade.
  • Distinguir phishing, spear phishing, smishing, vishing e burlas por WhatsApp.
  • Identificar os sinais de alerta de uma mensagem fraudulenta: remetente, links, anexos, erros e pedidos invulgares.
  • Reconhecer esquemas de fraude do CEO e de falsas faturas ou alteração de dados bancários de fornecedores.
  • Agir corretamente perante uma mensagem suspeita: não clicar, verificar por outro canal e reportar.
  • Aplicar os passos imediatos de resposta depois de ter clicado num link ou fornecido dados a um atacante.

Para quem: Todos os colaboradores

🏷 Normas e referências: ISO/IEC 27001/27002 · NIST Cybersecurity Framework

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Nível 1 Proteção de Dados Pessoais: Princípios InternacionaisCIB-103 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Princípios, direitos dos titulares e obrigações das empresas, com o RGPD como referência internacional. RGPD (referência internacional) Ver detalhes

Todos os dias, no trabalho, lidamos com dados de clientes, colegas e candidatos. Sabe o que pode e o que não pode fazer com eles? Neste curso, aprende o que são dados pessoais e dados sensíveis, quem é o titular, o responsável e o subcontratante, e como aplicar os princípios do tratamento: finalidade, minimização, conservação e segurança. Descobre os direitos dos titulares e como responder a um pedido, num caso prático passo a passo, e fica a saber o que fazer perante uma violação de dados. Com base em princípios internacionais (Diretrizes da OCDE, Convenção 108) e no RGPD da União Europeia como modelo de referência, com exemplos de escritórios, lojas, clínicas, bancos e armazéns, e uma checklist para descarregar. Proteger dados é proteger pessoas.

O que vai aprender

  • Explicar o que são dados pessoais e dados sensíveis e de identificar o titular, o responsável pelo tratamento e o subcontratante.
  • Aplicar os princípios do tratamento de dados, como a finalidade, a minimização, a conservação e a segurança, e de reconhecer os fundamentos de licitude.
  • Reconhecer os pedidos dos titulares e de os encaminhar corretamente, respeitando os prazos de resposta.
  • Descrever as obrigações da empresa, o papel das autoridades de controlo e as regras básicas das transferências internacionais.
  • Reconhecer uma violação de dados pessoais e de a reportar de imediato pelo canal interno.

Para quem: Todos os colaboradores, equipas de TI e gestores

🏷 Normas e referências: RGPD (referência internacional)

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Nível 1 Segurança no Trabalho Remoto e em Dispositivos MóveisCIB-104 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Proteger portáteis, telemóveis, ligações e documentos em casa, em viagem, em obra e em redes públicas. ISO/IEC 27002NIST (teletrabalho e dispositivos móveis) Ver detalhes

Em casa, no hotel, no aeroporto ou no contentor do estaleiro, o escritório cabe numa mochila. Longe das proteções da sede, cada pessoa passa a ser a primeira linha de defesa da informação da empresa. Neste curso prático, vai identificar os riscos do trabalho remoto e as regras de uma política de trabalho remoto, proteger portáteis, tablets e telemóveis com bloqueio, cifra, atualizações, aplicações e permissões controladas e gestão de dispositivos móveis, saber o que fazer nos primeiros minutos após uma perda ou roubo, escolher ligações seguras (Wi-Fi público, partilha de dados do telemóvel, VPN e rede de casa), partilhar ficheiros pelas ferramentas aprovadas e reportar incidentes. Acompanha a equipa de uma construtora fictícia em casa, em viagem e em obra, com atividades interativas e materiais para descarregar. O conteúdo está alinhado com a norma ISO/IEC 27002 e com as orientações do NIST sobre teletrabalho e dispositivos móveis.

O que vai aprender

  • Identificar os principais riscos do trabalho em casa, em viagem e em obra e de aplicar as regras de uma política de trabalho remoto.
  • Configurar e usar com segurança portáteis, tablets e telemóveis (bloqueio, cifra, atualizações, aplicações, permissões, ligações sem fios e cópias de segurança).
  • Agir de imediato em caso de perda ou roubo de um dispositivo ou de documentos.
  • Escolher ligações seguras, partilhar ficheiros pelas ferramentas aprovadas e reportar incidentes de segurança quando trabalha fora do escritório.

Para quem: Todos os colaboradores que trabalham fora do escritório ou com telemóvel da empresa

🏷 Normas e referências: ISO/IEC 27002 · NIST (teletrabalho e dispositivos móveis)

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Nível 1 Classificação e Tratamento Seguro da InformaçãoCIB-105 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Classificar a informação, partilhá-la, guardá-la e destruí-la com segurança, em papel e em formato digital. ISO/IEC 27001ISO/IEC 27002 Ver detalhes

Uma folha esquecida na impressora, um email com o anexo errado ou um portátil antigo vendido sem ser apagado podem expor contratos, salários ou dados de clientes. Este curso ensina a tratar a informação de acordo com o seu valor, em papel e em formato digital. Aprenda a classificar a informação segundo o impacto da sua divulgação, usando quatro níveis de exemplo (Público, Uso interno, Confidencial e Restrito), e a rotulá-la de forma visível. Saiba partilhar apenas com quem precisa, escolher o canal adequado a cada nível, proteger ligações e ficheiros e agir depressa quando um email segue para o destinatário errado. Por fim, guarde a informação nos locais aprovados, respeite os prazos de conservação e destrua papel, ficheiros e equipamentos de forma segura. Alinhado com as boas práticas da ISO/IEC 27001 e da ISO/IEC 27002, com casos de uma empresa fictícia de engenharia, exercícios no ecrã, um guia de classificação e tratamento e uma lista de verificação para levar consigo.

O que vai aprender

  • Explicar porque a informação é um ativo e o que significam confidencialidade, integridade e disponibilidade.
  • Classificar documentos e dados segundo o impacto da sua divulgação, usando os níveis definidos pela empresa.
  • Rotular a informação em papel e em formato digital de forma visível.
  • Partilhar informação apenas com quem precisa, escolhendo o canal adequado ao nível de classificação.
  • Agir corretamente quando a informação é enviada ou partilhada por engano.
  • Guardar, conservar e destruir informação, ficheiros e equipamentos de forma segura.

Para quem: Todos os colaboradores, em especial áreas administrativas, financeiras e técnicas

🏷 Normas e referências: ISO/IEC 27001 · ISO/IEC 27002

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Nível 1 Redes Sociais e Identidade Digital: Segurança e PrivacidadeCIB-106 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Evitar a exposição excessiva, o roubo de identidade e fugas de informação da empresa nas redes sociais e aplicações de mensagens. ISO/IEC 27002NIST Ver detalhes

Uma fotografia com o crachá ao peito, um aviso de férias publicado em tempo real ou um teste divertido que pergunta o nome do seu primeiro animal podem dar a um burlão tudo o que precisa. Este curso ensina a usar as redes sociais e as aplicações de mensagens sem se expor a si, aos colegas ou à empresa. Descubra a sua pegada digital, o que não deve publicar e como rever as definições de privacidade. Aprenda a proteger as suas contas com palavras-passe únicas e verificação em dois passos, a reconhecer perfis falsos e a troca de cartão SIM, e saiba o que fazer, passo a passo, se a sua conta for pirateada. Por fim, veja o que pode e o que não pode publicar sobre o trabalho, como usar com segurança os grupos de mensagens da equipa e como reagir a críticas e pedidos de jornalistas. Alinhado com as boas práticas da ISO/IEC 27002 e do NIST, com casos de uma empresa mineira fictícia, exercícios no ecrã, um guia de privacidade e proteção de contas e as regras para redes sociais e grupos de trabalho.

O que vai aprender

  • Descrever a sua pegada digital e identificar a informação pessoal que um atacante pode recolher nas redes sociais.
  • Rever as definições de privacidade dos seus perfis e de reduzir a exposição em publicações e fotografias.
  • Proteger as suas contas com palavras-passe únicas, verificação em dois passos e definições de segurança adequadas.
  • Reconhecer perfis falsos, tentativas de sequestro de contas e sinais de troca de cartão SIM.
  • Seguir um plano de recuperação quando uma conta é pirateada.
  • Publicar e comunicar sobre o trabalho sem expor informação da empresa, dos colegas ou dos clientes, incluindo em grupos de mensagens.

Para quem: Todos os colaboradores

🏷 Normas e referências: ISO/IEC 27002 · NIST

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Nível 1 Sensibilização para a Cibersegurança em Ambientes Industriais (OT)CIB-107 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Riscos cibernéticos em sistemas de controlo industrial e comportamentos seguros com portáteis, USB e acessos remotos no terreno. ISA/IEC 62443NIST SP 800-82NIST Cybersecurity Framework Ver detalhes

Numa estação de bombagem, numa central de britagem ou numa subestação, os computadores não guardam apenas dados: abrem válvulas, arrancam motores e protegem pessoas. Neste curso de sensibilização, vai perceber o que é a tecnologia operacional (OT), porque um incidente cibernético num sistema de controlo industrial pode ter consequências físicas, e que comportamentos seguros deve ter no terreno com portáteis de manutenção, pens USB, acessos remotos de fornecedores e armários de controlo. Vai também aprender a reconhecer sinais de alerta, a reagir sem pôr o processo em risco e a reportar pelos canais certos. Alinhado com a série ISA/IEC 62443, com o guia NIST SP 800-82 e com o NIST Cybersecurity Framework, com casos em instalações fictícias de petróleo e gás, mineração e energia. Curso teórico: não substitui a formação prática nem os procedimentos do seu local de trabalho.

O que vai aprender

  • Explicar o que é a tecnologia operacional (OT) e em que difere da tecnologia de informação (TI).
  • Identificar os principais componentes de um sistema de controlo industrial e as consequências físicas de um incidente cibernético.
  • Aplicar regras seguras ao usar portáteis de manutenção, media amovíveis e acessos remotos em sistemas industriais.
  • Reconhecer sinais de alerta de um incidente cibernético numa instalação industrial.
  • Reagir em segurança e reportar uma anomalia pelos canais definidos, preservando as evidências.

Para quem: Operadores, técnicos de instrumentação e manutenção em petróleo e gás, mineração e energia

🏷 Normas e referências: ISA/IEC 62443 · NIST SP 800-82 · NIST Cybersecurity Framework

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Nível 1 Proteção de Dados Pessoais em Angola: o EssencialCIB-108 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Angola Saiba o que a lei angolana de proteção de dados exige: dados pessoais e sensíveis, princípios, consentimento, direitos dos titulares, notificação e autorização da Agência de Proteção de Dados (APD), segurança e transferências internacionais. ⚖️ Base legal angolana Ver detalhes

Fichas de trabalhadores, currículos, listas de clientes, câmaras à entrada, chamadas gravadas: todos os dias, a sua empresa trata dados pessoais. Neste curso essencial percorre a Lei n.º 22/11, Lei da Proteção de Dados Pessoais de Angola, sempre com o artigo citado: o que são dados pessoais e sensíveis, quem é o responsável e o subcontratado, os princípios do tratamento, quando é preciso consentimento, os direitos dos titulares e o prazo para os satisfazer, as medidas de segurança e o sigilo, a notificação e a autorização da Agência de Proteção de Dados (APD), as transferências de dados para o estrangeiro e as multas e crimes previstos. Com situações do dia a dia numa empresa fictícia de Luanda, cenários de decisão, atividades de arrastar e largar, verificações em cada módulo e modelos para descarregar. Um curso informativo, para todos os colaboradores que tratam dados de clientes, trabalhadores ou fornecedores, em especial nos recursos humanos, no comercial e nas tecnologias de informação.

O que vai aprender

  • Reconhecer quando a Lei n.º 22/11 se aplica e identificar dados pessoais, dados sensíveis e os intervenientes num tratamento.
  • Aplicar os princípios do tratamento e verificar o consentimento ou outra condição de legitimidade, incluindo nos casos de videovigilância, publicidade e gravação de chamadas.
  • Responder aos pedidos dos titulares dentro dos prazos legais e aplicar as medidas de segurança, de sigilo e as regras de partilha de dados.
  • Identificar quando notificar a APD ou pedir a sua autorização, quando uma transferência internacional é permitida e que sanções a lei prevê.

Para quem: Todos os colaboradores que tratam dados de clientes, trabalhadores ou fornecedores; RH, comercial, TI

⚖️ Base legal angolana

  • Constituição da República de Angola
  • Lei n.º 22/11

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Nível 1 Cyber Security and Information AwarenessCIB-110 · Fundamentos · 45 min · Inglês Cinco unidades (em inglês): sensibilização para a cibersegurança, compreender a cibersegurança, email e internet, redes sociais e a lei britânica de proteção de dados. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, consulte os cursos Trident de Angola. Boas práticas do Reino UnidoData Protection Act (Reino Unido) — referência Ver detalhes

Uma unidade completa de sensibilização para a cibersegurança (phishing, palavras-passe, malware, hábitos de trabalho seguros) seguida de unidades curtas sobre compreender a cibersegurança, uso seguro do email e da internet, redes sociais e a lei britânica de proteção de dados (Data Protection Act). As unidades combinam vídeos com um questionário e recursos para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, consulte os cursos Trident de Angola. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as cinco unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Data Protection Act (Reino Unido) — referência

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Competências Transversais

Nível 1 Comunicação Interpessoal EficazDES-101 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Escuta ativa, assertividade e comunicação não-verbal. Modelos de referência em competências transversais Ver detalhes

Quantos problemas no trabalho começam com uma mensagem mal entendida? Neste curso prático, aprende como funciona a comunicação, quais são as barreiras mais comuns e como ultrapassá-las. Pratica a escuta ativa, descobre a diferença entre ser passivo, agressivo e assertivo, e aprende a usar mensagens-eu para dizer o que pensa sem ferir ninguém. Explora ainda a linguagem do corpo, o tom de voz e a comunicação intercultural em equipas multinacionais e multilíngues, com base em modelos reconhecidos e em situações reais do dia a dia de escritórios, lojas, armazéns e obras. Comunique melhor, trabalhe melhor.

O que vai aprender

  • Explicar os elementos do processo de comunicação e identificar as principais barreiras que a dificultam.
  • Aplicar técnicas de escuta ativa em conversas profissionais.
  • Distinguir comportamentos passivos, agressivos e assertivos e de formular mensagens-eu.
  • Interpretar e gerir sinais não-verbais, como a postura, o tom de voz e o contacto visual.
  • Adaptar a sua comunicação à hierarquia, à idade e à diversidade cultural e linguística de equipas multinacionais e multilíngues.

Para quem: Todos os colaboradores e particulares

🏷 Normas e referências: Modelos de referência em competências transversais

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Nível 1 Inteligência Emocional no TrabalhoDES-102 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Autoconhecimento, autocontrolo, empatia e relações profissionais. Modelos de referência em competências transversais Ver detalhes

Já reagiu no calor do momento e arrependeu-se logo a seguir? Neste curso prático, vai perceber o que é a inteligência emocional e as suas quatro dimensões: autoconsciência, autogestão, empatia e gestão de relações. Vai identificar os seus gatilhos no trabalho e treinar ferramentas simples para gerir as emoções: dar nome à emoção, a pausa com a técnica PARAR, a respiração e o reenquadramento. Vai praticar a escuta empática, preparar e conduzir conversas difíceis e perceber como se constrói a confiança numa equipa. No fim, faz uma autoavaliação e cria o seu plano pessoal de desenvolvimento, com metas SMART e micro-hábitos. Com base em modelos reconhecidos (Salovey e Mayer, Goleman e Boyatzis) e alinhado com as orientações internacionais sobre saúde psicológica no trabalho (ISO 45003 e OMS), inclui cenários de escritórios, armazéns, obras e centros de contacto.

O que vai aprender

  • Explicar o que é a inteligência emocional e descrever as suas quatro dimensões.
  • Identificar os seus gatilhos e sinais emocionais no trabalho.
  • Aplicar técnicas de regulação emocional: nomear a emoção, fazer uma pausa com respiração e reenquadrar.
  • Usar a escuta empática e uma estrutura de conversa para lidar com conversas difíceis e construir confiança.
  • Elaborar um plano pessoal de desenvolvimento com metas SMART e micro-hábitos.

Para quem: Todos os colaboradores e particulares

🏷 Normas e referências: Modelos de referência em competências transversais

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Nível 1 Personal Wellbeing, Stress & Resilience at WorkDES-110 · Fundamentos · 1 h 30 min · Inglês Quinze unidades curtas (em inglês) sobre cuidar de si no trabalho: pressão e stress, a curva da pressão, fontes de pressão, a escala de stress de Holmes-Rahe, resiliência, estratégias de bem-estar, assertividade, manter-se ativo e gerir a ansiedade. Boas práticas do Reino UnidoEscala de stress de Holmes-Rahe Ver detalhes

Curso em inglês sobre bem-estar pessoal, para todos os colaboradores. Começa pela diferença entre pressão e stress, a curva da pressão, as três fontes principais de pressão e a abordagem em três frentes para lidar com elas, e inclui uma autoavaliação com a escala de stress de Holmes-Rahe. As unidades seguintes tratam a resiliência no trabalho, estratégias de bem-estar (três unidades), assertividade, um dia de trabalho ativo, os benefícios de uma caminhada à hora de almoço e, numa unidade final mais longa, estratégias de gestão da ansiedade. Cada unidade é curta e prática e termina com um questionário. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as quinze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Escala de stress de Holmes-Rahe

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Nível 1 Workplace Maths 1: Place Value & the Four OperationsDES-120 · Fundamentos · 1 h 30 min · Inglês Bases de cálculo para o trabalho (em inglês): valor posicional, ordenar números, somar e subtrair, multiplicar e dividir, e a ordem das operações. Boas práticas do Reino UnidoFunctional Skills Maths, nível 2 (Reino Unido) — referência Ver detalhes

O primeiro de seis cursos de Matemática no Trabalho. Cinco unidades sobre as bases do cálculo: base dez e valor posicional, ordenar números, somar e subtrair, multiplicar e dividir, e a ordem das operações. Ao estilo do UK Functional Skills Level 2, com exemplos em libras (£). Cada unidade é uma lição interativa seguida de uma ficha de revisão, um questionário (10 perguntas de um banco de 20, 80% para passar) e um PDF para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as cinco unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Functional Skills Maths, nível 2 (Reino Unido) — referência

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Nível 1 Workplace Maths 2: Fractions, Decimals & PercentagesDES-130 · Fundamentos · 1 h 30 min · Inglês Frações de quantidades, somar e subtrair frações, converter entre frações, decimais e percentagens, percentagens de quantidades, variação percentual e percentagens inversas (em inglês). Boas práticas do Reino UnidoFunctional Skills Maths, nível 2 (Reino Unido) — referência Ver detalhes

O segundo de seis cursos de Matemática no Trabalho. Seis unidades: frações de quantidades, somar e subtrair frações, converter entre frações, decimais e percentagens, percentagens de quantidades, variação percentual e percentagens inversas. Ao estilo do UK Functional Skills Level 2, com exemplos em libras (£). Cada unidade é uma lição interativa seguida de uma ficha de revisão, um questionário (10 perguntas de um banco de 20, 80% para passar) e um PDF para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as seis unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Functional Skills Maths, nível 2 (Reino Unido) — referência

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Nível 1 Workplace Maths 3: Estimation, Ratio, Proportion & FormulaeDES-140 · Fundamentos · 1 h 30 min · Inglês Estimativas, problemas com razões, proporção direta e inversa, substituição em fórmulas, crescimento composto, e cálculos de velocidade e densidade (em inglês). Boas práticas do Reino UnidoFunctional Skills Maths, nível 2 (Reino Unido) — referência Ver detalhes

O terceiro de seis cursos de Matemática no Trabalho. Seis unidades: estimativas, problemas com razões, proporção direta e inversa, substituição de valores em fórmulas e equações, crescimento composto, e cálculos de velocidade e densidade. Ao estilo do UK Functional Skills Level 2, com exemplos em libras (£). Cada unidade é uma lição interativa seguida de uma ficha de revisão, um questionário (10 perguntas de um banco de 20, 80% para passar) e um PDF para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as seis unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Functional Skills Maths, nível 2 (Reino Unido) — referência

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Nível 1 Workplace Maths 4: Perimeter, Area, Circles & AnglesDES-150 · Fundamentos · 1 h 15 min · Inglês Cálculo de perímetros, área de figuras planas, círculos e ângulos em figuras planas (em inglês). Boas práticas do Reino UnidoFunctional Skills Maths, nível 2 (Reino Unido) — referência Ver detalhes

O quarto de seis cursos de Matemática no Trabalho. Quatro unidades sobre figuras planas: perímetro, área, círculos e ângulos. Ao estilo do UK Functional Skills Level 2, com exemplos em libras (£). Cada unidade é uma lição interativa seguida de uma ficha de revisão, um questionário (10 perguntas de um banco de 20, 80% para passar) e um PDF para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as quatro unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Functional Skills Maths, nível 2 (Reino Unido) — referência

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Nível 1 Workplace Maths 5: 3D Shapes, Measures, Maps & CoordinatesDES-160 · Fundamentos · 1 h 30 min · Inglês Planificações de sólidos, plantas e alçados, área de superfície e volume, conversão de unidades, mapas e desenhos à escala, e coordenadas (em inglês). Boas práticas do Reino UnidoFunctional Skills Maths, nível 2 (Reino Unido) — referência Ver detalhes

O quinto de seis cursos de Matemática no Trabalho. Seis unidades: planificações de sólidos, plantas e alçados, área de superfície e volume de sólidos, conversão de unidades, mapas e desenhos à escala, e coordenadas. Ao estilo do UK Functional Skills Level 2, com exemplos em libras (£). Cada unidade é uma lição interativa seguida de uma ficha de revisão, um questionário (10 perguntas de um banco de 20, 80% para passar) e um PDF para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as seis unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Functional Skills Maths, nível 2 (Reino Unido) — referência

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Nível 1 Workplace Maths 6: Data, Graphs & ProbabilityDES-170 · Fundamentos · 1 h 30 min · Inglês Gráficos de conversão, tabelas de dados, média, mediana e moda, probabilidades em frações, decimais e percentagens, e gráficos de dispersão e correlação (em inglês). Boas práticas do Reino UnidoFunctional Skills Maths, nível 2 (Reino Unido) — referência Ver detalhes

O último de seis cursos de Matemática no Trabalho. Cinco unidades: gráficos de conversão, tabelas de dados, média, mediana e moda, probabilidades expressas em frações, decimais e percentagens, e gráficos de dispersão e correlação. Ao estilo do UK Functional Skills Level 2, com exemplos em libras (£). Cada unidade é uma lição interativa seguida de uma ficha de revisão, um questionário (10 perguntas de um banco de 20, 80% para passar) e um PDF para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as cinco unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Functional Skills Maths, nível 2 (Reino Unido) — referência

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Nível 1 Assertiveness, Confidence and Personal ImpactDES-180 · Fundamentos · 1 h · Inglês Oito unidades (em inglês): ser mais assertivo, técnicas práticas, dizer não, lidar com negatividade e agressividade, assertividade para pessoas tímidas, assertividade com a chefia e autoconfiança. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

Falar com confiança e respeito: como ser mais assertivo, técnicas assertivas práticas, como dizer não, usar a assertividade perante a negatividade e a agressividade, ser assertivo quando se é tímido ou introvertido, ser assertivo com a chefia e como os gestores podem reforçar a autoconfiança. Cada unidade combina um vídeo curto com um questionário rápido e recursos para descarregar, como um plano de ação, um resumo e notas da sessão. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as oito unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Nível 1 Emotional Intelligence at WorkDES-190 · Fundamentos · 1 h 15 min · Inglês Onze unidades (em inglês): o que é a inteligência emocional, sete formas de a melhorar, autoconhecimento, autocontrolo, automotivação, empatia, competências sociais e competências interpessoais. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

Desenvolver a inteligência emocional que torna as pessoas eficazes no trabalho: introdução à inteligência emocional, sete formas de a melhorar e uma unidade para cada componente (autoconhecimento, autocontrolo, automotivação, empatia e competências sociais), seguidas de consciência de si e competências interpessoais. Cada unidade combina um vídeo curto com um questionário rápido e recursos para descarregar, como um plano de ação, um resumo e notas da sessão. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as onze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Nível 2 Communication Skills: Listening, Clarity and StyleDES-210 · Intermédio · 1 h 30 min · Inglês Catorze unidades (em inglês): tipos de comunicação, o ABC da comunicação, estilos, mensagens claras e bem planeadas, a arte de ouvir, escuta ativa, padrões de linguagem negativos, pausar-pensar-agir, pedir ajuda e dizer não. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

Comunicar com clareza e ouvir bem: tipos de comunicação, o ABC da comunicação eficaz, o seu estilo de comunicação, criar e planear comunicações claras, a escuta e a arte de ouvir em duas unidades, escuta ativa e como a melhorar, evitar padrões de linguagem negativos, a técnica pausar-pensar-agir, pedir ajuda da forma certa e como as chefias dizem não sem desmotivar. As unidades combinam vídeos curtos com um questionário e recursos para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as catorze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Nível 2 Influencing and Advanced Communication: Understanding PeopleDES-220 · Intermédio · 1 h 15 min · Inglês Onze unidades (em inglês): comunicação e influência, competências de influência, visão global vs detalhe, referências internas vs externas, dor e prazer, concordância e discordância, como as pessoas se convencem, direção da motivação, atenção e perguntas abertas. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

Influenciar compreendendo como as pessoas pensam: comunicação e influência, competências de influência, padrões de comunicação avançada (visão global vs detalhe, referências internas vs externas, dor e prazer) e como ler as pessoas (concordância ou discordância, como se convencem, aproximação ou afastamento, onde está a sua atenção), terminando com o modo como as chefias capacitam a equipa através de perguntas abertas. As unidades combinam vídeos curtos com um questionário e recursos para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as onze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Construção Civil & Imobiliário

Nível 1 Segurança em Estaleiros de ConstruçãoCON-101 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Riscos em obra, escavações, andaimes, máquinas e sinalização. Convenção OIT C167 Ver detalhes

Um estaleiro muda todos os dias: hoje há uma vala aberta, amanhã um andaime novo, depois uma grua a levantar cargas por cima de quem passa. Este curso prepara encarregados, técnicos de obra e trabalhadores para reconhecer os riscos típicos de obra e aplicar as regras básicas de prevenção. Vai conhecer os perigos com potencial fatal e os riscos para a saúde, saber quem é responsável por quê no estaleiro, aplicar regras essenciais em escavações, andaimes, escadas e trabalho em altura, trabalhar em segurança perto de máquinas, veículos e cargas suspensas, ler a sinalização de segurança e agir corretamente numa emergência. Alinhado com a Convenção n.º 167 da OIT sobre segurança e saúde na construção, com o código de práticas da OIT para a construção, com a hierarquia de controlos da ISO 45001 e com os sinais de segurança da ISO 7010. É um curso teórico de sensibilização: não substitui a indução do estaleiro, a formação prática certificada nem os procedimentos do seu empreiteiro.

O que vai aprender

  • Reconhecer os perigos com potencial fatal e os riscos para a saúde típicos de um estaleiro de construção.
  • Explicar o papel do empregador, do empreiteiro principal e do trabalhador na segurança do estaleiro, incluindo o direito de se afastar de um perigo grave.
  • Aplicar a hierarquia de controlos a situações de obra.
  • Aplicar as regras básicas de prevenção em escavações, andaimes, escadas e trabalho em altura.
  • Trabalhar em segurança perto de máquinas, veículos e cargas suspensas.
  • Interpretar a sinalização de segurança do estaleiro e agir corretamente perante uma emergência.

Para quem: Encarregados, técnicos de obra e trabalhadores de estaleiro

🏷 Normas e referências: Convenção OIT C167

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Nível 1 Leitura e Interpretação de Desenhos TécnicosCON-102 · Fundamentos · 3 h 30 min · Português Plantas, cortes, alçados, escalas e simbologia. ISO 128ISO 129-1ISO 5455ISO 5456-2ISO 7200ISO 3766IEC 60617 Ver detalhes

Uma parede no sítio errado, uma laje betonada cinco centímetros acima do previsto ou uma encomenda de janelas que não entram no vão: quase todos estes erros começam numa leitura apressada dos desenhos. Neste curso prático, vai aprender a ler e interpretar desenhos técnicos de construção, acompanhando a equipa que constrói o Edifício Palmeiras. Vai conhecer as peças de um projeto e as especialidades, a legenda, as revisões e os tipos de linha; trabalhar com escalas, cotas, eixos, cotas de nível e pendentes; ler plantas, cortes, alçados, pormenores e mapas de vãos; e interpretar os desenhos de estruturas, armaduras, águas e esgotos, eletricidade e climatização, verificando a sua coerência antes de executar. Alinhado com as normas internacionais de desenho técnico (ISO 128, ISO 129-1, ISO 5455, ISO 7200, ISO 7519, ISO 3766, IEC 60617), inclui exercícios de cálculo, atividades interativas, cenários de obra e materiais para levar para o estaleiro.

O que vai aprender

  • Identificar os tipos de desenho de um projeto de construção e orientar-se num conjunto de desenhos, confirmando o estado e a revisão em vigor.
  • Aplicar escalas e interpretar cotas, eixos e cotas de nível para obter medidas reais.
  • Ler plantas, cortes, alçados, pormenores e mapas de arquitetura.
  • Interpretar desenhos de estruturas e de instalações e a respetiva simbologia.
  • Verificar a coerência entre especialidades e formular um pedido de esclarecimento.

Para quem: Técnicos de obra, encarregados, desenhadores e compradores técnicos

🏷 Normas e referências: ISO 128 · ISO 129-1 · ISO 5455 · ISO 5456-2 · ISO 7200 · ISO 3766 · IEC 60617

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Nível 1 Materiais de Construção: FundamentosCON-103 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Propriedades, aplicações, armazenamento e receção em obra de betão, aço, alvenarias, madeiras e acabamentos. Série ISO 1920 (ensaios de betão)ISO 6935-2ISO 13006Convenções OIT C167 e C162 Ver detalhes

Um betão mal recebido, um lote de varões guardado no chão ou uma palete de cimento esquecida à chuva podem comprometer uma obra inteira. Neste curso introdutório, vai conhecer as propriedades que realmente interessam em obra e aprender a receber, verificar e armazenar os principais materiais de construção: cimento, agregados e betão pronto, aço para betão armado e perfis, madeiras e derivados, blocos, tijolos, argamassas, ladrilhos, tintas e impermeabilizações. Vai saber que documentos pedir ao fornecedor, como ler uma guia de remessa e uma ficha de dados de segurança, o que fazer com um material não conforme e como manter a rastreabilidade do que foi aplicado. Com referências internacionais, como a série ISO 1920 de ensaios de betão, a ISO 6935-2 para varões nervurados, a ISO 13006 para ladrilhos cerâmicos e as convenções da OIT sobre segurança na construção, produtos químicos e amianto, e casos práticos num estaleiro de habitação em contexto africano. Um curso teórico, que não substitui as especificações do projeto, as instruções dos fabricantes nem a formação prática.

O que vai aprender

  • Explicar as propriedades dos materiais de construção que mais interessam em obra.
  • Descrever as etapas da receção de materiais em obra e os documentos que a acompanham.
  • Reconhecer os componentes do betão e de verificar a receção de cimento, agregados e betão pronto.
  • Identificar os produtos de aço e de madeira usados em obra e as respetivas regras de receção e armazenamento.
  • Reconhecer os materiais de alvenaria e de acabamento e os cuidados no seu armazenamento.
  • Tratar um material não conforme e de manter registos que garantam a rastreabilidade.

Para quem: Técnicos de obra, encarregados, compradores e fiscais em início de carreira

🏷 Normas e referências: Série ISO 1920 (ensaios de betão) · ISO 6935-2 · ISO 13006 · Convenções OIT C167 e C162

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Nível 1 Introdução à Indústria da Construção e ao Ciclo do EmpreendimentoCON-104 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Os intervenientes (dono de obra, projetista, empreiteiro, fiscal), as fases de um empreendimento e os principais documentos. Contratos FIDICConvenção OIT C167 Ver detalhes

Um edifício, uma estrada ou uma fábrica não nascem no dia em que chega a primeira escavadora. Este curso explica como funciona a indústria da construção a quem começa a trabalhar numa construtora, num dono de obra, num banco ou numa seguradora. Vai conhecer o setor e as suas características, o papel de cada interveniente (dono de obra, projetistas, empreiteiro, subempreiteiros, fiscalização, entidades licenciadoras, bancos e seguradoras), as fases de um empreendimento, da ideia e da viabilidade à construção, à receção, à utilização e ao fim de vida, os principais modelos de empreitada e os documentos que acompanham cada fase. Com referência aos modelos de contrato internacionais da FIDIC e à Convenção n.º 167 da OIT. Os nomes das fases, dos documentos e das licenças variam de país para país; a lei aplicável e o contrato de cada empreendimento definem os termos e as obrigações.

O que vai aprender

  • Descrever o que abrange a indústria da construção e as características que a distinguem de outros setores.
  • Explicar o papel do dono de obra, dos projetistas, do empreiteiro, dos subempreiteiros, da fiscalização e de outros intervenientes, como bancos e seguradoras.
  • Identificar as fases do ciclo de um empreendimento e o que acontece em cada uma.
  • Distinguir os principais modelos de empreitada.
  • Reconhecer os principais documentos de cada fase e para que servem.

Para quem: Novos colaboradores de construtoras, donos de obra, bancos e seguradoras

🏷 Normas e referências: Contratos FIDIC · Convenção OIT C167

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Nível 1 Introdução ao Mercado ImobiliárioCON-105 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Segmentos do mercado, intervenientes, ciclo de uma transação, rendibilidade e principais riscos do investimento imobiliário. Recomendações do GAFIIVS (Normas Internacionais de Avaliação) Ver detalhes

Vai começar a trabalhar na mediação imobiliária, gere imóveis de uma empresa ou está a pensar investir num imóvel para arrendar? Este curso dá-lhe a visão de conjunto de que precisa. Perceba o que torna o imóvel um bem diferente de todos os outros, conheça os segmentos do mercado, do residencial ao logístico, e as forças que movem a oferta, a procura e o ciclo imobiliário. Identifique os intervenientes — proprietários, promotores, mediadores, avaliadores, bancos, notários, registo e Estado — e os deveres de prevenção do branqueamento de capitais do setor, alinhados com as Recomendações do GAFI. Siga uma compra e venda passo a passo, da preparação dos documentos à entrega das chaves, e o ciclo de um arrendamento. Termine a calcular a rendibilidade bruta e líquida de um imóvel e a reconhecer os principais riscos do investimento. Um curso introdutório e internacional, com casos práticos e uma calculadora de rendibilidade para descarregar.

O que vai aprender

  • Explicar as características que distinguem o bem imóvel e os direitos que se transacionam no mercado.
  • Distinguir os segmentos do mercado imobiliário e os mercados de venda e de arrendamento, primário e secundário.
  • Identificar os fatores da oferta e da procura e as fases do ciclo imobiliário.
  • Identificar os intervenientes do mercado imobiliário e o papel de cada um, incluindo os deveres de prevenção do branqueamento de capitais.
  • Descrever as etapas de uma compra e venda e de um arrendamento, e os cuidados a ter em cada uma.
  • Calcular a rendibilidade bruta e líquida de um imóvel e de reconhecer os principais riscos do investimento imobiliário.

Para quem: Novos mediadores, comerciais, gestores de património e investidores

🏷 Normas e referências: Recomendações do GAFI · IVS (Normas Internacionais de Avaliação)

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Nível 1 Topografia e Implantação de Obras: Conceitos BásicosCON-106 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Coordenadas, cotas, nivelamento e implantação em obra, e como ler e verificar levantamentos topográficos. ISO 4463-1Série ISO 17123IEC 60825-1 Ver detalhes

Uma sapata fora do sítio, uma laje dez centímetros abaixo da cota ou um pavimento sem pendente para escoar a água começam quase sempre num erro de topografia. Neste curso introdutório, vai perceber como se localiza um ponto em planta e em altura: coordenadas, sistemas de referência, ângulos, cotas e altitudes. Vai conhecer os instrumentos usados em obra, do nível e da mira à estação total e aos recetores de satélite, e aprender a fazer e verificar um nivelamento geométrico simples, com leitura atrás, leitura à frente e erro de fecho. Acompanhe a implantação de um armazém, da rede de apoio aos cavaletes, à esquadria pelo método 3-4-5 e à transmissão de cotas, e aprenda a ler e verificar uma planta topográfica, com pontos cotados e curvas de nível. Com referências internacionais, como a ISO 4463-1 para a implantação em edifícios, a série ISO 17123 para o ensaio de instrumentos e a IEC 60825-1 para a segurança dos lasers, e casos práticos num estaleiro em contexto africano. Um curso teórico, que não substitui a formação no uso dos instrumentos nem o trabalho de um topógrafo habilitado.

O que vai aprender

  • Explicar como se localiza um ponto com coordenadas e cotas e de reconhecer os sistemas de referência usados em obra.
  • Distinguir cota, altitude e cota de dimensão e de calcular diferenças de cota simples.
  • Reconhecer os principais instrumentos topográficos usados em obra e os cuidados com a sua verificação e segurança.
  • Calcular e verificar um nivelamento geométrico simples, incluindo o erro de fecho.
  • Descrever as etapas da implantação de uma obra e de verificar alinhamentos, esquadria e cotas.
  • Ler uma planta topográfica e de verificar a coerência de um levantamento antes de o usar.

Para quem: Técnicos de obra, encarregados e fiscais

🏷 Normas e referências: ISO 4463-1 · Série ISO 17123 · IEC 60825-1

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Nível 1 Diário de Obra e Registos de EstaleiroCON-107 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Registar trabalhos, meios, ocorrências e instruções no diário de obra e manter a documentação de estaleiro organizada. condições de contrato FIDICConvenção n.º 167 da OITISO 9001ISO 19650 Ver detalhes

Quando há uma reclamação por atraso, uma discussão sobre trabalhos a mais ou um acidente, a pergunta é sempre a mesma: o que ficou registado? Neste curso prático, vai aprender a escrever o diário de obra e a manter organizada a documentação do estaleiro, acompanhando a equipa que constrói o Armazém Logístico Norte. Vai perceber para que servem os registos e porque é que os contratos internacionais valorizam os registos feitos no próprio dia; aplicar os princípios de um bom registo; registar trabalhos, pessoal, equipamentos, tempo, ocorrências e instruções com factos e não com opiniões; e organizar licenças, desenhos, registos de segurança e de qualidade, correspondência e arquivo eletrónico. Alinhado com boas práticas internacionais (condições de contrato FIDIC, Convenção n.º 167 da OIT, ISO 9001 e ISO 19650), inclui cenários de obra, atividades interativas, um modelo de diário e uma lista de documentos de estaleiro.

O que vai aprender

  • Explicar a função do diário de obra e dos registos de estaleiro como memória, prova, comunicação e controlo.
  • Aplicar os princípios de um bom registo, incluindo a correção de erros sem apagar.
  • Registar de forma completa e objetiva os trabalhos, os meios, as condições meteorológicas, as ocorrências e as instruções de cada dia.
  • Organizar, controlar e arquivar os documentos e registos de estaleiro, em papel e em formato digital.

Para quem: Encarregados, técnicos de obra e diretores de obra júnior

🏷 Normas e referências: condições de contrato FIDIC · Convenção n.º 167 da OIT · ISO 9001 · ISO 19650

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Empreendedorismo & PME

Nível 1 Criar o Meu Negócio: do Zero ao RegistoEMP-101 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Ideia, forma jurídica, registo, licenças e primeiros passos. Boas práticas internacionais para PME Ver detalhes

Tem uma ideia de negócio ou já trabalha por conta própria e quer formalizar a sua atividade? Neste curso prático, percorre o caminho completo, do zero ao registo. Aprende a validar a ideia com clientes reais, a definir a proposta de valor e a desenhar o negócio no Business Model Canvas, a testar antes de investir e a fazer as contas da viabilidade. Compara o empresário em nome individual, a sociedade unipessoal e a sociedade por quotas, e aprende a escolher a forma jurídica adequada. Conhece os passos típicos de constituição: nome, pacto social, balcão único e registo comercial, número de contribuinte, segurança social, licenças e seguros, e o que muda de país para país. Por fim, organiza o arranque: conta bancária, faturação, contabilidade, impostos, primeiro trabalhador e tesouraria. Com base em boas práticas internacionais para PME e com casos de cozinhas, oficinas e estaleiros, lembra sempre que os detalhes dependem da lei aplicável no seu país.

O que vai aprender

  • Validar uma ideia de negócio a partir do problema, do cliente e da proposta de valor.
  • Descrever um modelo de negócio no Business Model Canvas e de fazer um teste simples de viabilidade.
  • Comparar o empresário em nome individual, a sociedade unipessoal e a sociedade por quotas e escolher a forma jurídica adequada.
  • Identificar os passos típicos de constituição, registo e licenciamento de uma empresa e onde os confirmar no seu país.
  • Organizar o arranque do negócio: conta bancária, faturação, contabilidade, impostos, segurança social e tesouraria.

Para quem: Empreendedores, donos de PME e trabalhadores por conta própria

🏷 Normas e referências: Boas práticas internacionais para PME

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Nível 1 Investir e Constituir Empresa em AngolaEMP-107 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Angola Conheça o percurso para investir e abrir empresa em Angola: tipos de sociedade, constituição e registo da sociedade, regime do investimento privado e o papel da AIPEX, registos, licenças e primeiras obrigações fiscais e laborais. ⚖️ Base legal angolanaLei do Investimento Privado (Lei n.º 10/18, republicada pela Lei n.º 10/21)Regulamento (DP n.º 271/21) Ver detalhes

Vai abrir um negócio em Angola, entrar no capital de uma empresa angolana ou aconselhar um investidor? Neste curso essencial percorre, sempre com o artigo citado, a lei que se aplica a cada passo: os cinco tipos de sociedade da Lei das Sociedades Comerciais e o que muda na responsabilidade dos sócios, no capital e na firma; a constituição sem escritura pública, a constituição presencial imediata, concluída no mesmo dia, e a constituição online (Lei n.º 11/15 e Decreto Presidencial n.º 153/16); o regime do investimento privado (Lei n.º 10/18, republicada pela Lei n.º 10/21, e respetivo regulamento): modalidades, limites, regimes de declaração prévia, especial e contratual, setores prioritários e zonas de desenvolvimento, o pedido de registo na AIPEX e o CRIP; as garantias, os benefícios fiscais do Código dos Benefícios Fiscais e as facilidades; e as primeiras obrigações, os relatórios, os prazos e as multas. Com o caso de uma empresa fictícia de agroindústria, cenários de decisão, atividades de arrastar e largar, verificações em cada módulo e materiais para descarregar. Um curso informativo, para empreendedores, investidores nacionais e estrangeiros, consultores e gestores de novos negócios.

O que vai aprender

  • Distinguir os tipos de sociedade comercial previstos na lei angolana e escolher o tipo adequado a um novo negócio, conhecendo a responsabilidade dos sócios, o capital e a firma de cada um.
  • Seguir os passos legais para constituir e registar uma sociedade, incluindo a constituição presencial imediata e a constituição online, e cumprir as formalidades de publicação e escrituração.
  • Enquadrar um projeto na Lei do Investimento Privado, identificar a modalidade e o regime de investimento e preparar o pedido de registo na AIPEX até à emissão do CRIP.
  • Reconhecer as garantias e os benefícios de um investimento registado, cumprir os deveres, os relatórios e as comunicações à AIPEX e evitar as transgressões e multas previstas na lei.

Para quem: Empreendedores, investidores nacionais e estrangeiros, consultores e gestores de novos negócios

🏷 Normas e referências: Lei do Investimento Privado (Lei n.º 10/18, republicada pela Lei n.º 10/21) · Regulamento (DP n.º 271/21)

⚖️ Base legal angolana

  • Código Comercial
  • Código dos Benefícios Fiscais
  • Lei n.º 1/97
  • Lei n.º 1/04
  • Lei n.º 19/12
  • Lei n.º 11/15
  • Lei n.º 14/15
  • Lei n.º 10/18
  • Lei n.º 10/21
  • Lei n.º 8/22
  • Decreto Presidencial n.º 153/16
  • Decreto Presidencial n.º 250/18
  • Decreto Presidencial n.º 60/20
  • Decreto Presidencial n.º 271/21

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Energia & Manutenção Industrial

Nível 1 Fundamentos de EletricidadeENE-101 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Tensão, corrente, potência, circuitos e medições básicas. IEC 60364ISO 50001ISO 55000 Ver detalhes

Percebe realmente o que significam os volts, os amperes e os ohms da placa de um motor? Este curso de introdução explica, de forma clara e com exemplos de fábricas, armazéns e oficinas, as grandezas básicas da eletricidade: tensão, corrente e resistência, a lei de Ohm, a potência e a energia, a diferença entre kW e kWh, o rendimento e os efeitos da corrente, incluindo no corpo humano. Aprenda a distinguir circuitos em série e em paralelo, a reconhecer o circuito aberto, o curto-circuito, a sobrecarga e o defeito à terra, e o papel do fusível, do disjuntor e do diferencial. Conheça o multímetro e a pinça amperimétrica, as categorias de medição e a sequência para verificar a ausência de tensão. Inclui uma calculadora em Excel e um guia de bolso. Alinhado com normas internacionais da IEC. Curso teórico: não habilita a trabalhar em instalações elétricas e não substitui a formação prática certificada.

O que vai aprender

  • Explicar a tensão, a corrente e a resistência e as respetivas unidades.
  • Aplicar a lei de Ohm e as fórmulas da potência e da energia a casos simples.
  • Estimar o consumo e o custo de energia de um conjunto de equipamentos.
  • Distinguir circuitos em série e em paralelo e reconhecer o circuito aberto, o curto-circuito, a sobrecarga e o defeito à terra.
  • Identificar a função do fusível, do disjuntor, do diferencial e do condutor de proteção.
  • Descrever como se medem a tensão, a corrente, a resistência e a continuidade e as regras de segurança associadas.

Para quem: Eletricistas, técnicos de manutenção e engenheiros

🏷 Normas e referências: IEC 60364 · ISO 50001 · ISO 55000

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Nível 1 Energia Solar Fotovoltaica: IntroduçãoENE-102 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Como funciona um sistema solar, componentes e aplicações. IEC 60364ISO 50001ISO 55000 Ver detalhes

O seu local de trabalho depende de uma rede pouco fiável ou de um gerador a gasóleo? Este curso de introdução explica, de forma clara e prática, como funciona a energia solar fotovoltaica: o efeito fotovoltaico, a diferença entre kW e kWh, a irradiação solar e os mapas solares. Conheça os componentes de um sistema (painéis, inversores, controladores de carga, baterias, estruturas, cabos e proteções) numa imagem interativa, distinga sistemas ligados à rede, isolados e híbridos com gerador, e aprenda a fazer o levantamento de consumos e a estimar a poupança e o retorno com uma folha de cálculo descarregável. Com exemplos de armazéns, minas, estaleiros e escritórios, e alinhado com normas internacionais da IEC. Curso teórico: não habilita a instalar ou intervir em sistemas elétricos.

O que vai aprender

  • Explicar como a luz solar é convertida em eletricidade e distinguir potência (kW) de energia (kWh).
  • Usar a irradiação solar e as horas de sol pico para estimar a produção de um sistema.
  • Identificar os componentes de um sistema solar fotovoltaico e a função de cada um.
  • Distinguir sistemas ligados à rede, isolados e híbridos e indicar a aplicação mais adequada de cada um.
  • Fazer um levantamento de consumos e estimar a poupança e o retorno simples de um sistema solar.
  • Reconhecer os principais perigos de um sistema solar e a necessidade de profissionais qualificados.

Para quem: Eletricistas, técnicos de manutenção e engenheiros

🏷 Normas e referências: IEC 60364 · ISO 50001 · ISO 55000

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Nível 1 Introdução à Manutenção IndustrialENE-103 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português 4,8(5 avaliações) Tipos de manutenção, ordens de trabalho, registos, ferramentas e o papel do técnico na fiabilidade dos equipamentos. IEC 60050-192EN 13306ISO 14224ISO 55000 Ver detalhes

Quando uma bomba, um motor ou um compressor para sem aviso, para também a produção, os custos disparam e alguém pode correr perigo. Neste curso introdutório, vai perceber o que é a manutenção e como influencia a fiabilidade e a disponibilidade dos equipamentos, distinguir a manutenção corretiva, a preventiva sistemática, a condicionada e a preditiva, seguir uma ordem de trabalho do pedido até ao fecho e registar o que fez de forma útil, e rever o uso seguro das ferramentas, o aperto controlado e os princípios do isolamento de energias. Com exemplos de fábricas, minas, estaleiros e plataformas, atividades interativas, exercícios práticos com um caderno de exercícios e um modelo de ordem de trabalho e referências alinhadas com a terminologia internacional (IEC 60050-192, EN 13306), a ISO 14224 e a ISO 55000. Curso teórico: não substitui a formação prática nem os procedimentos do local de trabalho.

O que vai aprender

  • Explicar o que é a manutenção, distinguir falha, avaria e defeito e descrever o impacto das avarias na segurança, na produção e nos custos.
  • Distinguir a manutenção corretiva, a preventiva sistemática, a condicionada e a preditiva, e reconhecer quando se usa cada uma.
  • Seguir o ciclo de uma ordem de trabalho e preencher corretamente um pedido e o fecho de uma intervenção.
  • Usar ferramentas e instrumentos de forma segura e controlada e de enumerar os passos gerais do isolamento de energias.
  • Descrever o papel do técnico na fiabilidade dos equipamentos, incluindo os 5S, o registo e a comunicação na passagem de turno.

Para quem: Técnicos de manutenção iniciantes, operadores, pessoal de apoio técnico

🏷 Normas e referências: IEC 60050-192 · EN 13306 · ISO 14224 · ISO 55000

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Nível 1 Leitura e Interpretação de Esquemas ElétricosENE-104 · Fundamentos · 3 h 30 min · Português Símbolos normalizados, esquemas unifilares, multifilares e de comando, e localização de componentes em quadros. IEC 60617IEC 81346 Ver detalhes

Abre um quadro elétrico e não sabe por onde começar? Este curso ensina a ler os esquemas que estão por trás de qualquer quadro: os tipos de documento de um projeto, os símbolos normalizados da IEC 60617 e as designações de referência da IEC 81346, que ligam cada símbolo à etiqueta no quadro. Aprenda a ler um esquema unifilar da fonte para a carga, a seguir o circuito de potência e o circuito de comando de um arranque direto de motor — marcha, paragem, auto-retenção, sinalização, referências cruzadas e encravamentos — e a localizar componentes, bornes e cabos com o desenho de disposição e as listas de bornes e de cabos. Com exercícios práticos sobre um caderno de esquemas de uma estação de bombagem fictícia, um guia de símbolos para consulta e um método para usar a documentação com segurança. Curso teórico: não substitui a verificação da ausência de tensão nem a formação prática certificada.

O que vai aprender

  • Distinguir os tipos de documento de um projeto elétrico e a informação que cada um contém.
  • Reconhecer os símbolos mais usados da IEC 60617 e interpretar as designações de referência alinhadas com a IEC 81346.
  • Ler um esquema unifilar da fonte para a carga e identificar todas as fontes de um quadro.
  • Interpretar o circuito de potência e o circuito de comando de um arranque direto de motor, incluindo a marcação de bornes.
  • Localizar no quadro componentes, bornes e cabos a partir do esquema, do desenho de disposição e das listas.
  • Identificar documentação desatualizada e agir com segurança perante diferenças entre o quadro e o esquema.

Para quem: Eletricistas, técnicos de manutenção e instrumentação

🏷 Normas e referências: IEC 60617 · IEC 81346

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Nível 1 Instrumentos de Medição e Metrologia para TécnicosENE-105 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Paquímetro, micrómetro, multímetro e pinça amperimétrica, erros de medição, calibração e rastreabilidade. Vocabulário Internacional de Metrologia (VIM)ISO/IEC 17025Série IEC 61010 Ver detalhes

Uma medição errada pode aprovar uma peça defeituosa, rejeitar uma peça boa ou esconder uma avaria elétrica. Este curso de introdução ensina, de forma prática, a medir bem: os conceitos de metrologia (resolução, exatidão, precisão, erros e incerteza), a leitura correta do paquímetro e do micrómetro, o uso seguro do multímetro e da pinça amperimétrica, incluindo as categorias de medição CAT, e a forma de garantir a confiança nos instrumentos através da calibração, da rastreabilidade e de um registo de controlo. Com exemplos de oficinas de manutenção ao serviço da mineração, do petróleo e gás e da construção, exercícios de leitura, um guia de bolso, um cartão de segurança e uma folha de cálculo para controlar os seus instrumentos. Alinhado com o Vocabulário Internacional de Metrologia, a ISO/IEC 17025 e a série IEC 61010. Curso teórico: não habilita a trabalhar em instalações elétricas.

O que vai aprender

  • Explicar os conceitos de resolução, exatidão, precisão, erro e incerteza de medição.
  • Identificar as principais fontes de erro numa medição e as formas de as reduzir.
  • Ler corretamente um paquímetro e um micrómetro e escolher o instrumento adequado à tolerância.
  • Descrever como se mede tensão, corrente, resistência e continuidade com um multímetro e uma pinça amperimétrica, com as precauções de segurança.
  • Escolher um instrumento com a categoria de medição adequada ao ponto da instalação.
  • Distinguir calibração, ajuste e verificação, ler um certificado de calibração e manter um registo de controlo dos instrumentos.

Para quem: Técnicos de manutenção, eletricistas, controlo de qualidade

🏷 Normas e referências: Vocabulário Internacional de Metrologia (VIM) · ISO/IEC 17025 · Série IEC 61010

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Nível 1 Lubrificação Industrial: FundamentosENE-106 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Funções e tipos de lubrificantes, rotas de lubrificação, armazenamento, contaminação e análise de óleo. ISO 3448ISO 4406Graus NLGISistema Mundial Harmonizado (GHS) Ver detalhes

Grande parte das avarias de rolamentos, engrenagens e sistemas hidráulicos começa com uma lubrificação errada: o produto errado, a quantidade errada ou um óleo contaminado. Neste curso introdutório, vai perceber as funções dos lubrificantes, distinguir óleos e massas, ler a viscosidade ISO VG e a consistência NLGI, aplicar os cinco certos da lubrificação e seguir uma rota de lubrificação em segurança, armazenar e transferir lubrificantes sem os contaminar, interpretar o código de limpeza ISO 4406 e recolher uma amostra de óleo representativa para análise. Com exemplos de fábricas, minas e estaleiros, atividades interativas e um exercício prático com uma folha de cálculo de rota de lubrificação, alinhado com a ISO 3448, a ISO 4406, os graus NLGI e as fichas de dados de segurança do Sistema Mundial Harmonizado. Curso teórico: não substitui a formação prática nem os procedimentos do local de trabalho.

O que vai aprender

  • Explicar as funções de um lubrificante e os regimes de lubrificação.
  • Distinguir óleos e massas, interpretar os graus ISO VG e NLGI e consultar a ficha técnica e a ficha de dados de segurança.
  • Aplicar os cinco certos da lubrificação e seguir uma rota de lubrificação em segurança, calculando bombadas e consumos.
  • Armazenar, transferir e manusear lubrificantes sem os contaminar e de reconhecer os sinais de partículas e de água no óleo.
  • Recolher uma amostra de óleo representativa, ler um relatório de análise simples e encaminhar corretamente os óleos usados.

Para quem: Lubrificadores, mecânicos e técnicos de manutenção

🏷 Normas e referências: ISO 3448 · ISO 4406 · Graus NLGI · Sistema Mundial Harmonizado (GHS)

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Nível 1 Introdução à Instrumentação e Controlo de ProcessosENE-107 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Pressão, caudal, nível e temperatura, sinais de instrumentação, malhas de controlo e alarmes. ANSI/ISA-5.1IEC 62682 Ver detalhes

Numa unidade de processamento, numa estação de tratamento de água ou numa central de utilidades, os instrumentos são os olhos e as mãos da operação. Este curso de introdução explica, de forma clara, como se medem a pressão, a temperatura, o nível e o caudal, o que significam as etiquetas dos instrumentos (PT, LT, FIC, LAH), como viajam os sinais pneumáticos, 4–20 mA e digitais, como funciona uma malha de controlo com o seu transmissor, controlador e válvula, e como responder corretamente a um alarme. Com uma unidade de processamento fictícia como fio condutor, exercícios de conversão de sinais, um guia de etiquetas e instrumentos e uma ficha de resposta a alarmes. Alinhado com a ANSI/ISA-5.1, a IEC 62682 e boas práticas internacionais. Curso teórico: não habilita a intervir em instrumentos nem a alterar sistemas de controlo ou de segurança.

O que vai aprender

  • Explicar as funções da instrumentação num processo industrial.
  • Interpretar as etiquetas de identificação dos instrumentos segundo a ANSI/ISA-5.1.
  • Descrever os principais princípios de medição de pressão, temperatura, nível e caudal.
  • Interpretar um sinal de 4–20 mA e convertê-lo no valor da variável de processo.
  • Explicar o funcionamento de uma malha de controlo fechada e o papel do transmissor, do controlador e da válvula de controlo.
  • Descrever a resposta correta a um alarme e distinguir controlo, alarmes e sistemas instrumentados de segurança.

Para quem: Operadores, técnicos de manutenção e instrumentação iniciantes

🏷 Normas e referências: ANSI/ISA-5.1 · IEC 62682

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Nível 1 Energias Renováveis: Panorama e TecnologiasENE-108 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Hídrica, solar, eólica, biomassa e hidrogénio: como funcionam, custos, aplicações e papel na matriz energética. Dados da IRENAISO 13065IEC 61400 Ver detalhes

Hídrica, solar, eólica, biomassa e hidrogénio: qual faz sentido, onde e porquê? Neste curso de panorama, acompanha uma engenheira de planeamento energético e uma diretora de operações de uma mina que quer reduzir a dependência do gasóleo. Vai distinguir energia primária, final e eletricidade, matriz energética e elétrica, fontes despacháveis e variáveis, e usar o fator de capacidade e o custo nivelado da eletricidade, com os dados mais recentes da IRENA. Vai perceber como funcionam as centrais hídricas (caudal e queda), as três formas de aproveitar o sol e os aerogeradores (o efeito do cubo da velocidade do vento), a bioenergia e o biogás, e o hidrogénio como vetor, com os seus usos e limites. Termina com as soluções para integrar renováveis numa rede fiável (baterias, bombagem, sistemas híbridos, gestão da procura) e as perguntas para escolher a tecnologia certa. Inclui atividades interativas, cenários, cálculos resolvidos, exercícios práticos com uma folha de cálculo, uma ficha comparativa e um caso para escolher a tecnologia. Curso de panorama: não habilita a projetar, instalar ou operar centrais.

O que vai aprender

  • Distinguir energia primária, energia final e eletricidade, e matriz energética de matriz elétrica.
  • Classificar as fontes de energia em renováveis ou não renováveis e em despacháveis ou variáveis.
  • Usar o fator de capacidade e o custo nivelado da eletricidade para comparar tecnologias, conhecendo os seus limites.
  • Descrever o funcionamento, as aplicações e os impactos das centrais hídricas, solares e eólicas.
  • Explicar as formas de bioenergia, as condições da sua sustentabilidade e o papel e os limites do hidrogénio.
  • Identificar as soluções para integrar renováveis variáveis num sistema fiável e as perguntas para escolher a tecnologia adequada a um local.

Para quem: Técnicos, engenheiros, gestores e decisores do setor energético

🏷 Normas e referências: Dados da IRENA · ISO 13065 · IEC 61400

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Nível 1 Working in Manufacturing and Engineering: Induction and TeamworkENE-110 · Fundamentos · 1 h 15 min · Inglês Sete unidades (em inglês) para novos operadores e técnicos: comunicar em ambiente industrial, direitos e responsabilidades, trabalhar com eficácia, relações de trabalho, atribuição de funções e trabalho em equipa. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, consulte os cursos Trident de Angola. Boas práticas do Reino UnidoHealth and Safety at Work Act 1974 (Reino Unido) — referênciaEmployment Rights Act 1996 (Reino Unido) — referênciaWorking Time Regulations 1998 (Reino Unido) — referência Ver detalhes

Acolhimento para quem trabalha num ambiente industrial ou de engenharia: comunicar com eficácia, direitos e responsabilidades no trabalho, trabalhar com eficácia, boas relações de trabalho, atribuição de funções numa equipa e trabalho em equipa eficaz. Cada unidade combina um vídeo curto com um questionário rápido e recursos para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, consulte os cursos Trident de Angola. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as sete unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Health and Safety at Work Act 1974 (Reino Unido) — referência · Employment Rights Act 1996 (Reino Unido) — referência · Working Time Regulations 1998 (Reino Unido) — referência

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Nível 1 Safe, Right-First-Time Production OperationsENE-120 · Fundamentos · 1 h · Inglês Sete unidades (em inglês): segurança e saúde em ambiente industrial, perigos e riscos, avaliação de riscos, instruções e especificações, documentação de controlo da qualidade, avarias comuns e passagem de turno, e ajustes às operações. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, consulte os cursos Trident de Angola. Boas práticas do Reino UnidoHSE (Reino Unido) — referência Ver detalhes

Produção segura e bem feita à primeira, para operadores e chefes de equipa: segurança e saúde em ambiente industrial, perigos e riscos, avaliação de riscos, obter e interpretar instruções, especificações e procedimentos, quando preencher a documentação de controlo da qualidade, avarias comuns e passagem de informação, e ajustes às operações de fabrico. Cada unidade combina um vídeo curto com um questionário rápido e recursos para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, consulte os cursos Trident de Angola. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as sete unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · HSE (Reino Unido) — referência

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Nível 2 Lei Geral da Eletricidade de AngolaENE-213 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Angola Conheça a Lei Geral da Eletricidade de Angola: organização do setor, atividades de produção, transporte, distribuição e comercialização, concessões e licenças, direitos e deveres dos operadores e consumidores, regulação e fiscalização — segundo o texto da lei. ⚖️ Base legal angolana Ver detalhes

A produção, o transporte, a distribuição, a comercialização e a utilização de energia elétrica em Angola regem-se pela Lei n.º 14-A/96, Lei Geral de Eletricidade, alterada pela Lei n.º 27/15, de 14 de dezembro, e pela Lei n.º 6/25, de 23 de julho, que a republicou. Neste curso intermédio percorre a lei artigo a artigo e aprende a aplicá-la: os princípios e a organização do setor, os níveis de tensão e as outras definições do anexo, o Sistema Elétrico Público e o regime de cada atividade, a gestão global do sistema e o acesso às redes, as concessões (até 50 anos, rescisão e resgate) e as licenças (distribuição em sistemas isolados e comercialização), os direitos e deveres dos consumidores e o contrato de fornecimento, as tarifas, a entidade reguladora e as consequências do incumprimento. Com casos em empresas fictícias, cenários de decisão, verificações em cada módulo, uma calculadora de prazos em Excel, checklists e três fichas e casos práticos com soluções para descarregar. Legislação em vigor à data de 17 de outubro de 2026. Um curso informativo para profissionais de empresas do setor elétrico, produtores independentes, grandes consumidores, engenheiros e juristas.

O que vai aprender

  • Situar a Lei Geral de Eletricidade (Lei n.º 14-A/96, republicada pela Lei n.º 6/25) e aplicar os seus princípios gerais, conceitos e regras transversais: objetivos do setor, serviço público e regulação, eletrificação rural, auscultação pública, segurança das instalações e responsabilidade.
  • Distinguir o Sistema Elétrico Público da produção fora do sistema e identificar, para cada atividade — produção, transporte, distribuição e comercialização —, o regime de exercício, a gestão global do sistema, o acesso às redes e as regras de venda, importação e exportação.
  • Aplicar o regime das concessões e das licenças — tipos, atribuição, concurso, prazos, direitos e deveres, suspensão, reversão de bens e formas de extinção, incluindo rescisão e resgate — e calcular os prazos que a lei fixa.
  • Aplicar os direitos e deveres dos consumidores e o conteúdo obrigatório do contrato de fornecimento, as regras do sistema tarifário, da medição e da faturação, as competências da entidade reguladora e as consequências que a lei associa ao incumprimento.

Para quem: Profissionais de empresas do setor elétrico, produtores independentes, grandes consumidores, engenheiros e juristas

⚖️ Base legal angolana

  • Constituição da República de Angola
  • Lei de Bases do Investimento Privado
  • Lei n.º 14-A/96
  • Lei n.º 20/10
  • Lei n.º 2/11
  • Lei n.º 27/15
  • Lei n.º 6/25
  • Decreto Presidencial n.º 256/11

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Finanças & Contabilidade

Nível 1 Finanças para Não FinanceirosFIN-102 · Fundamentos · 3 h 30 min · Português Ler balanços e demonstrações de resultados, margens, rentabilidade e liquidez. IFRS / IAS (IASB) Ver detalhes

Toma decisões que mexem com o dinheiro da empresa, mas tem dificuldade em ler os números das finanças? Este curso explica, sem jargão e com o caso de uma pequena empresa industrial fictícia, a linguagem das finanças: receita, custo, lucro, cash-flow, ativo, passivo e capital próprio. Aprenda a ler um balanço e uma demonstração de resultados, a interpretar a margem bruta, o EBITDA e o resultado líquido, e a perceber porque é que lucro não é dinheiro em caixa, com os prazos de recebimento e de pagamento, o inventário e o fundo de maneio. Termine com rácios simples de liquidez, rentabilidade e endividamento, numa calculadora em Excel que pode descarregar. Alinhado com os conceitos das normas internacionais de relato financeiro (IFRS).

O que vai aprender

  • Explicar os termos financeiros essenciais: receita, custo, lucro, cash-flow, ativo, passivo e capital próprio.
  • Interpretar um balanço simples e aplicar a equação ativo = passivo + capital próprio.
  • Interpretar a demonstração de resultados e calcular as margens bruta, EBITDA, operacional e líquida.
  • Explicar porque é que lucro e caixa diferem, usando os prazos de recebimento e pagamento, o inventário e o fundo de maneio.
  • Calcular e interpretar rácios simples de liquidez, rentabilidade e endividamento para apoiar decisões.

Para quem: Contabilistas, técnicos financeiros, gestores e empresários

🏷 Normas e referências: IFRS / IAS (IASB)

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Nível 1 Literacia Financeira PessoalFIN-103 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Orçamento familiar, poupança, crédito responsável e proteção contra a inflação. IFRS / IAS (IASB) Ver detalhes

O salário entra e, antes do fim do mês, já desapareceu? Neste curso prático aprende a organizar o seu dinheiro e o da sua família com ferramentas simples: um orçamento com receitas, despesas fixas e variáveis e o método 50/30/20; um plano de poupança com fundo de emergência, tendo em conta a inflação e o câmbio; as noções essenciais de depósitos a prazo, obrigações do Tesouro e fundos de investimento; e as regras do crédito responsável, com a taxa de juro, a TAEG e a taxa de esforço. Aprende também a reconhecer esquemas em pirâmide e outras fraudes financeiras. Alinhado com o quadro de competências de literacia financeira da OCDE/INFE e com os princípios do G20/OCDE de proteção do consumidor financeiro, inclui casos de uma trabalhadora de uma empresa de logística fictícia, uma folha de cálculo de orçamento, um plano de poupança e uma checklist para descarregar. Curso educativo: não substitui aconselhamento financeiro personalizado.

O que vai aprender

  • Elaborar um orçamento pessoal ou familiar, distinguindo receitas, despesas fixas, variáveis e anuais, e aplicando o método 50/30/20.
  • Criar um plano de poupança com um fundo de emergência adequado, tendo em conta o efeito da inflação e do câmbio.
  • Distinguir depósitos a prazo, obrigações do Tesouro e fundos de investimento quanto ao risco, ao rendimento e à liquidez.
  • Comparar propostas de crédito pela TAEG e pelo montante total a pagar, e de calcular a taxa de esforço para evitar o sobreendividamento.
  • Reconhecer os sinais de esquemas em pirâmide e de outras fraudes financeiras e de saber como reagir.

Para quem: Contabilistas, técnicos financeiros, gestores e empresários

🏷 Normas e referências: IFRS / IAS (IASB)

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Nível 1 Finance for Non-Finance Staff 1: Understanding the NumbersFIN-110 · Fundamentos · 1 h 15 min · Inglês Doze unidades curtas (em inglês): bases da contabilidade, termos financeiros, as três demonstrações financeiras, resultados, balanço, fluxos de caixa, caixa vs lucro, investimento vs despesa, amortizações, fundo de maneio, rácios e registos financeiros. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

O primeiro de dois cursos de Finanças para Não Financeiros. Unidades curtas explicam a contabilidade e as finanças em linguagem simples: termos financeiros mais usados, as três principais demonstrações financeiras, a demonstração de resultados, o balanço e a demonstração de fluxos de caixa, porque é que caixa não é lucro, investimento vs despesa corrente, amortizações, fundo de maneio, análise de rácios e registos financeiros. Cada unidade combina um vídeo curto com um questionário rápido e recursos para descarregar, como um plano de ação, um resumo e notas da sessão. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as doze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Nível 1 Finance for Non-Finance Staff 2: Budgets, Costs and ForecastingFIN-120 · Fundamentos · 1 h 30 min · Inglês Onze unidades (em inglês): comportamento dos custos, impacto das decisões diárias no lucro e na tesouraria, orçamentos, controlo de custos, análise de desvios, tesouraria, previsões, financiamento e análise de dados. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

O segundo de dois cursos de Finanças para Não Financeiros, sobre a gestão do dinheiro no dia a dia: comportamento dos custos, impacto das decisões diárias no lucro e na tesouraria, preparar e gerir um orçamento, rever e controlar custos, análise de desvios e revisão de previsões, tesouraria, previsões financeiras com uma unidade mais longa sobre estratégias de previsão e orçamentação, financiamento e análise de dados para decisões financeiras. As unidades combinam vídeos curtos com um questionário e recursos para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as onze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Nível 2 Contabilidade Geral (Fundamentos IFRS)FIN-201 · Intermédio · 6 h 45 min · Português Registos contabilísticos, lançamentos, balancetes e principais operações correntes segundo as IFRS. IFRS / IAS (IASB) Ver detalhes

Todas as faturas, salários e equipamentos de uma empresa acabam por se transformar em números nas demonstrações financeiras. Neste curso, destinado a contabilistas, técnicos financeiros, gestores e empresários, vai acompanhar o primeiro ano de atividade de uma empresa fictícia de serviços industriais e registar as suas operações correntes segundo as IFRS. Conheça a Estrutura Conceptual do IASB, as características qualitativas da informação financeira, os cinco elementos das demonstrações financeiras e a organização de um plano de contas. Domine as partidas dobradas, o diário e o razão, os acréscimos e os diferimentos. Contabilize compras, vendas, notas de crédito e o IVA liquidado e dedutível; registe ativos fixos tangíveis, depreciações e abates segundo a IAS 16; e trate salários, retenções e encargos sociais segundo a IAS 19. Por fim, prepare e verifique um balancete, encontre erros e faça reconciliações num caso prático. Inclui um plano de contas ilustrativo em PDF e onze exercícios em Excel com verificação automática e resolução. Taxas de IVA e de contribuições ilustrativas: aplique sempre a lei do seu país.

O que vai aprender

  • Descrever a Estrutura Conceptual das IFRS, as características qualitativas e os elementos das demonstrações financeiras, e a organização de um plano de contas.
  • Registar operações correntes pelo método das partidas dobradas, no diário e no razão, com base em documentos de suporte, incluindo acréscimos e diferimentos.
  • Contabilizar compras, vendas, descontos, devoluções e notas de crédito, com o respetivo IVA liquidado e dedutível, e apurar o IVA do período.
  • Registar ativos fixos tangíveis pelo custo, calcular depreciações pelos métodos da linha reta, do saldo decrescente e das unidades de produção, e tratar vendas e abates, segundo a IAS 16.
  • Contabilizar salários, retenções, contribuições sociais, adiantamentos e acréscimos de benefícios de curto prazo, segundo a IAS 19.
  • Preparar e verificar um balancete, encontrar e corrigir erros e fazer reconciliações bancárias e de contas correntes.

Para quem: Contabilistas, técnicos financeiros, gestores e empresários

🏷 Normas e referências: IFRS / IAS (IASB)

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Nível 2 Câmbios, Pagamentos ao Exterior e Repatriamento de Capitais em AngolaFIN-212 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Angola Aplique as regras cambiais angolanas: operações correntes e de capitais, pagamentos de importações e serviços ao exterior, repatriamento de dividendos e lucros, documentação exigida pelos bancos e o regime do BNA. ⚖️ Base legal angolana Ver detalhes

Pagar uma importação, a fatura de um consultor estrangeiro ou os dividendos de um acionista no exterior: todas estas operações passam pelas regras cambiais angolanas. Neste curso de nível intermédio percorre, artigo a artigo, a Lei Cambial (Lei n.º 5/97) e a Lei do Repatriamento de Recursos Financeiros (Lei n.º 9/18), com os poderes cambiais do BNA previstos na sua lei orgânica (Lei n.º 24/21): autoridade cambial, residentes e não residentes cambiais, operações cambiais e moeda estrangeira, intermediação obrigatória por instituições autorizadas, comércio de câmbios, compensação, contas em moeda estrangeira e nacional, ouro, notas e títulos, medidas de conjuntura, o que a lei diz sobre os pagamentos de importações, serviços e dividendos e o que fica para a regulamentação do BNA, transgressões, multas, reincidência, responsabilidade dos administradores, sanções acessórias e prescrição, e o regime de repatriamento voluntário e coercivo, os seus efeitos e o dever de arquivo de 10 anos. Com exemplos de empresas fictícias, cenários de decisão, exercícios práticos em Word e Excel, verificações em cada módulo e modelos para descarregar. Legislação em vigor a 16 de outubro de 2026; curso informativo, que não substitui aconselhamento jurídico.

O que vai aprender

  • Explicar o objeto da Lei Cambial e o papel do BNA como autoridade cambial.
  • Distinguir residentes e não residentes cambiais e identificar as operações cambiais.
  • Aplicar as regras de intermediação obrigatória, compensação, contas, ouro, notas e títulos, e de reconhecer o que fica para a regulamentação do BNA nos pagamentos ao exterior.
  • Identificar as transgressões cambiais, calcular os limites das multas e reconhecer a responsabilidade das empresas e dos administradores.
  • Explicar o regime de repatriamento de recursos financeiros da Lei n.º 9/18 e os deveres que dele resultam.

Para quem: Diretores financeiros, tesouraria, contabilistas, importadores e empresas com capital estrangeiro

⚖️ Base legal angolana

  • Código Penal
  • Código Geral Tributário
  • Lei de Bases das Instituições Financeiras
  • Lei n.º 9/88
  • Lei n.º 5/97
  • Lei n.º 16/10
  • Lei n.º 34/11
  • Lei n.º 2/12
  • Lei n.º 9/18
  • Lei n.º 10/18
  • Lei n.º 24/21
  • Decreto n.º 13/98
  • Decreto n.º 21/01
  • Aviso n.º 10/2016

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Nível 2 Regime Cambial dos Setores Petrolífero e Mineiro em AngolaFIN-213 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Angola Aplique as regras cambiais próprias dos setores petrolífero e mineiro em Angola: contas e pagamentos em moeda nacional e estrangeira, operações com prestadores de serviços residentes e não residentes, deveres de informação ao BNA e sanções — segundo o texto da lei e do aviso aplicáveis. ⚖️ Base legal angolanaAviso do BNA n.º 2/23, de 9 de fevereiro (regime cambial do setor mineiro) Ver detalhes

Receitas de exportação em dólares, impostos pagos ao Estado, faturas de prestadores de serviços residentes e não residentes, lucros para acionistas no estrangeiro: nos setores petrolífero e mineiro, o dinheiro atravessa fronteiras todos os dias, e a lei angolana tem regras cambiais próprias para estes dois setores. Neste curso de nível intermédio percorre, artigo a artigo, a Lei n.º 2/12 (regime cambial aplicável ao setor petrolífero) e o Aviso do BNA n.º 2/23 (regime cambial do setor mineiro), com os conceitos e as sanções da Lei Cambial (Lei n.º 5/97) para que esses textos remetem: residentes e não residentes cambiais, contas em moeda nacional e estrangeira, venda de moeda ao BNA para os impostos, pagamentos a fornecedores, lucros e dividendos, contas do operador, financiamentos e contas de garantia, exportações de minerais e destino das receitas, compras e vendas no mercado nacional, registo das operações, lista trimestral de contratos, orçamento cambial previsional, dever de informação ao BNA, multas e sanções acessórias. Com exemplos de empresas fictícias, cálculos ilustrativos, cenários de decisão, exercícios em Excel em todos os módulos, rondas de prática, verificações em cada módulo e modelos para descarregar. Legislação em vigor a 16 de outubro de 2026; curso informativo, que não substitui aconselhamento jurídico.

O que vai aprender

  • Identificar as operações cambiais, distinguir residentes e não residentes cambiais e reconhecer as entidades a que se aplicam a Lei n.º 2/12 e o Aviso do BNA n.º 2/23.
  • Aplicar as regras da Lei n.º 2/12 sobre contas, venda de moeda ao BNA, pagamentos a fornecedores residentes e não residentes, lucros, financiamento, contas de garantia e não retenção de cambiais.
  • Aplicar as regras do Aviso n.º 2/23 às receitas de exportação, às vendas no mercado nacional de minerais, às contas em moeda estrangeira, aos financiamentos externos e aos pagamentos a fornecedores e acionistas.
  • Cumprir os deveres de registo e de informação ao BNA e de reconhecer as infrações e sanções previstas na Lei Cambial.

Para quem: Diretores financeiros, tesouraria e contabilidade de empresas petrolíferas, mineiras e seus prestadores de serviços

🏷 Normas e referências: Aviso do BNA n.º 2/23, de 9 de fevereiro (regime cambial do setor mineiro)

⚖️ Base legal angolana

  • Lei n.º 5/97
  • Lei n.º 13/04
  • Lei n.º 31/11 (Código Mineiro)
  • Lei n.º 2/12
  • Lei n.º 10/18
  • Lei n.º 14/21
  • Lei n.º 24/21
  • Decreto n.º 13/98
  • Decreto n.º 21/01
  • Aviso n.º 13/20
  • Aviso n.º 2/23

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Fiscalidade Internacional

Nível 1 Introdução à Fiscalidade EmpresarialFIS-101 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Tipos de impostos, administração tributária, residência fiscal e obrigações típicas das empresas. Diretrizes e Modelo de Convenção da OCDE Ver detalhes

Perceba como funciona um sistema fiscal e que impostos afetam a sua empresa. Neste curso introdutório, vai ver quem cria e quem administra os impostos, os direitos e deveres dos contribuintes, a diferença entre impostos diretos e indiretos, a residência fiscal de pessoas e empresas, o estabelecimento estável e as convenções para evitar a dupla tributação, com base no Modelo de Convenção da OCDE e no Modelo das Nações Unidas. Conhece a lógica do imposto sobre o rendimento das empresas e das pessoas, do IVA, dos impostos sobre o património, do imposto do selo e das retenções na fonte; constrói o calendário fiscal anual da empresa; e reconhece as consequências do incumprimento: juros, coimas, inspeções, regularização voluntária e ética fiscal. Com casos de uma empresa fictícia de logística, cenários de decisão, atividades de classificar, ordenar, associar e calcular, rondas de prática, uma folha de cálculo de calendário fiscal e seis documentos para descarregar, três deles com exercícios práticos. Os exemplos são ilustrativos e não descrevem a lei de nenhum país: confirme sempre a lei aplicável. Curso informativo, que não substitui aconselhamento fiscal profissional.

O que vai aprender

  • Descrever a organização típica de um sistema fiscal, os seus atores e os direitos e deveres dos contribuintes.
  • Distinguir impostos diretos e indiretos e de explicar a residência fiscal, o estabelecimento estável e o papel das convenções para evitar a dupla tributação.
  • Identificar os principais impostos que afetam empresas e particulares e de explicar, em termos gerais, como se calculam.
  • Planear as obrigações fiscais declarativas e de pagamento do ano num calendário fiscal.
  • Reconhecer as consequências do incumprimento e de distinguir o planeamento fiscal legítimo do abusivo e da evasão.

Para quem: Contabilistas, técnicos fiscais, gestores financeiros

🏷 Normas e referências: Diretrizes e Modelo de Convenção da OCDE

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Nível 1 IVA: Conceitos EssenciaisFIS-102 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Mecanismo do IVA, incidência, taxas, isenções e regimes, segundo as Diretrizes Internacionais da OCDE sobre IVA. Diretrizes Internacionais da OCDE sobre IVA Ver detalhes

O IVA aparece em quase todas as faturas de uma empresa, mas nem sempre é bem compreendido. Neste curso fundamental vai perceber o mecanismo do imposto: porque é um imposto sobre o consumo, como funcionam a liquidação e a dedução, como se faz o apuramento e quem suporta, de facto, o imposto. Vai aprender a determinar quando uma operação está sujeita a IVA, a calcular e extrair o imposto com taxas ilustrativas, a distinguir isenções com e sem direito à dedução e a escolher entre o regime geral, o regime simplificado e o regime de exclusão. Alinhado com as Diretrizes Internacionais da OCDE sobre IVA, com exemplos de empresas fictícias de logística, engenharia, saúde e comércio, atividades de classificar, ordenar, associar e calcular, rondas de prática, um exercício em folha de cálculo, três fichas de exercícios com soluções e um estudo de caso. As regras concretas de cada país são sempre as da lei aplicável.

O que vai aprender

  • Explicar o mecanismo do IVA, distinguindo IVA liquidado e IVA dedutível e fazendo o apuramento de um período.
  • Identificar quem suporta o IVA e explicar os princípios da neutralidade e do destino.
  • Determinar se uma operação está sujeita, isenta ou fora do campo do IVA e calcular o valor tributável e o imposto.
  • Distinguir isenções com e sem direito à dedução e avaliar o seu impacto nos custos.
  • Identificar o regime de IVA aplicável a uma empresa (geral, simplificado ou exclusão) e reconhecer quando deve mudar de regime.

Para quem: Contabilistas, técnicos fiscais, gestores financeiros

🏷 Normas e referências: Diretrizes Internacionais da OCDE sobre IVA

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Nível 2 Faturação Eletrónica: Modelos e Tendências InternacionaisFIS-204 · Intermédio · 3 h 30 min · Português Requisitos de faturas, software certificado, SAF-T, PEPPOL e modelos de faturação eletrónica. Norma europeia EN 16931PEPPOLSAF-T (OCDE) Ver detalhes

A fatura deixou de ser apenas um papel: em cada vez mais países é um conjunto de dados estruturados que passa pela administração fiscal. Neste curso, destinado a contabilistas, técnicos fiscais e gestores financeiros, vai acompanhar a equipa financeira de uma empresa fictícia de engenharia que prepara a sua faturação para clientes e filiais em vários países. Identifique os tipos de documentos e os elementos obrigatórios de uma fatura, com base no modelo de referência da Diretiva do IVA da União Europeia, e as regras de numeração, séries e conservação. Perceba como funciona o software de faturação certificado e compare os modelos de pós-auditoria, validação prévia (clearance), reporte em tempo quase real e descentralizado. Conheça o SAF-T da OCDE, a norma europeia EN 16931, a rede Peppol e as principais tendências internacionais, incluindo o pacote europeu «IVA na era digital». Por fim, aprenda a evitar os erros mais frequentes e a corrigir documentos com anulações, notas de crédito e notas de débito, conhecendo os tipos de penalizações e os controlos que os previnem. Inclui atividades de classificar, ordenar, associar e calcular, rondas de prática, checklist, exercício de auditoria de uma fatura, mapa dos modelos, guia de correção de erros e três fichas de exercícios com soluções para descarregar.

O que vai aprender

  • Distinguir os principais tipos de documentos de faturação e identificar os elementos obrigatórios de uma fatura.
  • Aplicar as regras de numeração, séries, autenticidade, integridade e conservação das faturas.
  • Explicar os requisitos típicos de um software de faturação certificado.
  • Comparar os modelos de faturação eletrónica de pós-auditoria, validação prévia, reporte em tempo quase real e descentralizado.
  • Explicar o papel do SAF-T, da norma EN 16931 e da rede Peppol e as principais tendências internacionais.
  • Evitar os erros de faturação mais frequentes e de escolher o documento de correção adequado.

Para quem: Contabilistas, técnicos fiscais, gestores financeiros

🏷 Normas e referências: Norma europeia EN 16931 · PEPPOL · SAF-T (OCDE)

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Nível 2 IVA em Angola na Prática: Liquidação, Dedução e DeclaraçãoFIS-209 · Intermédio · 5 h · Português Angola Domine o IVA angolano no dia a dia: operações sujeitas e isentas, taxas, requisitos das faturas, dedução do imposto suportado, declaração periódica e pagamento junto da AGT, e as regras de faturação eletrónica — com exemplos práticos. ⚖️ Base legal angolana Ver detalhes

Domine o IVA angolano no dia a dia, com o Código do IVA na redação republicada pela Lei n.º 14/23 e sempre com o artigo citado: que operações estão sujeitas e quem é sujeito passivo, quando o imposto se torna exigível, em que regime – geral, simplificado ou de exclusão – se enquadra cada empresa, que operações estão isentas, como se calcula o valor tributável e que taxa aplicar, como funciona o imposto cativo, que requisitos têm as faturas, a faturação eletrónica (Decreto Executivo n.º 683/25) e a autofaturação (Decreto Presidencial n.º 144/23), que IVA pode ser deduzido e em que prazo, como pedir reembolsos e corrigir faturas e declarações, e como declarar e pagar à AGT, incluindo os regimes de caixa e simplificado e as penalidades. Com cálculos feitos segundo as taxas e fórmulas do Código, casos em empresas fictícias, cenários de decisão, verificações em cada módulo e quatro documentos de trabalho para descarregar. Inclui as regras de IVA da Lei n.º 14/25, de 30 de dezembro, que aprova o Orçamento Geral do Estado para 2026: taxa de 5 % na importação ou transmissão de equipamentos industriais pelo fabricante, prazo para alterar o regime quando se ultrapassam os limiares e isenção das transações em plataformas de pagamento e transferências instantâneas móveis. Legislação em vigor a 16 de outubro de 2026; curso informativo, que não substitui aconselhamento jurídico ou fiscal.

O que vai aprender

  • Identificar as operações sujeitas a IVA, os sujeitos passivos, o momento da exigibilidade e o regime de enquadramento de cada contribuinte.
  • Distinguir operações isentas com e sem direito à dedução, determinar o valor tributável e aplicar as taxas do art. 19.º do CIVA.
  • Liquidar o imposto na fatura, aplicar as regras do imposto cativo e cumprir os requisitos da faturação eletrónica e da autofaturação.
  • Calcular o IVA dedutível, incluindo a dedução parcial, e tratar créditos, reembolsos, retificações e créditos de cobrança duvidosa.
  • Cumprir as obrigações declarativas e de pagamento junto da AGT, aplicar os regimes especiais e reconhecer as penalidades previstas no Código.

Para quem: Contabilistas, técnicos financeiros e de faturação, gestores de PME em Angola

⚖️ Base legal angolana

  • Código Geral Tributário
  • Código de Processo Tributário
  • Código do Imposto Industrial
  • Código do IRT
  • Código do IVA
  • Código Mineiro
  • Lei n.º 7/19
  • Lei n.º 14/23
  • Lei n.º 14/25
  • Decreto Presidencial n.º 144/23
  • Decreto Presidencial n.º 71/25
  • Decreto Executivo n.º 683/25

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Nível 2 Imposto Industrial em AngolaFIS-210 · Intermédio · 5 h · Português Angola Domine o Imposto Industrial angolano: sujeitos passivos e regimes de tributação, determinação do lucro tributável, custos aceites e não aceites, taxas, liquidação provisória e definitiva, declarações e prazos — com exemplos de cálculo segundo o texto do Código. ⚖️ Base legal angolana Ver detalhes

Domine o Imposto Industrial angolano com o texto do Código aprovado pela Lei n.º 19/14 e sempre com o artigo citado: quem está sujeito e sobre que lucros, como se enquadra cada empresa no Grupo A ou no Grupo B, como se passa do resultado contabilístico ao lucro tributável, que custos são aceites e quais não são, como funciona a tributação autónoma, que regras seguem as amortizações, as provisões e os prejuízos fiscais, que taxas se aplicam, como se calculam o pagamento provisório sobre as vendas e a retenção na fonte sobre serviços, quando se entregam as Declarações Modelo 1 e Modelo 2 e se paga o imposto definitivo, e que multas prevê o Código. Com cálculos feitos segundo as taxas do Código, casos em empresas fictícias, cenários de decisão, verificações em cada módulo, atividades de classificar, ordenar, associar e calcular, rondas de prática, cinco exercícios práticos com resposta modelo e quatro documentos de trabalho para descarregar. Legislação em vigor à data de 16 de outubro de 2026, no texto publicado em 2014 – confirme taxas e valores em leis posteriores; curso informativo, que não substitui aconselhamento jurídico ou fiscal.

O que vai aprender

  • Identificar os sujeitos passivos e os lucros sujeitos a Imposto Industrial e enquadrar cada contribuinte no Grupo A ou no Grupo B.
  • Determinar o lucro tributável a partir do resultado contabilístico, distinguindo custos aceites e não aceites e aplicando a tributação autónoma.
  • Aplicar as regras do Código às amortizações, provisões, créditos incobráveis, prejuízos fiscais e reinvestimento de reservas.
  • Aplicar as taxas do art. 64.º e calcular a liquidação provisória sobre as vendas, a retenção na fonte sobre serviços e a tributação dos serviços acidentais.
  • Cumprir os prazos das declarações e do pagamento definitivo e reconhecer as garantias e as penalidades previstas no Código.

Para quem: Contabilistas, técnicos fiscais, diretores financeiros e gestores de empresas em Angola

⚖️ Base legal angolana

  • Código Geral Tributário
  • Código do Imposto Industrial
  • Lei n.º 18/92
  • Lei n.º 7/97
  • Lei n.º 5/99
  • Lei n.º 30/11
  • Lei n.º 19/14
  • Decreto Presidencial n.º 147/13
  • Decreto n.º 6/96

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Gestão & Liderança

Nível 1 Introduction to Management, Part 1: Communication, Coaching, Delegation and EILID-110 · Fundamentos · 1 h 15 min · Inglês Seis sessões (em inglês) de um programa de introdução à gestão: comunicação essencial e avançada, coaching, delegação, inteligência emocional e estilos de liderança. Boas práticas do Reino UnidoModelo GROW de coaching Ver detalhes

Primeira parte de um programa de introdução à gestão para chefias novas ou futuras, em seis sessões: comunicação essencial, comunicação avançada, coaching, delegação, inteligência emocional e estilos de liderança. Cada sessão é uma lição interativa com verificações de conhecimentos e um caderno da sessão para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as seis unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Modelo GROW de coaching

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Nível 1 Introduction to Management, Part 2: Leading, Change, Performance and ConflictLID-120 · Fundamentos · 1 h 15 min · Inglês Cinco sessões (em inglês) de um programa de introdução à gestão: gestão vs liderança, gerir a mudança, gerir o desempenho, motivação e gestão de conflitos. Boas práticas do Reino UnidoModelo de mudança de KotterModelo de LewinModelo Thomas-Kilmann Ver detalhes

Segunda parte de um programa de introdução à gestão para chefias novas ou futuras, em cinco sessões: gestão vs liderança, gerir a mudança, gerir o desempenho, motivação e gestão de conflitos. Cada sessão é uma lição interativa com verificações de conhecimentos e um caderno da sessão para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as cinco unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Modelo de mudança de Kotter · Modelo de Lewin · Modelo Thomas-Kilmann

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Nível 1 Leadership and Management FoundationsLID-130 · Fundamentos · 1 h 30 min · Inglês Treze unidades (em inglês): liderança vs gestão, funções de um líder, abordagem funcional, estilos de gestão e de liderança, ser um exemplo, coerência, construir confiança, gerir antigos colegas e tomada de decisão. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

As bases para novos chefes de equipa e gestores: a diferença entre liderança e gestão, as funções de um líder e a abordagem funcional da liderança, estilos de gestão e de liderança e qual usa mais, ser um exemplo, ser um líder coerente, construir confiança na equipa, gerir antigos colegas e tomar decisões. As unidades combinam vídeos curtos com um questionário e recursos para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as treze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Nível 1 Building High-Performance TeamsLID-140 · Fundamentos · 1 h 30 min · Inglês Quinze unidades (em inglês): necessidades da equipa, Maslow hoje, fases de desenvolvimento, as cinco disfunções, valores e normas, cultura de alto desempenho, envolvimento, moral, equipas abaixo do esperado, autoavaliação e colaboração. Boas práticas do Reino UnidoHierarquia de MaslowModelo de TuckmanAs 5 disfunções de uma equipa (Lencioni) Ver detalhes

Como construir e liderar uma equipa de alto desempenho: as necessidades básicas da equipa, a hierarquia de Maslow no século XXI, as fases de desenvolvimento de uma equipa, as cinco disfunções de uma equipa, desenvolver a equipa, valores, normas e comportamentos, criar uma cultura de alto desempenho, envolvimento e moral, equilíbrio entre controlo e autonomia, lidar com uma equipa abaixo do esperado, uma abordagem proativa, autoavaliação da equipa e trabalho colaborativo. As unidades combinam vídeos curtos com um questionário e recursos para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as quinze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Hierarquia de Maslow · Modelo de Tuckman · As 5 disfunções de uma equipa (Lencioni)

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Nível 1 Delegation SkillsLID-150 · Fundamentos · 1 h 15 min · Inglês Quinze unidades (em inglês): uma auditoria à delegação, formas de delegar, um modelo de delegação, os sete níveis de delegação um a um, acompanhar o progresso, ultrapassar resistências e tipos de equipas. Boas práticas do Reino UnidoOs 7 níveis de delegação Ver detalhes

Delegar mais e melhor: verifique se delega com eficácia com uma auditoria rápida, conheça sete formas de delegar e um modelo de delegação e percorra os sete níveis de delegação, desde gerir a tarefa e a pessoa até ao controlo total. O curso termina com o acompanhamento do progresso, ultrapassar resistências à delegação e os tipos de equipas que pode liderar. As unidades combinam vídeos curtos com um questionário e recursos para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as quinze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Os 7 níveis de delegação

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Nível 1 Coaching Skills for ManagersLID-160 · Fundamentos · 1 h 15 min · Inglês Onze unidades (em inglês): o que é o coaching, quando orientar e quando instruir, o modelo GROW, perguntas eficazes, técnicas de coaching, desafio construtivo e coaching de profissionais de alto desempenho. Boas práticas do Reino UnidoModelo GROW de coaching Ver detalhes

O coaching como competência de gestão do dia a dia: o que é o coaching e se o está a praticar, quando orientar e quando instruir, o modelo GROW e como o usar, perguntas eficazes, a técnica exemplo-efeito-mudança, desafiar de forma construtiva numa sessão de coaching, levar alguém a um «10 perfeito» e coaching de profissionais de alto desempenho. As unidades combinam vídeos curtos com um questionário e recursos para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as onze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Modelo GROW de coaching

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Nível 1 Effective Meetings and PresentationsLID-170 · Fundamentos · 2 h · Inglês Dezassete unidades (em inglês): reuniões bem-sucedidas e produtivas, manter o foco, participantes difíceis, briefings, ritmo de negócio, reuniões formais, e depois planear, estruturar e fazer apresentações e controlar o nervosismo. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

Duas competências do dia a dia num só curso. Reuniões: o que faz uma reunião bem-sucedida, reuniões produtivas, manter as pessoas focadas, lidar com participantes difíceis, briefings, ritmo de negócio e reuniões mais formais. Apresentações: planear e estruturar, introduções fortes, regras para diapositivos apelativos e ultrapassar o medo e o nervosismo. As unidades combinam vídeos curtos com um questionário e recursos para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as dezassete unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Nível 1 Managing Hybrid and Remote TeamsLID-180 · Fundamentos · 45 min · Inglês Oito unidades (em inglês): o modelo de trabalho híbrido, as suas cinco características, o impacto da transição, cinco competências, os desafios de gerir uma equipa híbrida, horários, liderança e equipas múltiplas e remotas. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

Liderar pessoas que trabalham em parte ou totalmente fora do escritório: o modelo de trabalho híbrido e as suas cinco características, o impacto da passagem para um local de trabalho híbrido, cinco competências para o trabalho híbrido, os desafios de gerir uma equipa híbrida, apoiar horários híbridos, liderança no trabalho híbrido e liderar equipas múltiplas e remotas. As unidades combinam vídeos curtos com um questionário e recursos para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as oito unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Nível 1 Leading ChangeLID-190 · Fundamentos · 1 h · Inglês Onze unidades (em inglês): o processo de gestão da mudança, a curva da mudança, análise de campo de forças, o impacto da mudança, resistências, justificar a mudança, envolvimento, liderança e melhoria contínua. Boas práticas do Reino UnidoModelo de mudança de KotterAnálise de campo de forças de Lewin Ver detalhes

Conduzir pessoas através da mudança: o processo de gestão da mudança, a curva da mudança, a análise de campo de forças de Kurt Lewin, lidar com o impacto da mudança e com resistências, justificar a necessidade de mudar, promover o envolvimento, mostrar liderança e guiar as pessoas, gerir a mudança e ligar o desenvolvimento do negócio à melhoria contínua. As unidades combinam vídeos curtos com um questionário e recursos para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as onze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Modelo de mudança de Kotter · Análise de campo de forças de Lewin

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Nível 2 Liderança para Novas ChefiasLID-201 · Intermédio · 6 h 45 min · Português Transição de técnico a líder, autoridade, motivação e responsabilização. Modelos de referência em liderança e gestão Ver detalhes

Muitas pessoas chegam a chefe porque eram excelentes técnicos e descobrem, de um dia para o outro, que o trabalho mudou. Neste curso, destinado a chefias, gestores intermédios e quadros superiores, vai acompanhar uma técnica promovida a supervisora de manutenção numa empresa industrial fictícia, a liderar os antigos colegas. Aprenda a gerir a transição de técnico para líder, a construir credibilidade e a evitar as armadilhas dos primeiros 90 dias. Reconheça o seu estilo de liderança e adapte-o às pessoas e às situações, com os modelos de Lewin, de Goleman e da liderança situacional, também em equipas multiculturais. Comunique objetivos claros com o método SMART, a matriz RACI e acordos de trabalho. Motive a equipa com reconhecimento, autonomia, desenvolvimento e justiça. Lide com o baixo desempenho com diagnóstico, conversas difíceis, feedback SBI, planos de melhoria e registos rigorosos, alinhado com as Convenções n.º 158 e n.º 111 da OIT. E comunique com a equipa e com a hierarquia em briefings, reuniões de equipa, reuniões individuais e reportes. Inclui modelos descarregáveis: plano dos primeiros 90 dias, reflexão sobre estilos, objetivos e acordos, plano de motivação, plano de melhoria e guião de reuniões.

O que vai aprender

  • Gerir a transição de técnico para chefia, construindo credibilidade e evitando as armadilhas mais comuns.
  • Reconhecer o seu estilo de liderança e adaptá-lo às pessoas, às tarefas e ao contexto cultural.
  • Comunicar objetivos SMART, papéis claros e acordos de trabalho à equipa.
  • Aplicar fatores de motivação: reconhecimento, autonomia, desenvolvimento e justiça.
  • Lidar com o baixo desempenho através de diagnóstico, conversas difíceis, planos de melhoria e registos rigorosos.
  • Comunicar com a equipa e com a hierarquia em briefings, reuniões e reportes.

Para quem: Chefias, gestores intermédios e quadros superiores

🏷 Normas e referências: Modelos de referência em liderança e gestão

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Nível 2 Gestão de Conflitos no TrabalhoLID-203 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Tipos de conflito, estilos de resposta e técnicas de mediação. Modelos de referência em liderança e gestão Ver detalhes

Onde há pessoas que dependem umas das outras, há conflitos. O que faz a diferença é a forma como são tratados. Neste curso, destinado a chefias, gestores intermédios, quadros superiores e a qualquer profissional que trabalhe em equipa, vai acompanhar a Ponte Sul Engenharia, uma empresa fictícia de manutenção industrial, onde a chefe de manutenção tem de lidar com tensões na equipa e com outras áreas. Aprenda a reconhecer os níveis, a natureza (tarefa, processo e relação), as causas e os sinais de escalada de um conflito, e a distinguir o conflito de situações de violência, assédio ou risco que seguem procedimentos próprios, com referência à Convenção n.º 190 da OIT. Conheça os cinco estilos de resposta ao conflito do modelo de Thomas e Kilmann e escolha o mais adequado a cada situação. Prepare e conduza conversas com base em interesses, segundo os princípios de Fisher e Ury, com escuta, reformulação e mensagens na primeira pessoa. Como chefia, decida quando intervir e conduza uma reunião de mediação informal. Por fim, previna conflitos com papéis claros, regras de decisão e um acordo de equipa. Inclui uma ficha de análise de conflito, um caderno de casos com respostas modelo, um guião de mediação e um modelo de acordo de equipa para descarregar.

O que vai aprender

  • Reconhecer o nível, a natureza (tarefa, processo, relação) e as fontes de um conflito no trabalho.
  • Identificar os sinais e as fases de escalada de um conflito e de distinguir o conflito de situações de violência, assédio ou outras matérias que seguem procedimentos próprios.
  • Escolher o estilo de resposta ao conflito mais adequado a cada situação.
  • Preparar e conduzir uma conversa para resolver um conflito com base em interesses, terminando com um acordo concreto.
  • Decidir quando e como a chefia deve intervir e de conduzir uma reunião de mediação informal.
  • Criar com a equipa regras e rotinas que previnam conflitos e tratem cedo os que surgem.

Para quem: Chefias, gestores intermédios e quadros superiores

🏷 Normas e referências: Modelos de referência em liderança e gestão

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Nível 2 Performance Management: One-to-Ones, Motivation and Poor PerformanceLID-210 · Intermédio · 1 h 45 min · Inglês Catorze unidades (em inglês): gerir o desempenho, técnicas, reuniões individuais eficazes, a conversa de desempenho, compromisso, motivação, gerir pessoas mais velhas, baixo desempenho, atrasos e ausências. Boas práticas do Reino UnidoObjetivos SMARTHierarquia de Maslow Ver detalhes

Gerir o desempenho no dia a dia: técnicas de gestão do desempenho, reuniões individuais eficazes e com resultados, a conversa de desempenho, obter compromisso, motivar a equipa, gerir pessoas mais velhas, os primeiros passos perante o baixo desempenho, lidar com colaboradores de baixo desempenho e a respetiva conversa, atrasos frequentes e a gestão correta das ausências. As unidades combinam vídeos curtos com um questionário e recursos para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as catorze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Objetivos SMART · Hierarquia de Maslow

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Nível 2 Appraisals and FeedbackLID-220 · Intermédio · 2 h · Inglês Dezasseis unidades (em inglês): uma boa avaliação, preparar, estruturar e conduzir, colaboradores difíceis, erros comuns, seguimento, e depois princípios do bom feedback, feedback construtivo e negativo e mecanismos de feedback. Boas práticas do Reino UnidoObjetivos SMART Ver detalhes

Duas competências ligadas para gestores. Avaliações: o que faz uma avaliação bem-sucedida, prepará-la, estruturá-la e conduzi-la, avaliar colaboradores difíceis, evitar erros comuns e fazer o seguimento. Feedback: os princípios do bom feedback, dar e receber feedback, feedback de qualidade e construtivo, técnicas, feedback negativo, como as pessoas se sentem ao recebê-lo e mecanismos de feedback. As unidades combinam vídeos curtos com um questionário e recursos para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as dezasseis unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Objetivos SMART

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Nível 2 Difficult Conversations and Conflict ResolutionLID-230 · Intermédio · 1 h 45 min · Inglês Catorze unidades (em inglês): porquê ter conversas difíceis, prepará-las, conduzi-las e encerrá-las, dar más notícias, pessoas difíceis, e depois o conflito no trabalho, competências-chave, as cinco opções de resolução e culturas de culpa. Boas práticas do Reino UnidoModelo Thomas-Kilmann Ver detalhes

As conversas que muitas chefias evitam: porquê ter conversas difíceis, como prepará-las, conduzi-las e encerrá-las, dar más notícias da forma certa e lidar com pessoas difíceis. A segunda parte trata o conflito no trabalho, as competências-chave para o gerir, as cinco opções de resolução de conflitos, a resolução de situações de conflito em duas unidades e como identificar e combater uma cultura de culpa. As unidades combinam vídeos curtos com um questionário e recursos para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as catorze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Modelo Thomas-Kilmann

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Nível 2 Organisational Leadership: Strategy, Culture, Operations and RewardLID-240 · Intermédio · 1 h 15 min · Inglês Dez unidades (em inglês): estratégia organizacional, foco no futuro, valores e ética, cultura, governação e conformidade, gestão operacional, gestão de clientes e partes interessadas, ausências, e recompensa e reconhecimento. Boas práticas do Reino UnidoSix Sigma Ver detalhes

Liderança para além da equipa, para quadros intermédios: estratégia organizacional e foco no futuro, valores e ética, cultura organizacional, governação e conformidade, abordagens e modelos de gestão operacional, atributos do gestor de departamento, gestão de clientes e partes interessadas, gestão de ausências, e recompensa e reconhecimento. As unidades combinam vídeos curtos com pontos de reflexão, um questionário e um plano de ação para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as dez unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Six Sigma

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Nível 3 Gestão da Mudança OrganizacionalLID-302 · Avançado · 8 h 15 min · Português Modelos de mudança, gestão de resistências e comunicação. ISO 10018 Ver detalhes

Novos sistemas, novas estruturas, fusões de equipas e de instalações: uma mudança só dá resultado quando as pessoas passam a trabalhar de outra forma. Neste curso de nível avançado, destinado a chefias, gestores intermédios e quadros superiores, vai acompanhar a Maré Alta Serviços Industriais, uma empresa fictícia de serviços ao petróleo e gás, durante um programa com três mudanças: uma reorganização, a implementação de um sistema integrado de gestão (ERP) e a fusão de dois armazéns. Aprenda a caracterizar uma mudança, os seus motores e os papéis de quem a lidera. Conheça e combine os principais modelos de mudança, com as suas origens e limites: Lewin e o campo de forças, os oito passos e os oito aceleradores de Kotter, o ADKAR, a transição de Bridges, a curva da mudança e o modelo 7-S. Diagnostique o impacto e a prontidão, mapeie as partes interessadas e construa o plano de gestão da mudança. Planeie a comunicação para cada público, responda a rumores e comunique más notícias com respeito. Diagnostique as causas da resistência e escolha a abordagem adequada, com limites éticos claros. Por fim, envolva as pessoas, consolide a mudança e meça a adoção e os benefícios. Alinhado com a ISO 10018:2020 (envolvimento das pessoas) e com o planeamento das alterações da ISO 9001:2015. Inclui um caderno de casos com respostas modelo, uma matriz de impacto, um questionário de prontidão, um plano de partes interessadas e comunicação, um guia de gestão de resistências e um painel de indicadores e benefícios para descarregar.

O que vai aprender

  • Caracterizar uma mudança organizacional, os seus motores, o seu lado técnico e humano e os papéis de quem a lidera.
  • Escolher e combinar modelos de mudança (Lewin, Kotter, ADKAR, Bridges, 7-S) adequados a cada situação, conhecendo os seus limites.
  • Avaliar o impacto e a prontidão para a mudança, mapear as partes interessadas e construir um plano de gestão da mudança.
  • Planear e conduzir a comunicação da mudança com cada público, incluindo rumores e más notícias.
  • Diagnosticar as causas da resistência à mudança e escolher a resposta adequada, dentro de limites éticos.
  • Envolver as pessoas, consolidar a mudança e medir a adoção e os benefícios.

Para quem: Chefias, gestores intermédios e quadros superiores

🏷 Normas e referências: ISO 10018

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Gestão de Projetos

Nível 1 Introdução à Gestão de ProjetosGPR-101 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Conceitos, ciclo de vida do projeto e papel do gestor de projeto. ISO 21502Guia PMBOK®Guia do Scrum Ver detalhes

Abrir uma nova filial, implementar um sistema informático, organizar uma conferência ou mudar de instalações: todas as organizações vivem de projetos. Neste curso introdutório, vai aprender a distinguir um projeto das operações correntes, a compreender a restrição tripla de âmbito, prazo e custo, a percorrer as fases do ciclo de vida, da iniciação ao encerramento, a identificar os papéis principais e a analisar as partes interessadas com uma matriz de poder e interesse. Vai ainda usar quatro ferramentas simples e eficazes: o termo de abertura, a estrutura analítica do projeto (WBS), o gráfico de Gantt e o registo de riscos. Acompanha a Inês, gestora do projeto Nova Sede da Atlântico Engenharia, e pratica com modelos descarregáveis. Com base em referências internacionais, como a norma ISO 21502, o Guia PMBOK® do PMI, o método PRINCE2® e o Guia do Scrum, o curso dá-lhe uma linguagem comum para trabalhar em projetos em qualquer setor e em qualquer país.

O que vai aprender

  • Distinguir projetos de operações correntes e de explicar a restrição tripla e os critérios de sucesso de um projeto.
  • Descrever as fases do ciclo de vida de um projeto: iniciação, planeamento, execução, monitorização e controlo e encerramento.
  • Identificar os papéis do gestor de projeto, do patrocinador e da equipa e de analisar as partes interessadas com uma matriz de poder e interesse.
  • Usar ferramentas simples de planeamento: termo de abertura, estrutura analítica do projeto, gráfico de Gantt e registo de riscos.

Para quem: Gestores, chefes de equipa e membros de equipas de projeto que começam a participar em projetos ou a coordená-los.

🏷 Normas e referências: ISO 21502 · Guia PMBOK® · Guia do Scrum

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Nível 1 Introdução ao Agile: Valores, Princípios e AbordagensGPR-102 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português O que é o trabalho ágil, quando faz sentido e o que muda para quem integra uma equipa ágil. Manifesto ÁgilGuia do ScrumGuia Kanban Ver detalhes

Sprints, quadros com notas, reuniões diárias de quinze minutos: cada vez mais equipas trabalham de forma ágil. Mas o que significa isso, quando faz sentido e o que muda para quem integra uma equipa ágil? Neste curso introdutório, vai conhecer a origem do movimento ágil e interpretar os quatro valores e os doze princípios do Manifesto Ágil. Vai aprender a reconhecer quando uma abordagem ágil traz vantagem e quando é preferível planear à partida, e vai conhecer, em linhas gerais, o Scrum, o Kanban e as abordagens híbridas. Por fim, vai ver o dia a dia de uma equipa ágil: os papéis, a lista de trabalho, a reunião diária, o quadro, a definição de feito, a revisão e a retrospetiva, e os comportamentos que ajudam a equipa. Acompanha a Amina, que acaba de entrar na equipa ágil do projeto Rota Digital, numa empresa fictícia de logística. Com atividades de classificar, ordenar, associar e calcular, rondas de prática e três fichas de exercícios com soluções. Alinhado com o Manifesto Ágil, o Guia do Scrum e o Guia Kanban.

O que vai aprender

  • Explicar o que é o trabalho ágil e interpretar os quatro valores e os doze princípios do Manifesto Ágil.
  • Reconhecer quando uma abordagem ágil, preditiva ou híbrida é mais adequada, com base na incerteza do projeto.
  • Descrever, em linhas gerais, o Scrum, o Kanban e as abordagens híbridas.
  • Descrever o que muda no dia a dia de quem integra uma equipa ágil e de adotar comportamentos que ajudam a equipa.

Para quem: Todos os colaboradores que integram equipas ágeis ou que vão começar a trabalhar com elas, em qualquer área: operações, tecnologia, marketing, recursos humanos ou projetos internos.

🏷 Normas e referências: Manifesto Ágil · Guia do Scrum · Guia Kanban

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Nível 1 Trabalhar Eficazmente numa Equipa de ProjetoGPR-103 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português O papel de cada membro, compromissos, prazos, registo de tarefas e comunicação com o gestor de projeto. ISO 21502 Ver detalhes

Foi nomeado para um projeto e, além do trabalho habitual, passou a ter tarefas com prazos, uma gestora de projeto e reuniões de acompanhamento? Este curso é para quem faz parte de uma equipa de projeto sem a dirigir. Vai perceber quem é quem no projeto e como lidar com dois chefes, clarificar o que lhe é pedido e quando uma tarefa está concluída, e combinar com a equipa a forma de trabalhar. Vai aprender a separar esforço, duração e prazo, a estimar as suas tarefas, a assumir compromissos realistas, a negociar em vez de dizer sim a tudo e a avisar cedo quando um prazo está em risco. Por fim, vai aprender a manter o registo das suas tarefas atualizado e a comunicar progresso, problemas e riscos ao gestor de projeto em quatro perguntas. Acompanhe a equipa do projeto Oficina Central, numa mina fictícia, com atividades de classificar, ordenar, associar e calcular, cenários, rondas de prática, exercícios práticos e quatro materiais para usar no seu projeto. Conteúdo alinhado com as boas práticas internacionais de gestão de projetos (ISO 21502).

O que vai aprender

  • Explicar o seu papel e o dos outros intervenientes numa equipa de projeto.
  • Clarificar o que lhe é pedido, incluindo os critérios de aceitação de cada tarefa.
  • Estimar o esforço e a duração das suas tarefas e assumir compromissos realistas.
  • Renegociar prazos e encaminhar pedidos de mudança a tempo.
  • Manter o registo das suas tarefas atualizado com estados claros.
  • Comunicar progresso, problemas e riscos ao gestor de projeto de forma clara e atempada.

Para quem: Membros de equipas de projeto e especialistas técnicos

🏷 Normas e referências: ISO 21502

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Nível 1 Gestão de Pequenos Projetos e Iniciativas InternasGPR-104 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Um método simples para definir, planear, acompanhar e encerrar projetos de pequena dimensão. ISO 21500ISO 21502 Ver detalhes

Reorganizar um armazém, mudar uma equipa de instalações, lançar um novo formulário ou preparar uma auditoria: muitos projetos internos são conduzidos por técnicos e chefias em paralelo com o trabalho diário. Neste curso prático, vai aprender um método simples em quatro passos para definir, planear, acompanhar e encerrar projetos de pequena dimensão: a ficha de projeto de uma página, um plano com tarefas, responsáveis, marcos, orçamento e os cinco riscos principais, uma rotina semanal com quadro de tarefas e estado em semáforo, a gestão de pedidos de alteração e um encerramento com aceitação, passagem às operações e lições aprendidas. Acompanha a Amina, supervisora de manutenção numa empresa fictícia de distribuição de combustíveis, e pratica com modelos descarregáveis em Word, Excel e PDF. O método está alinhado com as orientações internacionais das normas ISO 21500 e ISO 21502, adaptadas à escala de um projeto pequeno.

O que vai aprender

  • Decidir se uma iniciativa deve ser gerida como projeto e de a definir numa ficha de uma página, com problema, objetivo mensurável, âmbito e critérios de aceitação acordados com o patrocinador.
  • Construir um plano simples com tarefas, responsáveis, estimativas, marcos, recursos, orçamento e os principais riscos.
  • Acompanhar o progresso com rotinas semanais, comunicar o estado, tratar desvios e pedidos de alteração e escalar decisões ao patrocinador.
  • Encerrar o projeto com aceitação formal, passagem às operações, fecho administrativo, lições aprendidas e um relatório final de uma página.

Para quem: Técnicos e chefias que conduzem projetos pontuais

🏷 Normas e referências: ISO 21500 · ISO 21502

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Nível 1 O Patrocinador do Projeto: Papel e ResponsabilidadesGPR-105 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Como o patrocinador apoia, decide e assegura que o projeto entrega os benefícios esperados. ISO 21502PRINCE2®APM Ver detalhes

Muitos projetos não falham por falta de técnica: falham porque ninguém na direção os assume, porque as decisões chegam tarde ou porque ninguém confirma se trouxeram os benefícios prometidos. Este curso é para quem patrocina projetos. Vai perceber quem é o patrocinador, porque é que a responsabilidade final não se delega, como se distingue do gestor de projeto e como funciona o comité de direção. Vai aprender a apoiar e a decidir ao longo do projeto: no arranque, com tolerâncias e gestão por exceção, nos pontos de decisão, perante pedidos de alteração e escalamentos, removendo obstáculos e registando as decisões. Por fim, vai distinguir entregas, resultados e benefícios e ver o papel do patrocinador na aceitação, no encerramento e na medição dos benefícios depois dele. Acompanha a Fernanda, diretora de operações numa empresa mineira fictícia, no seu primeiro projeto como patrocinadora. Alinhado com a norma ISO 21502, o método PRINCE2® e as referências da APM.

O que vai aprender

  • Explicar quem é o patrocinador do projeto e quais são as suas responsabilidades.
  • Distinguir o papel do patrocinador do papel do gestor de projeto e dos membros do comité de direção.
  • Aplicar as responsabilidades do patrocinador no arranque, no acompanhamento por exceção, nos pontos de decisão, nas alterações e nos escalamentos.
  • Distinguir entregas, resultados e benefícios e de descrever o papel do patrocinador na aceitação, no encerramento e na realização dos benefícios.

Para quem: Diretores e gestores que patrocinam projetos ou que vão ser nomeados patrocinadores, e membros de comités de direção de projetos, em qualquer setor.

🏷 Normas e referências: ISO 21502 · PRINCE2® · APM

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Nível 1 Relatórios de Progresso e Painéis de ProjetoGPR-106 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Reportar o estado do projeto de forma clara: progresso, desvios, riscos e decisões necessárias. ISO 21502 Ver detalhes

Como está o projeto? Um bom relatório responde a esta pergunta numa página, com factos, e diz claramente que decisões são precisas. Neste curso vai perceber para que serve um relatório de progresso, quem o lê e o que deve conter, porque é que um relatório todo a verde pode ser perigoso e como funcionam as tolerâncias e a gestão por exceção. Vai aprender a medir o progresso de forma objetiva, com marcos e regras de percentagem combinadas, a calcular desvios simples de prazo e de custo, incluindo o custo comprometido, e a atribuir as cores do semáforo com critérios claros. Por fim, vai construir um relatório de uma página com um resumo executivo e um pedido de decisão bem formulado, e um painel legível, com os gráficos certos e sem depender só da cor. Acompanhe o projeto Novo Centro de Distribuição, de uma empresa fictícia de logística, com atividades, cenários, três exercícios práticos e três materiais para usar nos seus projetos. Conteúdo alinhado com as boas práticas internacionais de gestão de projetos (ISO 21502).

O que vai aprender

  • Explicar a finalidade dos relatórios de progresso e adaptar o detalhe a cada leitor.
  • Comparar o progresso real e previsto com a linha de base.
  • Medir o progresso com marcos e regras objetivas de percentagem concluída.
  • Calcular desvios simples de prazo e de custo, incluindo a previsão no fim.
  • Atribuir um estado com critérios claros e aplicar a gestão por exceção.
  • Elaborar um relatório de uma página e um painel que evidenciem desvios, riscos e decisões necessárias.

Para quem: Gestores de projeto, PMO e membros de equipas de projeto

🏷 Normas e referências: ISO 21502

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Nível 1 Project Management Essentials: From Idea to PlanGPR-110 · Fundamentos · 1 h 30 min · Inglês Doze unidades (em inglês): primeiros passos, características e fases de um projeto, ciclo de vida, arranque, metas e objetivos, partes interessadas, a equipa, planeamento, o plano do projeto e ferramentas de planeamento. Boas práticas do Reino UnidoAnálise SWOTDiagrama de Gantt Ver detalhes

O primeiro de dois cursos de gestão de projetos, para quem gere projetos sem ser gestor de projetos a tempo inteiro: o que fazer quando recebe um projeto, as características de todos os projetos, as fases e o ciclo de vida, o arranque, definir metas e objetivos, gerir partes interessadas, formar uma boa equipa, planear, o conteúdo de um plano de projeto e as principais ferramentas de planeamento. Cada unidade combina um vídeo curto com um questionário rápido e recursos para descarregar, como um plano de ação, um resumo e notas da sessão. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as doze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Análise SWOT · Diagrama de Gantt

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Nível 1 Running and Controlling Projects: Estimating, Risk, Tracking and ClosureGPR-120 · Fundamentos · 1 h 45 min · Inglês Treze unidades (em inglês): estimar o trabalho, gerir recursos, distribuir tarefas, orçamento, caminho crítico, riscos, execução e controlo, acompanhamento, planos operacionais e encerramento do projeto. Boas práticas do Reino UnidoMétodo do caminho críticoDiagrama de Gantt Ver detalhes

O segundo de dois cursos de gestão de projetos, sobre a execução do plano: estimar o trabalho, gerir recursos, distribuir tarefas com o método BALM, orçamento do projeto, análise do caminho crítico, gestão de riscos, execução e controlo, acompanhamento do progresso, conduzir um projeto eficaz, implementar planos operacionais, técnicas simples, pôr o projeto em marcha e encerramento. Cada unidade combina um vídeo curto com um questionário rápido e recursos para descarregar, como um plano de ação, um resumo e notas da sessão. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as treze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Método do caminho crítico · Diagrama de Gantt

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Hotelaria, Turismo & Restauração

Nível 1 Food Safety and Hygiene EssentialsHOT-110 · Fundamentos · 1 h 15 min · Inglês Oito unidades (em inglês) para manipuladores de alimentos: segurança alimentar e contaminação, tipos de contaminação, higiene, controlo de agentes patogénicos, alergénios, temperaturas e armazenamento, manutenção de equipamentos e EPI. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, consulte os cursos Trident de Angola. Boas práticas do Reino UnidoFood Safety Act 1990 (Reino Unido) — referênciaFood Hygiene Regulations 2006 (Reino Unido) — referência Ver detalhes

Segurança alimentar para todos os que manipulam alimentos: introdução à segurança alimentar e à contaminação, tipos de contaminação e prevenção, manipulação segura e higiene pessoal, controlo de agentes patogénicos, gestão de alergénios e contaminação cruzada, controlo de temperaturas e armazenamento seguro, manutenção de equipamentos e controlo de perigos com equipamentos de proteção individual. Cada unidade combina vídeos curtos e conteúdos interativos com um questionário (80% para passar). Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, consulte os cursos Trident de Angola. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as oito unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Food Safety Act 1990 (Reino Unido) — referência · Food Hygiene Regulations 2006 (Reino Unido) — referência

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Nível 1 Turismo e Agências de Viagens em Angola: Regime LegalHOT-210 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Angola Conheça as regras legais do turismo em Angola: Lei do Turismo, licenciamento e funcionamento das agências de viagens e turismo, deveres perante o cliente, garantias e fiscalização — segundo o texto da lei e dos decretos aplicáveis. ⚖️ Base legal angolana Ver detalhes

Trabalha numa agência de viagens, num hotel, num empreendimento turístico ou num operador turístico em Angola? Neste curso essencial percorre, sempre com o artigo citado, a Lei do Turismo (Lei n.º 9/15, de 15 de junho) e o Regulamento sobre Licenciamento e Exercício da Atividade das Agências de Viagens e Turismo (Decreto Presidencial n.º 72/24, de 15 de março, que revogou o Decreto Presidencial n.º 232/15, alterado e republicado pelo Decreto Presidencial n.º 27/26, de 6 de fevereiro): os conceitos, os princípios e os agentes do turismo; os direitos e deveres de prestadores e turistas e o licenciamento prévio; as três categorias de agências, a comunicação prévia, a vistoria e o alvará-único, o Código QR das reclamações e as reservas em hotéis; as viagens organizadas, o contrato, a rescisão, a caução e o seguro, a fiscalização e as contra-ordenações. Com o caso de uma agência fictícia de Luanda, cenários de decisão, atividades de arrastar e largar, exercícios práticos com a folha de cálculo e a lista de verificação, verificações em cada módulo e materiais para descarregar. Um curso informativo, baseado no texto da lei.

O que vai aprender

  • Identificar, segundo a Lei do Turismo, o objeto e o âmbito da lei, os conceitos de base, os princípios das políticas públicas de turismo e os agentes públicos e privados do turismo.
  • Aplicar os direitos e deveres dos prestadores de serviços turísticos e dos turistas, e reconhecer o licenciamento prévio, a fiscalização e as sanções da Lei do Turismo.
  • Distinguir as três categorias de agências de viagens, cumprir a comunicação prévia, os prazos do licenciamento-único e as regras de funcionamento, incluindo o Código QR das reclamações e as reservas em empreendimentos turísticos.
  • Cumprir as regras da informação e do contrato de viagem organizada, aplicar os direitos do cliente e reconhecer a responsabilidade, as garantias, a fiscalização e as contra-ordenações.

Para quem: Gestores e colaboradores de agências de viagens, hotelaria, empreendimentos turísticos e operadores turísticos

⚖️ Base legal angolana

  • Constituição da República de Angola
  • Código Penal
  • Lei n.º 9/15
  • Lei n.º 19/22
  • Decreto Presidencial n.º 232/15
  • Decreto Presidencial n.º 72/24
  • Decreto Presidencial n.º 21/26
  • Decreto Presidencial n.º 27/26
  • Decreto Presidencial n.º 144/26

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Nível 2 Food Safety Management for Supervisors: Risk, Compliance and CultureHOT-220 · Intermédio · 1 h 15 min · Inglês Oito unidades (em inglês) para supervisores: segurança e risco, gestão de perigos, risco e conformidade legal, sistema de gestão da segurança alimentar, auditorias, inspeções, cultura de segurança alimentar, melhoria contínua e gestão de crises. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, consulte os cursos Trident de Angola. Food Safety Act 1990 (Reino Unido) — referênciaFood Hygiene Regulations 2006 (Reino Unido) — referênciaHACCPBoas práticas do Reino Unido Ver detalhes

Gestão da segurança alimentar para supervisores e gestores: segurança no trabalho e gestão do risco, gestão de perigos e redução do risco, gestão do risco e conformidade legal, desenvolvimento de um sistema de gestão da segurança alimentar (FSMS), conformidade regulamentar e auditorias, inspeções, liderança e cultura de segurança alimentar, e melhoria contínua e gestão de crises. Cada unidade combina vídeos curtos e conteúdos interativos com um questionário (80% para passar). Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, consulte os cursos Trident de Angola. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as oito unidades.

🏷 Normas e referências: Food Safety Act 1990 (Reino Unido) — referência · Food Hygiene Regulations 2006 (Reino Unido) — referência · HACCP · Boas práticas do Reino Unido

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Informática & Produtividade Digital

Nível 1 Excel FundamentalTIC-102 · Fundamentos · 3 h 30 min · Português Folhas de cálculo, fórmulas básicas, formatação e impressão. Quadro Europeu de Competências Digitais (DigComp) Ver detalhes

O Excel está presente em quase todos os escritórios do mundo, mas muitas pessoas usam apenas uma pequena parte do que ele faz. Neste curso prático, vai aprender a navegar na interface do Microsoft 365 Excel em português, a gerir livros e folhas, a introduzir dados e a aplicar formatos numéricos profissionais, a criar fórmulas com as funções SOMA, MÉDIA, MÁXIMO, MÍNIMO e CONTAR, a usar referências relativas e absolutas e, por fim, a ordenar, filtrar e preparar listas para impressão ou PDF. Acompanha a Marta, assistente administrativa na Nova Rota Logística, e pratica num ficheiro Excel descarregável com encomendas, stock e vendas e num livro de casos práticos com soluções. Alinhado com a área de criação de conteúdos digitais do Quadro Europeu de Competências Digitais (DigComp), o curso prepara-o para trabalhar com folhas de cálculo de forma rápida, organizada e sem erros, em qualquer país e em qualquer setor.

O que vai aprender

  • Navegar na interface do Excel e de criar, guardar, abrir e organizar livros e folhas de cálculo.
  • Introduzir diferentes tipos de dados e de aplicar formatação profissional, incluindo formatos numéricos, limites e preenchimento automático.
  • Criar fórmulas com operadores e com as funções SOMA, MÉDIA, MÁXIMO, MÍNIMO e CONTAR, usando corretamente referências relativas e absolutas.
  • Ordenar e filtrar listas de dados e de configurar a página e a área de impressão para imprimir ou exportar para PDF.

Para quem: Colaboradores de escritório, assistentes administrativos e analistas que começam a usar o Excel ou que querem consolidar as bases.

🏷 Normas e referências: Quadro Europeu de Competências Digitais (DigComp)

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Nível 1 Excel Essentials: Workbooks, Worksheets and ProtectionTIC-110 · Fundamentos · 1 h 30 min · Inglês Uma unidade completa de Microsoft Excel Essentials seguida de catorze lições curtas (em inglês) sobre folhas, zoom, dividir, fixar painéis, agrupar, verificação ortográfica, recuperação automática e proteção de livros, folhas e células. Boas práticas do Reino UnidoExcel 365 (Microsoft) Ver detalhes

Comece com uma unidade completa de Microsoft Excel Essentials, com ficheiros de prática e questionário, e ganhe confiança com lições curtas gravadas no ecrã: folhas de cálculo, nomes de folhas, ver várias folhas, zoom, dividir a folha, fixar painéis, agrupar folhas, verificação ortográfica, recuperação automática, proteger livros com palavra-passe, proteger folhas, bloquear células e livros só de leitura. Gravado no Microsoft 365. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as quinze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Excel 365 (Microsoft)

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Nível 1 Excel Formulas 1: Cell References, SUM, COUNT and RoundingTIC-120 · Fundamentos · 1 h 30 min · Inglês Uma unidade completa sobre referências de células seguida de catorze lições curtas (em inglês): COUNT e SUM, COUNTIF, SUMIF, totais acumulados, contar caracteres e células, SUMPRODUCT, arredondamentos, AVERAGE e RANK. Boas práticas do Reino UnidoMicrosoft Excel Ver detalhes

Uma unidade completa sobre referências relativas, absolutas e mistas, com ficheiros de prática e questionário, seguida de lições curtas gravadas no ecrã sobre as funções do dia a dia: COUNT e SUM, COUNTIF, totais acumulados, SUMIF, contar caracteres, a função SUM, contar células vazias e não vazias, o operador «diferente de», contar células com texto, SUMPRODUCT, arredondamentos, reduzir casas decimais, AVERAGE e RANK. Gravado no Microsoft 365 (nomes das funções em inglês). Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as quinze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Microsoft Excel

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Nível 2 Excel Intermédio: Fórmulas, Tabelas e GráficosTIC-201 · Intermédio · 6 h 45 min · Português PROCV, SE, SOMA.SE, tabelas, validação de dados e gráficos. Quadro Europeu de Competências Digitais (DigComp) Ver detalhes

Se já domina o básico do Excel, este curso leva-o ao nível seguinte. Destinado a colaboradores de escritório e analistas, acompanha a analista de operações de uma empresa fictícia de transportes e armazenagem, que transforma mapas manuais em folhas que trabalham sozinhas. Construa decisões com SE, SE encadeado, SE.S, E, OU e SE.ERRO. Cruze dados entre tabelas com PROCV, ÍNDICE e CORRESP e PROCX, e diagnostique o erro #N/D. Some, conte e calcule médias com critérios com SOMA.SE.S, CONTAR.SE.S e MÉDIA.SE.S, incluindo datas e caracteres universais, e construa um quadro-resumo que se atualiza sozinho. Estruture os dados em Tabelas do Excel com referências estruturadas, controle as entradas com listas pendentes e regras de validação, e destaque o que importa com formatação condicional. Por fim, escolha e crie gráficos eficazes e honestos, incluindo gráficos de combinação e minigráficos. Inclui um ficheiro Excel de prática por módulo, com solução, um livro de casos práticos de consolidação e um guia rápido das funções. Nomes de funções conforme o Microsoft 365 Excel em português de Portugal.

O que vai aprender

  • Construir decisões com as funções SE, SE.S, E, OU e SE.ERRO.
  • Cruzar dados entre tabelas com PROCV, ÍNDICE e CORRESP e PROCX, e diagnosticar erros de pesquisa.
  • Somar, contar e calcular médias com critérios com SOMA.SE.S, CONTAR.SE.S e MÉDIA.SE.S.
  • Estruturar dados em Tabelas do Excel e usar referências estruturadas.
  • Controlar entradas com validação de dados e destacar informação com formatação condicional.
  • Escolher e criar gráficos eficazes, incluindo gráficos de combinação e minigráficos.

Para quem: Colaboradores de escritório e analistas

🏷 Normas e referências: Quadro Europeu de Competências Digitais (DigComp)

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Nível 2 Excel Formulas 2: Logical, Text, Lookup and Date FunctionsTIC-210 · Intermédio · 1 h 30 min · Inglês Unidades completas sobre funções lógicas e de texto, seguidas de lições curtas (em inglês) sobre funções de pesquisa e referência, VLOOKUP, funções de data e hora, a data de hoje, formatos de data e o último dia do mês. Boas práticas do Reino UnidoExcel 365 (Microsoft) Ver detalhes

Duas unidades completas, sobre funções lógicas (IF, AND, OR, IFS e outras) e funções de texto, cada uma com ficheiros de prática e questionário, seguidas de lições curtas gravadas no ecrã sobre funções de pesquisa e referência, VLOOKUP, funções de data e hora, a data de hoje, formatos de data e hora e o último dia do mês. Gravado no Microsoft 365 (nomes das funções em inglês). Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as oito unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Excel 365 (Microsoft)

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Nível 2 Excel Data Analysis: Sort, Filter, Tables, PivotTables and Conditional FormattingTIC-220 · Intermédio · 1 h 30 min · Inglês Seis lições curtas (em inglês) sobre ordenação (por cor, ordens personalizadas, inverter, aleatorizar, a função SORT) seguidas de unidades completas sobre filtros e ferramentas de dados, tabelas e tabelas dinâmicas, e formatação condicional. Boas práticas do Reino UnidoExcel 365 (Microsoft) Ver detalhes

Transformar listas em informação. Lições curtas gravadas no ecrã tratam a ordenação de dados, ordenar por cor, ordens personalizadas, inverter e aleatorizar listas e a função SORT; três unidades completas, cada uma com ficheiros de prática e questionário, tratam filtros e ferramentas de dados, tabelas e tabelas dinâmicas, e formatação condicional. Gravado no Microsoft 365. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as nove unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Excel 365 (Microsoft)

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Nível 2 Excel Charts, Consolidation and Array FormulasTIC-230 · Intermédio · 1 h · Inglês Uma unidade completa sobre gráficos no Excel, uma lição curta sobre consolidação de folhas e uma unidade completa sobre fórmulas de matriz (em inglês). Boas práticas do Reino UnidoExcel 365 (Microsoft) Ver detalhes

Apresentar e combinar dados: uma unidade completa sobre criar e formatar gráficos no Excel, uma lição curta sobre consolidar dados de várias folhas e uma unidade completa sobre fórmulas de matriz e matrizes dinâmicas. As unidades completas incluem ficheiros de prática e questionário. Gravado no Microsoft 365. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as três unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Excel 365 (Microsoft)

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Nível 3 Excel Avançado: Tabelas Dinâmicas e Power QueryTIC-301 · Avançado · 10 h · Português Tabelas dinâmicas, Power Query, funções avançadas e dashboards. Quadro Europeu de Competências Digitais (DigComp) Ver detalhes

Passa horas a copiar, colar e corrigir dados antes de conseguir responder a uma pergunta simples? Neste curso avançado aprende a transformar esse trabalho manual num processo rápido, fiável e repetível no Excel: preparar dados em formato tabular e eliminar duplicados, resumir milhares de linhas com tabelas dinâmicas, criar relatórios interativos com gráficos dinâmicos, segmentações de dados e linhas cronológicas, importar, limpar e juntar dados automaticamente com o Power Query, aplicar funções de matriz dinâmica (FILTRAR, ORDENAR, ORDENARPOR, EXCLUSIVOS), SOMARPRODUTO e nomes definidos, e construir um dashboard de gestão protegido e fácil de manter. Com um caso contínuo numa empresa fictícia de serviços industriais, um livro de Excel para praticar em cada módulo e um livro de casos práticos de consolidação. Para Excel para Microsoft 365 ou Excel 2021/2024. Alinhado com o Quadro Europeu de Competências Digitais (DigComp), como referência.

O que vai aprender

  • Estruturar dados em formato tabular, corrigindo erros comuns e tratando duplicados.
  • Resumir grandes volumes de dados com tabelas dinâmicas, agrupando datas e aplicando filtros.
  • Criar relatórios interativos com gráficos dinâmicos, segmentações de dados e linhas cronológicas.
  • Importar, transformar, juntar e atualizar dados automaticamente com o Power Query.
  • Aplicar funções de matriz dinâmica, SOMARPRODUTO e nomes definidos para responder a perguntas de negócio.
  • Construir, proteger e manter um dashboard de gestão no Excel.

Para quem: Colaboradores de escritório e analistas

🏷 Normas e referências: Quadro Europeu de Competências Digitais (DigComp)

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Inteligência Artificial

Nível 1 IA para Todos: Conceitos EssenciaisIAR-101 · Fundamentos · 2 h · Português O que é a inteligência artificial, como funciona e onde já a usamos no dia a dia. Princípios da OCDE para a IARecomendação UNESCOISO/IEC 42001 Ver detalhes

Ouve falar de inteligência artificial todos os dias, mas não sabe bem o que é? Este curso explica, em linguagem simples e sem exageros, o que é a IA, como aprende e onde já está presente no seu telemóvel, na banca, nas redes sociais, na tradução e na saúde. Vai descobrir o que a IA faz bem, onde falha e como pode transformar o seu trabalho, com base em referências internacionais como os Princípios da OCDE para a IA e a Recomendação da UNESCO sobre a Ética da IA. Com exemplos práticos de vários setores, atividades interativas e um plano pessoal para começar. Não precisa de conhecimentos técnicos: basta curiosidade.

O que vai aprender

  • Explicar em linguagem simples o que é inteligência artificial, aprendizagem automática e IA generativa.
  • Identificar aplicações de IA já presentes no quotidiano, no telemóvel, na banca, nas redes sociais, na tradução e na saúde.
  • Reconhecer as capacidades e as limitações da IA, incluindo alucinações, enviesamento e dependência de dados.
  • Refletir sobre o impacto da IA na sua profissão e identificar competências e oportunidades a desenvolver.

Para quem: Profissionais de todas as áreas e particulares, sem conhecimentos técnicos.

🏷 Normas e referências: Princípios da OCDE para a IA · Recomendação UNESCO · ISO/IEC 42001

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Nível 1 Assistentes de IA Generativa no Trabalho: Primeiros PassosIAR-102 · Fundamentos · 2 h 15 min · Português Usar assistentes de IA para escrever, resumir, traduzir e pesquisar com segurança. Princípios da OCDE para a IARecomendação UNESCOISO/IEC 42001 Ver detalhes

Quer escrever emails, resumir relatórios e traduzir documentos em metade do tempo? Neste curso prático, aprende a usar assistentes de IA generativa como o ChatGPT, o Claude, o Copilot ou o Gemini no seu trabalho diário. Com exemplos práticos de empresas de vários setores, vai escrever pedidos claros, melhorar respostas, verificar se a informação é fiável e proteger os dados confidenciais da sua empresa. Não precisa de conhecimentos técnicos. Em 2 horas e 15 minutos, ganha confiança para usar a IA de forma produtiva, segura e responsável.

O que vai aprender

  • Comparar os principais assistentes de IA generativa e distinguir versões gratuitas de versões empresariais.
  • Escrever pedidos simples com contexto, tarefa e formato e melhorar as respostas através de revisões.
  • Usar assistentes de IA para escrever emails, resumir documentos, traduzir entre português e inglês e rever textos.
  • Verificar a fiabilidade das respostas da IA, confirmando fontes, datas, números e referências.
  • Aplicar regras de segurança para não expor dados pessoais nem informação confidencial da empresa.

Para quem: Profissionais de escritório de todas as áreas

🏷 Normas e referências: Princípios da OCDE para a IA · Recomendação UNESCO · ISO/IEC 42001

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Nível 1 Uso Responsável e Ético da IAIAR-103 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Riscos, enviesamento, alucinações, confidencialidade e proteção de dados. Princípios da OCDERGPD (referência) Ver detalhes

A inteligência artificial já está no seu dia a dia de trabalho: escreve emails, resume relatórios e responde a perguntas em segundos. Mas também inventa factos, repete preconceitos e pode expor dados confidenciais da sua empresa. Neste curso prático, baseado em referências internacionais como os Princípios da OCDE para a IA, a Recomendação da UNESCO sobre a Ética da IA e o RGPD, vai aprender a reconhecer os principais riscos da IA, a proteger dados pessoais e segredos comerciais, e a aplicar boas práticas de revisão humana, transparência e responsabilização. Termina com uma checklist pronta a usar no seu trabalho. Use a IA com confiança, sem pôr em risco a sua empresa.

O que vai aprender

  • Identificar os principais riscos do uso de IA: alucinações, enviesamento, violação de propriedade intelectual e deepfakes.
  • Distinguir dados pessoais, informação confidencial e segredo comercial, e decidir o que pode ou não ser partilhado com uma ferramenta de IA.
  • Aplicar ao uso de IA no trabalho os princípios gerais de proteção de dados pessoais, tendo o RGPD como referência internacional e respeitando a legislação aplicável no seu país.
  • Seguir boas práticas de revisão humana, transparência e responsabilização, de acordo com a política de IA da empresa.
  • Usar uma checklist de uso responsável antes de utilizar resultados produzidos por IA.

Para quem: Todos os colaboradores de empresas que adotam IA

🏷 Normas e referências: Princípios da OCDE · RGPD (referência)

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Nível 1 AI at Work: Practical Skills for Smarter, Safer ProductivityIAR-110 · Fundamentos · 1 h 30 min · Inglês Cinco unidades práticas (em inglês) sobre a IA no trabalho: o que a IA faz e não faz, do ChatGPT à ação, escrita mais inteligente, poupar tempo em tarefas repetitivas e adoção segura com regras claras. Boas práticas do Reino UnidoChatGPT e ferramentas de IA generativa Ver detalhes

Curso prático em inglês, com cinco unidades, para quem quer usar ferramentas de IA com confiança e responsabilidade: o que a IA faz e não faz, o ChatGPT como parceiro para transformar ideias em resultados, escrita mais rápida e clara mantendo a sua voz, que tarefas repetitivas entregar à IA ou automatizar, e como adotar a IA em equipa de forma segura. Cada unidade tem vídeos curtos, exemplos, um Prompt Toolkit e um Habit Builder para descarregar e um questionário (80% para passar). Certificado Trident Academy ao concluir as cinco unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · ChatGPT e ferramentas de IA generativa

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Nível 1 Understanding AI at Work: Concepts, Ethics and Everyday UseIAR-120 · Fundamentos · 1 h 45 min · Inglês Sete unidades de leitura (em inglês) sobre inteligência artificial no trabalho: o que é a IA, literacia em IA, adotar a IA, ética e segurança dos dados, competências para o futuro, liderar com IA e atendimento ao cliente com IA. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

Introdução à inteligência artificial para todos os profissionais: o que é a IA e os seus principais tipos, literacia em IA e a forma como as organizações a usam para trabalhar melhor e inovar. Segue-se a ética e a segurança dos dados, as competências necessárias para um futuro com IA, o papel das chefias num local de trabalho com IA e a IA no atendimento ao cliente. Cada unidade é uma lição interativa de leitura com um pequeno questionário no fim. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as sete unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Nível 2 Engenharia de Prompts para ProfissionaisIAR-201 · Intermédio · 5 h · Português Técnicas para obter respostas precisas e fiáveis de modelos de IA generativa. Princípios da OCDE para a IARecomendação UNESCOISO/IEC 42001 Ver detalhes

A qualidade das respostas de um assistente de IA generativa depende, em grande parte, da qualidade do pedido. Neste curso, destinado a profissionais de todas as áreas, gestores e equipas digitais, vai acompanhar a equipa de uma empresa fictícia de serviços industriais que aprende a obter respostas precisas e fiáveis. Perceba como os modelos de linguagem interpretam os pedidos e porque é que o contexto, a ambiguidade e as instruções explícitas mudam o resultado. Construa prompts com o modelo RCTF (papel, contexto, tarefa e formato), com restrições, tom e público. Use exemplos (few-shot), decomponha tarefas complexas, peça raciocínio estruturado e verifique os resultados. Trabalhe com relatórios longos, extraia dados para tabelas e compare documentos, num caso prático. Por fim, crie a sua biblioteca de prompts reutilizáveis, por função, com testes e controlo de versões. Boas práticas alinhadas com os Princípios da OCDE para a IA e a ISO/IEC 42001. Inclui ficha de prompt, dossiê do caso, biblioteca de prompts em Excel checklist de qualidade e cinco cadernos de exercícios com soluções.

O que vai aprender

  • Explicar como um modelo de linguagem interpreta um pedido e porque é que a qualidade do prompt determina o resultado.
  • Construir prompts com papel, contexto, tarefa e formato, ajustando restrições, tom e público.
  • Usar exemplos, decompor tarefas complexas e pedir raciocínio estruturado e verificação.
  • Resumir relatórios, extrair dados para tabelas e comparar documentos com prompts fiéis e verificáveis.
  • Criar, testar e manter uma biblioteca pessoal de prompts reutilizáveis.
  • Aplicar regras de confidencialidade, verificação e supervisão humana no uso de assistentes de IA.

Para quem: Profissionais de todas as áreas, gestores e equipas digitais

🏷 Normas e referências: Princípios da OCDE para a IA · Recomendação UNESCO · ISO/IEC 42001

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Nível 2 IA para Produtividade no EscritórioIAR-202 · Intermédio · 5 h · Português IA aplicada a documentos, email, folhas de cálculo e apresentações. Princípios da OCDE para a IARecomendação UNESCOISO/IEC 42001 Ver detalhes

Emails, atas, relatórios, folhas de cálculo, apresentações e reuniões ocupam grande parte do dia de trabalho. Neste curso, destinado a profissionais de todas as áreas, gestores e equipas digitais, vai acompanhar a equipa de uma empresa fictícia de engenharia e construção que usa um assistente de IA aprovado nas tarefas de escritório. Redija e responda a emails mais depressa, ajuste o tom e resuma conversas longas. Produza e reveja documentos: estruturas, atas fiéis, relatórios e revisão linguística, num caso prático. Use a IA para criar fórmulas, limpar dados, explicar tabelas e escolher gráficos, com um exercício em Excel. Crie apresentações a partir de um documento, com mensagens-chave e notas do orador. Planeie tarefas e reuniões e faça resumos do dia. Sempre com três regras: ferramenta aprovada, só os dados necessários e revisão humana. Inclui guia de prompts para email, notas de reunião, exercício em Excel, planeador do dia e cinco cadernos de exercícios com soluções.

O que vai aprender

  • Redigir e responder a emails com apoio de IA, ajustando o tom e resumindo conversas longas, e verificar o resultado antes de enviar.
  • Produzir e rever documentos com IA, incluindo atas fiéis às notas e relatórios com dados confirmados.
  • Usar IA para criar e testar fórmulas, limpar dados, explicar tabelas e escolher gráficos.
  • Criar uma apresentação a partir de um documento, com estrutura, títulos-mensagem e notas do orador.
  • Usar IA para planear tarefas e reuniões e fazer resumos do dia e da semana.
  • Aplicar as regras de ferramenta aprovada, dados necessários e revisão humana em todas as tarefas de escritório.

Para quem: Profissionais de todas as áreas, gestores e equipas digitais

🏷 Normas e referências: Princípios da OCDE para a IA · Recomendação UNESCO · ISO/IEC 42001

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Nível 2 Data-Driven Decisions and Machine Learning EssentialsIAR-220 · Intermédio · 1 h 15 min · Inglês Cinco unidades (em inglês) sobre dados e machine learning: decisões baseadas em dados com IA, fundamentos de machine learning, ética e enviesamento, processamento de linguagem natural e implementação de modelos. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

Um passo seguinte depois de uma introdução à IA: como a IA apoia decisões baseadas em dados, os fundamentos do machine learning, como reconhecer e reduzir riscos éticos e de enviesamento, como funciona o processamento de linguagem natural (NLP) e o que é preciso para pôr modelos de machine learning em produção. Cada unidade é uma lição interativa de leitura com um pequeno questionário no fim. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as cinco unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Jurídico, Ética & Governação

Nível 1 Ética Empresarial e Código de CondutaJUR-102 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Valores, dilemas éticos, conflitos de interesse e canais de denúncia. ISO 37301Pacto Global da ONU Ver detalhes

Todos os dias tomamos pequenas decisões que mostram quem somos e que empresa queremos ser. Neste curso fundamental, recomendado como formação anual para todos os colaboradores, vai perceber a diferença entre o que é legal e o que é correto, porque a reputação e a confiança dependem de cada pessoa, como reconhecer dilemas éticos e racionalizações perigosas e como usar um teste rápido de decisão. Vai aplicar o código de conduta a conflitos de interesse, ofertas e hospitalidade, uso de recursos e confidencialidade, e aprender a usar os canais de denúncia com confiança, conhecendo a proteção do denunciante e a proibição de retaliação. Alinhado com o Pacto Global das Nações Unidas, as Diretrizes da OCDE para Empresas Multinacionais e as normas ISO 37301 e ISO 37002, com cenários em escritórios, armazéns e estaleiros de uma empresa fictícia.

O que vai aprender

  • Explicar a importância da ética empresarial para a reputação e a confiança, distinguindo ética, lei e compliance.
  • Reconhecer dilemas éticos e racionalizações perigosas e aplicar um teste rápido de decisão ética.
  • Aplicar o código de conduta a conflitos de interesse, ofertas e hospitalidade, uso de recursos e confidencialidade.
  • Escolher o canal de denúncia adequado e preparar uma comunicação útil e segura.
  • Explicar a proteção do denunciante, a proibição de retaliação e o papel das chefias.

Para quem: Todos os colaboradores (formação anual recomendada)

🏷 Normas e referências: ISO 37301 · Pacto Global da ONU

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Nível 1 Prevenção da Corrupção e Conflitos de InteresseJUR-103 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Formas de corrupção, ofertas e hospitalidade, interação com entidades públicas. ISO 37001Convenção Anticorrupção da OCDE Ver detalhes

Um pequeno pagamento para acelerar um carimbo, um convite generoso de um fornecedor, um consultor que «conhece as pessoas certas» ou um familiar que concorre a um contrato que vai avaliar: saberia o que fazer? Neste curso prático vai reconhecer as formas diretas e indiretas de corrupção, incluindo o suborno, os pagamentos de facilitação e o tráfico de influência; aplicar regras claras sobre ofertas, hospitalidade, agentes, fornecedores e entidades públicas; e identificar e declarar conflitos de interesse com familiares, participações e cargos externos. Alinhado com a Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção, a Convenção Antissuborno e as recomendações da OCDE, o Pacto Global das Nações Unidas e as normas ISO 37001 e ISO 37002, com cenários de escritórios, estaleiros, portos e plataformas, atividades interativas e modelos para descarregar.

O que vai aprender

  • Reconhecer formas diretas e indiretas de corrupção, incluindo o suborno ativo e passivo, os pagamentos de facilitação e o tráfico de influência.
  • Identificar as principais referências internacionais anticorrupção e as consequências da corrupção para as pessoas e para as empresas.
  • Aplicar regras sobre ofertas, hospitalidade e registos.
  • Reconhecer sinais de alerta em agentes, intermediários e fornecedores e agir com cuidado redobrado na relação com entidades públicas.
  • Identificar conflitos de interesse com familiares, participações e cargos externos, e de os declarar e gerir corretamente.

Para quem: Todos os colaboradores, em especial compras, vendas e relação com entidades públicas

🏷 Normas e referências: ISO 37001 · Convenção Anticorrupção da OCDE

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Nível 1 Compliance Essentials for All StaffJUR-110 · Fundamentos · 1 h · Inglês Nove unidades curtas de sensibilização (em inglês): saúde e bem-estar, álcool e drogas, assédio e bullying, denúncia de irregularidades, escravatura moderna, suborno, branqueamento de capitais, fraude e ambiente. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, consulte os cursos Trident de Angola. Boas práticas do Reino UnidoBribery Act 2010 (Reino Unido) — referênciaModern Slavery Act 2015 (Reino Unido) — referênciaEquality Act 2010 (Reino Unido) — referência Ver detalhes

Unidades curtas de sensibilização sobre os temas de compliance que todos os colaboradores devem conhecer: saúde e bem-estar, álcool e drogas no trabalho, assédio e bullying, denúncia de irregularidades (whistleblowing), a lei britânica sobre escravatura moderna, a lei britânica anticorrupção (Bribery Act), branqueamento de capitais, prevenção da fraude e sensibilização ambiental. Cada unidade combina um vídeo curto com um questionário rápido e recursos para descarregar, como um plano de ação, um resumo e notas da sessão. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, consulte os cursos Trident de Angola. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as nove unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Bribery Act 2010 (Reino Unido) — referência · Modern Slavery Act 2015 (Reino Unido) — referência · Equality Act 2010 (Reino Unido) — referência

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Nível 1 Speaking Up and Protecting People: Whistleblowing, Modern Slavery and SafeguardingJUR-120 · Fundamentos · 1 h · Inglês Quatro unidades (em inglês): denúncia de irregularidades e proteção do denunciante, escravatura moderna, proteção de adultos vulneráveis e proteção de crianças. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, consulte os cursos Trident de Angola. Boas práticas do Reino UnidoModern Slavery Act 2015 (Reino Unido) — referênciaPublic Interest Disclosure Act 1998 (Reino Unido) — referência Ver detalhes

Duas unidades completas e duas unidades curtas sobre denunciar e proteger pessoas. Whistleblowing: o que denunciar, como e a proteção dada ao denunciante. Escravatura moderna: trabalho forçado, tráfico de seres humanos e exploração, sinais de alerta e responsabilidades na cadeia de fornecimento. Duas unidades curtas introduzem a proteção de adultos vulneráveis e de crianças. As unidades combinam vídeos com um questionário e recursos para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, consulte os cursos Trident de Angola. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as quatro unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Modern Slavery Act 2015 (Reino Unido) — referência · Public Interest Disclosure Act 1998 (Reino Unido) — referência

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Nível 1 Arbitragem Voluntária em Angola: o EssencialJUR-213 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Angola Perceba como funciona a arbitragem voluntária em Angola: convenção de arbitragem e cláusulas compromissórias, constituição do tribunal arbitral, processo, sentença e impugnação — segundo o texto da Lei da Arbitragem Voluntária. ⚖️ Base legal angolana Ver detalhes

Perceba como funciona a arbitragem voluntária em Angola, sempre com o artigo da Lei n.º 16/03 citado: que litígios podem ir a arbitragem, como se celebra uma convenção de arbitragem válida — cláusula compromissória ou compromisso arbitral —, como se constitui o tribunal arbitral e se escolhem, nomeiam e recusam os árbitros, como decorre o processo até à sentença, que efeitos esta tem e como pode ser corrigida, anulada, objeto de recurso ou executada, e que regras próprias tem a arbitragem internacional. Com um caso fictício que acompanha um contrato de fornecimento do início ao fim, atividades, um cenário de decisão, verificações em cada módulo, um modelo de cláusula de arbitragem construído só com o que a lei prevê, um quadro de prazos e um fluxograma do processo. Um curso informativo, baseado no texto da lei em vigor a 16 de outubro de 2026, para gestores, juristas, compradores e responsáveis por contratos.

O que vai aprender

  • Identificar os litígios que podem ser submetidos a arbitragem voluntária e reconhecer uma convenção de arbitragem válida — cláusula compromissória ou compromisso arbitral — com a forma e o conteúdo que a lei exige.
  • Constituir o tribunal arbitral de acordo com a lei — número e designação dos árbitros, notificação de arbitragem, nomeação judicial, aceitação, recusa e substituição — e reconhecer os deveres dos árbitros.
  • Acompanhar o processo arbitral desde o início da instância até à decisão — regras, lugar, princípios, competência, provas, medidas provisórias, direito aplicável, prazo e deliberação — e conhecer a transação e a desistência.
  • Verificar os elementos da sentença arbitral, os seus efeitos e os meios de reação — retificação, anulação, recurso e oposição à execução — e aplicar as regras da arbitragem internacional e os elementos de uma cláusula de arbitragem construída a partir da lei.

Para quem: Gestores, juristas, compradores e responsáveis por contratos

⚖️ Base legal angolana

  • Código de Processo Civil
  • Lei n.º 16/03

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Nível 2 Direito das Sociedades Comerciais em AngolaJUR-210 · Intermédio · 5 h · Português Angola Conheça a Lei das Sociedades Comerciais de Angola: tipos de sociedade, constituição e registo, capital e participações, órgãos sociais e deliberações, deveres dos administradores, contas anuais, alterações, fusões e dissolução — segundo o texto da lei. ⚖️ Base legal angolana Ver detalhes

A Lei das Sociedades Comerciais (Lei n.º 1/04), com as alterações da Lei n.º 11/15, regula toda a vida de uma sociedade angolana — muito para além da constituição. Neste curso intermédio percorre a lei, sempre com o artigo citado: personalidade e capacidade da sociedade, cláusulas do contrato, acordos parassociais e direitos dos sócios; capital, entradas, prestações acessórias e suplementares, suprimentos, cessão e amortização de quotas, ações e ações próprias; assembleias gerais, convocatórias, quóruns, maiorias, atas e deliberações nulas ou anuláveis; poderes, deveres e responsabilidade de gerentes, administradores e conselho fiscal; contas anuais, lucros distribuíveis e reserva legal; e alterações do contrato, aumento e redução do capital, fusão, cisão, transformação, dissolução e liquidação. Com duas empresas fictícias, cálculos em kwanzas com as fórmulas da lei, cenários de decisão, atividades, verificações em cada módulo, uma ficha de análise do contrato, uma folha de cálculo, uma checklist de assembleias, um quadro de responsabilidades e um roteiro das operações. Um curso informativo, baseado no texto da lei em vigor a 16 de outubro de 2026, para empresários, administradores e gerentes, secretários de sociedades, juristas e contabilistas. O curso EMP-107 é a introdução recomendada.

O que vai aprender

  • Aplicar as disposições gerais da Lei das Sociedades Comerciais sobre personalidade, capacidade, contrato, direitos e obrigações dos sócios, regime antes do registo, invalidade do contrato e publicidade dos atos.
  • Gerir o capital e as participações sociais: entradas, prestações acessórias e suplementares, suprimentos, cessão, amortização e exoneração nas quotas, e ações, categorias e ações próprias.
  • Preparar, convocar e conduzir deliberações válidas dos sócios e acionistas e de distinguir as deliberações nulas das anuláveis.
  • Identificar os poderes, os deveres e a responsabilidade de gerentes, administradores e fiscais e de aplicar as regras da prestação de contas, da distribuição de lucros e da reserva legal.
  • Conduzir alterações do contrato e do capital, fusões, cisões e transformações e de aplicar as regras da dissolução e da liquidação até à extinção da sociedade.

Para quem: Empresários, administradores e gerentes, secretários de sociedades, juristas e contabilistas

⚖️ Base legal angolana

  • Código Civil
  • Código Comercial
  • Código de Processo Civil
  • Lei n.º 1/04
  • Lei n.º 11/15

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Nível 2 Lei da Concorrência em AngolaJUR-211 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Angola Saiba o que a lei angolana da concorrência proíbe e exige: práticas restritivas, acordos entre empresas, abuso de posição dominante, controlo de concentrações e notificação prévia, a Autoridade Reguladora da Concorrência e o regime sancionatório — segundo o texto da lei e do seu regulamento. ⚖️ Base legal angolana Ver detalhes

Uma conversa com um concorrente sobre preços, uma cláusula num contrato de distribuição ou a compra de um concorrente sem comunicação prévia podem custar até 10% do volume de negócios. Neste curso intermédio percorre a Lei da Concorrência (Lei n.º 5/18) e o seu Regulamento (Decreto Presidencial n.º 240/18), sempre com o artigo citado: âmbito, conceitos de empresa, unidade económica, quota de mercado e volume de negócios; o papel da Autoridade Reguladora da Concorrência, os estudos de mercado, as inspeções e os reguladores setoriais; as práticas restritivas — acordos horizontais e verticais, práticas concertadas, decisões de associações, abuso de posição dominante (limiar de 50%) e abuso de dependência económica — e a justificação com autorização prévia; o controlo de concentrações, com os limiares de notificação prévia (50%; 30% com 450 milhões de Kz; 3 500 milhões de Kz), o cálculo do volume de negócios do grupo, a suspensão, a publicação e os prazos de 120 e 180 dias; e o processo sancionatório, do inquérito à decisão final, com multas de 1% a 10%, sanções acessórias, sanções compulsórias, prescrição e as reduções da clemência. Com empresas fictícias, cálculos em kwanzas feitos com as percentagens da lei, cenários de decisão, verificações em cada módulo, uma folha de cálculo, uma checklist de conformidade, um roteiro de notificação e um quadro de prazos e sanções. Um curso informativo, baseado no texto da lei em vigor a 16 de outubro de 2026, para gestores, diretores comerciais e de compras, juristas e responsáveis de compliance.

O que vai aprender

  • Identificar o âmbito da Lei da Concorrência, usar os seus conceitos (empresa, unidade económica, quota de mercado, volume de negócios, relações horizontais e verticais) e descrever o papel e os poderes da Autoridade Reguladora da Concorrência.
  • Reconhecer os acordos, as práticas concertadas, as decisões de associações e os abusos de posição dominante e de dependência económica proibidos, e de aplicar o regime de justificação e autorização prévia.
  • Verificar se uma operação é uma concentração sujeita a notificação prévia, calculando quotas e volume de negócios segundo o Regulamento, e de conduzir o procedimento respeitando a suspensão e os prazos.
  • Acompanhar um processo sancionatório do inquérito à decisão final e de calcular os limites das multas, das sanções pecuniárias compulsórias e das reduções do regime de clemência.

Para quem: Gestores, diretores comerciais e de compras, juristas e responsáveis de compliance

⚖️ Base legal angolana

  • Lei n.º 5/18
  • Decreto Presidencial n.º 240/18
  • Decreto Presidencial n.º 14/26

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Nível 2 Recuperação de Empresas e Insolvência em AngolaJUR-212 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Angola Conheça o regime angolano de recuperação de empresas e insolvência: situação de insolvência, deveres de apresentação, processo de recuperação, plano de recuperação, liquidação, graduação de créditos e o papel do administrador de insolvência — segundo o texto da lei. ⚖️ Base legal angolana Ver detalhes

O regime angolano da recuperação de empresas e da insolvência, aprovado pela Lei n.º 13/21, e o Estatuto do Administrador da Recuperação ou da Insolvência, aprovado pela Lei n.º 20/22, dizem o que fazer quando uma empresa deixa de conseguir pagar as suas dívidas. Neste curso intermédio percorre a lei, sempre com o artigo citado: situação económica difícil, insolvência iminente e insolvência; quem deve e quem pode requerer a insolvência e as consequências de não o fazer; o processo de declaração, a sentença e a publicidade; a recuperação extrajudicial e a judicial, o plano de recuperação, a assembleia de credores e as maiorias de aprovação; os efeitos da insolvência sobre o devedor, os credores, os contratos e os atos anteriores; a reclamação, verificação e graduação de créditos; a liquidação e o encerramento; o administrador da insolvência – requisitos, nomeação, deveres, remuneração e sanções; e a insolvência culposa e as disposições penais. Com uma empresa fictícia acompanhada do início ao fim, cálculos de maiorias e de graduação em kwanzas com as regras da lei, cenários de decisão, atividades, verificações em cada módulo, uma folha de cálculo, uma checklist e um quadro de prazos, efeitos e sanções. Um curso informativo, baseado no texto da lei em vigor a 16 de outubro de 2026, para administradores e gestores, diretores financeiros, credores, juristas e contabilistas.

O que vai aprender

  • Distinguir a situação económica difícil, a insolvência iminente e a insolvência, identificar quem deve e quem pode requerer a insolvência e acompanhar o processo de declaração até à sentença, à sua publicidade e à impugnação.
  • Conduzir ou avaliar uma recuperação extrajudicial ou judicial, verificando o plano, as regras da assembleia de credores e as maiorias de aprovação, e de conhecer os efeitos da concessão e da convolação em insolvência.
  • Identificar os efeitos da declaração de insolvência sobre o devedor, os credores, os contratos e os atos anteriores, e de reclamar, verificar e graduar créditos segundo a ordem da lei.
  • Acompanhar a liquidação e o encerramento, conhecer o estatuto, a nomeação, a remuneração e a responsabilidade do administrador da insolvência e reconhecer a insolvência culposa e as sanções previstas.

Para quem: Administradores e gestores, diretores financeiros, credores, juristas e contabilistas

⚖️ Base legal angolana

  • Código Civil
  • Código Penal
  • Código de Processo Civil
  • Lei n.º 13/21
  • Lei n.º 20/22

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Nível 2 Financial Crime Prevention: Fraud, Bribery, Money Laundering and Tax EvasionJUR-220 · Intermédio · 1 h 30 min · Inglês Quatro unidades completas (em inglês) sobre criminalidade financeira: prevenção da fraude, anticorrupção, combate ao branqueamento de capitais (AML) e combate à evasão fiscal. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, consulte os cursos Trident de Angola. Bribery Act 2010 (Reino Unido) — referênciaFraud Act 2006 (Reino Unido) — referênciaProceeds of Crime Act 2002 (Reino Unido) — referênciaCriminal Finances Act 2017 (Reino Unido) — referência Ver detalhes

Quatro unidades completas para quem trabalha em finanças, compras, vendas e gestão. Prevenção da fraude: tipos de fraude, sinais de alerta e controlos. Anticorrupção: o que é o suborno, ofertas e hospitalidade, pagamentos de facilitação e a infração empresarial de não prevenir o suborno. Branqueamento de capitais (AML): as fases do branqueamento, diligência devida sobre clientes e comunicação de operações suspeitas. Evasão fiscal: a diferença entre planeamento e evasão fiscal e o dever de prevenir a sua facilitação. Cada unidade combina vídeos e casos práticos com um questionário (80% para passar). Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, consulte os cursos Trident de Angola. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as quatro unidades.

🏷 Normas e referências: Bribery Act 2010 (Reino Unido) — referência · Fraud Act 2006 (Reino Unido) — referência · Proceeds of Crime Act 2002 (Reino Unido) — referência · Criminal Finances Act 2017 (Reino Unido) — referência

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Logística & Transportes

Nível 1 Introdução à Logística e Cadeia de AbastecimentoLOG-101 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Fluxos físicos e de informação, atores e custos logísticos. Incoterms® 2020 (ICC)ISO 20400ISO 28000 Ver detalhes

Trabalha ou vai trabalhar num armazém, numa transportadora, num operador logístico ou nas compras, e quer perceber como tudo se liga? Este curso dá-lhe a visão de conjunto da logística, vista do lado das operações. Descubra o que é a logística, os seus «certos» e as suas atividades, da logística de entrada à logística inversa, e como se relaciona com a cadeia de abastecimento. Siga uma encomenda pelo armazém e pela estrada, conheça as unidades de carga, os documentos, os códigos GS1 (GTIN e SSCC) e os sistemas que acompanham a mercadoria, e perceba a importância da rastreabilidade. Conheça os atores — expedidores, transportadores, transitários, despachantes, portos, alfândega e operadores logísticos 3PL e 4PL — e o papel das regras Incoterms® 2020, dos contratos e da segurança da cadeia (ISO 28000). Termine a calcular um custo logístico por unidade, a pesar custo e serviço e a medir as entregas a tempo e completas. Um curso introdutório e internacional, com casos práticos e uma calculadora para descarregar.

O que vai aprender

  • Definir a logística, os seus objetivos e as suas atividades, e de a distinguir da gestão da cadeia de abastecimento.
  • Descrever o percurso físico de uma encomenda numa rede logística, desde a arrumação até à entrega e ao retorno.
  • Identificar os documentos, os códigos e os sistemas que formam o fluxo de informação e explicar a sua importância para a rastreabilidade.
  • Identificar os atores da cadeia logística e o papel de cada um, incluindo o efeito das regras Incoterms® 2020 na divisão das responsabilidades.
  • Identificar as componentes do custo logístico e calcular um custo logístico por unidade.
  • Reconhecer as trocas entre custos e o equilíbrio entre custo e nível de serviço, e de calcular a percentagem de entregas a tempo e completas.

Para quem: Técnicos de logística, armazém e transportes, e compradores

🏷 Normas e referências: Incoterms® 2020 (ICC) · ISO 20400 · ISO 28000

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Nível 1 Gestão de Armazém e InventáriosLOG-102 · Fundamentos · 3 h 30 min · Português Receção, arrumação, picking, inventários e indicadores de stock. Incoterms® 2020 (ICC)ISO 20400ISO 28000 Ver detalhes

Sabe sempre o que tem no armazém, onde está e em que estado? Este curso ensina a gerir um armazém com controlo, da chegada do camião à contagem do stock. Conheça as funções, os tipos e as zonas de um armazém, o fluxo físico e o fluxo de informação, e as regras para manter registos de stock fiáveis: um código por artigo, as unidades de medida certas e um registo para cada movimento. Aprenda a receber e a arrumar mercadorias, a endereçar as localizações, a escolher a posição certa e a aplicar o FIFO e o FEFO, a preparar pedidos sem erros, a tratar faltas e devoluções e a repor as posições de picking. Por fim, organize contagens de inventário e contagens cíclicas, trate as diferenças e calcule os indicadores básicos de stock: exatidão do inventário, rotação, cobertura, ruturas e stock sem movimento. Com atividades de classificar, ordenar, associar e calcular, rondas de prática em cada módulo, exercícios numa folha de cálculo, um caderno de quatro casos de um armazém regional fictício e um guia de bolso para consultar no trabalho.

O que vai aprender

  • Descrever as funções, os tipos e as zonas de um armazém e o fluxo físico e de informação dos materiais.
  • Manter registos de stock fiáveis, distinguindo stock físico, no sistema, reservado, bloqueado e disponível.
  • Receber mercadorias de forma controlada e arrumá-las na localização adequada, aplicando as regras FIFO e FEFO e a segregação de materiais incompatíveis.
  • Preparar pedidos com exatidão, registar saídas e devoluções e repor as posições de picking.
  • Organizar contagens de inventário e contagens cíclicas e tratar as diferenças encontradas.
  • Calcular e interpretar a exatidão do inventário, a rotação, a cobertura, as ruturas e o stock sem movimento.

Para quem: Técnicos e operadores de armazém

🏷 Normas e referências: Incoterms® 2020 (ICC) · ISO 20400 · ISO 28000

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Nível 1 Receção, Expedição e Documentação de MercadoriasLOG-103 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Conferir mercadorias à chegada, registar divergências, preparar expedições e tratar guias de remessa e notas de entrega. ISO 780Boas práticas internacionais de armazenagem Ver detalhes

No cais de um armazém, cada assinatura é uma prova. Este curso ensina a receber e a expedir mercadorias com controlo: preparar a chegada de uma entrega, conhecer os documentos que acompanham a mercadoria, verificar o veículo e os selos e conferir em dois níveis, comparando a encomenda, a guia de remessa e o que realmente chegou. Aprenda a classificar e registar as divergências, a escrever reservas específicas antes de o motorista partir, a reunir evidências, a usar a quarentena e a dar entrada apenas do que foi aceite. Na expedição, faça a conferência de saída, marque os volumes, emita a guia de remessa, a nota de entrega e a lista de embalagem coerentes com a carga, entregue a carga ao transportador e obtenha uma prova de entrega válida. Com atividades de classificar, ordenar, associar e calcular, rondas de prática em cada módulo, exercícios numa folha de cálculo, um caderno de três casos de um centro de distribuição fictício e um guia com listas de verificação para usar no cais.

O que vai aprender

  • Preparar a chegada de uma entrega e identificar os documentos que acompanham a mercadoria e a função de cada um.
  • Conferir uma receção em dois níveis, comparando a encomenda, o documento de entrega e a mercadoria.
  • Classificar as divergências, escrever reservas específicas e reunir evidências.
  • Decidir o encaminhamento do material não conforme, registar a divergência e dar entrada no stock do que foi aceite.
  • Conferir uma expedição, marcar os volumes e emitir documentos de saída coerentes com a carga.
  • Entregar a carga ao transportador e obter e arquivar uma prova de entrega válida.

Para quem: Operadores de armazém, fiéis de armazém e conferentes

🏷 Normas e referências: ISO 780 · Boas práticas internacionais de armazenagem

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Nível 1 Segurança em Armazéns e Empilhadores: Módulo TeóricoLOG-104 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Riscos do armazém, estantes, empilhamento, circulação de empilhadores e peões; não substitui a formação prática certificada de operador. Convenção OIT C155ISO 45001ISO 7010EN 15635 Ver detalhes

Num armazém, pessoas, cargas pesadas e máquinas partilham o mesmo espaço durante todo o turno. Este curso teórico de sensibilização ajuda operadores, condutores de empilhadores e chefias a reconhecer os riscos e a trabalhar em segurança: separar peões e veículos, ler sinais e marcações, controlar as docas de carga, ler a placa de carga das estantes, detetar e reportar danos, empilhar com estabilidade e conhecer as regras essenciais dos empilhadores, desde a placa de capacidade e a estabilidade até à convivência com peões e ao carregamento de baterias. Com atividades de classificar, ordenar, associar e calcular, rondas de prática e um caderno de três casos com soluções. Alinhado com a Convenção n.º 155 da OIT, a ISO 45001, a ISO 7010 e boas práticas internacionais de armazenagem. Não habilita a conduzir empilhadores e não substitui a formação prática certificada de operador, a autorização do empregador, a indução do local nem os procedimentos do fabricante.

O que vai aprender

  • Identificar os principais riscos de um armazém e aplicar a hierarquia de controlos a esses riscos.
  • Aplicar as regras de circulação de peões e veículos, incluindo a sinalização e as regras das docas de carga.
  • Ler a placa de carga de uma estante, cumprir as regras de carregamento e reportar danos e pancadas.
  • Empilhar cargas de forma estável e reconhecer pilhas e paletes inseguras.
  • Explicar a placa de capacidade, a estabilidade e as regras básicas de condução de um empilhador, e porque só pessoas formadas e autorizadas o podem conduzir.
  • Descrever o comportamento seguro dos peões junto a empilhadores e as precauções no carregamento de baterias e na troca de garrafas de gás.

Para quem: Operadores de armazém, condutores de empilhadores e chefias

🏷 Normas e referências: Convenção OIT C155 · ISO 45001 · ISO 7010 · EN 15635

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Nível 1 Introdução ao Transporte de Mercadorias: Modos, Documentos e CustosLOG-105 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Rodoviário, marítimo, aéreo e multimodal: vantagens, documentos de transporte, formação do frete e escolha do modo. Incoterms® 2020 (ICC)Convenções internacionais de transporte Ver detalhes

Camião, comboio, navio ou avião? Este curso dá-lhe as bases para organizar o transporte de mercadorias com segurança e ao custo certo. Conheça os atores do transporte (expedidor, transportador, transitário, operador multimodal e despachante), as unidades de carga e as vantagens e limitações dos modos rodoviário, ferroviário, marítimo, aéreo e multimodal. Aprenda a escolher o modo pesando custo, prazo, carga, risco e ambiente, a identificar os documentos de cada modo (declaração de expedição CMR, conhecimento de embarque, carta de porte aérea e documento multimodal) e a verificar a sua coerência com a fatura e a lista de embalagem. Por fim, perceba como se forma o frete: calcule o peso taxável, distinga contentor completo de grupagem, identifique sobretaxas e penalidades e compare cotações. Com atividades de classificar, associar e calcular, rondas de prática e um caderno de quatro casos com soluções. Alinhado com as convenções internacionais de transporte e com as regras Incoterms® 2020 da CCI, com casos práticos em contexto industrial africano.

O que vai aprender

  • Identificar os atores de um transporte de mercadorias e o papel de cada um.
  • Descrever as vantagens e limitações dos modos rodoviário, ferroviário, marítimo, aéreo e multimodal.
  • Escolher o modo de transporte adequado a uma carga, pesando custo, prazo, natureza da carga, risco e ambiente.
  • Identificar os documentos de transporte de cada modo, as suas funções e os documentos que os acompanham.
  • Calcular o peso taxável de um envio aéreo e marítimo.
  • Estimar o custo porta a porta de um transporte e comparar cotações de forma justa.

Para quem: Técnicos de logística, transportes e comércio

🏷 Normas e referências: Incoterms® 2020 (ICC) · Convenções internacionais de transporte

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Nível 1 Embalagem, Paletização e Acondicionamento de CargaLOG-106 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Escolher embalagens, montar paletes estáveis, marcar volumes e fixar a carga para evitar danos e acidentes no transporte. Código CTU (IMO/OIT/UNECE)NIMF 15ISO 780 Ver detalhes

A maior parte dos danos e acidentes com cargas evita-se antes de o camião sair. Neste curso aprende a escolher a embalagem certa para o produto e para os riscos do percurso (choques, vibração, empilhamento, humidade e condensação), a usar madeira conforme a NIMF 15 na exportação, a calçar e dimensionar as embalagens, a montar paletes estáveis com filme, cintas e cantoneiras, e a marcar os volumes com as marcas de expedição, os símbolos de manuseamento da ISO 780 e a etiqueta logística. Por fim, perceba porque é que a carga se move no transporte e como distribuir o peso e fixar a carga em camiões e contentores por bloqueio, amarração e atrito, alinhado com o Código CTU da IMO, OIT e UNECE. Curso teórico de sensibilização: não substitui a formação prática nem os procedimentos da empresa e do transportador.

O que vai aprender

  • Identificar as funções da embalagem e os riscos do percurso que ela deve enfrentar.
  • Escolher materiais, calços e dimensões de embalagem adequados ao produto e à viagem, incluindo os requisitos da NIMF 15 para a madeira na exportação.
  • Montar e estabilizar uma palete segundo as regras de boa prática.
  • Marcar volumes com as marcas de expedição, os símbolos de manuseamento da ISO 780 e a etiqueta logística.
  • Explicar as forças que atuam sobre a carga no transporte e distribuir corretamente o peso num veículo ou contentor.
  • Distinguir os métodos de fixação da carga e verificar o equipamento de amarração antes e durante a viagem.

Para quem: Operadores de armazém, expedição e motoristas

🏷 Normas e referências: Código CTU (IMO/OIT/UNECE) · NIMF 15 · ISO 780

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Nível 1 Mercadorias Perigosas: SensibilizaçãoLOG-107 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Classes de perigo, rótulos e marcas, fichas de dados de segurança e resposta a derrames, alinhado com as Recomendações da ONU; não substitui certificação obrigatória. Recomendações da ONU sobre o Transporte de Mercadorias Perigosas Ver detalhes

Combustíveis, gases, ácidos, baterias de lítio, explosivos para a mineração: as mercadorias perigosas passam todos os dias pelos armazéns, pelos camiões e pelas docas. Este curso de sensibilização ensina o pessoal de armazém, expedição, transporte e receção a reconhecê-las e a agir com segurança: o que é uma mercadoria perigosa e como funciona o sistema internacional de regras, das Recomendações da ONU aos regulamentos ADR, RID, IMDG e OACI/IATA; as nove classes de perigo, o número ONU e os grupos de embalagem; as marcas, as etiquetas, os painéis, o documento de transporte e a ficha de dados de segurança; e o manuseamento, a separação de incompatíveis e os primeiros passos perante um derrame, uma fuga ou uma exposição. Alinhado com as Recomendações da ONU relativas ao Transporte de Mercadorias Perigosas, o GHS e as convenções da OIT. Corresponde apenas à componente de sensibilização geral: não substitui a formação específica da função, a formação de segurança nem as certificações obrigatórias.

O que vai aprender

  • Explicar o que é uma mercadoria perigosa e como as Recomendações da ONU, os regulamentos modais e a lei aplicável se articulam.
  • Identificar as responsabilidades de cada interveniente na cadeia logística e os limites de um curso de sensibilização.
  • Distinguir as nove classes de perigo e as suas principais divisões, com exemplos.
  • Interpretar o número ONU, a designação oficial de transporte, os perigos subsidiários e os grupos de embalagem.
  • Ler as marcas, as etiquetas e os painéis, o documento de transporte e as secções relevantes da ficha de dados de segurança, e verificar uma receção.
  • Aplicar as regras básicas de manuseamento, armazenagem e separação de incompatíveis e os primeiros passos perante um derrame, uma fuga ou uma exposição.

Para quem: Pessoal de armazém, expedição, transporte e receção

🏷 Normas e referências: Recomendações da ONU sobre o Transporte de Mercadorias Perigosas

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Nível 1 Transportes Terrestres e Seguro Automóvel Obrigatório em AngolaLOG-213 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Angola Conheça as regras dos transportes rodoviários em Angola e o seguro obrigatório de responsabilidade civil automóvel: princípios e licenciamento dos transportes, obrigação de seguro, capitais, sinistros e indemnizações e fiscalização — segundo o texto da lei e do decreto. ⚖️ Base legal angolana Ver detalhes

Um camião em locação financeira: quem faz o seguro? Que documento tem de estar na cabine? Em que prazo se participa um acidente? Em Angola, tudo isto tem regras escritas. Neste curso essencial percorre, sempre com o artigo citado, a Lei n.º 20/03, Lei de Bases dos Transportes Terrestres – objetivos e princípios do sistema, classificações dos transportes, fiscalização, licenciamento e condições de acesso à atividade de transportador público rodoviário – e o Decreto n.º 35/09, que regulamenta o seguro obrigatório de responsabilidade civil automóvel: quem deve segurar, veículos abrangidos e isenções, coberturas e exclusões, capitais mínimos em UCF, contrato e Apólice Uniforme, certificados e dístico, apreensão do veículo e multas, participação do sinistro, ações de indemnização, indemnização provisória, direito de regresso e Fundo de Garantia Automóvel. Com situações de uma transportadora fictícia de Luanda, cenários de decisão, atividades de arrastar e largar, um caso prático, exercícios de cálculo em Excel e modelos para descarregar. Curso informativo, baseado no texto da lei, para gestores de frota, transportadores, motoristas profissionais e profissionais de logística e seguros.

O que vai aprender

  • Identificar os objetivos, princípios e classificações do sistema de transportes terrestres e as condições de acesso à atividade de transportador rodoviário previstas na Lei n.º 20/03.
  • Reconhecer quem tem a obrigação de segurar, que veículos e pessoas estão abrangidos ou isentos, o que o seguro cobre e exclui e quais são os capitais mínimos obrigatórios.
  • Aplicar as regras do contrato de seguro automóvel e da prova do seguro e de conhecer a fiscalização, a apreensão do veículo e as multas previstas.
  • Cumprir os deveres perante um sinistro e de identificar as regras das ações de indemnização, da indemnização provisória, do direito de regresso e do Fundo de Garantia Automóvel.

Para quem: Gestores de frota, transportadores, motoristas profissionais, logística e seguros

⚖️ Base legal angolana

  • Código Penal
  • Lei n.º 20/03
  • Decreto n.º 2/02
  • Decreto n.º 53/05
  • Decreto n.º 35/09
  • Decreto Executivo n.º 58/02
  • Despacho n.º 221/06

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Nível 2 Previsão da Procura e S&OPLOG-214 · Intermédio · 5 h · Português Construa previsões da procura fiáveis e ligue-as ao planeamento: métodos qualitativos e quantitativos, médias móveis, suavização exponencial, sazonalidade, medição do erro (MAD, MAPE, viés), cenários e o processo mensal de S&OP. Alinhado com a definição de S&OP do Dicionário APICS/ASCM e o processo mensal de S&OP em 5 passosHyndman & Athanasopoulos, Forecasting: Principles and PracticeForecast Value Added (M. Gilliland) Ver detalhes

Quase todas as decisões da cadeia de abastecimento começam com uma pergunta: quanto vão os clientes pedir, e quando? Neste curso, destinado a planeadores, gestores de stocks, compras, logística, vendas e controlo de gestão, vai acompanhar uma distribuidora fictícia de bens de grande consumo e de peças de reserva, desde a limpeza dos dados até à reunião executiva de S&OP. Aprenda a distinguir previsão, plano e objetivo e a preparar um histórico de procura limpo, sem ruturas, promoções ou encomendas extraordinárias a distorcer os números. Aplique métodos qualitativos, como o método Delphi e a previsão por analogia, reconheça os enviesamentos do julgamento e escolha o método adequado a cada situação, incluindo a procura intermitente. Calcule médias móveis, médias ponderadas, suavização exponencial e índices sazonais, e meça a qualidade das previsões com o MAD, o MAPE, o viés, o sinal de rastreio e o valor acrescentado da previsão. Por fim, construa cenários e conduza o processo mensal de S&OP em cinco passos, com o plano de família e o stock projetado. Inclui folhas de cálculo com exercícios e soluções, um caso Delphi, um guia do ciclo mensal de S&OP e um guia de bolso das fórmulas. Alinhado com a definição de S&OP do Dicionário APICS/ASCM e com a literatura de referência em previsão.

O que vai aprender

  • Distinguir previsão, objetivo e plano, e procura de vendas.
  • Preparar um histórico de procura limpo, corrigindo ruturas, promoções, encomendas extraordinárias e erros, e registando cada correção.
  • Aplicar métodos qualitativos (Delphi, analogia, força de vendas) e escolher o método adequado a cada situação.
  • Calcular previsões com médias móveis, médias ponderadas e suavização exponencial simples e interpretar o efeito dos parâmetros.
  • Calcular índices sazonais e medir o erro da previsão com MAD, MAPE, viés, sinal de rastreio e valor acrescentado.
  • Construir cenários de procura e conduzir o ciclo mensal de S&OP até à decisão executiva.

Para quem: Planeadores da procura e da cadeia de abastecimento, gestores de stocks, compras, logística, vendas e controlo de gestão

🏷 Normas e referências: Alinhado com a definição de S&OP do Dicionário APICS/ASCM e o processo mensal de S&OP em 5 passos · Hyndman & Athanasopoulos, Forecasting: Principles and Practice · Forecast Value Added (M. Gilliland)

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Marketing & Comunicação

Nível 1 Exhibition and Trade Show SellingMKT-110 · Fundamentos · 45 min · Inglês Dez unidades curtas (em inglês): porquê expor, objetivos e contactos antes da feira, a mensagem certa, gerir o stand, comportamentos no stand, abordar visitantes, classificação de contactos e seguimento. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

Tirar partido de cada feira: porque expomos, objetivos e preparação de contactos antes da feira, a mensagem certa, gerir o stand, comportamentos no stand, identificar, abordar e envolver visitantes, técnicas de envolvimento no stand, classificar contactos e fazer o seguimento. Cada unidade combina um vídeo curto com um questionário rápido e recursos para descarregar, como um plano de ação, um resumo e notas da sessão. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as dez unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Nível 2 WhatsApp Business e Comércio DigitalMKT-203 · Intermédio · 3 h 30 min · Português Catálogos, mensagens automáticas, atendimento e vendas pelo WhatsApp. Código ICC de Publicidade e Comunicação de Marketing Ver detalhes

O WhatsApp tornou-se, para muitos clientes, a forma preferida de falar com uma empresa: querem ver os produtos, saber o preço, encomendar e pagar sem sair do telemóvel. Neste curso, destinado a profissionais de marketing e comunicação e a empreendedores, vai acompanhar uma empresa fictícia de equipamentos de proteção e ferramentas que organiza as vendas pelo WhatsApp. Aprenda a configurar a aplicação WhatsApp Business com um perfil profissional, horário, mensagens de saudação e de ausência e etiquetas. Use o catálogo e o carrinho para vender, apresente preços claros, confirme encomendas por escrito e combine formas de pagamento seguras, como referências de pagamento, carteiras móveis e transferências. Comunique sem incomodar, com consentimento, listas de transmissão segmentadas, estados, grupos e comunidades. Por fim, responda depressa com respostas rápidas, trate reclamações, acompanhe o pós-venda e peça avaliações honestas, num caso prático. Alinhado com o Código de Publicidade e Comunicação de Marketing da Câmara de Comércio Internacional e com as normas ISO 10002 e ISO 10004. Inclui modelos descarregáveis: checklist do perfil, registo de encomendas em Excel, guia de consentimento e banco de respostas rápidas.

O que vai aprender

  • Configurar uma conta WhatsApp Business com um perfil empresarial completo, horário, mensagens de saudação e de ausência e etiquetas.
  • Criar e organizar um catálogo com fotografias, preços e descrições honestas.
  • Confirmar encomendas recebidas pelo carrinho e combinar formas de pagamento seguras.
  • Pedir e registar o consentimento e respeitar os pedidos para deixar de receber mensagens.
  • Usar listas de transmissão, estados, grupos e comunidades de forma eficaz e sem incomodar.
  • Responder depressa com respostas rápidas, tratar reclamações, acompanhar o pós-venda e pedir avaliações honestas.

Para quem: Profissionais de marketing, comunicação e empreendedores

🏷 Normas e referências: Código ICC de Publicidade e Comunicação de Marketing

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Mineração

Nível 1 Introdução à Indústria MineiraMIN-101 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Minerais, cadeia de valor, operadores, entidades reguladoras e principais mercados. Princípios ICMMConvenção OIT C176 Ver detalhes

Vai começar a trabalhar numa mina, ou a sua empresa fornece bens e serviços ao setor mineiro? Este curso dá-lhe a visão de conjunto de que precisa para compreender a indústria: o que são minerais, minérios, jazigos e teores, que famílias de minerais se extraem e para que servem, e como se distinguem a mineração a céu aberto, subterrânea e aluvial. Percorra a cadeia de valor, da prospeção ao encerramento da mina, e descubra onde entram os fornecedores. Conheça os tipos de operadores, o papel do Estado e das entidades reguladoras, e os quadros internacionais de referência, como os Princípios de Mineração do ICMM, a Convenção n.º 176 da OIT sobre segurança e saúde nas minas, a Iniciativa de Transparência das Indústrias Extrativas, o Processo de Kimberley e o Guia da OCDE de dever de diligência. Termine com os mercados: como se formam os preços dos minerais, quem os compra e o que muda com a transição energética. Um curso introdutório, com casos práticos em contexto africano.

O que vai aprender

  • Distinguir mineral, rocha, minério, jazigo e teor, e de classificar os principais minerais pelas suas famílias e utilizações.
  • Distinguir os principais métodos e escalas de mineração.
  • Descrever as fases da cadeia de valor mineira, da prospeção ao encerramento, e de situar nelas os principais fornecedores.
  • Identificar os tipos de operadores mineiros e as funções do Estado e das entidades reguladoras.
  • Reconhecer os principais quadros internacionais da mineração responsável e o que cada um pretende.
  • Explicar como se formam os preços dos minerais e quais os fatores que influenciam os mercados.

Para quem: Profissionais do setor mineiro e fornecedores

🏷 Normas e referências: Princípios ICMM · Convenção OIT C176

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Nível 1 Segurança em Operações Mineiras: InduçãoMIN-102 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Riscos típicos da mineração, regras de segurança e emergência. Princípios ICMMConvenção OIT C176 Ver detalhes

Uma mina não é um local de trabalho como os outros: camiões do tamanho de uma casa, taludes que mudam todos os dias, explosivos, transportadores de correia, poeiras e calor. Este curso de indução prepara-o para entrar numa mina a céu aberto, numa pedreira, numa mina subterrânea ou numa instalação de processamento, como trabalhador, empreiteiro ou fornecedor. Vai reconhecer os perigos com potencial fatal e os riscos para a saúde, aplicar as regras essenciais para entrar, circular e trabalhar em segurança, conhecer os seus direitos e deveres e saber o que fazer quando soa um alarme. Alinhado com a Convenção n.º 176 da OIT sobre segurança e saúde nas minas, com o código de práticas da OIT para minas a céu aberto e com os princípios do ICMM, incluindo a gestão de controlos críticos. É um curso teórico de sensibilização: não substitui a indução do local, a formação prática certificada nem os procedimentos da mina onde vai trabalhar.

O que vai aprender

  • Identificar os principais perigos das minas a céu aberto, das minas subterrâneas e das instalações de processamento, incluindo os perigos com potencial fatal e os riscos para a saúde.
  • Explicar a ideia de controlo crítico e reconhecer exemplos de controlos críticos numa mina.
  • Aplicar as regras de segurança essenciais ao entrar, circular e trabalhar numa mina.
  • Descrever os seus direitos e deveres de segurança, incluindo o direito de se afastar de um perigo grave.
  • Agir corretamente perante um alarme ou uma emergência na mina.

Para quem: Profissionais do setor mineiro e fornecedores

🏷 Normas e referências: Princípios ICMM · Convenção OIT C176

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Nível 1 Geologia e Prospeção Mineral: Conceitos BásicosMIN-103 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Rochas e minerais, formação de jazigos, métodos de prospeção, sondagens e as fases de um projeto mineiro. Modelo internacional CRIRSCO Ver detalhes

Trabalha num projeto de exploração mineira, ou com geólogos, e quer perceber de que falam? Este curso explica, sem fórmulas, a geologia de que precisa: o que distingue um mineral de uma rocha, como se identificam os minerais no terreno, os três grandes tipos de rochas e o ciclo das rochas. Descubra como a natureza concentra minerais em jazigos, dos pórfiros de cobre aos kimberlitos e aos depósitos aluviais de diamantes e de ouro. Conheça os métodos de prospeção, do estudo de mapas e imagens de satélite à geoquímica e à geofísica, e o que se exige no terreno em segurança, licenças e relação com as comunidades. Termine com as sondagens: como se recolhem e controlam as amostras, como se passa de um alvo a um recurso mineral e a uma reserva, segundo o modelo internacional do CRIRSCO, e quais as fases de um projeto até à decisão de construir uma mina. Um curso teórico, com casos práticos em contexto africano.

O que vai aprender

  • Distinguir minerais e rochas e de usar propriedades simples para reconhecer os principais minerais de minério.
  • Distinguir rochas ígneas, sedimentares e metamórficas e de descrever o ciclo das rochas.
  • Explicar os principais processos que formam jazigos minerais e de dar exemplos de cada um.
  • Descrever os principais métodos de prospeção e o que cada um permite detetar.
  • Explicar como as sondagens, a amostragem e o controlo de qualidade permitem estimar recursos e reservas minerais.
  • Descrever as fases de um projeto mineiro, da exploração à decisão de construir.

Para quem: Profissionais e candidatos ao setor mineiro, pessoal não técnico

🏷 Normas e referências: Modelo internacional CRIRSCO

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Nível 1 Introdução à Mineração SubterrâneaMIN-104 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Métodos de exploração subterrânea, acessos, ventilação, suporte do terreno e riscos específicos do trabalho subterrâneo. Convenção OIT C176 Ver detalhes

Como se chega a um jazigo que está a centenas de metros de profundidade, e como se trabalha em segurança lá em baixo? Este curso teórico de sensibilização apresenta a mina subterrânea a quem vai trabalhar no setor ou fornecer-lhe bens e serviços: o vocabulário essencial, os acessos (poço vertical, rampa e galeria a meia encosta) e os serviços que mantêm a mina a funcionar; os principais métodos de exploração, das câmaras e pilares ao abatimento por blocos, e o ciclo de produção; a ventilação, os gases, as poeiras e o calor; o saneamento e o suporte do terreno; e os riscos de consequência grave, o autossalvador, as rotas de fuga e as câmaras de refúgio. Alinhado com a Convenção n.º 176 da OIT sobre Segurança e Saúde nas Minas e com boas práticas internacionais do setor. Não substitui a formação prática certificada, a indução da mina nem os procedimentos do operador.

O que vai aprender

  • Usar o vocabulário básico da mina subterrânea e identificar os principais acessos e infraestruturas.
  • Distinguir os principais métodos de exploração subterrânea e os fatores que condicionam a sua escolha.
  • Descrever as etapas do ciclo de produção e a razão da sua ordem.
  • Explicar a função da ventilação e reconhecer os perigos do ar no subsolo: gases, poeiras e calor.
  • Explicar a função do saneamento e do suporte do terreno e reconhecer sinais de instabilidade da rocha.
  • Descrever a resposta correta a uma emergência no subsolo, incluindo o uso do autossalvador, as rotas de fuga e as câmaras de refúgio.

Para quem: Profissionais e candidatos ao setor mineiro, fornecedores

🏷 Normas e referências: Convenção OIT C176

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Nível 1 Explosivos e Desmonte: Sensibilização de Segurança (Módulo Teórico)MIN-105 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Tipos de explosivos, zonas de exclusão, sinais e procedimentos de desmonte e tiros falhados; não substitui a habilitação de operador de explosivos. Recomendações da ONU sobre o Transporte de Mercadorias Perigosas (Classe 1)ISO 7010Convenção OIT C176 Ver detalhes

Numa mina ou numa pedreira, quase todos trabalham perto de explosivos, mesmo sem nunca lhes tocar: o condutor do camião que espera no bloqueio, o mecânico da oficina, o técnico de topografia, o fornecedor que visita a cava. Este curso de sensibilização explica o que são os explosivos e os acessórios de iniciação usados no desmonte, como se armazenam e controlam, porque existe uma zona de exclusão, o que significam os guardas, os bloqueios e os sinais de aviso, o que acontece depois do disparo e o que fazer, e nunca fazer, perante um tiro falhado ou explosivos encontrados fora do sítio. Alinhado com as Recomendações da ONU sobre o Transporte de Mercadorias Perigosas (Classe 1), com a norma ISO 7010 e com a Convenção n.º 176 da OIT sobre segurança e saúde nas minas. É um módulo teórico: não habilita a manusear explosivos e não substitui a habilitação de operador de explosivos, a formação prática certificada, a indução do local nem os procedimentos de desmonte da sua mina.

O que vai aprender

  • Reconhecer os principais tipos de explosivos e de acessórios de iniciação usados na mineração e explicar a cadeia de iniciação em termos gerais.
  • Identificar as causas de uma detonação acidental e as regras de armazenagem, transporte e controlo dos explosivos.
  • Cumprir a zona de exclusão, os bloqueios, os guardas e os sinais de aviso de um desmonte.
  • Descrever o que acontece depois do disparo, incluindo os fumos e a inspeção antes do fim do alarme.
  • Reconhecer um tiro falhado ou explosivos abandonados e agir corretamente: parar, não tocar, afastar-se, manter os outros afastados e comunicar.

Para quem: Trabalhadores de minas e pedreiras, pessoal de apoio e empreiteiros

🏷 Normas e referências: Recomendações da ONU sobre o Transporte de Mercadorias Perigosas (Classe 1) · ISO 7010 · Convenção OIT C176

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Nível 1 Equipamento Móvel e Interação Pessoas-Máquinas na MinaMIN-106 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Ângulos mortos, regras de circulação, comunicação via rádio, separação pessoas-máquinas e fadiga, como módulo teórico que não substitui a habilitação de operador. Convenção OIT C176ISO 5006 Ver detalhes

Numa mina ou numa pedreira, camiões fora de estrada, escavadoras, carregadoras e viaturas ligeiras partilham o espaço com pessoas a pé, e a interação entre pessoas e máquinas está entre os riscos mais graves do setor. Este curso teórico de sensibilização mostra porque é que o equipamento móvel é tão perigoso, o que são os ângulos mortos e como ver e ser visto; as regras de circulação, as leiras de segurança e a separação entre pessoas e máquinas; a comunicação por rádio com confirmação, os sinais de buzina e o sinaleiro; as zonas de carga e descarga; e a gestão da fadiga, a inspeção antes do uso e a forma segura de subir, descer e estacionar. Alinhado com a Convenção n.º 176 da OIT sobre Segurança e Saúde nas Minas e com boas práticas internacionais do setor. Não habilita a operar máquinas nem substitui a formação prática do operador, a indução do local ou as regras de tráfego do operador.

O que vai aprender

  • Identificar o equipamento móvel de uma mina e os tipos de acidente mais graves na interação entre pessoas e máquinas.
  • Reconhecer os ângulos mortos e aplicar a regra do contacto visual antes de se aproximar de uma máquina.
  • Aplicar as regras de circulação e de separação entre pessoas e máquinas definidas no plano de gestão de tráfego.
  • Comunicar por rádio de forma clara, com identificação, mensagem curta e confirmação.
  • Reconhecer os sinais de fadiga e descrever as medidas de gestão da fadiga.
  • Descrever a inspeção antes do uso e as regras para subir, descer e estacionar uma máquina em segurança.

Para quem: Operadores, peões e supervisores em minas e pedreiras

🏷 Normas e referências: Convenção OIT C176 · ISO 5006

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Nível 1 Mineração Artesanal e de Pequena Escala: Boas PráticasMIN-107 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Formalização, segurança, ambiente, trabalho infantil e due diligence na cadeia de fornecimento, com base no guia da OCDE. Guia da OCDE de due diligence para cadeias de fornecimento de minerais Ver detalhes

A mineração artesanal e de pequena escala dá sustento a dezenas de milhões de pessoas, mas pode ferir, contaminar rios e alimentar redes criminosas. Neste curso introdutório, acompanha uma cooperativa fictícia de mineiros de ouro e as pessoas que trabalham com ela para perceber o que caracteriza a mineração artesanal e quem participa na cadeia de valor; os passos e os benefícios da formalização e de uma cooperativa bem governada, com registos de produção e preço justo; os perigos de taludes, poços, ar, poeiras e mercúrio, e as boas práticas de segurança, saúde e ambiente, alinhadas com a Convenção de Minamata e a Convenção n.º 176 da OIT; o trabalho infantil à luz das Convenções n.º 138 e 182 da OIT; e a due diligence na cadeia de fornecimento segundo o guia da OCDE, com o Anexo II, os cinco passos e os sinais de alerta. Inclui atividades interativas, cenários de decisão, uma folha de cálculo de registo de vendas, uma lista de verificação de segurança e um guia de due diligence. Curso teórico de sensibilização: não substitui a formação prática certificada nem os procedimentos da operação e da autoridade competente.

O que vai aprender

  • Caracterizar a mineração artesanal e de pequena escala, distingui-la da mineração industrial e identificar os atores da cadeia de valor.
  • Explicar os passos, os obstáculos e os benefícios da formalização e o conceito de mineração artesanal legítima do guia da OCDE.
  • Descrever as regras de governação de uma cooperativa e os registos de produção e vendas necessários para um preço justo e uma origem comprovada.
  • Reconhecer os principais perigos da mina artesanal e as boas práticas de segurança, saúde e ambiente, incluindo a redução e eliminação do mercúrio.
  • Distinguir trabalho infantil de tarefas permitidas, à luz das Convenções n.º 138 e 182 da OIT, e indicar como prevenir e remediar.
  • Aplicar o quadro de cinco passos do guia da OCDE, reconhecer sinais de alerta e escolher a resposta adequada a cada risco do Anexo II.

Para quem: Cooperativas mineiras, técnicos de entidades públicas, compradores e ONG

🏷 Normas e referências: Guia da OCDE de due diligence para cadeias de fornecimento de minerais

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Nível 2 Código Mineiro de Angola: Direitos, Títulos e ObrigaçõesMIN-212 · Intermédio · 5 h · Português Angola Percorra o Código Mineiro de Angola: titularidade dos recursos minerais, fases da atividade mineira, títulos e direitos mineiros, obrigações fiscais e ambientais, relação com as comunidades e o papel das entidades reguladoras do setor. ⚖️ Base legal angolana Ver detalhes

Diamantes, ouro, cobre, ferro, rochas ornamentais, areias: em Angola, todos os recursos minerais pertencem ao Estado, e quem os quer prospetar, explorar ou comercializar tem de seguir o Código Mineiro, aprovado pela Lei n.º 31/11. Neste curso de nível intermédio percorre, artigo a artigo, o que o Código diz sobre a titularidade dos recursos e dos produtos da mineração, os objetivos do setor, a participação do Estado, os minerais estratégicos e as concessionárias nacionais; o acesso aos direitos mineiros, os impedimentos, o concurso público e o pedido, os prazos e o contrato de investimento mineiro; os títulos de prospeção e de exploração, a sua duração, os deveres do titular, a segurança, a transmissão, o penhor e a extinção; o imposto de rendimento, o royalty, a taxa de superfície, a caução e as taxas dos atos do Decreto Executivo Conjunto n.º 536/22; e as obrigações ambientais, os direitos das comunidades, as zonas restritas e de proteção, a fiscalização, as transgressões administrativas e os crimes mineiros. Com empresas fictícias, cálculos ilustrativos em kwanzas, casos práticos, cenários de decisão, uma ficha de exercício, modelos em Word, um exercício em Excel, uma checklist, uma referência rápida e verificações em cada módulo. Legislação em vigor a 16 de outubro de 2026; curso informativo, que não substitui aconselhamento jurídico.

O que vai aprender

  • Identificar a titularidade dos recursos minerais e dos produtos da mineração, os princípios e objetivos do setor, os minerais estratégicos e as entidades que intervêm na atividade mineira.
  • Descrever as formas de atribuição de direitos mineiros, os impedimentos de acesso, os passos e prazos do pedido de concessão e as regras do contrato de investimento mineiro.
  • Aplicar as regras de duração, conteúdo, deveres, transmissão, oneração, suspensão e extinção dos títulos de prospeção e de exploração.
  • Calcular o imposto de rendimento, o royalty, a taxa de superfície, a caução e as taxas dos atos devidos pelo titular de direitos mineiros, e de identificar os respetivos prazos e penalidades.
  • Reconhecer as obrigações ambientais, os direitos das comunidades locais, as regras das zonas mineiras, os poderes de fiscalização e as infrações administrativas e penais previstas no Código Mineiro.

Para quem: Profissionais e empresas do setor mineiro, investidores, jurídico, comunidades e fornecedores

⚖️ Base legal angolana

  • Código Civil
  • Código Comercial
  • Código Geral Tributário
  • Lei n.º 1/92
  • Lei n.º 16/94
  • Lei n.º 20/11
  • Lei n.º 31/11 (Código Mineiro)
  • Decreto n.º 4-B/96
  • Decreto Executivo Conjunto n.º 189/16
  • Decreto Executivo Conjunto n.º 536/22
  • Aviso n.º 2/23

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Petróleo & Gás

Nível 1 Introdução à Indústria do Petróleo e GásOGP-101 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português História, principais atores, bacias, operadores e peso do setor na economia mundial. Normas IOGP e APIRegras de Ouro IOGP (Life-Saving Rules) Ver detalhes

Quer trabalhar no setor do petróleo e gás ou vender os seus serviços a esta indústria? Este curso dá-lhe a visão de conjunto de que precisa. Vai percorrer a história da indústria, dos primeiros poços às águas ultraprofundas, perceber o peso do petróleo e do gás na economia mundial e conhecer os atores do setor: Estados, reguladores, companhias nacionais e internacionais, empresas de serviços, a OPEP e a Agência Internacional de Energia. Vai aprender como se formam as bacias sedimentares, como os países atribuem blocos de exploração e como se produz em terra e no mar, incluindo com unidades FPSO. Por fim, vai explorar as oportunidades de carreira e de negócio, as políticas de conteúdo local e as competências mais procuradas. Com uma perspetiva internacional, exemplos práticos e atividades interativas.

O que vai aprender

  • Descrever a evolução da indústria petrolífera mundial e o peso do petróleo e do gás na economia.
  • Identificar o papel do Estado, dos reguladores, das companhias nacionais e internacionais, das empresas de serviços, da OPEP e da AIE.
  • Interpretar como se organizam bacias, blocos e áreas de produção, em terra e no mar.
  • Identificar oportunidades de carreira e de negócio para profissionais e empresas locais, incluindo as associadas ao conteúdo local.

Para quem: Profissionais e candidatos ao setor petrolífero, fornecedores

🏷 Normas e referências: Normas IOGP e API · Regras de Ouro IOGP (Life-Saving Rules)

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Nível 1 Cadeia de Valor: Upstream, Midstream e DownstreamOGP-102 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Da exploração à refinação e distribuição de combustíveis. Normas IOGP e APIRegras de Ouro IOGP (Life-Saving Rules) Ver detalhes

Como chega o petróleo de um reservatório a milhares de metros de profundidade até ao depósito do seu automóvel? Neste curso vai seguir toda a cadeia de valor do petróleo e do gás. No upstream, vai conhecer a sísmica, os poços de pesquisa e de avaliação, o desenvolvimento dos campos, a produção e o abandono. No midstream, vai perceber como funcionam os oleodutos e gasodutos, os navios-tanque, os terminais e a cadeia do gás natural liquefeito. No downstream, vai entrar numa refinaria, conhecer os produtos refinados, a distribuição e a formação do preço na bomba. Por fim, vai relacionar o preço do Brent, os custos de produção e as receitas do Estado, e compreender os ciclos do setor através de um caso prático com um país fictício. Com uma perspetiva internacional, exemplos práticos e atividades interativas.

O que vai aprender

  • Descrever as fases de exploração, desenvolvimento, produção e abandono de um campo petrolífero.
  • Explicar como o petróleo e o gás chegam ao mercado, através de condutas, navios, terminais e da cadeia do GNL.
  • Explicar os principais processos de refinação, os produtos refinados, a distribuição e a formação do preço dos combustíveis.
  • Relacionar o preço do petróleo, os custos de produção, as receitas do Estado e os ciclos do setor.

Para quem: Profissionais e candidatos ao setor petrolífero, fornecedores

🏷 Normas e referências: Normas IOGP e API · Regras de Ouro IOGP (Life-Saving Rules)

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Nível 1 Sensibilização para H2S: Módulo TeóricoOGP-103 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português 5,0(5 avaliações) Propriedades do sulfureto de hidrogénio, deteção, efeitos e resposta. Normas IOGP e APIRegras de Ouro IOGP (Life-Saving Rules) Ver detalhes

O sulfureto de hidrogénio (H2S) é um dos perigos mais traiçoeiros da indústria do petróleo e gás: é invisível, mais pesado do que o ar e, em concentrações elevadas, deixa de ter cheiro antes de fazer cair um trabalhador em segundos. Este módulo teórico explica de onde vem o H2S, como se comporta, que efeitos tem no organismo consoante a concentração, como funcionam os detetores fixos e pessoais, que equipamento de proteção respiratória é adequado e qual a sequência correta de resposta a uma libertação: alarme, fuga contra o vento, ponto de reunião e resgate apenas por pessoal treinado. Com base em boas práticas internacionais do setor (IOGP, API e programas de formação reconhecidos), inclui cenários de decisão e exercícios interativos. Este curso prepara a formação prática certificada, mas não a substitui.

O que vai aprender

  • Descrever as propriedades do sulfureto de hidrogénio e as situações em que pode estar presente.
  • Explicar porque o nariz não é um meio fiável de deteção do H2S.
  • Relacionar a concentração de H2S com os efeitos no organismo e de interpretar os conceitos de limite de exposição.
  • Identificar os detetores, alarmes e equipamentos de proteção respiratória usados contra o H2S e as regras do seu uso correto.
  • Aplicar a sequência de resposta a uma libertação de H2S, incluindo a fuga contra o vento e a regra de que só pessoal treinado e protegido faz o resgate.

Para quem: Profissionais e candidatos ao setor petrolífero, fornecedores

🏷 Normas e referências: Normas IOGP e API · Regras de Ouro IOGP (Life-Saving Rules)

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Nível 1 Vida e Segurança Offshore: Preparação TeóricaOGP-104 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Transporte por helicóptero, vida a bordo, alarmes e evacuação em plataformas. Normas OPITO (preparatório) Ver detalhes

Vai trabalhar pela primeira vez numa plataforma, numa sonda ou numa unidade flutuante de produção? Este curso teórico prepara-o para o que o espera: o check-in no heliporto, o briefing de segurança, o equipamento de voo e as regras a bordo do helicóptero, a transferência por embarcação e por cesto, a indução da instalação, a vida nas cabines e nos turnos, as proibições e a comunicação a bordo. Aprenda a reconhecer os alarmes, a dirigir-se ao posto de reunião correto e a registar a sua presença com o cartão T-card, e conheça os meios de evacuação (helicóptero, baleeiras e jangadas salva-vidas) e os princípios de sobrevivência no mar, incluindo os perigos da água fria e da hipotermia. Com base em boas práticas internacionais do setor, como as normas de formação da OPITO, é a preparação ideal para a formação prática obrigatória, que não substitui.

O que vai aprender

  • Descrever os requisitos e os procedimentos de viagem para uma instalação offshore, por helicóptero ou por embarcação.
  • Aplicar as regras de segurança a bordo do helicóptero e durante a transferência por cesto ou passadiço.
  • Cumprir as regras de convivência, segurança e comunicação a bordo de uma instalação offshore.
  • Reconhecer os principais tipos de alarme e dirigir-se ao posto de reunião correto, registando a sua presença.
  • Descrever os métodos de evacuação de uma instalação e os princípios de sobrevivência no mar, incluindo a prevenção da hipotermia.
  • Identificar a formação prática certificada exigida antes de viajar para uma instalação offshore.

Para quem: Profissionais e candidatos ao setor petrolífero, fornecedores

🏷 Normas e referências: Normas OPITO (preparatório)

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Nível 1 Geologia do Petróleo e Exploração: Conceitos BásicosOGP-105 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Como se formam e acumulam os hidrocarbonetos, o sistema petrolífero, a sísmica e o ciclo de um poço de exploração. IOGP Report 448 (operações sísmicas marítimas)SPE-PRMS (2018) Ver detalhes

Como é que restos de algas e plâncton se transformam em petróleo e gás, e como é que as equipas de exploração os encontram a milhares de metros de profundidade? Este curso explica, em linguagem simples, a formação dos hidrocarbonetos, a rocha-mãe e a janela do óleo e do gás, o sistema petrolífero (reservatório, selante, armadilha e sincronismo), os métodos de exploração, com destaque para a sísmica 2D, 3D e 4D e as medidas de proteção da vida marinha, e o percurso de um prospeto até ao resultado de um poço de pesquisa: risco geológico, amostras, perfilagem, testes, descoberta e poços de avaliação. Inclui um caso prático num bloco fictício de águas profundas. Alinhado com o IOGP Report 448 e com o SPE-PRMS. Ideal para profissionais não técnicos e candidatos ao setor.

O que vai aprender

  • Explicar como a matéria orgânica se transforma em petróleo e gás ao longo do tempo geológico.
  • Identificar os elementos e os processos do sistema petrolífero e o que tem de coincidir para haver uma acumulação.
  • Descrever os principais métodos de exploração e o que cada um mostra sobre o subsolo.
  • Explicar o percurso de um prospeto até ao resultado de um poço de pesquisa.
  • Distinguir uma descoberta, um poço seco e um poço de avaliação.

Para quem: Profissionais e candidatos ao setor petrolífero, pessoal não técnico

🏷 Normas e referências: IOGP Report 448 (operações sísmicas marítimas) · SPE-PRMS (2018)

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Nível 1 Sensibilização para a Segurança de ProcessosOGP-106 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Perda de contenção, barreiras de segurança, sinais de alerta e o papel de cada trabalhador na prevenção de acidentes graves. IOGP Report 638 (Process Safety Fundamentals)IOGP Report 544 (definições de barreiras) Ver detalhes

O maior perigo numa instalação de petróleo e gás está muitas vezes dentro dos tubos: hidrocarbonetos inflamáveis, por vezes tóxicos, em grande quantidade e sob pressão. Este curso de sensibilização mostra o que pode correr mal quando há uma perda de contenção (jatos de fogo, incêndios de poça, explosões de nuvem de vapor e libertações de H2S) e onde ocorrem as fugas numa instalação. Apresenta, um a um, os 10 Fundamentos de Segurança de Processos da IOGP e a sua relação com as regras para salvar vidas, e treina, num turno da noite num FPSO fictício, as decisões que fazem a diferença: reconhecer sinais fracos, abrir contenção com isolamento verificado, reportar quase-acidentes e eventos Tier 1 e Tier 2 e usar a autoridade para parar o trabalho. Alinhado com os IOGP Reports 638, 544 e 456. Complementa o curso SST-115 sem o repetir.

O que vai aprender

  • Reconhecer os perigos próprios dos hidrocarbonetos sob pressão nas instalações de petróleo e gás.
  • Distinguir jatos de fogo, incêndios de poça e explosões de nuvem de vapor e identificar os pontos onde ocorrem perdas de contenção.
  • Relacionar cada um dos 10 Fundamentos de Segurança de Processos da IOGP com situações reais do posto de trabalho.
  • Decidir quando parar, reportar e escalar perante sinais fracos num turno de operação.

Para quem: Operadores, técnicos e empreiteiros em instalações de petróleo e gás

🏷 Normas e referências: IOGP Report 638 (Process Safety Fundamentals) · IOGP Report 544 (definições de barreiras)

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Nível 1 Postos de Abastecimento de Combustíveis: Operação e SegurançaOGP-107 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Receção e descarga de combustível, abastecimento seguro, controlo de perdas, prevenção de incêndios e resposta a derrames no posto. Energy Institute/APEA «Blue Book» (postos de abastecimento, 5.ª ed., 2024)NFPA 30AIEC 60079-10-1 (classificação de zonas) Ver detalhes

Um posto de abastecimento guarda milhares de litros de combustível debaixo do pavimento e recebe centenas de clientes por dia. Este curso teórico mostra como operá-lo com segurança: os equipamentos e as zonas classificadas, os perigos dos vapores de gasolina e da eletricidade estática, a sequência segura de receção e descarga do camião-cisterna (medir, confirmar o produto, ligar à terra, vigiar, conferir e saber quando recusar), as regras de abastecimento seguro, a reconciliação diária dos tanques, os sinais de fuga e o controlo de caixa, e a resposta a derrames, incêndios e outras emergências, com cenários de decisão. Alinhado com o «Blue Book» do Energy Institute/APEA e com a NFPA 30A. Não substitui a formação prática certificada, incluindo em combate a incêndios, nem a autorização do operador ou do distribuidor para receber descargas.

O que vai aprender

  • Identificar as zonas, os equipamentos e os perigos de um posto de abastecimento.
  • Aplicar a sequência segura de receção e descarga de combustível e de reconhecer quando a descarga deve ser recusada.
  • Aplicar as regras de abastecimento seguro junto dos clientes.
  • Fazer a reconciliação diária dos tanques e reconhecer perdas anormais e sinais de fuga.
  • Responder a um derrame, a um incêndio ou a outra emergência no posto, sabendo quando evacuar.

Para quem: Gerentes e operadores de postos de abastecimento, distribuidores de combustíveis

🏷 Normas e referências: Energy Institute/APEA «Blue Book» (postos de abastecimento, 5.ª ed., 2024) · NFPA 30A · IEC 60079-10-1 (classificação de zonas)

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Nível 1 Leitura de Fluxogramas de Processo e P&IDOGP-108 · Fundamentos · 3 h 30 min · Português Símbolos, linhas, válvulas, instrumentos e malhas de controlo para ler PFD e P&ID de instalações de processo. ISO 10628-1 e ISO 10628-2 (diagramas de processo)ANSI/ISA-5.1 (símbolos de instrumentação e controlo) Ver detalhes

Os diagramas de processo são a linguagem de qualquer instalação de petróleo e gás. Este curso ensina, passo a passo, a distinguir diagramas de blocos, fluxogramas de processo (PFD) e diagramas de tubagens e instrumentação (P&ID), a reconhecer os símbolos de vasos, bombas, compressores, permutadores e tanques, a ler a identificação das linhas e a classe de tubagem, a identificar válvulas, a sua posição normal e os dispositivos de segurança (PSV, discos de rutura, ESDV, flanges cegas e figuras-8), e a interpretar os balões e as letras dos instrumentos e uma malha de controlo simples, com alarmes e trips. No exercício final, lê o P&ID simplificado de um separador de produção de um FPSO fictício e marca os isolamentos para uma intervenção de manutenção. Alinhado com a ISO 10628-1/-2 e a ANSI/ISA-5.1-2024.

O que vai aprender

  • Distinguir os tipos de diagramas de processo e explicar quem os usa e quando.
  • Identificar os símbolos dos principais equipamentos e ler a identificação de uma linha.
  • Reconhecer os tipos de válvula, a sua posição normal e os dispositivos de segurança num P&ID.
  • Interpretar a identificação de instrumentos e uma malha de controlo simples, distinguindo alarmes e trips.
  • Seguir o caminho dos fluidos num P&ID e identificar os pontos de isolamento de um equipamento.

Para quem: Operadores, técnicos, engenheiros juniores e pessoal de projeto

🏷 Normas e referências: ISO 10628-1 e ISO 10628-2 (diagramas de processo) · ANSI/ISA-5.1 (símbolos de instrumentação e controlo)

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Nível 2 Quadro Legal e Regulatório do Setor Petrolífero: Modelos InternacionaisOGP-201 · Intermédio · 5 h · Português Concessões, contratos de partilha de produção, reguladores, companhias nacionais (NOC) e internacionais (IOC). Natural Resource Charter (NRGI, 2014)Norma EITI 2023 Ver detalhes

Quem é dono do petróleo, quem decide quem o pode explorar e como se repartem as receitas? Neste curso, destinado a profissionais e candidatos ao setor petrolífero e a fornecedores, vai acompanhar a equipa de novos negócios de uma operadora fictícia enquanto analisa países, contratos e parceiros. Perceba a soberania sobre os recursos naturais e as funções de política, regulação e participação comercial do Estado, com o ministério, o regulador, a concessionária e a companhia nacional (NOC). Compare a concessão ou licença, com royalties e impostos, o contrato de partilha de produção, os contratos de serviços e os acordos de operações conjuntas (JOA), com exemplos numéricos ilustrativos. Descreva as rondas de licitação, os critérios de adjudicação e as fases de um contrato, da pesquisa ao abandono, e avalie as propostas de uma ronda fictícia. Distinga os papéis da NOC, das companhias internacionais (IOC), do operador e dos não operadores, incluindo a participação carregada e a gestão de conflitos de interesse. Por fim, identifique as obrigações de transparência da Norma EITI 2023, de conteúdo local, de ambiente, de segurança e de descomissionamento. Alinhado com a Natural Resource Charter e a Norma EITI 2023. Apresenta modelos internacionais; não é aconselhamento jurídico nem fiscal.

O que vai aprender

  • Explicar quem detém os recursos petrolíferos e como o Estado organiza o setor, distinguindo as funções de política, regulação e participação comercial.
  • Comparar a concessão ou licença, o contrato de partilha de produção, os contratos de serviços e os acordos de operações conjuntas.
  • Descrever como os blocos são atribuídos, os critérios de adjudicação e as fases de um contrato petrolífero, incluindo a devolução de áreas.
  • Distinguir os papéis da companhia nacional, das companhias internacionais, do operador e dos não operadores, incluindo a participação carregada.
  • Reconhecer conflitos de interesse na relação entre parceiros e na governação da companhia nacional e indicar como devem ser geridos.
  • Identificar as obrigações transversais de um contrato petrolífero: transparência (Norma EITI 2023), conteúdo local, ambiente, segurança e descomissionamento.

Para quem: Profissionais e candidatos ao setor petrolífero, fornecedores

🏷 Normas e referências: Natural Resource Charter (NRGI, 2014) · Norma EITI 2023

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Nível 2 Conteúdo Local e Desenvolvimento de FornecedoresOGP-202 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Modelos internacionais de conteúdo local, obrigações típicas e preparação de fornecedores locais. Boas práticas internacionais de conteúdo local Ver detalhes

Como é que um projeto petrolífero deixa empregos, empresas e competências no país? Neste curso, destinado a profissionais e candidatos ao setor petrolífero e a fornecedores, vai acompanhar a responsável de conteúdo local de uma operadora fictícia e o dono de uma oficina mecânica numa base de apoio que quer fornecer uma unidade flutuante de produção. Perceba as cinco dimensões do conteúdo local (emprego, formação, bens e serviços, valor acrescentado e propriedade nacional) e como se medem, com a diferença entre percentagem da despesa e valor acrescentado, os benefícios, os riscos e a licença social para operar. Compare os instrumentos de política usados internacionalmente, com quotas, metas, preferências, requisitos de formação e capacitação, e as experiências da Noruega, do Brasil, da Nigéria e da Guiana em termos gerais. Desenhe um programa de desenvolvimento de fornecedores, com diagnóstico, mentoria, financiamento, certificação e parcerias que transferem capacidade. Por fim, prepare uma empresa local para a qualificação dos operadores: registos, sistema de qualidade alinhado com a ISO 29001, segurança, integridade e propostas competitivas. Alinhado com o guia de conteúdo local da IPIECA (2.ª ed., 2016) e a ISO 29001:2020. Inclui calculadora, quadro de políticas, ficha de diagnóstico e checklist de prontidão.

O que vai aprender

  • Explicar os objetivos e as dimensões do conteúdo local e como se mede, distinguindo percentagem da despesa e valor acrescentado.
  • Identificar os benefícios e os riscos do conteúdo local e a sua relação com a licença social para operar.
  • Comparar instrumentos de política de conteúdo local usados internacionalmente e as lições de diferentes países.
  • Desenhar um programa de desenvolvimento de fornecedores locais, com diagnóstico, apoios, ligação a contratos e indicadores de resultado.
  • Distinguir parcerias que transferem capacidade de estruturas de fachada.
  • Preparar uma empresa local para a qualificação dos operadores, incluindo registo, qualidade alinhada com a ISO 29001, HSE, integridade e propostas.

Para quem: Profissionais e candidatos ao setor petrolífero, fornecedores

🏷 Normas e referências: Boas práticas internacionais de conteúdo local

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Nível 2 Fundamentos de Perfuração e Completação de PoçosOGP-203 · Intermédio · 6 h 45 min · Português Sondas, fases de perfuração, fluidos, revestimento e completação. ISO 16530-1 (integridade de poços: ciclo de vida)API Std 65-2 (isolamento de zonas de fluxo) Ver detalhes

Como se constrói um poço de petróleo, do primeiro metro até à primeira produção? Neste curso, destinado a profissionais e candidatos ao setor petrolífero e a fornecedores, vai acompanhar um engenheiro de perfuração estagiário durante a construção de um poço produtor fictício em águas profundas, ligado a uma unidade flutuante de produção. Conheça os tipos de poço e de sonda, os cinco sistemas de uma sonda de perfuração e as funções da equipa a bordo. Perceba o programa de poço, as fases e os diâmetros, as brocas e a coluna de perfuração, a perfuração direcional e as medições durante a perfuração. Relacione as funções da lama com o controlo das pressões, calcule a pressão hidrostática e interprete a janela operacional entre a pressão de poros e a de fratura. Veja como o revestimento e a cimentação isolam as zonas e criam barreiras ao longo do ciclo de vida do poço, com os testes de integridade e as lições do caso Macondo. Por fim, escolha num caso guiado os elementos de uma completação: canhoneio, controlo de areia, coluna de produção, packer, válvula de segurança e árvore de natal. Alinhado com a ISO 16530-1:2017 e a API Std 65-2. Curso teórico: não substitui a indução da sonda nem a formação e certificação exigidas para trabalhar numa equipa de perfuração.

O que vai aprender

  • Descrever os tipos de poço e de sonda, os sistemas de uma sonda de perfuração e as funções da equipa a bordo.
  • Explicar o programa de poço, as fases de perfuração e os diâmetros, e os princípios da perfuração direcional e das medições durante a perfuração.
  • Relacionar as funções do fluido de perfuração com o controlo das pressões do poço e calcular a pressão hidrostática.
  • Interpretar a janela operacional entre a pressão de poros e a pressão de fratura e reconhecer os riscos de perdas e de influxos.
  • Explicar como o revestimento e a cimentação isolam as zonas e criam barreiras de poço ao longo do ciclo de vida.
  • Escolher, num caso guiado, os elementos de uma completação de um poço produtor em águas profundas.

Para quem: Profissionais e candidatos ao setor petrolífero, fornecedores

🏷 Normas e referências: ISO 16530-1 (integridade de poços: ciclo de vida) · API Std 65-2 (isolamento de zonas de fluxo)

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Nível 2 Produção e Processamento de HidrocarbonetosOGP-204 · Intermédio · 6 h 45 min · Português Separação, tratamento de óleo, gás e água, e sistemas de produção. API RP 14C (sistemas de segurança de instalações de produção offshore)API Spec 12J (separadores) Ver detalhes

O que acontece ao petróleo e ao gás entre a cabeça do poço e o navio-tanque ou o gasoduto? Neste curso de nível intermédio, acompanha o Kiala, um novo operador de produção a bordo do FPSO Horizonte Azul, uma unidade flutuante fictícia em águas profundas, e percorre todo o processo de superfície. Conheça os fluidos produzidos (óleo, gás, água, areia, CO2 e H2S) e os sistemas de produção onshore, em plataformas fixas, em FPSO e submarinos, e leia o fluxograma geral de uma instalação. Perceba como funcionam os separadores bifásicos e trifásicos, os estágios de pressão, o controlo de nível e de pressão, as golfadas, as espumas, as emulsões e a areia. Descreva a desidratação, a dessalinização e a estabilização do crude e o tratamento da água produzida com hidrociclones e flotação. Explique a compressão, a desidratação do gás com glicol e os destinos do gás associado, e decida num caso guiado. Por fim, relacione as utilidades e os sistemas de segurança (paragem de processo e de emergência, despressurização, flare, deteção de fogo e gás e análise de segurança alinhada com a API RP 14C) com uma operação estável. Inclui fluxogramas, fichas e exercícios descarregáveis.

O que vai aprender

  • Descrever os fluidos produzidos, os sistemas de produção e o fluxograma geral de uma instalação de processamento.
  • Explicar o funcionamento dos separadores, o controlo de nível e de pressão e os problemas típicos da separação.
  • Descrever o tratamento do óleo bruto até à especificação de exportação e o tratamento da água produzida.
  • Explicar a compressão e a desidratação do gás e de escolher, num caso, o destino do gás associado.
  • Relacionar as utilidades e os sistemas de segurança do processo com uma operação estável e segura.
  • Interpretar as principais variáveis de processo e reconhecer quando uma situação exige a intervenção da sala de controlo.

Para quem: Profissionais e candidatos ao setor petrolífero, fornecedores

🏷 Normas e referências: API RP 14C (sistemas de segurança de instalações de produção offshore) · API Spec 12J (separadores)

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Nível 2 Integridade de Ativos e Inspeção de EquipamentosOGP-205 · Intermédio · 5 h · Português Corrosão, inspeção baseada em risco e gestão de integridade. API RP 580 (inspeção baseada no risco)API RP 571 (mecanismos de degradação) Ver detalhes

Um recipiente, uma tubagem ou uma válvula raramente falham de um dia para o outro: degradam-se aos poucos, e a integridade de ativos existe para detetar e travar essa degradação antes de uma perda de contenção. Neste curso de nível intermédio, acompanha a Inês, uma engenheira de integridade recém-chegada ao FPSO Horizonte Azul, uma unidade fictícia em águas profundas. Perceba o que é a integridade de ativos ao longo do ciclo de vida, os elementos críticos para a segurança e as normas de desempenho, e o papel da operação, da inspeção, da manutenção e da engenharia. Identifique os principais mecanismos de degradação (corrosão por CO2 e H2S, corrosão sob isolamento, erosão, fadiga e fissuração), com o catálogo da API RP 571 como referência. Escolha técnicas de inspeção e ensaios não destrutivos adequadas a cada mecanismo e conheça a monitorização da corrosão. Aplique os princípios da inspeção baseada no risco alinhada com a API RP 580 numa folha de cálculo, e gira anomalias, proteções contra a degradação e indicadores de integridade num caso prático. Inclui fichas, três folhas de cálculo, um modelo em Word, um relatório para rever e um caso descarregáveis, com exercícios práticos em todos os módulos.

O que vai aprender

  • Explicar o que é a integridade de ativos, as suas dimensões e a sua ligação à segurança de processos.
  • Reconhecer os elementos críticos para a segurança e o papel das normas de desempenho.
  • Identificar os principais mecanismos de degradação dos equipamentos e as condições que os favorecem.
  • Escolher técnicas de inspeção e de monitorização adequadas a cada mecanismo de degradação.
  • Aplicar os princípios da inspeção baseada no risco para priorizar equipamentos e definir um plano de inspeção.
  • Gerir anomalias, proteções contra a degradação e indicadores de integridade no dia a dia.

Para quem: Profissionais e candidatos ao setor petrolífero, fornecedores

🏷 Normas e referências: API RP 580 (inspeção baseada no risco) · API RP 571 (mecanismos de degradação)

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Nível 2 Inglês Técnico para Petróleo e Gás (Vocabulário Essencial)OGP-207 · Intermédio · 5 h · Português Terminologia técnica e comunicação operacional em inglês no setor. IMO SMCP (Resolução A.918(22))IOGP Report 459 (Life-Saving Rules) Ver detalhes

Numa sonda, num FPSO ou numa base logística, o inglês é muitas vezes a língua comum de trabalho. Neste curso, destinado a profissionais e candidatos ao setor petrolífero e a fornecedores, aprende o inglês técnico essencial com explicações em português, acompanhando um técnico na sua primeira rotação a bordo de uma unidade flutuante de produção fictícia. Reconheça o vocabulário da cadeia de valor, do poço ao processo, as funções a bordo, os falsos amigos e a pronúncia dos termos mais usados. Compreenda alarmes, anúncios, autorizações de trabalho, a autoridade para parar o trabalho e as Life-Saving Rules da IOGP, e reporte um perigo em frases simples. Comunique por rádio com o alfabeto fonético, números e readback, conheça as frases normalizadas IMO SMCP e faça uma passagem de turno estruturada. Extraia informação de procedimentos, data sheets, P&IDs e relatórios diários. Participe em reuniões, escreva e-mails e relatórios e comunique um atraso a um cliente. Inclui exercícios práticos descarregáveis em todos os módulos, cartões de frases, cartão de rádio, modelo de passagem de turno, lista de abreviaturas, glossário inglês-português e modelos de e-mail.

O que vai aprender

  • Reconhecer o vocabulário essencial em inglês da cadeia de valor do petróleo e gás, dos equipamentos e das funções a bordo.
  • Evitar os falsos amigos mais comuns e de pronunciar com clareza os termos técnicos e os números.
  • Compreender instruções de segurança e emergência em inglês e de reportar um perigo em frases simples.
  • Comunicar por rádio com o alfabeto fonético, as palavras de procedimento e o readback, e de fazer uma passagem de turno estruturada em inglês.
  • Extrair informação de procedimentos, data sheets, P&IDs e relatórios diários em inglês.
  • Participar numa reunião técnica e de escrever e-mails e relatórios curtos em inglês, incluindo a comunicação de um atraso a um cliente.

Para quem: Profissionais e candidatos ao setor petrolífero, fornecedores

🏷 Normas e referências: IMO SMCP (Resolução A.918(22)) · IOGP Report 459 (Life-Saving Rules)

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Nível 2 Elevação Artificial e Otimização da Produção de PoçosOGP-208 · Intermédio · 5 h · Português Desempenho do poço, gas lift, bombas submersíveis (ESP) e de haste, testes de poço e otimização da produção. ISO 15551 (bombas elétricas submersíveis)API TR 11L (bombeio mecânico) Ver detalhes

Todos os poços acabam por produzir menos: a pressão do reservatório desce, a água aumenta e, um dia, o poço deixa de fluir sozinho. Neste curso, destinado a técnicos e engenheiros de produção e a supervisores de operações, acompanha uma equipa de produção fictícia em poços submarinos ligados a um FPSO e num campo terrestre. Explique o desempenho do poço com o índice de produtividade, a curva de afluência e o desempenho da coluna, e reconheça quando é preciso elevação artificial. Descreva o gas lift, da sequência de descarga à curva de resposta, e diagnostique a instabilidade e as válvulas falhadas. Identifique os componentes de um sistema de bomba elétrica submersível, alinhado com a ISO 15551, e as causas de falha. Conheça o bombeio mecânico, a bomba de cavidade progressiva, a bomba de jato e o plunger lift, e escolha o método adequado a cada poço. Use testes de poço e indicadores para otimizar a distribuição do gás e priorizar intervenções. Inclui guia de diagnóstico, matriz de seleção e folhas de cálculo com dados fictícios.

O que vai aprender

  • Explicar porque a produção de um poço diminui, usando o índice de produtividade, a curva de afluência e o desempenho da coluna.
  • Descrever o funcionamento do gas lift, a sequência de descarga e a curva de resposta à injeção.
  • Diagnosticar problemas típicos do gas lift, como a instabilidade e as válvulas falhadas.
  • Identificar os componentes de um sistema de bomba elétrica submersível e as causas de falha.
  • Escolher o método de elevação artificial adequado a um tipo de poço, com critérios técnicos e económicos.
  • Usar dados de testes de poço e indicadores para otimizar a distribuição do gás de gas lift e priorizar intervenções.

Para quem: Técnicos e engenheiros de produção, supervisores de operações

🏷 Normas e referências: ISO 15551 (bombas elétricas submersíveis) · API TR 11L (bombeio mecânico)

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Nível 2 Medição Fiscal e Alocação de HidrocarbonetosOGP-209 · Intermédio · 5 h · Português Sistemas de medição de óleo e gás, calibração, amostragem, incerteza e alocação da produção entre campos e parceiros. ISO 5167-1 (medição de caudal por pressão diferencial)API MPMS (Manual of Petroleum Measurement Standards) Ver detalhes

Cada barril de óleo e cada metro cúbico de gás exportado é a base de impostos, da partilha da produção entre parceiros e de faturas a compradores. Neste curso, destinado a técnicos de medição, engenheiros de produção e pessoal de contabilização e regulação, acompanha uma equipa fictícia num FPSO ligado a dois campos. Explique a importância económica e contratual da medição fiscal, da transferência de custódia e da alocação. Descreva os sistemas de medição de óleo, os medidores de turbina, deslocamento positivo, ultrassónicos e Coriolis, os provadores, o fator do medidor e as correções de temperatura e pressão. Descreva a medição de gás com placa de orifício e medidores ultrassónicos, a cromatografia e o poder calorífico. Compreenda a amostragem e estime a incerteza de um sistema simples com a abordagem GUM. Aplique um método de alocação entre campos e parceiros e conheça a reconciliação, as disputas e as auditorias. Inclui folhas de cálculo com dados fictícios. Não habilita a calibrar, verificar ou certificar sistemas de medição fiscal.

O que vai aprender

  • Explicar a importância económica e contratual da medição fiscal, da transferência de custódia e da alocação.
  • Descrever os sistemas de medição de óleo, a verificação com provador e o cálculo do volume líquido padrão.
  • Descrever os sistemas de medição de gás e a determinação da qualidade e da energia.
  • Reconhecer os requisitos de uma amostragem representativa e de uma cadeia de custódia das amostras.
  • Estimar a incerteza de um sistema de medição simples com um orçamento de incerteza.
  • Aplicar um método de alocação entre campos e parceiros e de reconhecer as boas práticas de reconciliação e de resolução de disputas.

Para quem: Técnicos de medição, engenheiros de produção, pessoal de contabilização e regulação

🏷 Normas e referências: ISO 5167-1 (medição de caudal por pressão diferencial) · API MPMS (Manual of Petroleum Measurement Standards)

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Nível 2 Oleodutos, Gasodutos e Terminais: Operação e IntegridadeOGP-210 · Intermédio · 6 h 45 min · Português Operação de oleodutos e gasodutos, estações de bombagem e compressão, pigging, deteção de fugas e integridade de linhas e terminais. ISO 13623 (sistemas de transporte por conduta)API RP 1160 (integridade)API RP 1175 (deteção de fugas) Ver detalhes

As condutas transportam a maior parte do petróleo e do gás entre os campos, as refinarias, os parques e os navios, quase sempre longe dos olhos, enterradas ou no fundo do mar. Neste curso, destinado a técnicos e engenheiros de midstream e a operadores de terminais, vai acompanhar as equipas fictícias da Atlântico Sul Petróleos e da Nova Rota Energia num sistema que liga um campo em terra a um terminal de exportação com monoboia e numa conduta de produtos entre a Refinaria Litoral Norte e um parque de armazenagem. Aprenda a descrever os tipos de linhas e os elementos de um sistema de transporte por conduta, a explicar a operação das estações de bombagem e de compressão, das válvulas de seccionamento e do controlo remoto, e a reconhecer o golpe de aríete e o transporte em lotes. Planeie, em teoria, uma operação de pigging segura, relacione as ameaças à integridade com o programa de gestão da integridade, a proteção catódica, a inspeção e a deteção de fugas, e descreva a interface navio-terminal e a resposta a um derrame. O conteúdo está alinhado com a ISO 13623, as práticas recomendadas API RP 1160 e API RP 1175 e o guia ISGOTT. Curso teórico: não substitui a formação prática nem a autorização do operador.

O que vai aprender

  • Descrever os tipos de linhas e os elementos de um sistema de transporte por conduta, em terra e no mar.
  • Explicar a operação das estações de bombagem e de compressão, das válvulas de seccionamento e do controlo remoto por SCADA.
  • Reconhecer os riscos do golpe de aríete e as regras do transporte de produtos em lotes.
  • Planear, em teoria, uma operação de pigging segura, com as verificações antes de abrir um recetor.
  • Relacionar as ameaças à integridade de uma conduta com as medidas de gestão da integridade e de deteção de fugas.
  • Descrever a interface navio-terminal e a resposta inicial a um derrame num terminal marítimo.

Para quem: Técnicos e engenheiros de midstream, operadores de terminais

🏷 Normas e referências: ISO 13623 (sistemas de transporte por conduta) · API RP 1160 (integridade) · API RP 1175 (deteção de fugas)

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Nível 2 Refinação de Petróleo: Processos e OperaçãoOGP-211 · Intermédio · 6 h 45 min · Português Destilação, conversão e tratamento, unidades de uma refinaria, utilidades, qualidade dos produtos e margens de refinação. API RP 754 (indicadores de segurança de processos)Worldwide Fuel Charter (2019) Ver detalhes

Uma refinaria transforma um líquido escuro e pouco útil em gás de petróleo liquefeito, gasolina, combustível de aviação, gasóleo, fuelóleo e betume que movem a economia. Neste curso, destinado a operadores e técnicos de refinaria, engenheiros e pessoal comercial do downstream, vai acompanhar as equipas da Refinaria Litoral Norte, uma refinaria fictícia, desde a chegada de um novo crude até à saída dos produtos. Aprenda a relacionar a qualidade do crude, o grau API e o teor de enxofre com a configuração da refinaria e os produtos, a explicar a dessalinização, a destilação atmosférica e a vácuo e os cortes obtidos, e a descrever as unidades de conversão e de tratamento: reformação catalítica, isomerização, cracking catalítico em leito fluidizado, hidrocraqueamento, coqueamento, hidrotratamento, recuperação de enxofre e utilidades. Calcule uma mistura simples que cumpra uma especificação, num exercício em folha de cálculo, e conheça as propriedades e as categorias de qualidade da Worldwide Fuel Charter. Por fim, relacione as margens de refinação, a fiabilidade e os indicadores de segurança de processos da API RP 754 num caso prático. Inclui materiais descarregáveis e um exercício de mistura em Excel.

O que vai aprender

  • Relacionar a qualidade do petróleo bruto, em especial o grau API e o teor de enxofre, com a configuração da refinaria e os produtos obtidos.
  • Explicar a dessalinização e a destilação atmosférica e a vácuo e identificar os cortes obtidos.
  • Descrever as unidades de conversão e de tratamento de uma refinaria e as utilidades que as servem.
  • Explicar as principais propriedades de qualidade dos combustíveis e calcular uma mistura simples que cumpra uma especificação.
  • Explicar como se calcula uma margem de refinação e o que a influencia.
  • Relacionar a fiabilidade, as paragens e os indicadores de segurança de processos com a operação segura de uma refinaria.

Para quem: Operadores e técnicos de refinaria, engenheiros, pessoal comercial do downstream

🏷 Normas e referências: API RP 754 (indicadores de segurança de processos) · Worldwide Fuel Charter (2019)

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Nível 2 Parques de Armazenagem e Qualidade de CombustíveisOGP-212 · Intermédio · 5 h · Português Tanques e parques de armazenagem, receção e expedição, medição de tanques, especificações e controlo de qualidade dos produtos. API Std 2350 (prevenção de transbordo)API Std 2610 (terminais e parques de tanques) Ver detalhes

Um parque de combustíveis recebe, guarda e expede todos os dias milhões de litros de gasolina, gasóleo, jet e GPL, e um único erro de alinhamento, de medição ou de qualidade pode transformar-se num transbordo, num incêndio ou num lote fora de especificação. Neste curso de nível intermédio, para operadores e chefes de parques e pessoal de logística do downstream, acompanha a Marta, chefe de turno num parque fictício da Nova Rota Energia, e a sua equipa. Descreva os tanques de teto fixo e flutuante, as esferas de GPL, as bacias de retenção, as bombas e coletores, as zonas classificadas e os sistemas de espuma e arrefecimento. Aplique as medidas de prevenção de transbordo na receção por oleoduto, navio e camião e no enchimento de camiões-cisterna por baixo, com a lição de Buncefield. Reconcilie stocks a partir das medições dos tanques numa folha de cálculo, controle a qualidade dos produtos da amostragem à mudança de produto e aplique as regras de segurança e de emergência do parque num caso prático. O conteúdo está alinhado com a API Std 2350 e a API Std 2610. Curso teórico: não substitui a formação prática certificada em medição de gases, entrada em tanques, carga de camiões ou combate a incêndios.

O que vai aprender

  • Descrever os equipamentos de um parque de combustíveis, as suas proteções e os sistemas de combate a incêndio.
  • Aplicar as medidas de prevenção de transbordo na receção por oleoduto, navio e camião e na expedição por camião-cisterna.
  • Reconciliar stocks a partir das medições dos tanques, com correção de volume para a temperatura de referência.
  • Controlar a qualidade dos produtos ao longo do parque, da receção à expedição, incluindo a mudança de produto.
  • Aplicar as regras de segurança do parque em trabalhos a quente, limpeza de tanques e controlo da eletricidade estática.
  • Descrever a resposta a um incêndio de tanque e o papel do plano de emergência do parque.

Para quem: Operadores e chefes de parques de combustíveis, pessoal de logística do downstream

🏷 Normas e referências: API Std 2350 (prevenção de transbordo) · API Std 2610 (terminais e parques de tanques)

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Nível 2 Comercialização de Petróleo Bruto e Produtos RefinadosOGP-213 · Intermédio · 5 h · Português Mercados e marcadores de preço, contratos de venda, nomeações e levantamentos, transporte marítimo e riscos comerciais. Incoterms® 2020 (ICC)API MPMS Capítulo 17 (medição marítima) Ver detalhes

Cada carga de crude que sai de um FPSO em águas profundas vale dezenas de milhões de dólares, e o seu preço, o contrato, o navio, a medição e o pagamento decidem-se numa cadeia de passos onde um erro custa caro. Neste curso de nível intermédio, para pessoal comercial, financeiro e de marketing do setor petrolífero, acompanha a Nzinga, gestora comercial da Atlântico Sul Petróleos, uma operadora fictícia, e a equipa que vende o crude do FPSO Horizonte Azul. Perceba como se formam os preços do crude e dos produtos a partir dos marcadores Brent, WTI e Dubai/Omã e dos diferenciais de qualidade e de localização, e o papel das agências de informação de preços. Identifique as cláusulas essenciais de um contrato de venda, o preço por fórmula, os termos FOB, CIF e DES e as cartas de crédito. Planeie levantamentos entre parceiros, com overlift e underlift, nomeações, estadia e sobrestadia. Descreva o transporte marítimo e a medição da carga e identifique os riscos comerciais, incluindo sanções e compliance, num cenário com documentação incompleta. Alinhado com os Incoterms® 2020 da ICC e com o Capítulo 17 do API MPMS. Não é aconselhamento de investimento, de negociação ou de cobertura de risco.

O que vai aprender

  • Explicar como se forma o preço do crude e dos produtos refinados a partir dos marcadores e dos diferenciais.
  • Identificar as cláusulas essenciais de um contrato de venda de crude, incluindo o preço por fórmula e as condições de pagamento.
  • Distinguir as condições de entrega FOB, CIF e DES usadas no comércio de crude e a sua relação com os Incoterms® 2020.
  • Planear levantamentos num programa simples entre parceiros, tendo em conta os direitos, o overlift e o underlift.
  • Descrever o transporte marítimo da carga, o afretamento e a medição da quantidade embarcada e descarregada.
  • Identificar os riscos comerciais de uma operação, incluindo sanções e compliance, e as medidas de controlo.

Para quem: Pessoal comercial, financeiro e de marketing do setor petrolífero

🏷 Normas e referências: Incoterms® 2020 (ICC) · API MPMS Capítulo 17 (medição marítima)

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Nível 2 Sistemas Submarinos: Árvores de Natal, Risers e UmbilicaisOGP-214 · Intermédio · 6 h 45 min · Português Arquitetura de campos submarinos, árvores de natal molhadas, manifolds, linhas de fluxo, risers, umbilicais, controlo e intervenção. API RP 17A / ISO 13628-1 (sistemas de produção submarina)API Spec 17DAPI Spec 17E Ver detalhes

A mais de mil metros de profundidade, onde nenhum mergulhador trabalha, poços, válvulas, linhas e cabos têm de funcionar durante décadas, controlados à distância a partir de um FPSO. Neste curso de nível intermédio, para engenheiros e técnicos de projetos e operações em águas profundas, acompanha o Kiala, engenheiro de sistemas submarinos da Atlântico Sul Petróleos, uma operadora fictícia, e a equipa do campo ligado ao FPSO Horizonte Azul. Descreva a arquitetura de um campo submarino, os tie-backs e o ciclo de vida do sistema. Identifique os componentes da cabeça de poço e das árvores de natal verticais e horizontais. Explique o papel dos manifolds, das linhas rígidas e flexíveis e dos risers, e os riscos de garantia de escoamento, como os hidratos e as parafinas. Diagnostique, num cenário, uma perda de comunicação com uma árvore, depois de conhecer os umbilicais, o controlo eletro-hidráulico e a injeção de químicos. Planeie, em teoria, a inspeção, a manutenção e a intervenção de um campo fictício, com navios, ROV e intervenção ligeira e pesada. Alinhado com a API RP 17A / ISO 13628-1, a API Spec 17D e a API Spec 17E.

O que vai aprender

  • Descrever a arquitetura de um campo submarino ligado a um FPSO e o ciclo de vida de um sistema submarino.
  • Identificar os componentes da cabeça de poço submarina e de uma árvore de natal molhada, vertical ou horizontal.
  • Explicar o papel dos manifolds, das linhas de fluxo e dos risers e os principais riscos de garantia de escoamento.
  • Descrever os umbilicais, o sistema de controlo eletro-hidráulico e a injeção de químicos.
  • Diagnosticar, num cenário, uma falha simples do sistema de controlo, como uma perda de comunicação com uma árvore.
  • Planear, em teoria, a inspeção, a manutenção e a intervenção num sistema submarino, com os navios, os ROV e os tipos de intervenção adequados.

Para quem: Engenheiros e técnicos de projetos e operações em águas profundas

🏷 Normas e referências: API RP 17A / ISO 13628-1 (sistemas de produção submarina) · API Spec 17D · API Spec 17E

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Nível 2 Conteúdo Local no Setor Petrolífero AngolanoOGP-215 · Intermédio · 5 h · Português Angola Conheça o regime de conteúdo local no setor petrolífero de Angola: regimes de exclusividade e preferência, registo e certificação de fornecedores, obrigações das operadoras e da ANPG, planos de conteúdo local, formação e emprego de nacionais, e fiscalização — segundo o texto do diploma. ⚖️ Base legal angolana Ver detalhes

O conteúdo local decide quem pode fornecer o setor petrolífero angolano e em que condições. Neste curso de nível intermédio percorre o Regime Jurídico do Conteúdo Local do Setor dos Petróleos (Decreto Presidencial n.º 271/20) e as regras da Lei das Atividades Petrolíferas (Lei n.º 10/04, alterada pela Lei n.º 5/19), sempre com o artigo citado: os regimes de exclusividade, preferência e concorrência, as listas da Concessionária Nacional, a regra dos 10 % sobre o custo dos importados, o registo e a certificação de fornecedores, a lista trimestral de contratações e a cláusula de conteúdo local, o plano anual de conteúdo local, o plano de desenvolvimento de recursos humanos e o Contrato-Programa, o emprego e a formação de angolanos, e a fiscalização, as transgressões e as sanções. Com casos em empresas fictícias, cálculos passo a passo, cenários de decisão, uma checklist de obrigações, folhas de cálculo e um quadro de sanções para descarregar. Um curso informativo, baseado no texto da lei, para fornecedores e prestadores de serviços, equipas de compras e contratos, gestores de conteúdo local e recursos humanos das operadoras.

O que vai aprender

  • Identificar os diplomas do regime de conteúdo local, as entidades abrangidas, os conceitos definidos na lei e os objetivos e princípios do regime.
  • Distinguir os regimes de exclusividade, preferência e concorrência, aplicar a regra dos 10 % da Lei das Atividades Petrolíferas e reconhecer o parcelamento proibido.
  • Descrever as competências da Concessionária Nacional e dos Departamentos Ministeriais e cumprir os passos de certificação, planeamento e reporte da contratação.
  • Preparar o plano anual de conteúdo local, o plano de desenvolvimento de recursos humanos e o Contrato-Programa dentro dos prazos e com o conteúdo mínimo exigido.
  • Identificar quem fiscaliza, as transgressões administrativas, os limites das multas e as sanções acessórias, e os direitos do notificado.

Para quem: Fornecedores e prestadores de serviços do setor petrolífero, compras e contratos, gestores de conteúdo local e RH de operadoras

⚖️ Base legal angolana

  • Lei n.º 10/04
  • Lei n.º 12/11
  • Lei n.º 12/16
  • Lei n.º 5/19
  • Decreto Presidencial n.º 86/18
  • Decreto Presidencial n.º 271/20
  • Decreto n.º 17/96
  • Despacho n.º 127/03

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Nível 2 Fiscalidade das Atividades Petrolíferas em AngolaOGP-216 · Intermédio · 5 h · Português Angola Conheça o regime fiscal das atividades petrolíferas em Angola: impostos sobre a produção, o rendimento e a transação do petróleo, taxas e contribuições, regras de apuramento, liquidação e pagamento, obrigações declarativas e fiscalização — segundo o texto da lei e das suas alterações. ⚖️ Base legal angolana Ver detalhes

O petróleo e o gás têm em Angola um regime fiscal próprio: a Lei n.º 13/04, Lei sobre a Tributação das Atividades Petrolíferas, alterada pela Lei n.º 6/19. Neste curso intermédio percorre a lei artigo a artigo e aprende a aplicá-la: quem está sujeito, como se fixa o preço do petróleo, como se calculam o Imposto sobre a Produção (20 %), o Imposto sobre o Rendimento (65,75 % ou 50 %) e o Imposto de Transação (70 %), que custos se deduzem e como se amortizam, a taxa de superfície, o regime da Concessionária Nacional e a contribuição para a formação de quadros, e ainda o calendário de declarações, liquidação e pagamento, as comissões de fixação e revisão e as multas. Com cálculos resolvidos e exercícios em empresas fictícias, cenários de decisão, verificações em cada módulo, uma calculadora Excel e checklists para descarregar. Legislação em vigor à data de 16 de outubro de 2026. Um curso informativo para diretores financeiros e fiscais, contabilistas e consultores fiscais do setor petrolífero.

O que vai aprender

  • Identificar o objeto e o âmbito da lei, as entidades sujeitas, os cinco encargos tributários e as regras comuns de ano fiscal, contabilidade, língua, moeda e isenções.
  • Explicar como se determina o preço de mercado do petróleo bruto e calcular o Imposto sobre a Produção do Petróleo com as taxas e a fórmula da lei.
  • Determinar o rendimento tributável do Imposto sobre o Rendimento do Petróleo, distinguindo proveitos, custos dedutíveis e não dedutíveis, amortizações e taxas aplicáveis.
  • Calcular o Imposto de Transação do Petróleo e a taxa de superfície e aplicar o regime da Concessionária Nacional e a contribuição para a formação de quadros angolanos.
  • Cumprir o calendário de declarações, liquidação e pagamento, acompanhar a fixação e a revisão da matéria coletável e identificar a fiscalização e as multas previstas na lei.

Para quem: Diretores financeiros e fiscais de operadoras e prestadores de serviços petrolíferos, contabilistas e consultores fiscais

⚖️ Base legal angolana

  • Código Geral Tributário
  • Lei n.º 1/04
  • Lei n.º 13/04
  • Lei n.º 6/19
  • Lei n.º 15/23
  • Lei n.º 18/24
  • Lei n.º 14/25
  • Decreto n.º 52/89
  • Decreto n.º 38/00
  • Decreto n.º 39/01

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Nível 2 Segurança, Higiene e Saúde nas Operações Petrolíferas em AngolaOGP-217 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Angola Aplique o regulamento angolano de segurança, higiene e saúde nas operações petrolíferas: deveres das operadoras e dos contratados, planos e programas de segurança, riscos e controlos, emergências, comunicação de acidentes e incidentes e inspeção — segundo o texto do decreto. ⚖️ Base legal angolanaRectificação n.º 14/14, de 12 de agosto Ver detalhes

Numa plataforma, numa sonda em terra ou num navio de produção, as regras de segurança, higiene e saúde estão escritas num regulamento próprio do setor petrolífero angolano. Neste curso intermédio percorre, sempre com o artigo citado, o Regulamento sobre Segurança, Higiene e Saúde nas Operações Petrolíferas, aprovado pelo Decreto n.º 38/09, de 14 de agosto, com a correção da Rectificação n.º 14/14: âmbito e definições; deveres do operador, das empresas contratadas e dos trabalhadores, incluindo o dever de suspender a atividade insegura; sistema de gestão, avaliação de risco e planos de emergência aprovados pelo Ministério; trabalhos sujeitos a autorizações especiais; delegados e comités de segurança e EPI; ruído, radiação, produtos químicos, asbestos e assistência médica, com os prazos de conservação de registos; operações de perfuração, elevação e operações simultâneas; notificação de acidentes e quase-acidentes; e fiscalização, infrações, sanções e multas de Kz 2 500 000 a Kz 1 000 000 000. Com casos numa operadora e numa contratada fictícias, cenários de decisão, exercícios de cálculo e modelos para descarregar. Para técnicos e gestores de HSE de operadoras e prestadores de serviços e supervisores de operações onshore e offshore. Curso informativo: não substitui aconselhamento jurídico nem a formação prática certificada.

O que vai aprender

  • Identificar o objeto e o âmbito do regulamento, os conceitos que define e as responsabilidades do operador, das empresas contratadas e dos trabalhadores.
  • Estruturar o sistema de gestão de saúde, higiene e segurança, realizar e documentar a avaliação de risco e organizar a segurança com delegados, comités, EPI e serviços de apoio.
  • Aplicar as obrigações sobre ambiente de trabalho, ruído e vibrações, radiação, produtos químicos, asbestos e assistência médica, incluindo os prazos de conservação de registos.
  • Notificar acidentes e quase-acidentes, aplicar as regras de prontidão e resposta a emergências e identificar as infrações, as sanções e as multas previstas.

Para quem: Técnicos e gestores de HSE de operadoras e prestadores de serviços, supervisores de operações onshore e offshore

🏷 Normas e referências: Rectificação n.º 14/14, de 12 de agosto

⚖️ Base legal angolana

  • Lei n.º 10/04
  • Decreto n.º 38/09

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Nível 2 Proteção do Ambiente nas Atividades Petrolíferas em AngolaOGP-218 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Angola Conheça as obrigações ambientais das atividades petrolíferas em Angola: gestão de descargas, resíduos e emissões, prevenção e resposta a derrames, planos e relatórios ambientais e fiscalização — segundo o texto do decreto sobre proteção do ambiente nas atividades petrolíferas. ⚖️ Base legal angolana Ver detalhes

Uma plataforma no mar, uma base logística em terra, um parque de tanques, um camião de resíduos: em todos estes locais há obrigações ambientais concretas. Neste curso percorre o Decreto n.º 39/00, de 10 de outubro, sobre a proteção do ambiente no decurso das atividades petrolíferas, sempre com o artigo citado: a quem se aplica, incluindo as empresas de serviços; os conceitos de derrame, descarga operacional, desperdícios e poluição; a avaliação de impacto ambiental e a licença ambiental; os planos de gestão de descargas operacionais e de desperdícios; os planos de prevenção e de resposta a derrames, o dever de comunicar pela via mais rápida, o combate, a limpeza e a colaboração entre empresas; o plano de abandono e restauração do local; a fiscalização, as infrações, as multas e a responsabilidade civil independente de culpa. Com casos práticos numa operadora e numa empresa de serviços fictícias, cenários de decisão, atividades de arrastar e largar, exercícios com prazos e oito ficheiros para descarregar, incluindo quatro exercícios práticos com soluções. Um curso informativo, baseado no texto da lei, para gestores de ambiente e de HSE, engenheiros de operações, consultores ambientais e prestadores de serviços do setor petrolífero.

O que vai aprender

  • Identificar o âmbito do Decreto n.º 39/00, os conceitos que define e as entidades obrigadas, incluindo as empresas de serviços.
  • Preparar a avaliação de impacto ambiental e os planos de gestão de descargas operacionais e de desperdícios com o conteúdo, o calendário e a aprovação exigidos.
  • Estruturar os planos de prevenção e de resposta a derrames, comunicar os derrames e aplicar as regras de combate, limpeza, colaboração e custos.
  • Preparar o plano de abandono e restauração do local e de identificar a fiscalização, as infrações, o procedimento, as multas e a responsabilidade civil previstos.

Para quem: Gestores de ambiente e de HSE, engenheiros de operações, consultores ambientais e prestadores de serviços do setor petrolífero

⚖️ Base legal angolana

  • Lei n.º 5/98 (Lei de Bases do Ambiente)
  • Lei n.º 10/04
  • Decreto Presidencial n.º 91/18
  • Decreto n.º 39/00

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Nível 3 Contratos de Partilha de Produção e Economia PetrolíferaOGP-301 · Avançado · 10 h · Português CPP, cost oil, profit oil, fiscalidade e economia de projetos petrolíferos. Modelos de CPPEITI Ver detalhes

Quando um campo em águas profundas começa a produzir, quanto fica para o Estado e quanto fica para quem arriscou o investimento? Neste curso avançado, destinado a profissionais e candidatos ao setor petrolífero e a fornecedores, acompanha a equipa económica de uma operadora fictícia na análise de um bloco em águas profundas. Compare os instrumentos fiscais (bónus, royalties, impostos sobre o lucro e sobre a renda, participação do Estado) e a sua progressividade. Domine a mecânica do contrato de partilha de produção: cost oil, limite de recuperação, profit oil, escalões por produção e fator R, imposto e participação da companhia nacional. Distinga custos recuperáveis e não recuperáveis e os controlos do procedimento contabilístico, dos orçamentos e das auditorias. Construa o cash flow de um projeto em folha de cálculo e avalie-o com VAL, TIR, payback, government take, preço de equilíbrio e cenários. Analise ring-fencing, cláusulas de estabilização, arbitragem e renegociação, e termine com a transparência da Norma EITI 2023 e um caso integrado. Alinhado com o documento do FMI «Regimes fiscais para as indústrias extrativas: desenho e implementação» (2012, título traduzido) e com a Norma EITI 2023. Modelos internacionais e números fictícios; não é aconselhamento fiscal nem jurídico.

O que vai aprender

  • Comparar os instrumentos fiscais usados nos regimes petrolíferos e avaliar a sua progressividade.
  • Explicar a mecânica do contrato de partilha de produção: cost oil, limite de recuperação, profit oil, partilha e imposto.
  • Distinguir custos recuperáveis e não recuperáveis e os controlos contabilísticos, orçamentais e de auditoria associados.
  • Construir o cash flow de um projeto sob um contrato de partilha de produção, para o contratante e para o Estado.
  • Avaliar um projeto com indicadores económicos, government take e análise de sensibilidade e de cenários.
  • Analisar cláusulas de ring-fencing, estabilização e resolução de litígios e preparar uma renegociação equilibrada.
  • Aplicar os conceitos do curso a um bloco fictício e ao reporte de pagamentos e contratos alinhado com a Norma EITI 2023.

Para quem: Profissionais e candidatos ao setor petrolífero, fornecedores

🏷 Normas e referências: Modelos de CPP · EITI

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Nível 3 Controlo de Poço: Fundamentos TeóricosOGP-302 · Avançado · 10 h · Português Pressões, kicks, barreiras e métodos de controlo de poço. Programas IWCF/IADC (preparatório) Ver detalhes

Num poço em perfuração, o que separa o reservatório da superfície pode ser apenas uma coluna de fluido e um conjunto de válvulas. Neste curso avançado e teórico, destinado a profissionais e candidatos ao setor petrolífero e a fornecedores, acompanha a equipa de uma sonda fictícia num poço de desenvolvimento. Calcule pressões hidrostáticas, relacione a pressão de poros, a pressão de fratura, a densidade de circulação equivalente e a pressão máxima admissível no anular. Reconheça as causas e os sinais de aviso de um kick e use a folha de manobra. Explique o princípio das duas barreiras e os envelopes de barreira, identifique o equipamento de controlo de poço e os seus testes, ordene os passos gerais de fecho e interprete as pressões de fecho. Calcule, num exercício teórico, a densidade da lama de controlo e o plano de bombagem dos métodos do sondador e Wait and Weight, e analise, em termos gerais, as lições de Montara e Macondo e o papel dos fatores humanos. Alinhado com a API Std 53, o IOGP Report 476 e a ISO 16530-1. Curso teórico e preparatório: não substitui a formação prática certificada nem a certificação de controlo de poço IWCF ou IADC WellSharp, nem os exercícios práticos em simulador.

O que vai aprender

  • Calcular pressões hidrostáticas e relacionar a pressão de poros, a pressão de fratura, a ECD e a MAASP.
  • Reconhecer as causas e os sinais de aviso de um kick e usar a folha de manobra para os detetar.
  • Explicar o princípio das duas barreiras, os envelopes de barreira e a forma como se verificam.
  • Identificar o equipamento de controlo de poço, a sua função e os testes que comprovam o seu funcionamento.
  • Ordenar os passos gerais de fecho de um poço e interpretar as pressões e os volumes registados.
  • Calcular, num exercício teórico, a densidade da lama de controlo, as pressões de circulação e o plano de bombagem.
  • Analisar lições de acidentes de controlo de poço e o papel dos fatores humanos, da comunicação e da autoridade para parar.

Para quem: Profissionais e candidatos ao setor petrolífero, fornecedores

🏷 Normas e referências: Programas IWCF/IADC (preparatório)

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Nível 3 Gestão de Segurança de Processos (Process Safety)OGP-303 · Avançado · 10 h · Português Barreiras, HAZOP, bow-tie e lições de acidentes graves da indústria. IOGP 456CCPS Ver detalhes

Como sabe uma operadora que as barreiras contra um acidente grave funcionam hoje, e não apenas no papel? Neste curso avançado de gestão de segurança de processos, acompanha a equipa do FPSO Horizonte Azul, uma instalação fictícia de águas profundas, ao longo de todo o sistema: os elementos e pilares de um sistema de gestão, a liderança, a cultura e a Convenção n.º 174 da OIT; a identificação de perigos com HAZID e uma sessão HAZOP simulada; a avaliação de riscos de acidentes graves, a análise das camadas de proteção (LOPA) e a demonstração ALARP; a construção de bow-ties, os tipos de barreiras, os equipamentos críticos, as normas de desempenho e a verificação; a gestão da mudança, a verificação antes do arranque e o controlo de bypasses e alarmes inibidos; os indicadores de Tier 1 a 4 e a aprendizagem com acidentes. Termina com a avaliação integrada do sistema de um FPSO, com prioridades e plano de melhoria. Inclui folhas de cálculo e modelos descarregáveis. Alinhado com o IOGP Report 456, a ISO 17776, a IEC 61882 e a Convenção OIT C174; não habilita, por si só, a facilitar estudos HAZOP nem a aprovar estudos de risco.

O que vai aprender

  • Descrever os elementos de um sistema de gestão de segurança de processos, o papel da liderança e da cultura e os requisitos da Convenção OIT C174.
  • Preparar e conduzir uma sessão HAZOP simulada e distinguir quando usar HAZID e outras técnicas.
  • Avaliar riscos de acidentes graves com a hierarquia de medidas, a análise de consequências e a LOPA, e demonstrar ALARP.
  • Construir um bow-tie, classificar barreiras segundo o IOGP Report 544 e definir normas de desempenho e a verificação das barreiras.
  • Aplicar a gestão da mudança, a verificação antes do arranque e o controlo de bypasses e alarmes inibidos.
  • Construir um painel de indicadores de segurança de processos de Tier 1 a 4 e ligá-lo à aprendizagem.
  • Avaliar o sistema de segurança de processos de uma instalação e propor prioridades e um plano de melhoria.

Para quem: Profissionais e candidatos ao setor petrolífero, fornecedores

🏷 Normas e referências: IOGP 456 · CCPS

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Nível 3 FPSO: Operações, Sistemas e SegurançaOGP-304 · Avançado · 8 h 15 min · Português Funcionamento de unidades FPSO, amarração, offloading e riscos específicos. ISO 13702 (incêndios e explosões offshore)OCIMF «Guidelines for Offshore Tanker Operations» (2018)MARPOL Anexo ICódigo ISM Ver detalhes

Um FPSO é uma fábrica, um parque de tanques e um terminal, tudo a flutuar em águas profundas. Neste curso avançado vai acompanhar a equipa do FPSO Horizonte Azul, da operadora fictícia Atlântico Sul Petróleos, e perceber como funciona uma destas unidades: o conceito, o ciclo de vida e a organização a bordo; a amarração distribuída e o turret, as linhas, o swivel e os risers; a ligação entre o processo e os tanques de carga, com o gás inerte, a lavagem com crude, o lastro e a MARPOL Anexo I; o offloading para navios-tanque, com limites meteorológicos e comunicação; os riscos específicos e as barreiras, da colisão à evacuação; e a gestão da integridade do casco ao longo da vida útil. Conteúdo alinhado com a ISO 13702:2024, as orientações GOTO da OCIMF (2018), a MARPOL Anexo I e o Código ISM. Curso teórico: não substitui a formação prática certificada, incluindo a formação de sobrevivência offshore (ex.: BOSIET/HUET da OPITO) e a qualificação para operações de offloading.

O que vai aprender

  • Descrever o conceito, as funções, o ciclo de vida e a organização a bordo de um FPSO.
  • Comparar a amarração distribuída com o turret e explicar o papel das linhas de amarração, do swivel, dos risers e das condições metoceânicas.
  • Explicar a relação entre o processo dos topsides e os tanques de carga, incluindo o gás inerte, a lavagem com crude, o lastro e a MARPOL Anexo I.
  • Decidir, num cenário, as condições de um offloading seguro para um navio-tanque, alinhado com as orientações GOTO da OCIMF.
  • Analisar os riscos específicos de um FPSO e as medidas de controlo, incluindo incêndio e explosão, colisão, estabilidade, atmosferas perigosas e evacuação.
  • Planear a gestão da integridade do casco ao longo da vida útil, incluindo a inspeção, a corrosão, a extensão da vida e as paragens.

Para quem: Profissionais e candidatos ao setor petrolífero, fornecedores

🏷 Normas e referências: ISO 13702 (incêndios e explosões offshore) · OCIMF «Guidelines for Offshore Tanker Operations» (2018) · MARPOL Anexo I · Código ISM

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Nível 3 Gestão de Projetos de Capital no Setor PetrolíferoOGP-305 · Avançado · 10 h · Português Ciclo de vida de projetos, FEED, decisões de investimento e controlo. AACE International RP 18R-97 (classificação de estimativas de custo)ISO 21502 (gestão de projetos) Ver detalhes

Porque é que tantos grandes projetos de petróleo e gás terminam acima do orçamento ou do prazo, e o que pode fazer a equipa do dono para o evitar? Neste curso avançado acompanha o projeto Maré Alta, o desenvolvimento fictício de um campo em águas profundas, desde a oportunidade até ao primeiro óleo: o ciclo de vida em fases e as decisões de passagem, a decisão final de investimento (FID) e a governação alinhada com a ISO 21502; a seleção de conceito entre FPSO, tie-back e plataforma fixa com uma matriz ponderada e engenharia de valor; a engenharia de base (FEED), as bases de projeto e a prontidão para a FID; as classes de estimativa da AACE 18R-97, a contingência baseada em risco e o cronograma de referência; a estratégia de contratação, as interfaces, o fabrico, a instalação e o conteúdo local; o controlo com valor ganho, a gestão de alterações e o relatório de progresso; e o comissionamento, o arranque, a prontidão operacional e as lições aprendidas. Inclui folhas de cálculo e modelos descarregáveis. Todos os valores são ilustrativos. Alinhado com a ISO 21502:2020 e a AACE International RP 18R-97.

O que vai aprender

  • Descrever as fases de um projeto de capital, as decisões de passagem de fase, a FID e os papéis do operador, dos parceiros e dos contratados.
  • Comparar conceitos de desenvolvimento com critérios técnicos, económicos, de risco e ambientais e sociais, usando uma matriz ponderada e a engenharia de valor.
  • Identificar os entregáveis da engenharia de base (FEED) e avaliar a prontidão para a decisão final de investimento.
  • Classificar estimativas segundo a AACE 18R-97, definir a contingência com base no risco e construir um cronograma de referência.
  • Escolher, num cenário, a estratégia de contratação e execução, incluindo interfaces, fabrico, instalação e conteúdo local.
  • Controlar custo e prazo com o método do valor ganho, a gestão de alterações e o controlo da contingência e dos riscos.
  • Planear a transição da construção para a operação e transformar lições aprendidas em melhorias.

Para quem: Profissionais e candidatos ao setor petrolífero, fornecedores

🏷 Normas e referências: AACE International RP 18R-97 (classificação de estimativas de custo) · ISO 21502 (gestão de projetos)

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Nível 3 Gás Natural e GNL: Cadeia de Valor e OportunidadesOGP-306 · Avançado · 8 h 15 min · Português Gás associado e não associado, GNL e novos projetos de gás a nível mundial. Código IGC da IMO (navios de gás liquefeito)ISO 16903 (características do GNL) Ver detalhes

O gás natural deixou de ser um incómodo queimado nas tochas e passou a ser um produto valioso, que gera eletricidade, alimenta indústrias e atravessa oceanos em navios metaneiros. Neste curso avançado vai acompanhar as equipas fictícias do Terminal GNL Baía Serena e da Atlântico Sul Petróleos ao longo de toda a cadeia de valor: os tipos de gás, as unidades e os mercados regionais; o tratamento do gás, com a remoção de CO₂, H₂S, água e mercúrio e a recuperação de líquidos; a liquefação, os tanques criogénicos e os riscos do GNL; o transporte marítimo, o boil-off, a carga dos navios e a regaseificação em terra e em FSRU; as estruturas contratuais, com take-or-pay, termos FOB e DES e indexação de preço; e as opções para aproveitar o gás associado em vez de o queimar. Conteúdo alinhado com o Código IGC da IMO, a ISO 16903:2015 e a iniciativa Zero Routine Flaring by 2030 do Banco Mundial. Valores ilustrativos; não é aconselhamento comercial, jurídico ou de investimento.

O que vai aprender

  • Descrever os tipos de gás natural, as unidades e conversões principais e o funcionamento dos mercados regionais de gás.
  • Explicar o tratamento do gás antes do transporte ou da liquefação, incluindo a remoção de CO₂ e H₂S, a desidratação, a remoção de mercúrio e a recuperação de líquidos.
  • Descrever o processo de liquefação, os tanques criogénicos e os riscos do GNL, alinhado com a ISO 16903.
  • Explicar o transporte marítimo de GNL, o boil-off, a carga dos navios e a regaseificação, incluindo as FSRU.
  • Comparar estruturas contratuais de venda de gás e de GNL, incluindo take-or-pay, termos de entrega e indexação de preço.
  • Comparar opções de aproveitamento do gás associado, à luz da iniciativa Zero Routine Flaring by 2030.

Para quem: Profissionais e candidatos ao setor petrolífero, fornecedores

🏷 Normas e referências: Código IGC da IMO (navios de gás liquefeito) · ISO 16903 (características do GNL)

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Nível 3 Descomissionamento e Abandono de Instalações PetrolíferasOGP-307 · Avançado · 8 h 15 min · Português Abandono de poços, remoção de instalações, planeamento, custos, provisões e requisitos ambientais segundo boas práticas internacionais. Resolução IMO A.672(16) (remoção de instalações offshore)IOGP Reports 584 e 585 (descomissionamento) Ver detalhes

Todos os campos chegam ao fim da vida. Quando isso acontece, os poços têm de ser selados para sempre, as plataformas, os FPSO e as condutas têm de ser removidos ou deixados no local de forma segura, e alguém tem de pagar. Neste curso avançado vai acompanhar a equipa da operadora fictícia Atlântico Sul Petróleos a preparar o descomissionamento de um campo maduro: o fim da vida económica e a extensão da vida; o quadro internacional, com a UNCLOS, a Resolução IMO A.672(16) e os panoramas regulatórios da IOGP (Reports 584 e 585); o tamponamento e abandono permanente de poços, com barreiras e verificação; as opções de remoção de plataformas, FPSO, condutas e umbilicais, com avaliação comparativa e reciclagem; a estimativa de custos, as provisões e os fundos de abandono, com exercício em folha de cálculo; e o ambiente, os materiais perigosos e a consulta às comunidades e aos pescadores. Termina com o esboço de um plano de descomissionamento. Conteúdo alinhado com as referências internacionais citadas; as obrigações concretas são as da lei aplicável.

O que vai aprender

  • Explicar os motivos e o momento do descomissionamento e o quadro internacional, incluindo a UNCLOS e a Resolução IMO A.672(16).
  • Descrever o tamponamento e abandono permanente de poços, incluindo as barreiras, a sua verificação e as particularidades dos poços submarinos.
  • Comparar as opções de remoção de plataformas, FPSO, condutas e umbilicais com uma avaliação comparativa.
  • Estimar o custo de um descomissionamento e explicar as provisões, os fundos de abandono e as garantias financeiras.
  • Gerir os aspetos ambientais, os materiais perigosos e o envolvimento das partes interessadas, incluindo as comunidades piscatórias.
  • Elaborar o esboço de um plano de descomissionamento para um campo maduro fictício.

Para quem: Gestores de ativos, engenheiros de poços e instalações, pessoal de HSE e regulação

🏷 Normas e referências: Resolução IMO A.672(16) (remoção de instalações offshore) · IOGP Reports 584 e 585 (descomissionamento)

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Nível 3 Classificação de Recursos e Reservas (Alinhada com o PRMS)OGP-308 · Avançado · 8 h 15 min · Português Categorias de recursos e reservas, incerteza, critérios de comercialidade e reporte, alinhados com o sistema PRMS. PRMS (Petroleum Resources Management System) Ver detalhes

Quantos barris tem um campo? Depende de quanta certeza temos, de haver um projeto para os produzir e de esse projeto ser comercial. Neste curso avançado vai acompanhar a equipa de reservas da operadora fictícia Atlântico Sul Petróleos e aprender a classificar recursos e reservas alinhado com o PRMS (revisão de 2018): para que serve a classificação e quem a usa; reservas, recursos contingentes e recursos prospetivos, com a chance de descoberta e de desenvolvimento; as categorias de incerteza 1P/2P/3P e 1C/2C/3C, com métodos determinísticos e probabilísticos e exercício em folha de cálculo; os critérios de comercialidade e as subclasses de maturidade, num caso de uma descoberta de gás; os métodos volumétrico, de balanço de materiais, de análise de declínio e de simulação; e o reporte, a auditoria, a relação com a UNFC (atualização de 2019) e a ética perante a pressão sobre os números. Este curso não habilita a estimar, certificar ou auditar reservas para reporte oficial ou financeiro.

O que vai aprender

  • Explicar para que serve a classificação de recursos e reservas, quem a usa e os princípios do PRMS.
  • Classificar volumes em reservas, recursos contingentes e recursos prospetivos e calcular a chance de comercialidade.
  • Calcular categorias de incerteza num exercício simples, distinguindo métodos determinísticos e probabilísticos e as regras de agregação.
  • Avaliar a comercialidade e a maturidade de um projeto e as mudanças de classe.
  • Escolher o método de estimativa adequado à fase do campo.
  • Comparar o PRMS com a UNFC e explicar o reporte e a auditoria de reservas, incluindo a resposta a pressões indevidas.

Para quem: Geocientistas, engenheiros de reservatório, analistas financeiros e de planeamento

🏷 Normas e referências: PRMS (Petroleum Resources Management System)

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Nível 3 Gestão de Paragens e Grandes Revisões (Turnarounds)OGP-309 · Avançado · 8 h 15 min · Português Âmbito, planeamento, orçamento, contratação, segurança e execução de paragens programadas de instalações de processo. CCPS «Guidelines for Process Safety During the Transient Operating Mode» (2021)ISO 55001 Ver detalhes

De poucos em poucos anos, uma refinaria ou um FPSO para de propósito para inspecionar, reparar e melhorar o que não se pode tratar em operação, com centenas de pessoas a trabalhar ao mesmo tempo e um custo enorme por cada dia parado. Neste curso avançado vai acompanhar a equipa da Refinaria Litoral Norte, fictícia, e uma paragem parcial no FPSO Horizonte Azul: o papel das paragens, o custo da produção perdida e os riscos das fases transitórias de paragem e arranque; a seleção do âmbito com base no risco, o congelamento e os marcos de longo prazo; os pacotes de trabalho, o caminho crítico, o orçamento e os materiais de longo prazo de entrega, com exercício em folha de cálculo; a estratégia de contratação, a organização e a gestão de empreiteiros, incluindo a logística offshore; os controlos de segurança na execução, dos isolamentos à verificação antes do arranque (PSSR); e o controlo da execução e a revisão pós-paragem. Alinhado com as orientações do CCPS para as fases transitórias (2021) e com a ISO 55001:2024. Curso teórico: não substitui a formação prática certificada em isolamentos, espaços confinados, medição de gases ou elevação de cargas.

O que vai aprender

  • Explicar o papel das paragens, o custo da produção perdida e os riscos das fases transitórias de paragem e arranque.
  • Definir e congelar o âmbito de uma paragem com base no risco e de planear as fases e os marcos de longo prazo.
  • Construir um plano detalhado com caminho crítico, um orçamento com contingência e um plano de materiais de longo prazo de entrega.
  • Escolher a estratégia de contratação e a organização de uma paragem e de gerir os empreiteiros, incluindo a logística offshore.
  • Identificar os controlos de segurança da paragem e do arranque, incluindo isolamentos, espaços confinados, trabalho a quente, elevações, operações simultâneas e PSSR.
  • Controlar a execução de uma paragem e conduzir a revisão pós-paragem.

Para quem: Gestores de operações e manutenção, planeadores, coordenadores de paragens em refinarias e FPSO

🏷 Normas e referências: CCPS «Guidelines for Process Safety During the Transient Operating Mode» (2021) · ISO 55001

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Nível 3 Geopolítica do Petróleo e ÁfricaOGP-310 · Avançado · 8 h 15 min · Português Compreenda como o petróleo molda o poder entre Estados e o lugar de África no mercado mundial: fatores geopolíticos, rotas e pontos de estrangulamento, marcos históricos, estratégias das grandes potências, OPEP e OPEP+, sanções e conformidade, produtores africanos, governação e transparência, transição energética, diplomacia climática e planeamento por cenários. Norma EITI 2023Acordo de Paris (CQNUAC, 2015)dados de referência da OPEP, AIE, EIA e Energy Institute Ver detalhes

Porque é que um conflito no Golfo faz subir o preço do crude africano, encarece os seguros e muda os planos de uma refinaria do outro lado do continente? Neste curso avançado vai acompanhar o gabinete de análise estratégica da Meridiano Energia, uma empresa africana fictícia, e aprender a ler o petróleo como recurso de poder: porque é estratégico, onde estão as reservas e as rotas e o que são os pontos de estrangulamento, com a crise de Ormuz de 2026; os grandes marcos históricos, das concessões e da fundação da OPEP aos choques de 1973, 2020 e 2022; as estratégias energéticas dos produtores do Golfo, dos Estados Unidos, da China, da Rússia, da União Europeia e da Índia; o funcionamento das quotas da OPEP e da OPEP+, as sanções petrolíferas e a diligência devida, com sinais de alerta; os produtores africanos, as novas fronteiras, o petróleo e o conflito, a governação, a Norma EITI e a gestão das receitas; e a transição energética, a diplomacia climática da COP26 à COP30 e o planeamento por cenários. Dados verificados em fontes oficiais à data de outubro de 2026. O curso tem um tom neutro e não constitui aconselhamento de investimento, jurídico ou de conformidade.

O que vai aprender

  • Explicar porque o petróleo é um recurso geopolítico e analisar a exposição de um fluxo petrolífero a rotas e pontos de estrangulamento.
  • Relacionar os grandes marcos históricos da indústria com a distribuição atual do poder petrolífero.
  • Comparar as estratégias energéticas dos principais atores e avaliar propostas de parceiros com critérios explícitos.
  • Explicar o funcionamento das quotas da OPEP e da OPEP+ e das sanções petrolíferas e aplicar regras básicas de diligência devida.
  • Avaliar a posição de um país produtor africano quanto aos recursos, aos riscos e à governação.
  • Construir cenários estratégicos com sinais de alerta e um plano de ação, considerando a transição energética e a diplomacia climática.

Para quem: Quadros e gestores do setor petrolífero, analistas de mercado e de risco, trading, compras e relações institucionais, consultores e decisores públicos

🏷 Normas e referências: Norma EITI 2023 · Acordo de Paris (CQNUAC, 2015) · dados de referência da OPEP, AIE, EIA e Energy Institute

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Nível 4 Gestão de Reservatórios e Desenvolvimento de CamposOGP-401 · Especialista · 16 h 30 min · Português Caracterização de reservatórios, recuperação, planos de desenvolvimento e economia. SPE-PRMS (2018)Banco Mundial «Zero Routine Flaring by 2030» Ver detalhes

Aprenda a gerir um reservatório e a decidir o desenvolvimento de um campo de petróleo. Neste curso de nível especialista, acompanha a equipa do ativo de uma operadora fictícia num campo em águas profundas, num campo maduro em terra e numa nova descoberta, e aprende a relacionar as propriedades das rochas e dos fluidos com o comportamento do reservatório, a construir e questionar o modelo geológico, a identificar os mecanismos de recuperação, a planear a injeção de água ou de gás, a avaliar a recuperação melhorada, a interpretar simulações e curvas de declínio, a planear a vigilância, a estruturar um plano de desenvolvimento com aproveitamento do gás sem queima de rotina e a comparar alternativas com critérios económicos e de risco. Com cenários de decisão, imagens interativas, exercícios em Excel e um caso integrado. Alinhado com o SPE-PRMS e com a iniciativa Zero Routine Flaring by 2030 do Banco Mundial. Não habilita a estimar ou certificar reservas para reporte oficial; confirme sempre a lei aplicável e o contrato.

O que vai aprender

  • Explicar os objetivos e a organização da gestão de reservatórios ao longo da vida do campo.
  • Relacionar as propriedades da rocha e dos fluidos com o comportamento do reservatório e calcular o óleo inicial.
  • Descrever como se constrói o modelo estático do reservatório e como se trata a incerteza geológica.
  • Identificar o mecanismo de produção de um reservatório a partir dos dados de pressão, gás e água.
  • Planear em teoria a injeção de água ou de gás e de a acompanhar com a substituição de volumes.
  • Avaliar opções de recuperação melhorada e de gestão para um campo maduro.
  • Interpretar uma previsão de produção e a sua incerteza, incluindo curvas de declínio.
  • Planear a vigilância de um reservatório com base no valor da informação.
  • Estruturar um plano de desenvolvimento do campo, incluindo o aproveitamento do gás sem queima de rotina.
  • Avaliar alternativas de desenvolvimento com critérios económicos e tendo em conta o risco.
  • Apresentar e defender um plano integrado de desenvolvimento de um campo fictício em águas profundas.

Para quem: Profissionais e candidatos ao setor petrolífero, fornecedores

🏷 Normas e referências: SPE-PRMS (2018) · Banco Mundial «Zero Routine Flaring by 2030»

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Nível 4 Transição Energética: Estratégia para Líderes do SetorOGP-402 · Especialista · 13 h 15 min · Português Descarbonização, gás como energia de transição, renováveis e novos modelos de negócio. AIE «The Oil and Gas Industry in Net Zero Transitions» (2023)OGMP 2.0 (PNUA)Norma EITI 2023 Ver detalhes

Perceba o que a transição energética significa para as empresas de petróleo e gás e para os Estados produtores. Neste curso de nível especialista, acompanha a equipa de uma empresa nacional de petróleo fictícia e aprende a ler os cenários da Agência Internacional de Energia sem os tratar como previsões, a distinguir as emissões de âmbito 1, 2 e 3 do setor, a priorizar a redução de metano e de queima com a OGMP 2.0 e a iniciativa Zero Routine Flaring by 2030, a comparar opções de descarbonização pelo custo de abatimento, a avaliar o papel do gás, os novos negócios e o risco de ativos encalhados, e a preparar uma divulgação climática alinhada com a IFRS S2 e com a Norma EITI 2023. Com cenários de decisão, imagens interativas, exercícios em Excel e um caso integrado em que propõe uma estratégia de transição. Referências internacionais; os cenários citados não são previsões e o curso não é aconselhamento de investimento. Confirme sempre a lei aplicável.

O que vai aprender

  • Analisar os cenários energéticos e o que significam para o setor do petróleo e gás e para as NOC.
  • Distinguir as emissões de âmbito 1, 2 e 3 do setor e de usar indicadores de intensidade com dados credíveis.
  • Priorizar ações de redução de metano e de queima, alinhadas com a OGMP 2.0 e a iniciativa Zero Routine Flaring by 2030.
  • Comparar opções de descarbonização das operações pelo custo de abatimento.
  • Avaliar o papel do gás na transição de um país produtor e os riscos associados.
  • Identificar novos negócios para empresas do setor e as competências que exigem.
  • Analisar o risco de ativos encalhados para Estados e NOC e as opções para o gerir.
  • Preparar um esquema de divulgação climática alinhado com a IFRS S2 e com a Norma EITI 2023.
  • Propor uma estratégia de transição para uma NOC fictícia, com metas e indicadores.

Para quem: Profissionais e candidatos ao setor petrolífero, fornecedores

🏷 Normas e referências: AIE «The Oil and Gas Industry in Net Zero Transitions» (2023) · OGMP 2.0 (PNUA) · Norma EITI 2023

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Procurement & Supply Chain

Nível 1 Introdução ao Procurement e à Cadeia de AbastecimentoPSC-101 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português 5,0(5 avaliações) O papel das compras na empresa, o ciclo de abastecimento e os conceitos-chave do procurement moderno. ISO 20400 (compras sustentáveis)boas práticas internacionais de procurement Ver detalhes

Acabou de entrar numa equipa de compras, faz requisições no seu dia a dia ou quer simplesmente perceber como uma organização compra aquilo de que precisa? Este curso dá-lhe as bases do procurement e da cadeia de abastecimento. Vai perceber porque é que comprar bem tem impacto direto no custo, na qualidade, no prazo e no risco, e distinguir compras, aprovisionamento, procurement e supply chain. Vai seguir os fluxos de materiais, de informação e de dinheiro numa fábrica, num hospital e num projeto, e conhecer os fornecedores de primeiro e segundo nível. Vai classificar compras por categoria e percorrer as oito etapas do ciclo de procurement, da necessidade à avaliação do fornecedor. Por fim, vai interpretar os conceitos e indicadores do procurement moderno: valor pelo dinheiro, custo total, lead time, nível de serviço, poupanças, conformidade com contratos, compras sustentáveis e digitalização. Com uma perspetiva internacional, empresas fictícias, atividades interativas e um glossário para descarregar.

O que vai aprender

  • Explicar o contributo da função compras para o custo, a qualidade, o prazo e o risco da organização.
  • Descrever os fluxos físicos, de informação e financeiros de uma cadeia de abastecimento.
  • Classificar compras por categoria e identificar as etapas do ciclo de procurement.
  • Interpretar os principais conceitos e indicadores usados na função compras.

Para quem: Novos compradores, requisitantes, assistentes de compras

🏷 Normas e referências: ISO 20400 (compras sustentáveis) · boas práticas internacionais de procurement

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Nível 1 O Ciclo Procure-to-Pay: do Pedido ao PagamentoPSC-102 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Requisição, aprovação, nota de encomenda, receção, conferência a três vias e pagamento. Boas práticas internacionais de procure-to-pay e controlo interno Ver detalhes

Uma requisição mal preenchida, uma encomenda emitida depois da fatura ou uma alteração de IBAN que ninguém confirmou: pequenos erros no ciclo de compras custam tempo, dinheiro e, por vezes, abrem a porta à fraude. Este curso percorre o ciclo procure-to-pay, do pedido ao pagamento. Vai criar uma requisição completa, com centro de custo, orçamento e a aprovação certa segundo a delegação de poderes, e distinguir compras planeadas de compras urgentes. Vai converter a requisição numa nota de encomenda válida, usar catálogos e contratos-quadro e gerir confirmações e alterações. Vai registar a receção de bens e de serviços e fazer a conferência a três vias entre encomenda, receção e fatura, tratando divergências e tolerâncias num exercício em Excel. Por fim, vai conhecer os controlos do ciclo, como a segregação de funções e a proteção da ficha de fornecedor, e os indicadores que medem o desempenho do procure-to-pay. Com uma perspetiva internacional, empresas fictícias e atividades práticas.

O que vai aprender

  • Criar uma requisição de compra completa e corretamente aprovada.
  • Converter uma requisição aprovada numa nota de encomenda válida.
  • Registar a receção e conferir encomenda, receção e fatura.
  • Identificar os controlos do ciclo e os indicadores de desempenho do procure-to-pay.

Para quem: Requisitantes, compras, contas a pagar

🏷 Normas e referências: Boas práticas internacionais de procure-to-pay e controlo interno

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Nível 1 Ética, Integridade e Conflitos de Interesse em ComprasPSC-103 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Ofertas e hospitalidade, conflitos de interesse, sinais de fraude e corrupção e como reportar. ISO 37001 (antissuborno)Diretrizes da OCDE para Empresas Multinacionais Ver detalhes

Quem participa numa compra decide sobre dinheiro que não é seu, e por isso está exposto a pressões, ofertas e conflitos de interesse. Este curso é para todos os que intervêm em compras: compradores, requisitantes, avaliadores técnicos, aprovadores e contas a pagar. Vai conhecer os princípios de conduta da função, como a integridade, a imparcialidade e a confidencialidade, e aprender a reconhecer e a declarar conflitos de interesse reais, potenciais e aparentes. Vai decidir, em situações concretas, se uma oferta, uma refeição ou um convite podem ser aceites, tendo em conta o valor, a frequência e o momento, e porque é que a informação dos concorrentes é confidencial. Por fim, vai identificar os sinais de alerta de fraude e corrupção mais comuns no ciclo de compras, do fracionamento de encomendas aos fornecedores fictícios, e saber como usar os canais de reporte com segurança. Com uma perspetiva internacional, uma empresa fictícia e decisões em cenários reais.

O que vai aprender

  • Reconhecer e declarar conflitos de interesse reais, potenciais e aparentes.
  • Decidir se uma oferta ou um convite pode ser aceite segundo a política da organização.
  • Identificar sinais de alerta de fraude e corrupção e utilizar os canais de reporte.

Para quem: Todos os que intervêm em compras

🏷 Normas e referências: ISO 37001 (antissuborno) · Diretrizes da OCDE para Empresas Multinacionais

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Nível 1 Requisições e Especificações de Compra EficazesPSC-104 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Como definir a necessidade: especificações funcionais e técnicas, âmbito de serviços e critérios de aceitação. Boas práticas internacionais de especificaçãoISO 9001 (requisitos de compra) Ver detalhes

Uma especificação vaga dá propostas impossíveis de comparar; uma especificação copiada do catálogo de um fornecedor afasta a concorrência; um serviço sem critérios de aceitação acaba em discussão. Este curso é para quem pede compras técnicas e de serviços e quer acertar à primeira. Vai aprender a distinguir a necessidade da solução, a considerar alternativas à compra e a envolver as compras desde o início. Vai redigir especificações funcionais, de desempenho e técnicas claras, mensuráveis e abertas à concorrência, a referir normas, a usar corretamente a menção «ou equivalente» e a evitar especificações dirigidas. Por fim, vai elaborar o âmbito de um serviço com entregáveis, prazos e níveis de serviço, definir critérios de aceitação para bens e serviços e usar uma checklist para rever a requisição antes de a submeter. Com uma perspetiva internacional, uma empresa fictícia, exercícios práticos e uma checklist para descarregar.

O que vai aprender

  • Analisar uma necessidade e decidir o que deve ser comprado.
  • Redigir especificações claras, mensuráveis e abertas à concorrência.
  • Elaborar o âmbito de um serviço com entregáveis, níveis de serviço e critérios de aceitação.

Para quem: Requisitantes técnicos e de serviços

🏷 Normas e referências: Boas práticas internacionais de especificação · ISO 9001 (requisitos de compra)

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Nível 1 Incoterms® 2020: Conceitos EssenciaisPSC-105 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português As 11 regras Incoterms®, repartição de custos e riscos, e como escolher a regra certa em cada compra. Incoterms® 2020 (ICC) Ver detalhes

Compra ou vende mercadorias que atravessam fronteiras e já se perguntou quem paga o frete, quem trata da alfândega ou quem suporta a perda se a carga se danificar pelo caminho? As regras Incoterms® 2020, publicadas pela Câmara de Comércio Internacional (ICC), respondem a estas perguntas com três letras e um local. Neste curso vai perceber o que as regras regulam e o que deixam de fora, conhecer as 11 regras e os seus grupos, determinar em cada operação onde passa o risco e quem paga cada custo, incluindo o seguro obrigatório em CIF e CIP e o desalfandegamento, e aprender a escolher a regra adequada a cada compra, com atenção especial aos contentores, ao controlo do transporte e aos cuidados com EXW e DDP. Com uma perspetiva internacional, uma empresa fictícia, casos práticos e atividades interativas. O curso explica as regras por palavras próprias e não substitui a consulta da publicação oficial da ICC.

O que vai aprender

  • Explicar o que as regras Incoterms® 2020 regulam e o que não regulam.
  • Distinguir as 11 regras Incoterms® 2020 e os seus grupos.
  • Determinar onde passa o risco e quem paga cada custo numa operação.
  • Selecionar a regra Incoterms® adequada a uma compra concreta.

Para quem: Compras, logística, finanças

🏷 Normas e referências: Incoterms® 2020 (ICC)

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Nível 1 Fundamentos de Negociação para CompradoresPSC-106 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Preparar uma negociação simples: objetivos, alternativas (BATNA), concessões e fecho. Boas práticas internacionais de negociação Ver detalhes

Negociar não é regatear o preço até ao último cêntimo. É preparar bem, saber o que se quer e o que se pode trocar, e chegar a um acordo que funcione para os dois lados e fique registado por escrito. Neste curso, pensado para compradores e requisitantes, vai perceber quando e o que negociar numa compra, para além do preço: prazo, pagamento, garantia e serviço. Vai aprender a preparar uma negociação simples com objetivo, ponto de rutura, BATNA e zona de acordo possível, usando uma ficha de preparação que pode descarregar. Vai praticar a abertura, as perguntas, a escuta ativa e a troca de concessões com a fórmula «se… então…», e saber reagir à pressão e às táticas mais comuns. Por fim, vai fechar o acordo, confirmá-lo por escrito e atualizar a encomenda ou o contrato, sempre com ética. Com uma empresa fictícia, um cenário ramificado e atividades interativas.

O que vai aprender

  • Explicar quando e o que negociar numa compra.
  • Preparar uma negociação simples com objetivos, limites e alternativas.
  • Aplicar técnicas básicas de comunicação e de troca de concessões.
  • Fechar a negociação e confirmar por escrito o que foi acordado.

Para quem: Compradores e requisitantes

🏷 Normas e referências: Boas práticas internacionais de negociação

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Nível 1 Trabalhar em Equipa: Requisitantes e ComprasPSC-107 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Papéis e responsabilidades, planeamento conjunto das compras, comunicação e como evitar atrasos e retrabalho. Boas práticas internacionais de procurement Ver detalhes

«Compras demora uma eternidade.» «Os pedidos chegam sempre incompletos e para ontem.» Se já ouviu, ou disse, uma destas frases, este curso é para si. Pensado para requisitantes, equipas técnicas e de programa e compradores, mostra como trabalhar em conjunto para comprar bem e a tempo. Vai distinguir as responsabilidades de quem define a necessidade, de quem aprova, de quem compra e de quem recebe, com uma matriz RACI e regras claras para os contactos com fornecedores. Vai aprender a planear as necessidades com antecedência, tendo em conta os prazos reais do processo de compra e de entrega, com plano anual, contratos-quadro, reuniões de planeamento e um planeador em Excel para descarregar. Por fim, vai resolver situações típicas de conflito, como pedidos incompletos, urgências e compras feitas sem encomenda, e conhecer os acordos de nível de serviço internos e a melhoria contínua. Com uma empresa fictícia, um cenário ramificado e atividades interativas.

O que vai aprender

  • Distinguir as responsabilidades do requisitante, das compras, do aprovador e do recetor.
  • Planear necessidades com antecedência tendo em conta os prazos reais de compra.
  • Resolver situações típicas de conflito entre requisitantes e compras.

Para quem: Requisitantes, equipas técnicas e de programa, compradores

🏷 Normas e referências: Boas práticas internacionais de procurement

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Nível 1 Introdução à Contratação PúblicaPSC-108 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Princípios da contratação pública, ciclo do procedimento, transparência, concorrência e prestação de contas. Lei-Modelo UNCITRAL de Contratação Pública (2011)Acordo GPA da OMCPrincípios da OCDE Ver detalhes

Quando uma entidade pública compra uma obra, um serviço ou um bem, está a gastar dinheiro de todos. É por isso que a contratação pública segue regras próprias, mais exigentes do que as das compras privadas. Este curso, pensado para funcionários públicos, organizações não governamentais e empresas que vendem ao Estado, explica essas regras de forma simples e com uma perspetiva internacional. Vai perceber o que distingue a contratação pública e conhecer as principais referências internacionais: a Lei-Modelo da CNUDCI (UNCITRAL) de 2011, o Acordo sobre Contratos Públicos (GPA) da Organização Mundial do Comércio e os princípios da OCDE. Vai aplicar os princípios de transparência, concorrência, igualdade de tratamento e prestação de contas, percorrer as fases de um procedimento, do planeamento à execução do contrato, e identificar os mecanismos de controlo e os sinais de alerta ao longo do ciclo. Com uma entidade pública fictícia, casos práticos e atividades interativas. As regras concretas dependem da lei de cada país.

O que vai aprender

  • Explicar porque a contratação pública segue regras próprias.
  • Aplicar os princípios de transparência, concorrência, igualdade de tratamento e prestação de contas.
  • Descrever as fases de um procedimento de contratação pública.
  • Identificar os mecanismos de controlo e de transparência ao longo do ciclo.

Para quem: Funcionários públicos, ONG e fornecedores do Estado

🏷 Normas e referências: Lei-Modelo UNCITRAL de Contratação Pública (2011) · Acordo GPA da OMC · Princípios da OCDE

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Nível 1 Procurement no Petróleo e Gás: IntroduçãoPSC-151 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Como compram as operadoras e as empresas de serviços: categorias, aprovação de parceiros, registo de fornecedores e particularidades do setor. IOGP / práticas da indústriaJOA (modelos da indústria, noção) Ver detalhes

Quer vender bens ou serviços a uma operadora petrolífera, ou trabalha em compras e contratos no setor e quer perceber as regras do jogo? Este curso explica como compra a indústria do petróleo e do gás. Vai conhecer os papéis da operadora, dos parceiros não operadores, das empresas de serviços e dos fornecedores, e perceber porque é que o risco elevado, os ativos remotos e as normas técnicas exigentes tornam as compras do setor diferentes. Vai percorrer as grandes categorias de compra de uma operação upstream, das sondas aos serviços gerais na base logística. Vai descobrir quem aprova os concursos numa associação petrolífera, com o acordo de operações conjuntas, o comité de operações, a concessionária nacional e o regulador. Por fim, vai seguir o percurso de uma empresa desde o registo até ao primeiro convite para concurso, com uma checklist de pré-qualificação para usar no seu trabalho. Com uma perspetiva internacional, empresas fictícias e atividades interativas.

O que vai aprender

  • Distinguir o papel de operadoras, parceiros, empresas de serviços e fornecedores na cadeia de abastecimento do setor.
  • Identificar as grandes categorias de bens e serviços de uma operação upstream.
  • Explicar, em termos gerais, quem aprova os processos de contratação numa associação petrolífera.
  • Descrever o percurso de uma empresa até ser convidada para concursos no setor.

Para quem: Compras, contratos e fornecedores do setor

🏷 Normas e referências: IOGP / práticas da indústria · JOA (modelos da indústria, noção)

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Nível 1 Conteúdo Local: Conceitos EssenciaisPSC-152 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português O que é conteúdo local, porque é exigido e como afeta concursos, contratos e fornecedores. Boas práticas internacionais de conteúdo localIOGP / práticas da indústria Ver detalhes

Os países produtores de petróleo e gás querem que a riqueza dos seus recursos crie empregos, empresas e competências nacionais. É esse o objetivo das políticas de conteúdo local, que hoje estão presentes em muitos concursos e contratos do setor. Neste curso vai perceber o que é conteúdo local e quais são as suas componentes: emprego e formação, compras a fornecedores locais, transferência de tecnologia e investimento social, e a diferença entre uma empresa registada localmente e o valor realmente acrescentado no país. Vai conhecer os objetivos destas políticas, os modelos usados internacionalmente e os riscos de políticas mal desenhadas. Por fim, vai ver como o conteúdo local afeta cada fase de um concurso e de um contrato, e o que um fornecedor local precisa de demonstrar. Com uma perspetiva internacional, empresas fictícias, um cenário ramificado e atividades interativas.

O que vai aprender

  • Definir conteúdo local e as suas componentes.
  • Explicar os objetivos económicos e sociais das políticas de conteúdo local.
  • Identificar como o conteúdo local afeta cada fase de um concurso e de um contrato.

Para quem: Compradores, fornecedores e gestores de contratos do setor

🏷 Normas e referências: Boas práticas internacionais de conteúdo local · IOGP / práticas da indústria

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Nível 1 Requisitos HSE para Fornecedores e EmpreiteirosPSC-153 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Pré-qualificação HSE, requisitos contratuais, indução e desempenho HSE de empreiteiros. IOGP Relatório 423 (gestão de empreiteiros)Regras que Salvam Vidas da IOGPISO 45001 Ver detalhes

No setor do petróleo e gás, a maior parte do trabalho no terreno é feita por empreiteiros, e a segurança de todos começa no momento em que se escolhe quem vai trabalhar. Este curso explica como se gerem os requisitos de segurança, saúde e ambiente (HSE) ao longo de um contrato. Vai perceber a responsabilidade partilhada entre operadora e empreiteiro, conhecer em termos gerais o modelo de gestão de empreiteiros da IOGP e as suas Regras que Salvam Vidas, e aprender a classificar o risco de um serviço. Vai avaliar a informação HSE de um fornecedor, interpretar indicadores como o LTIF e o TRIR, e conhecer o plano HSE do empreiteiro e o documento de interface. Por fim, vai acompanhar um contrato desde a reunião de arranque e a indução até à avaliação final, com um caso prático. Para fornecedores, empreiteiros e equipas de compras. Com uma perspetiva internacional, empresas fictícias e atividades interativas.

O que vai aprender

  • Explicar a responsabilidade partilhada entre operadora e empreiteiro pelo desempenho HSE.
  • Avaliar a informação HSE de um fornecedor e os requisitos a incluir no contrato.
  • Acompanhar e avaliar o desempenho HSE de um empreiteiro durante o contrato.

Para quem: Fornecedores, empreiteiros, compras

🏷 Normas e referências: IOGP Relatório 423 (gestão de empreiteiros) · Regras que Salvam Vidas da IOGP · ISO 45001

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Nível 2 Strategic Sourcing e Análise de CategoriasPSC-201 · Intermédio · 5 h · Português Análise de despesa, matriz de Kraljic, estudo do mercado fornecedor e estratégia de sourcing. Matriz de KraljicUNSPSCboas práticas de strategic sourcing Ver detalhes

Comprar bem não é só conseguir um bom preço na próxima encomenda: é decidir, com dados, como a organização deve comprar cada categoria nos próximos anos. Este curso leva-o do papel de comprador operacional ao de gestor de categoria. Vai conhecer o processo de strategic sourcing em seis etapas, construir e interpretar uma análise de despesa por categoria e fornecedor, posicionar categorias na matriz de Kraljic e escolher a abordagem certa para cada quadrante. Vai também estudar o mercado fornecedor com fontes de informação, pedidos de informação (RFI) e as cinco forças de Porter, e elaborar uma estratégia de sourcing com opções, riscos, caso de negócio e plano de implementação. Acompanhe a equipa de compras de uma empresa fictícia de produtos alimentares em casos práticos, seis exercícios práticos em Excel e Word (prioridades, análise de despesa, matriz de Kraljic, ficha de mercado, avaliação de opções e estratégia) e modelos prontos a usar.

O que vai aprender

  • Explicar o processo de strategic sourcing e o seu contributo para o valor da organização.
  • Construir e interpretar uma análise de despesa por categoria e por fornecedor.
  • Posicionar categorias na matriz de Kraljic e definir a abordagem adequada a cada quadrante.
  • Analisar a estrutura e o poder de um mercado fornecedor.
  • Elaborar uma estratégia de sourcing com opções, riscos e plano de implementação.

Para quem: Compradores e gestores de categoria

🏷 Normas e referências: Matriz de Kraljic · UNSPSC · boas práticas de strategic sourcing

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Nível 2 Processos de Concurso: RFI, RFQ, RFP e ITTPSC-202 · Intermédio · 5 h · Português Preparar e conduzir concursos: documentos, prazos, esclarecimentos, abertura de propostas e transparência. Boas práticas internacionais de concursos Ver detalhes

Um concurso mal preparado gera propostas impossíveis de comparar, reclamações de concorrentes e suspeitas sobre a decisão. Este curso ensina-o a preparar e a conduzir concursos de forma profissional, transparente e com igualdade de tratamento. Vai escolher o tipo de consulta adequado a cada situação (pedido de informação, de cotação, de propostas ou concurso formal), montar um dossiê de concurso completo e coerente, gerir prazos, esclarecimentos e adendas, conduzir a receção e a abertura de propostas, em papel ou em plataforma eletrónica, e identificar os riscos de integridade, incluindo sinais de conluio entre concorrentes. Acompanhe a equipa de compras de um banco fictício num concurso de serviços de limpeza e manutenção, com cenários de decisão, uma simulação de plataforma eletrónica, seis exercícios práticos com ficheiros (escolha do procedimento, revisão do dossiê, instruções aos concorrentes, registo de perguntas, ata de abertura e análise de padrões de propostas), checklists e modelos prontos a usar.

O que vai aprender

  • Selecionar o tipo de consulta adequado (RFI, RFQ, RFP, ITT) a cada situação.
  • Montar um dossiê de concurso completo e coerente.
  • Gerir o período de concurso com igualdade de tratamento entre concorrentes.
  • Conduzir a receção e a abertura de propostas com transparência e registo.
  • Identificar riscos de integridade num concurso e as medidas que os controlam.

Para quem: Compradores, gestores de contratos

🏷 Normas e referências: Boas práticas internacionais de concursos

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Nível 2 Avaliação Técnica e Comercial de PropostasPSC-203 · Intermédio · 5 h · Português Critérios e ponderações, avaliação técnica e comercial separadas, normalização de propostas e relatório de adjudicação. Boas práticas internacionais de avaliação de propostasIncoterms® 2020 (ICC) Ver detalhes

A proposta mais barata nem sempre é a melhor, e a melhor nem sempre é a que parece. Este curso ensina-o a avaliar propostas de forma objetiva, fundamentada e defensável. Vai definir critérios de admissão e de pontuação coerentes com a estratégia de compra, avaliar propostas técnicas de forma independente com grelhas e escalas, comparar propostas comerciais em base equivalente (verificação aritmética, desvios, moeda, Incoterms®, condições de pagamento e custo total), calcular a pontuação final com diferentes métodos de pontuação do preço e testar a robustez do resultado. Por fim, vai elaborar o relatório de adjudicação e comunicar os resultados aos concorrentes, incluindo o debriefing aos vencidos. Acompanhe a comissão de avaliação de uma empresa fictícia de engenharia na compra de grupos geradores com manutenção, com dois exercícios em Excel, um caderno de exercícios por módulo, cenários de decisão e modelos prontos a usar.

O que vai aprender

  • Definir critérios de avaliação e ponderações coerentes com a estratégia de compra.
  • Avaliar propostas técnicas de forma independente e fundamentada.
  • Comparar propostas comerciais em base equivalente.
  • Calcular a pontuação final e identificar a proposta economicamente mais vantajosa.
  • Elaborar o relatório de adjudicação e comunicar os resultados aos concorrentes.

Para quem: Comissões de avaliação, compradores, técnicos

🏷 Normas e referências: Boas práticas internacionais de avaliação de propostas · Incoterms® 2020 (ICC)

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Nível 2 Negociação em ComprasPSC-204 · Intermédio · 5 h · Português Preparação, táticas, negociação de preço e de condições, e negociação com fornecedores únicos. Boas práticas internacionais de negociação Ver detalhes

Em compras, a negociação ganha-se sobretudo antes de começar: com factos, alternativas e um plano. Este curso desenvolve as bases do PSC-106 e prepara-o para negociações de compras mais exigentes. Vai preparar uma negociação com análise de custos e de mercado, avaliar o poder de cada parte e a melhor alternativa de ambas (BATNA), e organizar a equipa e o plano. Vai reconhecer as táticas mais usadas por fornecedores, como a ancoragem, o prazo artificial ou a «última oferta», e responder-lhes de forma ética. Vai negociar o preço com base na desagregação de custos, em fórmulas de revisão e índices e em descontos de volume, e negociar condições contratuais como pagamentos, garantias, responsabilidades e níveis de serviço. Por fim, vai aplicar estratégias para negociar com fornecedores únicos e em posição de força. Acompanhe a equipa de compras de uma empresa fictícia de logística em casos práticos, cenários de decisão, um exercício em Excel, uma matriz de trocas, um caderno de exercícios por módulo e um modelo de plano de negociação.

O que vai aprender

  • Preparar uma negociação de compras com base em factos, poder relativo e alternativas.
  • Reconhecer táticas usadas por fornecedores e responder-lhes de forma ética.
  • Negociar o preço com base em custos, índices e alternativas.
  • Negociar condições de pagamento, garantias, responsabilidades e níveis de serviço.
  • Aplicar estratégias de negociação quando o fornecedor tem mais poder.

Para quem: Compradores e gestores de contratos

🏷 Normas e referências: Boas práticas internacionais de negociação

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Nível 2 Gestão de Contratos: Administração e Pós-AdjudicaçãoPSC-205 · Intermédio · 6 h 45 min · Português Mobilização, acompanhamento de obrigações, alterações, garantias, faturação e encerramento do contrato. Boas práticas internacionais de gestão de contratos Ver detalhes

Assinar o contrato é só o princípio: é durante a execução que o valor negociado se ganha ou se perde. Este curso de nível 2 ensina-o a administrar um contrato depois da adjudicação, de forma organizada e defensável. Vai preparar a passagem do concurso à execução, com o plano de gestão do contrato, a matriz de obrigações, a reunião de arranque e os documentos e garantias exigidos antes do início. Vai acompanhar obrigações e desempenho com indicadores (KPI) e níveis de serviço (SLA), relatórios, reuniões, notificações formais e gestão de não conformidades. Vai gerir alterações de âmbito, prazo e preço dentro dos limites do contrato e da delegação de poderes, controlar garantias, adiantamentos, retenções e faturas e, no fim, encerrar o contrato com a reconciliação de contas, a avaliação do fornecedor e as lições aprendidas. Com uma matriz de obrigações e um exercício de faturação em Excel, hotspots, um cenário com decisões e um caso prático. Os exemplos usam empresas e valores fictícios; o que conta é sempre o que o seu contrato e a lei aplicável dizem.

O que vai aprender

  • Organizar a passagem do concurso à execução e a mobilização do fornecedor, com um plano de gestão do contrato e uma matriz de obrigações.
  • Acompanhar o cumprimento das obrigações e o desempenho do fornecedor com indicadores, níveis de serviço e comunicações formais.
  • Gerir pedidos de alteração de âmbito, prazo e preço de acordo com o contrato e a delegação de poderes.
  • Controlar garantias, adiantamentos, retenções e faturas ao longo do contrato.
  • Encerrar um contrato verificando entregáveis, contas, garantias e lições aprendidas.

Para quem: Gestores e administradores de contratos

🏷 Normas e referências: Boas práticas internacionais de gestão de contratos

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Nível 2 Qualificação e Desempenho de Fornecedores (SRM)PSC-206 · Intermédio · 5 h · Português Pré-qualificação, auditorias, KPIs e scorecards de fornecedores, planos de melhoria e relação estratégica. ISO 9001ISO 19011 (auditorias)ISO 45001ISO 14001 Ver detalhes

Um fornecedor fraco pode parar uma linha de produção, pôr em causa a segurança ou manchar a reputação de uma empresa. Um fornecedor forte pode ser uma fonte de inovação e de vantagem competitiva. Este curso de nível 2 ensina-o a qualificar e a gerir o desempenho dos fornecedores ao longo de todo o ciclo. Vai pré-qualificar fornecedores segundo critérios técnicos, financeiros, de segurança, saúde e ambiente e de integridade, e manter uma lista de fornecedores aprovados. Vai planear e conduzir uma auditoria a um fornecedor, com uma abordagem alinhada com as orientações da ISO 19011. Vai construir um scorecard com indicadores equilibrados, como as entregas completas e no prazo (OTIF), definir planos de melhoria e decidir quando substituir um fornecedor. E vai aplicar um modelo de gestão da relação com fornecedores estratégicos (SRM). Com uma checklist de pré-qualificação, hotspots, um exercício em Excel, um cenário com decisões e um caso prático. Empresas e valores fictícios.

O que vai aprender

  • Pré-qualificar fornecedores segundo critérios técnicos, financeiros, de segurança, saúde e ambiente e de integridade.
  • Planear e conduzir uma auditoria a um fornecedor e de redigir as suas constatações.
  • Construir um scorecard de fornecedores com indicadores equilibrados, mensuráveis e ponderados.
  • Definir um plano de melhoria com um fornecedor, acompanhar a sua execução e decidir quando o substituir.
  • Aplicar um modelo de gestão da relação aos fornecedores estratégicos.

Para quem: Compras, qualidade, gestores de contratos

🏷 Normas e referências: ISO 9001 · ISO 19011 (auditorias) · ISO 45001 · ISO 14001

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Nível 2 Gestão de Inventário e Planeamento de MateriaisPSC-207 · Intermédio · 6 h 45 min · Português Classificação ABC, pontos de encomenda, stock de segurança, MRP e redução de stock obsoleto. Boas práticas internacionais de gestão de inventários (ABC, EOQ, MRP) Ver detalhes

Stock a mais imobiliza dinheiro e enche armazéns de material que ninguém usa; stock a menos pára a produção e falha aos clientes. Este curso de nível 2 ensina-o a encontrar o equilíbrio com métodos práticos de gestão de inventário e de planeamento de materiais. Vai compreender as funções e os custos do inventário e os indicadores que o medem, como a rotação e a cobertura. Vai classificar artigos com as análises ABC e XYZ e definir políticas por classe. Vai calcular o ponto de encomenda, o stock de segurança para um nível de serviço e a quantidade económica de encomenda (EOQ), conhecendo os seus limites. Vai interpretar um plano de necessidades de materiais (MRP), da lista de materiais às ordens planeadas no sistema de gestão empresarial (ERP). E vai propor ações para reduzir o stock obsoleto e excedentário. Com quinze exercícios práticos em Excel (incluindo uma simulação passo a passo de um registo MRP e um caso prático), cenários de decisão e rondas de prática. Empresa e valores fictícios.

O que vai aprender

  • Explicar as funções e os custos do inventário e de calcular os principais indicadores de stock.
  • Classificar artigos por valor e variabilidade (ABC e XYZ) e de definir políticas de gestão por classe.
  • Calcular o ponto de encomenda, o stock de segurança e a quantidade económica de encomenda.
  • Interpretar um plano MRP e o seu papel no planeamento de materiais.
  • Propor ações para reduzir e prevenir o stock obsoleto, excedentário e sem movimento.

Para quem: Planeadores de materiais, armazém, compras

🏷 Normas e referências: Boas práticas internacionais de gestão de inventários (ABC, EOQ, MRP)

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Nível 2 Análise de Custos e Custo Total de Propriedade (TCO)PSC-208 · Intermédio · 5 h · Português Estrutura de custos do fornecedor, análise de preços, custo do ciclo de vida e decisões make-or-buy. ISO 15686-5 (custo do ciclo de vida)TCO Ver detalhes

O preço mais baixo raramente é o mais barato. Este curso de nível 2 ensina-o a olhar para lá do preço, com as ferramentas de análise de custos usadas pelos compradores profissionais e pelo controlo de gestão. Vai decompor o preço de um fornecedor em materiais, mão de obra, custos indiretos, logística e margem, e perceber o seu ponto de equilíbrio. Vai analisar preços com comparações, índices de matérias-primas e de mão de obra, fórmulas de revisão de preços e um modelo should-cost. Vai calcular o custo total de propriedade (TCO) de duas alternativas e o custo do ciclo de vida (LCC) de um ativo, com a noção de valor atual e de taxa de desconto. E vai fundamentar uma decisão de produzir internamente ou comprar (make-or-buy) com custos relevantes e fatores estratégicos. Com catorze exercícios práticos (Excel e Word), um caso prático, cenários com decisões e rondas de prática. Empresas e valores fictícios.

O que vai aprender

  • Decompor o preço de um fornecedor nos seus componentes de custo e de interpretar o seu ponto de equilíbrio.
  • Analisar um preço com comparações, índices, fórmulas de revisão e um modelo should-cost.
  • Calcular e apresentar o custo total de propriedade de duas alternativas de compra.
  • Aplicar o custo do ciclo de vida a equipamentos e ativos, usando a noção de valor atual.
  • Fundamentar uma decisão de produzir internamente ou comprar com custos relevantes e fatores estratégicos.

Para quem: Compradores, controlo de gestão

🏷 Normas e referências: ISO 15686-5 (custo do ciclo de vida) · TCO

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Nível 2 Compras Sustentáveis e Due Diligence na Cadeia de AbastecimentoPSC-209 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Critérios ambientais e sociais, direitos humanos na cadeia de abastecimento e due diligence de fornecedores. ISO 20400 (compras sustentáveis)Princípios Orientadores da ONU sobre Empresas e Direitos HumanosGuia de Due Diligence da OCDEconvenções fundamentais da OIT Ver detalhes

O que compra a sua organização, a quem e em que condições foi produzido? Clientes, investidores, financiadores e legisladores fazem cada vez mais esta pergunta às equipas de compras. Este curso de nível 2 mostra-lhe como integrar a sustentabilidade nas compras e como aplicar a due diligence aos fornecedores: as dimensões ambiental, social e económica e as principais referências internacionais (ISO 20400, Princípios Orientadores da ONU sobre Empresas e Direitos Humanos, Diretrizes da OCDE para Empresas Multinacionais e convenções fundamentais da OIT); critérios ambientais e sociais verificáveis e proporcionais em especificações, avaliação e contratos; os riscos de direitos humanos por categoria e por geografia, incluindo o trabalho infantil e forçado e os minerais de zonas de conflito; e as etapas de um processo de due diligence baseado no risco, com questionários, auditorias, planos de ação corretiva, mecanismos de reclamação e reporte. Com atividades de arrastar e largar, hotspots e um caso prático completo, baseado em referências internacionais. As obrigações legais concretas variam de país para país.

O que vai aprender

  • Explicar o conceito de compras sustentáveis e as principais referências internacionais.
  • Incluir critérios ambientais e sociais verificáveis e proporcionais em especificações, na avaliação de propostas e em contratos.
  • Identificar riscos de violação de direitos humanos em categorias e geografias de compra.
  • Aplicar um processo de due diligence baseado no risco aos fornecedores, da identificação dos riscos ao reporte.

Para quem: Compras, ESG, compliance

🏷 Normas e referências: ISO 20400 (compras sustentáveis) · Princípios Orientadores da ONU sobre Empresas e Direitos Humanos · Guia de Due Diligence da OCDE · convenções fundamentais da OIT

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Nível 2 Contratação Pública: Princípios e Boas Práticas InternacionaisPSC-210 · Intermédio · 6 h 45 min · Português Princípios da contratação pública, procedimentos, transparência e boas práticas internacionais. Lei-Modelo UNCITRAL de Contratação Pública (2011)Acordo GPA da OMCRecomendação da OCDE sobre Contratação PúblicaMAPSQuadro de Procurement do Banco Mundial Ver detalhes

Como se compra com dinheiro público de forma transparente, concorrencial e eficiente? E o que deve saber um fornecedor que concorre a contratos do Estado? Este curso de nível 2 apresenta as referências internacionais da contratação pública e as boas práticas que partilham: a Lei-Modelo da UNCITRAL sobre Contratação Pública (2011), o Acordo sobre Contratos Públicos (GPA) da OMC, a Recomendação da OCDE sobre Contratação Pública, a metodologia MAPS e o Quadro de Procurement do Banco Mundial. Aprenda a escolher o procedimento adequado, do concurso aberto ao ajuste direto excecional, aos acordos-quadro e aos leilões eletrónicos; a preparar documentos de concurso com especificações neutras e critérios publicados; a avaliar propostas, incluindo as anormalmente baixas, e a adjudicar com notificação e período de espera; a reconhecer os mecanismos de transparência, de impugnação e de integridade, incluindo os sinais de conluio; e a gerir os contratos até ao fim. Com atividades de arrastar e largar, um caso prático, um cenário com decisões e uma checklist descarregável. O curso trata as referências internacionais em termos gerais; os procedimentos, prazos e limiares concretos dependem da lei de cada país e das regras de cada financiador.

O que vai aprender

  • Situar as principais referências internacionais de contratação pública e os princípios que partilham.
  • Escolher o procedimento de contratação adequado a cada necessidade, justificando as exceções.
  • Aplicar boas práticas na preparação dos documentos de concurso, na avaliação de propostas e na adjudicação.
  • Identificar os mecanismos de transparência, de impugnação e de integridade de um sistema de contratação pública.
  • Aplicar boas práticas de gestão de contratos públicos, das alterações à avaliação final.

Para quem: Entidades públicas e fornecedores do Estado

🏷 Normas e referências: Lei-Modelo UNCITRAL de Contratação Pública (2011) · Acordo GPA da OMC · Recomendação da OCDE sobre Contratação Pública · MAPS · Quadro de Procurement do Banco Mundial

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Nível 2 Contratação e Gestão de Consultores IndividuaisPSC-211 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Termos de referência, seleção, contratos de consultoria individual, acompanhamento de entregáveis e avaliação. Boas práticas de seleção de consultores (bancos multilaterais de desenvolvimento, em termos gerais) Ver detalhes

Precisa de um especialista para um estudo, uma avaliação ou um apoio técnico de alguns meses? Contratar um consultor individual parece simples, mas um processo mal feito leva a termos de referência vagos, escolhas difíceis de justificar, entregáveis fracos e pagamentos contestados. Este curso de nível 2 acompanha todo o ciclo: decidir quando contratar um consultor individual em vez de uma empresa ou de um funcionário; redigir termos de referência claros e completos, com objetivos, âmbito, entregáveis, calendário, qualificações e supervisão; selecionar de forma transparente, com anúncio, comparação de CV por critérios ponderados, entrevista, referências e verificação de conflitos de interesse; escolher entre honorários por tempo e montante fixo e incluir as cláusulas essenciais do contrato; e acompanhar o trabalho, aprovar entregáveis, ligar os pagamentos aos resultados, gerir atrasos e avaliar o desempenho. Com um modelo de termos de referência, uma grelha de avaliação, um cenário com decisões e um caso prático. As regras de doadores e financiadores são tratadas em termos gerais; confirme sempre as regras aplicáveis ao seu projeto e a lei do seu país.

O que vai aprender

  • Decidir quando contratar um consultor individual em vez de uma empresa de consultoria ou de um funcionário.
  • Redigir termos de referência claros e completos para um consultor individual.
  • Selecionar um consultor individual de forma transparente e de celebrar o contrato adequado.
  • Acompanhar entregáveis, aprovar pagamentos e avaliar o desempenho de um consultor individual.

Para quem: Gestores de projeto, RH, compras

🏷 Normas e referências: Boas práticas de seleção de consultores (bancos multilaterais de desenvolvimento, em termos gerais)

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Nível 2 Cadeia de Abastecimento em Organizações Humanitárias e de DesenvolvimentoPSC-212 · Intermédio · 5 h · Português Compras em emergência e desenvolvimento, regras de doadores, armazenamento e distribuição em contextos difíceis. Manual Esferaprincípios humanitáriosboas práticas de logística humanitária Ver detalhes

Quando uma cheia deixa milhares de famílias sem casa, os bens de que precisam têm de ser comprados, armazenados e distribuídos em dias, e não em meses, sem perder o controlo nem o rasto de cada artigo. Este curso de nível 2 mostra como funciona a cadeia de abastecimento das organizações humanitárias e de desenvolvimento: as fases da resposta, os atores, os princípios humanitários e as normas mínimas do Manual Esfera; as compras de emergência, com pré-posicionamento, acordos-quadro de prontidão, procedimentos simplificados e justificados e kits padrão; as regras de compras e de reporte dos doadores, incluindo a elegibilidade, os limiares, a verificação de fornecedores contra listas de sanções e a documentação de suporte; o armazenamento em contextos difíceis, com armazéns temporários, fichas de stock, guias de remessa e doações em espécie; e a distribuição até à última milha, com registo de beneficiários, pontos de distribuição, transferências monetárias e monitorização pós-distribuição. Com um cenário com decisões, uma checklist de conformidade, hotspots e um caso prático. As regras concretas dependem de cada organização e de cada doador, e as regras de segurança da sua organização prevalecem sempre.

O que vai aprender

  • Distinguir a cadeia de abastecimento de emergência da de desenvolvimento e de situar os principais atores, princípios e normas.
  • Aplicar procedimentos de compra de emergência sem perder o controlo nem a rastreabilidade.
  • Cumprir as regras de compras e de reporte dos doadores, incluindo a verificação de fornecedores e a documentação de suporte.
  • Organizar armazéns temporários e o controlo de stock em contexto humanitário.
  • Planear a distribuição até aos beneficiários com segurança, dignidade e rastreabilidade.

Para quem: ONG, agências de desenvolvimento, programas financiados por doadores

🏷 Normas e referências: Manual Esfera · princípios humanitários · boas práticas de logística humanitária

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Nível 2 Incoterms® 2020 na Prática: Casos Reais, Contratos e DocumentosPSC-213 · Intermédio · 5 h · Português Aplicar as regras Incoterms® a casos reais: escolha da regra, contrato de compra e venda, transporte, seguro, desalfandegamento, documentos e prevenção de litígios. Incoterms® 2020 (ICC)Convenção de Viena (CISG) — noçãoInstitute Cargo Clauses Ver detalhes

Já conhece as onze regras Incoterms® 2020 e quer aplicá-las com segurança em operações reais? Este curso de nível 2 parte do essencial e leva-o à prática: escolher e justificar a regra com uma matriz de decisão e o custo total, integrá-la no contrato de compra e venda tratando o que ela não cobre, coordenar o transporte e o seguro, repartir alfândegas, direitos e documentos, evitar as armadilhas de EXW e DDP e prevenir e gerir litígios. Cada módulo estuda casos reais, decididos por tribunais do Reino Unido, dos Estados Unidos, da Alemanha e de Portugal, e acontecimentos marítimos documentados, como o encalhe do Ever Given no Canal do Suez, sempre com a lição aplicável às Incoterms® 2020. Inclui exercícios em Excel e Word com resposta modelo, cenários de decisão e uma checklist de prevenção de litígios. Pré-requisito: PSC-105 (Incoterms® 2020: Conceitos Essenciais) ou conhecimentos equivalentes. O curso explica as regras por palavras próprias, não substitui a publicação oficial da ICC nem aconselhamento jurídico.

O que vai aprender

  • Selecionar e justificar a regra Incoterms® adequada a operações reais, comparando custo total, controlo e risco.
  • Integrar a regra Incoterms® no contrato de compra e venda, tratando o que a regra não cobre.
  • Coordenar o contrato de transporte e o seguro de carga com a regra escolhida.
  • Repartir corretamente as formalidades aduaneiras, os direitos e os documentos, evitando as armadilhas de EXW e DDP.
  • Prevenir litígios sobre a entrega e o risco e de reagir corretamente quando a carga chega com danos ou atrasada.

Para quem: Compras, logística, trânsitos, comercial, finanças

🏷 Normas e referências: Incoterms® 2020 (ICC) · Convenção de Viena (CISG) — noção · Institute Cargo Clauses

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Nível 2 Contratação Pública em Angola: Procedimentos, Propostas e ContratosPSC-214 · Intermédio · 5 h · Português Angola Prepare-se para vender ao Estado angolano: princípios e tipos de procedimento, peças do procedimento, apresentação e avaliação de propostas, garantias, adjudicação, celebração e execução do contrato e o Portal da Contratação Pública — de acordo com a Lei dos Contratos Públicos. ⚖️ Base legal angolana Ver detalhes

Venda ao Estado angolano com segurança. Neste curso percorre a Lei dos Contratos Públicos (Lei n.º 41/20) do princípio ao fim, sempre com o artigo citado: âmbito, entidades contratantes e princípios; os seis tipos de procedimento e a escolha pelo valor ou por critérios materiais; as peças do procedimento, a proposta e a plataforma eletrónica; o ato público, a avaliação, a audiência prévia, a negociação, o leilão e a adjudicação; a caução; a celebração e a execução do contrato; as impugnações, as multas e as coimas. Aprende a calcular o valor estimado, a caução, os adiantamentos e as multas com as regras da própria Lei, com casos práticos em empresas fictícias, cenários de decisão, verificações em cada módulo, uma folha de decisão do procedimento, um simulador de caução e checklists para descarregar. Um curso informativo, baseado no texto da Lei n.º 41/20 e dos Decretos Presidenciais n.os 202/17 e 77/23, pensado para fornecedores do Estado e de empresas públicas, compradores públicos e equipas jurídicas e comerciais.

O que vai aprender

  • Identificar os contratos e as Entidades Públicas Contratantes abrangidos pela Lei n.º 41/20, as exclusões e os princípios gerais.
  • Aplicar as regras de ética, impedimentos e denúncia e reconhecer o papel do Órgão de Regulação e Supervisão, do Portal e da Comissão de Avaliação.
  • Calcular o valor estimado do contrato e escolher o procedimento adequado pelo valor ou pelos critérios materiais.
  • Ler as peças do procedimento e preparar e entregar uma proposta completa, em papel ou na plataforma eletrónica, dentro dos prazos.
  • Acompanhar o ato público, a avaliação, a audiência prévia, a negociação, o leilão e a adjudicação, reagindo nos prazos legais.
  • Calcular e prestar a caução e gerir adiantamentos e a devolução de cauções.
  • Celebrar o contrato e gerir a sua execução, conhecendo os prazos de pagamento, os poderes da entidade, as sanções contratuais e a resolução.
  • Identificar as impugnações administrativas, as transgressões e multas e o regime de cobrança das coimas.

Para quem: Fornecedores do Estado e de empresas públicas, compradores públicos, jurídico e comercial

⚖️ Base legal angolana

  • Código Civil
  • Lei n.º 9/16
  • Lei n.º 41/20
  • Decreto Presidencial n.º 202/17
  • Decreto Presidencial n.º 77/23

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Nível 2 Procurement e Contratação em Projetos UpstreamPSC-251 · Intermédio · 6 h 45 min · Português Planos de contratação, aprovação pelos parceiros, limites de autorização e relação com a concessionária e o regulador. IOGP / práticas da indústriaJOA (modelos da indústria) Ver detalhes

Como se contrata uma sonda, um navio de apoio ou um pacote de serviços de poço num bloco petrolífero partilhado por vários parceiros? Este curso de nível 2 mostra-lhe o processo de contratação de uma operadora upstream de ponta a ponta: do programa de trabalhos e orçamento aprovado ao plano anual de contratação, com prazos de concurso realistas e uma estratégia por pacote; as etapas do procedimento de contratação, da lista de concorrentes à recomendação de adjudicação e às alterações ao contrato; a aprovação pelos parceiros ao abrigo do acordo de operações conjuntas (JOA); a matriz de delegação de poderes e a separação de funções; e a relação com a concessionária nacional e o regulador, incluindo o conteúdo local e a recuperação de custos. Com um exercício em Excel, hotspots, um cenário com decisões e um caso prático, baseado em boas práticas internacionais do setor. O regime concreto varia de país para país e de contrato para contrato.

O que vai aprender

  • Elaborar um plano de contratação alinhado com o programa de trabalhos e o orçamento aprovados.
  • Aplicar as etapas típicas do procedimento de contratação de uma operadora, da estratégia à adjudicação e às alterações ao contrato.
  • Preparar os documentos de contratação para aprovação dos parceiros de acordo com o acordo de operações conjuntas.
  • Aplicar a matriz de delegação de poderes e a separação de funções a um processo de contratação.
  • Descrever, em termos gerais, as interações com a concessionária nacional e o regulador num processo de contratação.

Para quem: Compras e contratos de operadoras e parceiros

🏷 Normas e referências: IOGP / práticas da indústria · JOA (modelos da indústria)

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Nível 2 Contratos de Serviços Petrolíferos: Modelos e CláusulasPSC-252 · Intermédio · 6 h 45 min · Português Preço global, reembolsável e taxa diária; indemnizações recíprocas (knock-for-knock), seguros, responsabilidade e garantias. IOGP / práticas da indústriamodelos de contrato da indústria (LOGIC, IADC) Ver detalhes

Quem paga quando uma grua deixa cair um contentor no convés de uma plataforma? E quando a sonda para à espera de materiais da operadora? Este curso de nível 2 explica os modelos e as cláusulas que fazem um contrato de serviços petrolíferos: preço global, preço unitário, reembolsável e taxa diária, com as taxas de operação, de espera, de reparação e de mudança de local; as indemnizações recíprocas (knock-for-knock), com os grupos da empresa e do empreiteiro, os terceiros, a poluição, o controlo de poço e os danos consequenciais; os seguros, a renúncia de sub-rogação, os limites de responsabilidade e os danos liquidados; as garantias, os KPIs, a força maior, a suspensão e a rescisão; e uma leitura do contrato com olhos de comprador, com uma checklist de revisão. Inclui atividades de arrastar e largar, hotspots, um caso prático e um cenário com decisões. Os modelos da indústria, como os da LOGIC e da IADC, são usados apenas como referência; o efeito de cada cláusula depende da redação e da lei aplicável.

O que vai aprender

  • Distinguir os contratos de preço global, reembolsáveis e de taxa diária e escolher o modelo adequado a cada situação.
  • Explicar o funcionamento das indemnizações recíprocas (knock-for-knock) e as suas exceções mais comuns.
  • Relacionar as cláusulas de seguro com as indemnizações e os limites de responsabilidade do contrato.
  • Interpretar as cláusulas de garantia, desempenho, força maior, suspensão e rescisão de um contrato de serviços petrolíferos.
  • Analisar um contrato de serviços e identificar riscos e lacunas antes da assinatura.

Para quem: Gestores de contratos, compras, jurídico

🏷 Normas e referências: IOGP / práticas da indústria · modelos de contrato da indústria (LOGIC, IADC)

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Nível 2 Logística Offshore e Bases de ApoioPSC-253 · Intermédio · 5 h · Português Bases de apoio, navios de abastecimento (PSV), manifestos de carga, mercadorias perigosas e planeamento de transporte. Código IMDG (IMO)DNV 2.7-1 / EN 12079 (contentores offshore)Código ISPSIOGP / práticas da indústria Ver detalhes

Uma sonda offshore consome todos os dias tubulares, fluidos, cimento, água, combustível, alimentos e peças, e devolve resíduos, contentores vazios e equipamento. Tudo passa por uma base de apoio em terra e por navios de abastecimento. Este curso de nível 2 mostra-lhe como funciona esta cadeia: a organização da base de apoio, com cais, armazéns, parque de tubulares, granéis e segurança portuária (Código ISPS); os navios de apoio (PSV, AHTS, embarcações de pessoal), a sua capacidade, o afretamento e a partilha de navios; as unidades de carga offshore certificadas, a amarração, os pesos e os manifestos de carga e de retorno; o transporte de mercadorias perigosas segundo o Código IMDG; e o planeamento do transporte marítimo e aéreo, com prioridades, prazos-limite e indicadores de desempenho. Inclui hotspots, arrastar e largar, uma simulação de software, um cenário com decisões e um caso prático. Não substitui a formação obrigatória em mercadorias perigosas nem os procedimentos da sua instalação.

O que vai aprender

  • Descrever as funções e a organização de uma base logística de apoio offshore.
  • Planear o uso de navios de apoio de acordo com as necessidades das instalações offshore.
  • Preparar a carga e o manifesto de uma viagem de abastecimento, incluindo a carga de retorno.
  • Aplicar os princípios do Código IMDG à expedição de mercadorias perigosas para instalações offshore.
  • Otimizar o plano de transporte marítimo e aéreo e medir o desempenho logístico.

Para quem: Logística, compras, operações

🏷 Normas e referências: Código IMDG (IMO) · DNV 2.7-1 / EN 12079 (contentores offshore) · Código ISPS · IOGP / práticas da indústria

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Nível 2 Materiais e Peças de Reserva em Operações PetrolíferasPSC-254 · Intermédio · 5 h · Português Materiais MRO, peças críticas, tubulares (OCTG), preservação, rastreabilidade e certificação de materiais. EN 10204 (certificados 3.1/3.2)API 5CT / API 5DP (OCTG)IOGP / práticas da indústria Ver detalhes

Uma bomba parada à espera de um vedante pode custar dias de produção; um armazém cheio de peças que ninguém usa imobiliza capital durante anos. Este curso ensina-o a gerir materiais e peças de reserva em operações de petróleo e gás com critério técnico. Vai classificar materiais de operação e manutenção (MRO) segundo a criticidade, distinguir peças de seguro e peças de capital e ligá-las ao plano de manutenção. Vai conhecer os tubulares de poço (OCTG) e a informação necessária para os comprar segundo as especificações API 5CT e API 5DP, verificar certificados de materiais segundo a EN 10204 e garantir a rastreabilidade pelo número de corrida. Por fim, vai aplicar rotinas de preservação a equipamentos armazenados e definir níveis de stock para materiais de longo prazo de entrega em operações remotas e offshore. Com casos práticos, uma checklist de preservação e um exercício em Excel.

O que vai aprender

  • Classificar materiais e peças de reserva segundo a criticidade para a operação.
  • Identificar os tipos de tubulares de poço e a informação necessária para os comprar.
  • Verificar a certificação e a rastreabilidade de materiais segundo a EN 10204.
  • Aplicar rotinas de preservação a equipamentos e materiais armazenados.
  • Definir níveis de stock e parâmetros para materiais de longo prazo de entrega em operações remotas.

Para quem: Planeadores de materiais, armazém, manutenção

🏷 Normas e referências: EN 10204 (certificados 3.1/3.2) · API 5CT / API 5DP (OCTG) · IOGP / práticas da indústria

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Nível 2 Planos de Conteúdo Local em Concursos e ContratosPSC-255 · Intermédio · 5 h · Português Como pedir, avaliar e acompanhar compromissos de conteúdo local: emprego, formação, compras locais e reporte. Boas práticas internacionais de conteúdo localIOGP / práticas da indústria Ver detalhes

Os compromissos de conteúdo local só criam emprego, competências e negócio para as empresas do país anfitrião se forem bem pedidos, bem avaliados e bem acompanhados. Este curso mostra-lhe como fazê-lo em concursos e contratos do setor do petróleo e gás. Vai aprender a incluir no dossiê de concurso requisitos de emprego, formação, compras locais e transferência de tecnologia claros, mensuráveis e proporcionais ao serviço; a avaliar e pontuar os planos de conteúdo local dos concorrentes, distinguindo compromissos credíveis de promessas vagas e de empresas de fachada; a transformar o plano vencedor num anexo contratual com metas, evidências, incentivos e penalidades; a planear ações de desenvolvimento de fornecedores locais; e a acompanhar, verificar e reportar o desempenho ao longo do contrato. Com uma perspetiva internacional, sem depender da lei de um país em particular, e com modelos, exercícios práticos com ficheiros para descarregar e cenários de decisão. Recomenda-se ter concluído o PSC-152.

O que vai aprender

  • Incluir requisitos de conteúdo local claros e mensuráveis no dossiê de concurso.
  • Avaliar e pontuar os planos de conteúdo local dos concorrentes.
  • Transformar o plano de conteúdo local em obrigações contratuais acompanháveis.
  • Planear ações de desenvolvimento de fornecedores locais.
  • Acompanhar e reportar o desempenho de conteúdo local de um contrato.

Para quem: Compras, contratos, fornecedores

🏷 Normas e referências: Boas práticas internacionais de conteúdo local · IOGP / práticas da indústria

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Nível 2 Expediting, Inspeção e Controlo de Qualidade de EquipamentosPSC-256 · Intermédio · 5 h · Português Acompanhamento de encomendas críticas, inspeção em fábrica, testes de aceitação (FAT), documentação e entregas. EN 10204 (3.1/3.2)planos de inspeção e ensaio (ITP)IOGP / práticas da indústria Ver detalhes

Um equipamento crítico que chega atrasado, ou que chega a tempo mas com defeitos, pode atrasar um projeto inteiro ou comprometer a segurança de uma instalação. Este curso ensina-o a acompanhar encomendas críticas de equipamentos, desde a adjudicação até à expedição. Vai aprender a planear o expediting segundo o nível de risco, a ler cronogramas de fornecedores e a detetar sinais de atraso; a interpretar planos de inspeção e ensaio (ITP) e os pontos de espera, testemunho e revisão; a preparar e acompanhar ensaios de aceitação em fábrica (FAT), com listas de pendências e aceitação condicional; a gerir a inspeção de terceira parte e a tratar não conformidades e pedidos de derrogação; e a verificar o dossiê de fabrico, emitir a nota de libertação e preparar a embalagem e os documentos de expedição. Com base em boas práticas internacionais do setor do petróleo e gás, com exercícios práticos com ficheiros para descarregar, cenários de decisão e checklists.

O que vai aprender

  • Planear o expediting de uma encomenda crítica segundo o seu nível de risco.
  • Interpretar um plano de inspeção e ensaio e os seus pontos de intervenção.
  • Preparar e acompanhar um ensaio de aceitação em fábrica.
  • Gerir uma inspeção de terceira parte e tratar não conformidades.
  • Verificar a documentação final e libertar o equipamento para expedição.

Para quem: Compras, expediting, qualidade

🏷 Normas e referências: EN 10204 (3.1/3.2) · planos de inspeção e ensaio (ITP) · IOGP / práticas da indústria

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Nível 3 Gestão Estratégica de CategoriasPSC-301 · Avançado · 10 h · Português Estratégias de categoria de ponta a ponta, planos plurianuais, gestão de partes interessadas e captura de valor. ISO 20400 (compras sustentáveis)boas práticas de gestão de categorias Ver detalhes

A gestão de categorias transforma as compras de uma sequência de concursos numa estratégia de vários anos, construída com as áreas de negócio e medida em valor real. Neste curso avançado acompanha a Sofia, gestora da categoria de manutenção de frota da Nova Rota Logística, uma empresa fictícia, desde o diagnóstico da categoria até à revisão anual da estratégia. Vai organizar o modelo e a governação da gestão de categorias, diagnosticar despesa, procura, mercado e custos, avaliar opções estratégicas e alavancas de valor, construir um plano plurianual, envolver as partes interessadas, implementar a estratégia, medir o valor capturado com a área financeira e rever a estratégia num ciclo de melhoria contínua. Com exercícios em Excel, cenários de decisão, atividades de arrastar e largar, um caso integrado, verificações em cada módulo e modelos para descarregar. Pensado para gestores de categoria e de compras.

O que vai aprender

  • Explicar o modelo de gestão de categorias e a sua governação na organização.
  • Realizar um diagnóstico completo de uma categoria (despesa, procura, mercado, custos e riscos).
  • Avaliar opções estratégicas e alavancas de valor de uma categoria.
  • Construir um plano plurianual de categoria com metas e iniciativas.
  • Envolver as partes interessadas e gerir resistências à estratégia.
  • Implementar a estratégia e medir o valor efetivamente capturado.
  • Rever o desempenho de uma estratégia de categoria e atualizá-la.

Para quem: Gestores de categoria e de compras

🏷 Normas e referências: ISO 20400 (compras sustentáveis) · boas práticas de gestão de categorias

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Nível 3 Gestão de Riscos e Resiliência da Cadeia de AbastecimentoPSC-302 · Avançado · 8 h 15 min · Português Mapear e avaliar riscos de fornecimento, fontes alternativas, continuidade de negócio e resposta a disrupções. ISO 31000ISO 22301ISO 28000 Ver detalhes

Uma fábrica pode ter os melhores processos do mundo e parar numa semana porque um fornecedor de segundo nível, que ninguém conhecia, deixou de entregar. Neste curso avançado acompanha a Inês, gestora de risco da cadeia de abastecimento da Atlântico Bebidas, uma empresa fictícia de bebidas, enquanto classifica os riscos de fornecimento, mapeia a cadeia para além do primeiro nível, avalia e prioriza riscos com probabilidade, impacto e tempo de recuperação, escolhe estratégias de mitigação proporcionais, integra a cadeia de abastecimento no plano de continuidade de negócio e coordena a resposta a uma disrupção real. Alinhado com as orientações da ISO 31000, da ISO 22301 e da ISO 28000, sem substituir a leitura das normas. Com hotspots, exercícios em Excel, atividades de arrastar e largar, cenários de crise, verificações em cada módulo e modelos para descarregar. Pensado para gestores de compras e de supply chain.

O que vai aprender

  • Classificar os riscos de fornecimento e o seu impacto no negócio.
  • Mapear fornecedores críticos para além do 1.º nível.
  • Avaliar riscos de fornecimento com probabilidade, impacto e tempo de recuperação.
  • Selecionar estratégias de mitigação proporcionais ao risco.
  • Integrar a cadeia de abastecimento no plano de continuidade de negócio.
  • Coordenar a resposta a uma disrupção de fornecimento.

Para quem: Gestores de compras e supply chain

🏷 Normas e referências: ISO 31000 · ISO 22301 · ISO 28000

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Nível 3 Negociação Avançada e Gestão de Contratos ComplexosPSC-303 · Avançado · 10 h · Português Negociações multi-parte, contratos de longo prazo, alterações, reclamações e resolução de litígios. Boas práticas internacionais de negociação e gestão de contratosmediação e arbitragem internacionais Ver detalhes

Os contratos que mais valor criam, e mais problemas causam, são os longos, complexos e com várias partes. Neste curso avançado acompanha a Marta, diretora de contratos da Rede Hospitalar Horizonte, uma organização fictícia, na negociação e gestão de um contrato de sete anos de manutenção e serviços integrados com um consórcio. Vai preparar negociações com várias partes e vários temas, aplicar a negociação baseada em interesses para criar e repartir valor, estruturar contratos de longo prazo com mecanismos de ajuste e de governação, gerir alterações significativas, avaliar reclamações, escolher o mecanismo de resolução de litígios mais adequado e gerir uma relação em crise, incluindo a saída do contrato. Sem substituir o aconselhamento jurídico, que varia de país para país. Com cenários de decisão, casos práticos, exercícios em Excel com respostas-modelo, verificações em cada módulo e modelos para descarregar.

O que vai aprender

  • Preparar negociações com várias partes e vários temas.
  • Aplicar a negociação baseada em interesses para criar e repartir valor.
  • Estruturar contratos de longo prazo com mecanismos de ajuste e de governação.
  • Gerir alterações significativas mantendo o equilíbrio do contrato.
  • Avaliar uma reclamação de um fornecedor e preparar a resposta.
  • Escolher o mecanismo de resolução de litígios mais adequado a cada situação.
  • Gerir uma relação contratual em crise, incluindo a rescisão.

Para quem: Gestores de contratos e de compras

🏷 Normas e referências: Boas práticas internacionais de negociação e gestão de contratos · mediação e arbitragem internacionais

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Nível 3 Transformação Digital do ProcurementPSC-304 · Avançado · 8 h 15 min · Português E-procurement, source-to-pay, analytics de despesa, automação e uso responsável de IA nas compras. Princípios de IA da OCDEISO/IEC 42001boas práticas de e-procurement Ver detalhes

A digitalização das compras promete processos mais rápidos, dados fiáveis e equipas livres para o trabalho estratégico, mas muitos projetos acabam em sistemas caros que ninguém usa. Neste curso avançado acompanha a Joana, gestora do programa de transformação digital das compras da Horizonte Serviços, uma empresa fictícia de serviços com operações em vários países. Vai descrever a arquitetura de soluções do source-to-pay, usar ferramentas de e-sourcing e de e-procurement, construir uma análise de despesa fiável a partir de dados de várias fontes, identificar processos a automatizar com controlo interno, avaliar casos de uso de inteligência artificial e os seus riscos, e elaborar um roteiro de transformação com caso de negócio, seleção de solução e gestão da mudança. Alinhado com referências como os Princípios de IA da OCDE e a ISO/IEC 42001, a título de noção. Com simulações passo a passo, exercícios em Excel com respostas-modelo, cenários de decisão, verificações em cada módulo e modelos para descarregar.

O que vai aprender

  • Descrever a arquitetura de soluções digitais do source-to-pay.
  • Utilizar ferramentas de e-sourcing e de e-procurement em processos de compra.
  • Construir uma análise de despesa fiável a partir de dados de várias fontes.
  • Identificar processos de compras que podem ser automatizados, mantendo o controlo interno.
  • Avaliar casos de uso de IA nas compras e os respetivos riscos.
  • Elaborar um roteiro de transformação digital da função compras.

Para quem: Gestores de compras, sistemas

🏷 Normas e referências: Princípios de IA da OCDE · ISO/IEC 42001 · boas práticas de e-procurement

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Nível 3 Liderança da Função Compras: Organização, KPIs e GovernaçãoPSC-305 · Avançado · 8 h 15 min · Português Modelo organizativo, políticas e níveis de autorização, KPIs, controlo interno e valor para o negócio. Modelo das três linhas (IIA)COSOISO 20400 (compras sustentáveis) Ver detalhes

Liderar a função compras é muito mais do que gerir uma equipa de compradores: é definir o mandato da função, escolher o modelo organizativo, escrever as regras do jogo, medir o desempenho, garantir controlo e integridade e mostrar à administração o valor que as compras criam. Neste curso avançado acompanha a Nzinga, recém-nomeada diretora de compras do Grupo Meridional, um grupo industrial fictício com fábricas, armazéns e serviços. Vai analisar o posicionamento da função, comparar modelos centralizados, descentralizados e híbridos, rever a política de compras e a matriz de delegação de poderes, construir um painel de indicadores, avaliar os controlos internos do ciclo de compras com o modelo das três linhas e a lógica do COSO, e desenvolver a equipa e o plano estratégico da função. Com casos práticos, cenários de decisão, hotspots, atividades de arrastar e largar, verificações em cada módulo e modelos para descarregar. Pensado para diretores e chefes de compras.

O que vai aprender

  • Analisar o posicionamento e o mandato da função compras.
  • Escolher o modelo organizativo de compras adequado à organização.
  • Rever a política de compras e a matriz de delegação de poderes.
  • Construir um painel de indicadores para a função compras.
  • Avaliar os controlos internos do ciclo de compras.
  • Desenvolver a equipa e demonstrar o valor das compras para o negócio.

Para quem: Diretores e chefes de compras

🏷 Normas e referências: Modelo das três linhas (IIA) · COSO · ISO 20400 (compras sustentáveis)

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Nível 3 Gestão de Riscos na Contratação de Obras e Serviços de ConstruçãoPSC-306 · Avançado · 8 h 15 min · Português Identificar e repartir riscos em contratos de construção, modelos contratuais de referência, garantias, alterações e reclamações. FIDIC 2017 (Livros Vermelho, Amarelo e Prata)NEC4 Ver detalhes

Num contrato de construção, cada risco que não foi pensado antes da assinatura acaba por aparecer em obra, sob a forma de alterações, atrasos, reclamações ou disputas. Neste curso avançado acompanha a construção de um centro logístico da Nova Rota Logística, um dono de obra fictício, desde a identificação dos riscos até à resolução das reclamações do empreiteiro. Vai identificar os principais riscos de uma obra, comparar os modelos contratuais de referência internacionais (construção tradicional, conceção-construção, chave na mão; famílias de contratos FIDIC e NEC, em termos gerais), redigir e rever a repartição de riscos, escolher garantias, gerir alterações e atrasos, e tratar reclamações dentro dos procedimentos contratuais. Com casos práticos, cenários de decisão, hotspots, atividades de arrastar e largar, exercícios em Excel e modelos para descarregar. Pensado para donos de obra, gestores de contratos e engenheiros.

O que vai aprender

  • Identificar os principais riscos de um contrato de obras e serviços de construção.
  • Comparar os modelos contratuais de referência internacionais e a repartição de risco em cada um.
  • Redigir ou rever cláusulas de repartição de risco.
  • Selecionar as garantias adequadas a um contrato de construção.
  • Gerir alterações e atrasos num contrato de construção.
  • Tratar reclamações de empreiteiros dentro dos procedimentos contratuais.

Para quem: Donos de obra, gestores de contratos, engenheiros

🏷 Normas e referências: FIDIC 2017 (Livros Vermelho, Amarelo e Prata) · NEC4

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Nível 3 Contratação Pública EstratégicaPSC-307 · Avançado · 10 h · Português Planeamento estratégico das compras públicas, valor pelo dinheiro, compras sustentáveis e inovação, desempenho e controlo. Lei-Modelo UNCITRAL de Contratação Pública (2011)Acordo GPA da OMCRecomendação da OCDE sobre Contratação PúblicaMAPSQuadro de Procurement do Banco MundialISO 20400 (compras sustentáveis) Ver detalhes

A contratação pública movimenta uma parte muito importante da despesa dos Estados e pode ser usada para muito mais do que cumprir regras: para obter valor pelo dinheiro, apoiar a sustentabilidade, abrir mercados às pequenas e médias empresas, estimular a inovação e reforçar a confiança dos cidadãos. Neste curso avançado acompanha a Agência de Compras Públicas de um país fictício a transformar a contratação pública num instrumento estratégico. Vai planear compras a partir da despesa e das necessidades, aplicar o valor pelo dinheiro, integrar critérios ambientais e sociais, escolher instrumentos de contratação de inovação, construir indicadores de desempenho e reforçar o controlo e a integridade. As referências são internacionais e descritas em termos gerais: a Recomendação da OCDE sobre Contratação Pública, a Lei-Modelo da CNUDCI (UNCITRAL), o Acordo sobre Contratação Pública da OMC, a metodologia MAPS e as práticas do Banco Mundial. Pensado para responsáveis de compras públicas.

O que vai aprender

  • Explicar a contratação pública como instrumento estratégico de políticas públicas.
  • Elaborar um plano estratégico de compras públicas a partir da despesa e das necessidades.
  • Aplicar o conceito de valor pelo dinheiro em decisões de contratação pública.
  • Integrar critérios ambientais e sociais em procedimentos públicos.
  • Selecionar instrumentos de contratação de inovação.
  • Construir indicadores de desempenho de um sistema ou entidade de contratação pública.
  • Reforçar o controlo e a integridade ao longo do ciclo de contratação pública.

Para quem: Responsáveis de compras públicas

🏷 Normas e referências: Lei-Modelo UNCITRAL de Contratação Pública (2011) · Acordo GPA da OMC · Recomendação da OCDE sobre Contratação Pública · MAPS · Quadro de Procurement do Banco Mundial · ISO 20400 (compras sustentáveis)

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Nível 3 Reforma e Capacitação dos Sistemas de Compras PúblicasPSC-308 · Avançado · 8 h 15 min · Português Avaliar um sistema de compras públicas, planear reformas, reforçar capacidades institucionais e medir resultados. Lei-Modelo UNCITRAL de Contratação Pública (2011)Acordo GPA da OMCRecomendação da OCDE sobre Contratação PúblicaMAPSQuadro de Procurement do Banco Mundial Ver detalhes

Reformar um sistema de compras públicas é muito mais do que aprovar uma nova lei: é avaliar com rigor o sistema existente, escolher prioridades, sequenciar as mudanças, reforçar as instituições, profissionalizar os compradores e medir se os resultados chegam. Neste curso avançado acompanha a Autoridade Reguladora da Contratação Pública de um país fictício ao longo de um processo de reforma. Vai descrever os componentes de um sistema nacional, aplicar a lógica da metodologia MAPS de avaliação de sistemas de compras públicas, planear a reforma com prioridades, sequência e riscos, desenhar um programa de reforço institucional, incluindo a contratação pública eletrónica e os órgãos de recurso, planear a profissionalização dos compradores públicos e construir um quadro de resultados. As referências internacionais (OCDE, MAPS, CNUDCI, OMC, Banco Mundial) são usadas em termos gerais. Pensado para decisores e reguladores de compras públicas.

O que vai aprender

  • Descrever os componentes de um sistema nacional de compras públicas.
  • Aplicar a lógica da metodologia MAPS à avaliação de um sistema de compras públicas.
  • Elaborar um plano de reforma com prioridades, sequência e riscos.
  • Desenhar um programa de reforço de capacidades institucionais.
  • Planear a profissionalização dos compradores públicos.
  • Medir os resultados de uma reforma e garantir a sua continuidade.

Para quem: Decisores e reguladores de compras públicas

🏷 Normas e referências: Lei-Modelo UNCITRAL de Contratação Pública (2011) · Acordo GPA da OMC · Recomendação da OCDE sobre Contratação Pública · MAPS · Quadro de Procurement do Banco Mundial

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Nível 3 Incoterms® 2020 Avançado: Litígios, Créditos Documentários, Seguro e Carga de ProjetoPSC-309 · Avançado · 8 h 15 min · Português Estudo aprofundado com casos reais: transferência do risco e da propriedade, cartas de crédito (UCP 600), seguro de carga, carga de projeto e Oil & Gas, litígios e redação de cláusulas. Incoterms® 2020 (ICC)UCP 600 (ICC)Institute Cargo ClausesCISG — noção Ver detalhes

Curso avançado de nível 3 para quem gere compras, logística, trade finance, jurídico comercial ou projetos e precisa de dominar as regras Incoterms® 2020 quando há muito em jogo. Estudo aprofundado, com casos reais decididos por tribunais do Reino Unido e dos Estados Unidos e acontecimentos marítimos documentados: a relação entre risco, propriedade e pagamento; os créditos documentários sujeitos às UCP 600 e a coerência dos documentos com a regra; o seguro de carga com as Institute Cargo Clauses e a avaria grossa; as perturbações logísticas, a sobrestadia e o congestionamento; a carga de projeto, a carga pesada e o Oil & Gas, incluindo bases logísticas e pontos de entrega offshore; a construção de reclamações, prazos e prova; e a redação de cláusulas de entrega completas, com um caso integrador. Inclui exercícios em Excel com resposta modelo e modelos de cláusulas ilustrativos. Pré-requisito: PSC-213 (Incoterms® 2020 na Prática) ou experiência equivalente. O curso explica as regras da ICC por palavras próprias e não substitui a publicação oficial nem o aconselhamento jurídico.

O que vai aprender

  • Distinguir e alinhar no contrato a passagem do risco, a transferência da propriedade e o momento do pagamento.
  • Alinhar a regra Incoterms®, os documentos e o crédito documentário para evitar discrepâncias.
  • Avaliar a cobertura de seguro adequada à regra escolhida e gerir sinistros e avaria grossa.
  • Repartir no contrato os custos e riscos de atrasos, congestionamento, desvios e sobrestadia que as regras não resolvem.
  • Escolher e redigir a regra e o local de entrega para carga de projeto, carga pesada e fornecimentos Oil & Gas.
  • Construir e defender uma reclamação relacionada com a entrega, o risco ou os documentos, respeitando prazos e prova.
  • Redigir cláusulas de entrega completas e aplicá-las num caso integrador de ponta a ponta.

Para quem: Gestores de compras e logística, trade finance, jurídico comercial, projetos (incl. Oil & Gas)

🏷 Normas e referências: Incoterms® 2020 (ICC) · UCP 600 (ICC) · Institute Cargo Clauses · CISG — noção

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Nível 3 Estratégia de Contratação em Grandes Projetos de Capital (EPC/EPCI)PSC-351 · Avançado · 10 h · Português Estratégia de contratação desde o FEED: EPC, EPCI, alianças, pacotes de trabalho, interfaces e gestão de risco. IOGP / práticas da indústriaIOGP JIP33 (especificações normalizadas) Ver detalhes

Num grande projeto de capital do setor do petróleo e gás, a forma como o trabalho é dividido e contratado decide, muitas vezes antes do primeiro corte de aço, se o projeto cumpre o orçamento e o prazo. Neste curso avançado acompanha o Projeto Coral, um desenvolvimento offshore fictício, desde o FEED até à mobilização do empreiteiro. Vai relacionar as fases do projeto com as decisões de contratação, preparar o mercado durante o FEED, comparar os modelos EPC, EPCI, EPCm, contratos por disciplina e alianças, dividir o âmbito em pacotes de trabalho, controlar interfaces, repartir riscos entre a operadora e os empreiteiros e planear o concurso e a transição para a execução. Com cenários de decisão, casos práticos, hotspots, atividades de arrastar e largar, verificações em cada módulo e modelos para descarregar. Pensado para gestores de projeto, de contratos e de compras do setor.

O que vai aprender

  • Relacionar as fases de um projeto de capital com as decisões de contratação.
  • Preparar a contratação durante o FEED e envolver o mercado fornecedor.
  • Comparar os principais modelos de contratação de grandes projetos (EPC, EPCI, EPCm, contratos por disciplina e alianças).
  • Definir a estratégia de contratação e a divisão do âmbito em pacotes de trabalho.
  • Identificar e controlar as interfaces entre pacotes e empreiteiros.
  • Repartir os riscos do projeto entre a operadora e os empreiteiros.
  • Planear o concurso e a transição para a execução de um contrato EPC/EPCI.

Para quem: Gestores de projeto, contratos e compras do setor

🏷 Normas e referências: IOGP / práticas da indústria · IOGP JIP33 (especificações normalizadas)

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Nível 3 Contratos Petrolíferos: Alterações, Reclamações e DisputasPSC-352 · Avançado · 10 h · Português Ordens de alteração, reclamações de empreiteiros, prova e documentação, negociação e resolução de disputas. IOGP / práticas da indústriaSCL Delay and Disruption Protocolarbitragem internacional Ver detalhes

Num contrato de serviços petrolíferos, uma sonda parada à espera de materiais ou um navio de instalação retido por mau tempo pode custar, em poucos dias, mais do que muitos contratos inteiros. Neste curso avançado acompanha o Projeto Âmbar, uma campanha fictícia de perfuração e ligação submarina, e aprende a gerir alterações, reclamações e disputas de forma profissional. Vai distinguir alterações formais, construtivas e de âmbito, processar ordens de alteração do pedido à aprovação, analisar reclamações de empreiteiros, organizar a prova com relatórios diários, registos de navios e análise de atrasos (com o SCL Delay and Disruption Protocol como referência), negociar com base em direitos e interesses, escolher a via de resolução prevista no contrato e aplicar práticas que previnem disputas. Com casos práticos, cenários de decisão, exercícios em Excel e modelos para descarregar. Pensado para gestores de contratos, juristas e gestores de projeto do setor.

O que vai aprender

  • Distinguir alterações formais, construtivas e de âmbito em contratos petrolíferos.
  • Processar uma ordem de alteração do pedido à aprovação.
  • Analisar uma reclamação de um empreiteiro de serviços petrolíferos.
  • Organizar a documentação de prova para defender ou negociar uma reclamação.
  • Negociar a resolução de uma reclamação com base em direitos e interesses.
  • Escolher a via de resolução de disputas prevista no contrato.
  • Aplicar práticas que reduzem alterações, reclamações e disputas.

Para quem: Gestores de contratos, jurídico, projeto

🏷 Normas e referências: IOGP / práticas da indústria · SCL Delay and Disruption Protocol · arbitragem internacional

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Nível 3 Cadeia de Abastecimento Upstream: Planeamento Integrado e Redução de CustosPSC-353 · Avançado · 8 h 15 min · Português Planeamento integrado de atividades, partilha de recursos entre operadoras, otimização logística e redução de custos. IOGP / práticas da indústriaIOGP JIP33 Ver detalhes

Numa operação offshore, uma sonda parada à espera de uma peça, um navio que navega meio vazio ou um helicóptero com lugares livres custam dinheiro todos os dias. Neste curso avançado acompanha a Oceânica Petróleo, uma operadora fictícia com vários campos offshore e uma base de apoio, e aprende a reduzir o custo da cadeia de abastecimento upstream sem comprometer a segurança. Vai identificar os fatores de custo (sondas, navios, helicópteros, serviços de poço, tempo não produtivo), compreender o planeamento integrado de atividades e os seus níveis, ligar o plano de atividades ao planeamento de materiais, avaliar a partilha de recursos entre operadoras, otimizar o transporte marítimo e aéreo e desenhar um programa de redução de custos sustentável. Com casos práticos, cenários de decisão, exercícios em Excel e modelos para descarregar. Pensado para gestores de supply chain e de operações.

O que vai aprender

  • Identificar os principais fatores de custo da cadeia de abastecimento upstream.
  • Explicar os níveis e o processo do planeamento integrado de atividades.
  • Ligar o plano integrado ao planeamento de materiais e serviços.
  • Avaliar oportunidades de partilha de recursos entre operadoras.
  • Otimizar o transporte marítimo e aéreo e a utilização da base.
  • Desenhar um programa de redução de custos sustentável.

Para quem: Gestores de supply chain e operações

🏷 Normas e referências: IOGP / práticas da indústria · IOGP JIP33

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Qualidade & Melhoria Contínua

Nível 1 Introdução à Gestão da QualidadeQUA-101 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Conceitos de qualidade, foco no cliente e abordagem por processos. ISO 9000:2026ISO 9001:2026ISO 10002ISO 10004 Ver detalhes

O que é, afinal, a qualidade? E porque é que um cliente volta, ou não volta, a comprar? Este curso introdutório dá-lhe os conceitos essenciais da gestão da qualidade, explicados com casos de uma fábrica, de um armazém e de uma obra em contexto africano. Vai perceber o que são requisitos, conformidade e não conformidade, e a diferença entre inspecionar, controlar, garantir e gerir a qualidade. Vai aprender a identificar os seus clientes, externos e internos, a ouvir a voz do cliente e a tratar uma reclamação como uma oportunidade. Vai descrever um processo, com as suas entradas, atividades e saídas, e aplicar o ciclo PDCA a um problema real. Termina com os sete princípios da gestão da qualidade e com uma visão clara do que é um sistema de gestão da qualidade alinhado com a ISO 9001, incluindo a nova edição de 2026. Para todos os colaboradores, técnicos e chefias, sem conhecimentos prévios.

O que vai aprender

  • Explicar o conceito de qualidade e distinguir requisitos, conformidade e não conformidade.
  • Distinguir inspeção, controlo, garantia e gestão da qualidade.
  • Identificar os clientes externos e internos e as partes interessadas do seu trabalho, e de explicar como se conhecem e satisfazem os seus requisitos.
  • Descrever um processo pelas suas entradas, atividades, saídas, recursos e indicadores.
  • Aplicar o ciclo PDCA e a mentalidade de risco a uma situação simples de trabalho.
  • Enumerar os sete princípios da gestão da qualidade e de explicar o que é um sistema de gestão da qualidade alinhado com a ISO 9001.

Para quem: Todos os colaboradores, técnicos e chefias de operações

🏷 Normas e referências: ISO 9000:2026 · ISO 9001:2026 · ISO 10002 · ISO 10004

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Nível 1 Lean: Conceitos Essenciais e Eliminação de DesperdíciosQUA-102 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Os princípios Lean, os oito desperdícios e como identificá-los no próprio posto de trabalho. Lean (Sistema de Produção Toyota) Ver detalhes

Válvulas à espera numa palete, ferramentas que não se encontram, papéis refeitos, camiões parados no cais: em todos os locais de trabalho há tempo e esforço que se perdem sem que ninguém dê por isso. Neste curso vai conhecer a origem do Lean no Sistema de Produção Toyota, os seus cinco princípios e a diferença entre o que acrescenta valor para o cliente e o que é desperdício. Vai aprender a reconhecer os oito desperdícios com exemplos da oficina, do armazém e do escritório, e a observar o seu próprio posto, registar factos, perguntar porquê e propor melhorias simples, sem nunca pôr em causa a segurança nem a qualidade. Inclui atividades interativas, cenários e três materiais para usar no terreno: o cartão dos oito desperdícios, a folha de observação e a ficha de sugestão de melhoria.

O que vai aprender

  • Explicar a origem do Lean e os seus cinco princípios.
  • Distinguir as atividades que acrescentam valor, as necessárias e o desperdício.
  • Reconhecer os oito desperdícios e dar exemplos na produção, na logística e no escritório.
  • Observar o próprio posto de trabalho e registar desperdícios com factos.
  • Propor melhorias simples e seguras, sabendo o que exige autorização da chefia.

Para quem: Operadores, chefias de primeira linha e equipas de melhoria

🏷 Normas e referências: Lean (Sistema de Produção Toyota)

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Nível 1 Six Sigma: Conceitos EssenciaisQUA-103 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Variação, voz do cliente, ciclo DMAIC e papéis numa equipa Six Sigma, a nível de sensibilização e sem certificação. ISO 13053-1DMAIC (Six Sigma) Ver detalhes

Dois sacos da mesma linha nunca pesam exatamente o mesmo, e é essa variação que, muitas vezes, está por trás das reclamações. Neste curso de sensibilização vai perceber o que é o Six Sigma, porque o cliente sente a variação e não a média, como distinguir causas comuns de causas especiais e como transformar a voz do cliente em requisitos mensuráveis. Vai seguir, fase a fase, um projeto numa linha de ensacagem de cimento ao longo do ciclo DMAIC (definir, medir, analisar, melhorar e controlar), alinhado com a ISO 13053-1, e conhecer os papéis numa equipa Six Sigma, do patrocinador ao Yellow Belt. Inclui atividades interativas, cenários e três materiais de apoio. Não confere nenhuma «belt» nem certificação.

O que vai aprender

  • Explicar o que é o Six Sigma e porque a variação afeta o cliente.
  • Distinguir causas comuns e causas especiais de variação e a resposta adequada a cada uma.
  • Traduzir a voz do cliente em requisitos críticos para a qualidade mensuráveis.
  • Descrever as cinco fases do ciclo DMAIC e as ferramentas simples de cada uma.
  • Identificar os papéis numa equipa Six Sigma e contribuir como membro de um projeto.

Para quem: Técnicos, chefias e quem participa em projetos de melhoria

🏷 Normas e referências: ISO 13053-1 · DMAIC (Six Sigma)

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Nível 1 A Qualidade no Posto de Trabalho: Procedimentos, Registos e Não ConformidadesQUA-104 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Seguir procedimentos, preencher registos corretamente e detetar e reportar não conformidades. ISO 9001 Ver detalhes

A qualidade de um produto decide-se em cada posto de trabalho, todos os dias. Este curso mostra a operadores, técnicos e pessoal de armazém e produção o que a qualidade lhes pede, em linguagem simples e com exemplos de uma fábrica e de um armazém. Aprenda a ler e a seguir procedimentos e instruções de trabalho, a confirmar que usa a versão em vigor e a agir quando um procedimento não pode ser cumprido, sem improvisar. Descubra como preencher registos completos, legíveis e verdadeiros, como corrigir um erro sem apagar o valor original e porque é que um registo feito «depois» perde valor, com base nos princípios ALCOA+ de integridade de dados. Por fim, aprenda a reconhecer uma não conformidade, a identificar e separar o produto suspeito e a reportá-la de forma clara, para que possa ser tratada a tempo. Um curso prático, alinhado com a ISO 9001, com cenários em contexto africano e materiais de apoio para usar no posto.

O que vai aprender

  • Explicar o que é a qualidade do ponto de vista de quem executa o trabalho e de identificar de onde vêm os requisitos.
  • Distinguir os principais documentos do sistema da qualidade e de seguir uma instrução de trabalho na versão em vigor.
  • Agir corretamente quando um procedimento não pode ser cumprido ou parece errado.
  • Preencher registos completos, legíveis, feitos no momento e verdadeiros, e de corrigir um registo sem ocultar o valor original.
  • Reconhecer uma não conformidade e de identificar e separar o produto suspeito.
  • Reportar uma não conformidade de forma clara e de distinguir correção de ação corretiva.

Para quem: Operadores, técnicos e pessoal de armazém e produção

🏷 Normas e referências: ISO 9001

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Nível 1 Sistemas de Gestão Integrados: Introdução (ISO 9001, 14001 e 45001)QUA-105 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português 5,0(7 avaliações) A estrutura comum das normas ISO, vantagens da integração e como qualidade, ambiente e segurança se articulam. ISO 9001:2026ISO 14001:2026ISO 45001:2018 (em revisão)Estrutura Harmonizada (Anexo SL)ISO 19011 Ver detalhes

A sua organização tem um sistema da qualidade, outro de ambiente e outro de segurança, cada um com o seu manual, as suas auditorias e as suas reuniões? Este curso introdutório mostra porque é que a ISO 9001, a ISO 14001 e a ISO 45001 podem funcionar como um único sistema de gestão integrado. Vai perceber o propósito de cada norma, conhecer a estrutura harmonizada de dez secções que todas partilham e distinguir o que é comum do que é específico de cada uma. Vai avaliar as vantagens e os desafios da integração e seguir as etapas propostas pelo guia prático da ISO de 2026: preparar, ligar e integrar. Termina a ver como qualidade, ambiente e segurança se articulam no dia a dia: numa tarefa, num procedimento, numa auditoria combinada e numa revisão pela gestão única. Inclui o estado das novas edições da ISO 9001 e da ISO 14001, publicadas em 2026, e da revisão da ISO 45001. Casos de uma empresa fictícia de serviços industriais em contexto africano.

O que vai aprender

  • Explicar o que é um sistema de gestão e qual é o propósito da ISO 9001, da ISO 14001 e da ISO 45001.
  • Descrever as dez secções da estrutura harmonizada das normas ISO de sistemas de gestão e relacioná-las com o ciclo PDCA.
  • Distinguir os requisitos comuns às três normas dos requisitos específicos de cada uma.
  • Identificar as vantagens, os desafios e as etapas da integração de sistemas de gestão.
  • Reconhecer como a qualidade, o ambiente e a segurança se articulam numa tarefa, numa auditoria combinada e numa revisão pela gestão.

Para quem: Técnicos QHSE, chefias e coordenadores de sistemas

🏷 Normas e referências: ISO 9001:2026 · ISO 14001:2026 · ISO 45001:2018 (em revisão) · Estrutura Harmonizada (Anexo SL) · ISO 19011

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Nível 1 5S: Organização e Arrumação do Posto de TrabalhoQUA-106 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Separar, arrumar, limpar, normalizar e manter: aplicar os 5S no próprio posto e sustentar os resultados. Metodologia 5SISO 7010 Ver detalhes

Quanto tempo perde por dia à procura de uma ferramenta, de uma peça ou de um ficheiro? Os 5S são um método simples, nascido no Japão e hoje usado em fábricas, oficinas, armazéns e escritórios de todo o mundo, para organizar o posto de trabalho e mantê-lo assim. Neste curso prático aprende a aplicar os cinco passos no seu próprio posto: separar o que é necessário do que não é, com a técnica da etiqueta vermelha; arrumar, com um lugar para cada coisa e cada coisa no seu lugar; limpar inspecionando, em segurança; normalizar, com padrões visuais que todos os turnos compreendem; e manter, com rotinas diárias e auditorias simples que impedem o regresso à desordem. Acompanhe a equipa de uma oficina, de um armazém e de um escritório técnico de uma empresa fictícia em contexto africano e leve consigo uma lista de verificação de auditoria 5S, um modelo de etiqueta vermelha e um plano de limpeza e inspeção.

O que vai aprender

  • Explicar os cinco S e os benefícios de um posto organizado para a segurança, a qualidade e o tempo de trabalho.
  • Preparar a aplicação dos 5S numa área e de separar o necessário do desnecessário com a técnica da etiqueta vermelha.
  • Arrumar o posto segundo a frequência de uso, com identificação e marcação visual.
  • Limpar o posto como forma de inspeção, respeitando as regras de segurança.
  • Definir padrões visuais simples para o posto.
  • Sustentar os 5S com rotinas diárias e auditorias periódicas.

Para quem: Operadores, pessoal de armazém, oficina e escritório

🏷 Normas e referências: Metodologia 5S · ISO 7010

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Nível 1 Lean Manufacturing EssentialsQUA-110 · Fundamentos · 1 h 30 min · Inglês Dez unidades (em inglês) sobre Lean: história, introdução, o Lean na organização, vantagem competitiva, gestão visual, tempo de ciclo, fluxogramas, análise de fluxo do processo e indicadores de desempenho. Boas práticas do Reino UnidoLean / 5SCiclo PDCA (Deming)Kaizen Ver detalhes

O essencial do Lean para equipas de produção: breve história do Lean, introdução e o Lean na organização, ganhar vantagem competitiva, escolher um sistema de gestão visual, definir o tempo de ciclo de um processo, fluxogramas, análise de fluxo do processo e as oportunidades de melhoria que revela, e indicadores de desempenho. Cada unidade combina um vídeo curto com um questionário rápido e recursos para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as dez unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Lean / 5S · Ciclo PDCA (Deming) · Kaizen

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Nível 1 Problem Solving and Continuous Improvement on the Shop FloorQUA-120 · Fundamentos · 1 h 45 min · Inglês Onze unidades (em inglês): resolução de problemas, diagrama de Ishikawa, brainstorming, evitar e tratar problemas, contenção e contramedidas, avaliar ideias, desafiar ideias feitas, planos de ação e PDCA. Boas práticas do Reino UnidoCiclo PDCA (Deming)Diagrama de IshikawaKaizen Ver detalhes

Resolução prática de problemas para equipas de produção: abordagens de resolução de problemas, diagrama de Ishikawa e brainstorming, evitar problemas nos registos da qualidade, tratar problemas nos materiais recebidos e nos procedimentos operacionais, contenção e contramedidas, avaliar ideias de melhoria, desafiar ideias feitas sem prejudicar as relações de trabalho, planos de ação para a melhoria contínua e o ciclo PDCA. Cada unidade combina um vídeo curto com um questionário rápido e recursos para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as onze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Ciclo PDCA (Deming) · Diagrama de Ishikawa · Kaizen

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Nível 1 Process Improvement and Problem Solving for TeamsQUA-130 · Fundamentos · 1 h 45 min · Inglês Catorze unidades (em inglês): ciclo de melhoria, rever processos, quatro passos para melhorar, ciclo de Deming, reduzir desperdício, tecnologia, gestão de processos, dados, boas práticas, os 5 porquês, brainstorming e grupos de aprendizagem-ação. Boas práticas do Reino UnidoCiclo PDCA (Deming)Kaizen5 Porquês Ver detalhes

Melhoria de processos para equipas e funções de escritório: o ciclo de melhoria contínua, rever os processos atuais, quatro passos para os melhorar, aplicar o ciclo de Deming, planear e implementar melhorias, reduzir o desperdício, como a tecnologia simplifica os processos, gestão de processos, gestão de dados e partilha de boas práticas, e depois resolução de problemas com os 5 porquês, sessões de brainstorming e grupos de aprendizagem-ação. As unidades combinam vídeos curtos com um questionário e recursos para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as catorze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Ciclo PDCA (Deming) · Kaizen · 5 Porquês

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Recursos Humanos

Nível 1 Introdução à Gestão de Recursos HumanosRHU-101 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Visão geral dos processos de RH: recrutamento, gestão administrativa, formação e desempenho. Convenções fundamentais da OITISO 30414 (reporte de capital humano) Ver detalhes

O que fazem, afinal, os recursos humanos? Neste curso, acompanha a Ana nas primeiras semanas como técnica de RH numa empresa com escritório, fábrica e estaleiros. Percebe como a função evoluiu do departamento de pessoal para a gestão de pessoas, qual é a sua missão e como se pode organizar, com a noção do modelo de três pilares. Segue o ciclo de vida do colaborador, da atração à saída, e os momentos que marcam a sua experiência. Conhece os principais processos de RH, com as suas entradas e saídas, e aprende a distinguir o que cabe às chefias e o que cabe aos RH, com a matriz RACI, políticas claras, ética e confidencialidade. Tem como referência as normas da OIT e lembra que a lei laboral varia de país para país. Com imagens interativas, exercícios de arrastar e largar e cenários de decisão.

O que vai aprender

  • Explicar o contributo da função de recursos humanos para as pessoas e para os resultados da organização.
  • Descrever as etapas do ciclo de vida do colaborador e o papel dos recursos humanos em cada uma.
  • Classificar os principais processos de recursos humanos e as respetivas entradas e saídas.
  • Distinguir o que cabe aos recursos humanos e o que cabe às chefias na gestão de pessoas, usando uma matriz de responsabilidades.

Para quem: Técnicos de RH, chefias, quem inicia funções em RH

🏷 Normas e referências: Convenções fundamentais da OIT · ISO 30414 (reporte de capital humano)

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Nível 1 Direito do Trabalho: Fundamentos e Normas da OITRHU-102 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Contrato, direitos e deveres, tempo de trabalho, férias e cessação à luz das convenções fundamentais da OIT. Convenções fundamentais da OIT Ver detalhes

Que direitos e deveres nascem de um contrato de trabalho? Neste curso, acompanha a equipa de uma empresa de logística e conhece os fundamentos do direito do trabalho em termos internacionais. Aprende o que distingue um contrato de trabalho de uma prestação de serviços, os tipos de contrato, o período experimental e a forma do contrato. Distingue os deveres do empregador e do trabalhador, os limites do poder disciplinar e o princípio da igualdade e da não discriminação. Aplica as regras gerais sobre horário, horas extra, férias e faltas num caso prático e fica com uma visão geral da remuneração e das formas de cessação do contrato. Tem como referência as convenções e recomendações da OIT e lembra que os detalhes dependem sempre da lei aplicável. Não substitui o aconselhamento jurídico.

O que vai aprender

  • Identificar os tipos e os elementos do contrato de trabalho e de o distinguir da prestação de serviços.
  • Distinguir os direitos e os deveres do empregador e do trabalhador, incluindo os limites do poder disciplinar e o princípio da não discriminação.
  • Aplicar as regras gerais sobre horário, horas extra, férias e faltas, com base nas normas da OIT e na lei aplicável.
  • Reconhecer as regras gerais de remuneração e as formas de cessação do contrato, bem como os direitos na cessação.

Para quem: RH, chefias, colaboradores

🏷 Normas e referências: Convenções fundamentais da OIT

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Nível 1 Processamento Salarial: Conceitos BásicosRHU-103 · Fundamentos · 3 h 30 min · Português Estrutura do recibo de vencimento, remunerações, retenção de imposto e contribuições sociais (exemplos ilustrativos). Convenções fundamentais da OITISO 30414 (reporte de capital humano) Ver detalhes

Quer perceber, e calcular, um recibo de vencimento do princípio ao fim? Neste curso, acompanha a Inês nos primeiros meses numa equipa de processamento salarial. Aprende a ler todas as linhas de um recibo, a calcular valores proporcionais, subsídios de férias e de Natal, horas extra e faltas, a aplicar uma tabela progressiva de imposto pelos dois métodos e a calcular as contribuições do trabalhador e do empregador para a segurança social. No fim, processa salários completos, do bruto ao líquido, e aprende a verificar, a reconciliar, a evitar os erros mais comuns, incluindo tentativas de fraude, e a corrigi-los com transparência. Inclui exercícios em Excel para descarregar. Todas as taxas e regras são ilustrativas e não correspondem a nenhum país: no trabalho, aplique sempre a lei do seu país.

O que vai aprender

  • Interpretar todas as linhas de um recibo de vencimento.
  • Calcular valores proporcionais, subsídios de férias e de Natal, horas extra e descontos por faltas.
  • Calcular a retenção na fonte com uma tabela progressiva de escalões.
  • Calcular as contribuições do trabalhador e da entidade empregadora para a segurança social.
  • Processar um salário completo do bruto ao líquido, verificando o resultado e identificando os erros mais comuns.

Para quem: Técnicos de RH e de processamento salarial

🏷 Normas e referências: Convenções fundamentais da OIT · ISO 30414 (reporte de capital humano)

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Nível 1 Prevenção do Assédio no Local de TrabalhoRHU-104 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Identificar, prevenir e reportar situações de assédio moral e sexual. Convenção OIT C190 (violência e assédio) Ver detalhes

Todas as pessoas têm direito a trabalhar com dignidade e respeito. Neste curso, aprende a reconhecer as formas de assédio moral e sexual, também no mundo digital, e a distinguir comportamentos aceitáveis de comportamentos inaceitáveis. Descobre o que fazer se for alvo, como intervir em segurança como testemunha, com a abordagem dos cinco D, e qual é o papel das chefias. Fica a conhecer os canais de denúncia, a confidencialidade, a proteção contra a retaliação e as etapas de uma investigação justa. Com base na Convenção 190 e na Recomendação 206 da OIT, com cenários interativos em escritórios, lojas, armazéns e centros de contacto, e uma checklist para descarregar. Respeito é trabalho de todos.

O que vai aprender

  • Reconhecer as formas de assédio moral e sexual, incluindo o assédio digital, com base na definição da Convenção 190 da OIT.
  • Distinguir comportamentos aceitáveis de comportamentos inaceitáveis no local de trabalho.
  • Agir adequadamente como alvo, testemunha ou chefia perante uma situação de assédio.
  • Usar os canais de denúncia e de explicar a confidencialidade, a proteção contra a retaliação e as etapas de uma investigação.
  • Indicar onde procurar ajuda, dentro e fora da organização.

Para quem: Técnicos e gestores de RH, chefias e colaboradores

🏷 Normas e referências: Convenção OIT C190 (violência e assédio)

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Nível 1 Recrutar Bem: Guia Essencial para ChefiasRHU-105 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Definir a necessidade, escrever o anúncio, triar candidaturas e decidir com critérios justos. Convenção OIT C111 (discriminação)ISO 30405 (recrutamento) Ver detalhes

Vai contratar alguém para a sua equipa? Neste curso, acompanha um supervisor de um centro de contacto e uma técnica de recrutamento desde o anúncio antigo até à contratação certa. Aprende a decidir se a vaga deve ser substituída, redistribuída ou transformada, a descrever a função e a definir um perfil com requisitos essenciais e desejáveis e competências observáveis. Escreve um anúncio claro e inclusivo, alinhado com a Convenção 111 da OIT, escolhe os canais e tria as candidaturas com uma grelha definida à partida. Por fim, decide com uma matriz de decisão, pede referências, evita a contratação por simpatia, comunica a decisão a todos os candidatos e protege os seus dados. Inclui uma checklist e modelos para descarregar.

O que vai aprender

  • Decidir se uma vaga deve ser preenchida e de definir o perfil com critérios objetivos.
  • Redigir um anúncio claro e inclusivo e de triar candidaturas com critérios definidos à partida.
  • Tomar uma decisão de contratação fundamentada, com uma matriz de decisão, e de a comunicar corretamente a todos os candidatos.
  • Reconhecer e evitar práticas discriminatórias e a contratação por simpatia, protegendo os dados dos candidatos.

Para quem: Chefias que participam em recrutamento

🏷 Normas e referências: Convenção OIT C111 (discriminação) · ISO 30405 (recrutamento)

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Nível 1 A Entrevista de Seleção: Técnicas para EntrevistadoresRHU-106 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Preparar e conduzir entrevistas estruturadas e comportamentais, evitar enviesamentos e registar a avaliação. Convenção OIT C111 (discriminação)ISO 30405 (recrutamento) Ver detalhes

Uma boa contratação começa numa boa entrevista. Neste curso para chefias e técnicos de recursos humanos, aprende a preparar a entrevista de seleção, com perfil, competências, guião, escala de avaliação e painel, e a conduzi-la de forma estruturada, com perguntas comportamentais, o método STAR e perguntas situacionais. Fica a conhecer os enviesamentos mais comuns do entrevistador, como o efeito de halo, a semelhança, a primeira impressão e o contraste, e as perguntas que deve evitar e como reformulá-las, com base no princípio da não discriminação da Convenção n.º 111 da OIT. Por fim, aprende a tomar notas, pontuar, chegar a consenso e decidir com uma matriz comparativa em Excel, a dar feedback aos candidatos e a proteger os registos. Inclui cenários com decisões, uma checklist e modelos para descarregar.

O que vai aprender

  • Preparar uma entrevista de seleção com perfil, competências, guião, escala de avaliação, painel e logística definidos.
  • Conduzir uma entrevista estruturada com perguntas comportamentais, usando o método STAR, e perguntas situacionais.
  • Reconhecer os enviesamentos mais comuns do entrevistador e de evitar e reformular perguntas discriminatórias.
  • Registar a avaliação por competência, conduzir a reunião de consenso e usar uma matriz comparativa para fundamentar a decisão.
  • Dar feedback aos candidatos e de conservar e proteger os registos de recrutamento.

Para quem: Chefias e técnicos de RH

🏷 Normas e referências: Convenção OIT C111 (discriminação) · ISO 30405 (recrutamento)

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Nível 1 Diversidade, Equidade e Inclusão no TrabalhoRHU-107 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Enviesamentos inconscientes, não discriminação, inclusão no dia a dia e o papel de cada pessoa. Convenções OIT C100 (igualdade de remuneração) e C111 (discriminação) Ver detalhes

A diversidade é um facto; a inclusão é uma escolha de todos. Neste curso para todos os colaboradores e chefias, aprende a distinguir diversidade, igualdade, equidade e inclusão e a reconhecer a discriminação direta e indireta, com base nas Convenções n.º 100 e n.º 111 da OIT. Descobre como funcionam os enviesamentos inconscientes e os estereótipos, como influenciam reuniões, tarefas e promoções, e o que são microagressões e porque pesam tanto. Pratica formas de intervir com respeito, como testemunha e quando o erro é seu. Por fim, aplica comportamentos inclusivos no dia a dia: dar voz a todos, linguagem inclusiva, adaptações razoáveis, o papel das chefias e como reportar discriminação. Com cenários com decisões, um exercício de reflexão e um plano pessoal para descarregar.

O que vai aprender

  • Distinguir diversidade, igualdade, equidade e inclusão e de explicar porque importam no trabalho.
  • Explicar o princípio da não discriminação e da igualdade de remuneração com base nas Convenções n.º 100 e n.º 111 da OIT.
  • Reconhecer enviesamentos inconscientes, estereótipos e microagressões em situações do dia a dia.
  • Intervir com respeito perante uma microagressão, como testemunha ou como autor.
  • Aplicar comportamentos inclusivos na equipa e de indicar como reportar uma situação de discriminação.

Para quem: Todos os colaboradores e chefias

🏷 Normas e referências: Convenções OIT C100 (igualdade de remuneração) e C111 (discriminação)

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Nível 1 Administração de Pessoal e Registos de RHRHU-108 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Processo individual, contratos, assiduidade, arquivo e proteção dos dados pessoais dos colaboradores. Código de práticas da OIT sobre a proteção dos dados pessoais dos trabalhadoresRGPD (referência internacional) Ver detalhes

Salários certos, contratos renovados a tempo e dados protegidos dependem de uma boa administração de pessoal. Neste curso para técnicos administrativos e de recursos humanos, aprende a organizar o processo individual do colaborador, sabendo o que deve e o que não deve constar, e a registar admissões, alterações contratuais, mobilidade interna, declarações e saídas de forma rastreável, com um mapa de prazos. Mantém registos fiáveis de presenças, férias, ausências e horas extraordinárias e prepara o fecho mensal para o processamento salarial, num exercício prático em Excel. Por fim, aplica regras de arquivo físico e digital, prazos de conservação, acesso restrito e proteção de dados sensíveis, com base nos princípios do RGPD como referência internacional e no Código de Práticas da OIT. Inclui cenários, checklists e modelos para descarregar.

O que vai aprender

  • Organizar o processo individual de um colaborador com os documentos necessários e sem dados indevidos.
  • Registar admissões, alterações contratuais, movimentos internos e saídas de forma correta e rastreável, controlando os prazos.
  • Emitir declarações com a informação estritamente necessária e de recusar pedidos de terceiros sem autorização.
  • Manter registos de presenças, férias, ausências e horas extraordinárias fiáveis e de preparar o fecho mensal para o processamento salarial.
  • Aplicar regras de arquivo, conservação, acesso restrito e proteção dos dados pessoais dos colaboradores, com base nos princípios do RGPD e no Código de Práticas da OIT.

Para quem: Técnicos administrativos e de RH

🏷 Normas e referências: Código de práticas da OIT sobre a proteção dos dados pessoais dos trabalhadores · RGPD (referência internacional)

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Nível 1 Saúde Mental e Bem-estar no Trabalho: Guia para ChefiasRHU-109 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Sinais de alerta, conversas de apoio, prevenção do burnout e encaminhamento para ajuda. ISO 45003 (saúde psicológica no trabalho)Diretrizes da OMS sobre saúde mental no trabalho (2022) Ver detalhes

As chefias estão perto das pessoas, organizam o trabalho e são, muitas vezes, as primeiras a notar que algo não está bem. Neste curso para chefias e recursos humanos, percebe a relação entre o trabalho e a saúde mental, conhece os riscos psicossociais e o papel das chefias, com referência às diretrizes da OMS de 2022 e à ISO 45003, e aprende a combater o estigma. Pratica a reconhecer sinais de alerta e a conduzir uma conversa de apoio: escolher o momento, perguntar e escutar sem julgar, o que dizer e o que evitar, a confidencialidade e os seus limites, e o que fazer numa situação de crise. Por fim, aplica medidas de prevenção do burnout, propõe ajustes razoáveis, encaminha para apoio especializado e acompanha o regresso ao trabalho. Com cenários com decisões, exercícios práticos e materiais para descarregar: checklist, guia da conversa, mapa de apoios, mapa de riscos e modelo de plano de regresso. Não substitui o apoio de profissionais de saúde.

O que vai aprender

  • Explicar a relação entre o trabalho e a saúde mental e de identificar os principais riscos psicossociais na equipa.
  • Descrever o papel das chefias na saúde mental, com referência às diretrizes da OMS (2022) e à ISO 45003, e de contribuir para reduzir o estigma.
  • Reconhecer sinais de alerta e de conduzir uma conversa de apoio, respeitando a confidencialidade e os seus limites.
  • Agir adequadamente perante uma situação de crise, procurando ajuda imediata.
  • Aplicar medidas de prevenção do burnout, propor ajustes razoáveis, encaminhar para apoio especializado e acompanhar o regresso ao trabalho.

Para quem: Chefias e RH

🏷 Normas e referências: ISO 45003 (saúde psicológica no trabalho) · Diretrizes da OMS sobre saúde mental no trabalho (2022)

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Nível 1 Supporting Employee Wellbeing: Menopause, Stress & Mental Health – A Manager's GuideRHU-110 · Fundamentos · 1 h 15 min · Inglês Onze unidades (em inglês) para gestores e RH: menopausa, conversas de apoio, risco legal, desempenho e assiduidade, cultura inclusiva, saúde mental no trabalho, sinais de alerta, gestão do stress e as seis fontes de pressão no trabalho. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, ver SST-116 e a Lei n.º 12/23. Boas práticas do Reino UnidoNormas de gestão do stress da HSE (Reino Unido) — referênciaEquality Act 2010 (Reino Unido) — referênciaCIPD (Reino Unido) — referência Ver detalhes

Guia em inglês para chefias e RH sobre o bem-estar dos colaboradores. A primeira parte trata a menopausa: sintomas e efeitos no trabalho, uma abordagem em quatro passos para conversas de apoio, gestão do risco e deveres legais (orientações do Reino Unido, incluindo o Equality Act), desempenho e assiduidade, e uma cultura inclusiva. A segunda parte trata a saúde mental no trabalho, os sinais de alerta a que estar atento, a abordagem do HSE à gestão do stress e as seis fontes de pressão no trabalho. As unidades combinam vídeos curtos e orientações práticas com um questionário no fim de cada unidade. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, ver SST-116 e a Lei n.º 12/23. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as onze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Normas de gestão do stress da HSE (Reino Unido) — referência · Equality Act 2010 (Reino Unido) — referência · CIPD (Reino Unido) — referência

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Nível 1 Equality, Diversity and Inclusion at WorkRHU-120 · Fundamentos · 2 h · Inglês Sete unidades (em inglês) sobre igualdade, diversidade e inclusão: uma unidade completa de EDI, estereótipos e preconceito, enviesamento inconsciente, cultura organizacional, inclusão, neurodiversidade e gestão de pessoas neurodivergentes. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, consulte os cursos Trident de Angola. Boas práticas do Reino UnidoEquality Act 2010 (Reino Unido) — referência Ver detalhes

Curso prático sobre igualdade, diversidade e inclusão para colaboradores e chefias. Uma unidade completa sobre EDI no trabalho é seguida de estereótipos e preconceito, uma unidade completa sobre enviesamento inconsciente, cultura organizacional e inclusão. Termina com o que é a neurodiversidade e uma unidade completa sobre a gestão de pessoas neurodivergentes. As unidades combinam vídeos, cenários e recursos para descarregar com um questionário no fim de cada unidade. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, consulte os cursos Trident de Angola. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as sete unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Equality Act 2010 (Reino Unido) — referência

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Nível 1 Understanding Discrimination: The Protected CharacteristicsRHU-130 · Fundamentos · 1 h 30 min · Inglês Dez unidades curtas (em inglês) sobre discriminação: o Equality Act britânico e a discriminação em razão da idade, deficiência, mudança de género, casamento, gravidez e maternidade, raça, religião, sexo e orientação sexual. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, consulte os cursos Trident de Angola. Boas práticas do Reino UnidoEquality Act 2010 (Reino Unido) — referência Ver detalhes

Dez unidades curtas sobre as características protegidas. O curso começa pelo Equality Act britânico e explica, uma a uma, como se manifesta a discriminação e como a prevenir: idade, deficiência, mudança de género, casamento ou união civil, gravidez e maternidade, raça, religião ou crença, sexo e orientação sexual. Cada unidade combina um vídeo curto com um questionário rápido e recursos para descarregar, como um plano de ação, um resumo e notas da sessão. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, consulte os cursos Trident de Angola. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as dez unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Equality Act 2010 (Reino Unido) — referência

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Nível 1 Respect and Wellbeing at Work: Bullying, Harassment and Mental HealthRHU-140 · Fundamentos · 1 h 30 min · Inglês Três unidades completas (em inglês): bullying e assédio no local de trabalho, assédio sexual no local de trabalho e sensibilização para a saúde mental. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, consulte os cursos Trident de Angola. Boas práticas do Reino UnidoEquality Act 2010 (Reino Unido) — referênciaProtection from Harassment Act 1997 (Reino Unido) — referênciaEmployment Rights Act 1996 (Reino Unido) — referência Ver detalhes

Três unidades completas para colaboradores e chefias. Bullying e assédio no local de trabalho: o que são, como reconhecê-los, os seus efeitos e como denunciar e agir. Assédio sexual no local de trabalho: o que conta como assédio sexual, prevenção e responsabilidades do empregador e dos colaboradores. Saúde mental: condições comuns, sinais de alerta, como iniciar uma conversa de apoio e como cuidar da sua própria saúde mental. Cada unidade combina vídeos e cenários com um questionário (80% para passar). Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, consulte os cursos Trident de Angola. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as três unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Equality Act 2010 (Reino Unido) — referência · Protection from Harassment Act 1997 (Reino Unido) — referência · Employment Rights Act 1996 (Reino Unido) — referência

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Nível 1 Self-Awareness and Personal Development at WorkRHU-150 · Fundamentos · 1 h · Inglês Oito unidades (em inglês): capacidades pessoais, estilos de aprendizagem, modelar a excelência, mentalidade, gerir o seu estado, plano de desenvolvimento pessoal, gerir a relação com a chefia e expor preocupações. Boas práticas do Reino UnidoMentalidade de crescimento (growth mindset) Ver detalhes

Assumir o seu próprio desenvolvimento: capacidades pessoais e estilos de aprendizagem, definir e modelar a excelência, o seu tipo de mentalidade, gerir o seu estado através do foco, da linguagem corporal e das palavras, criar um plano de desenvolvimento pessoal, influência ascendente e gestão da relação com a chefia, e como expor preocupações. As unidades combinam vídeos curtos com um questionário e recursos para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as oito unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Mentalidade de crescimento (growth mindset)

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Nível 1 Trabalho Temporário em Angola: Regime LegalRHU-217 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Angola Conheça o regime do contrato de trabalho temporário em Angola: empresas de trabalho temporário e licenciamento, contrato de utilização e contrato de trabalho temporário, direitos dos trabalhadores, deveres das empresas e fiscalização — segundo o texto do decreto e da Lei Geral do Trabalho. ⚖️ Base legal angolana Ver detalhes

Recorrer a trabalhadores temporários parece simples, mas envolve três partes, dois contratos, uma licença e regras precisas sobre motivos, prazos, segurança e responsabilidades — e os erros podem tornar os contratos nulos ou levar o trabalhador a integrar o quadro do utilizador por tempo indeterminado. Neste curso de iniciação percorre, sempre com o artigo citado, o Decreto Presidencial n.º 51/25 (regime jurídico do contrato de trabalho temporário) e os artigos da Lei Geral do Trabalho que ele manda aplicar: a empresa de trabalho temporário e o utilizador, o contrato de trabalho temporário e o contrato de cedência, as causas e as durações máximas, a integração no utilizador e o direito de opção, o poder de direção e o poder disciplinar, a segurança e saúde, a proibição de cobrar quantias ao trabalhador, a substituição, a formação, a licença de 24 meses e a sua prorrogação, os deveres semestrais, as taxas e as contraordenações. Com casos numa empresa de trabalho temporário e numa empresa utilizadora fictícias, cenários de decisão, verificações em cada módulo e quatro documentos de trabalho para descarregar, com exercícios práticos. Legislação em vigor a 16 de outubro de 2026; curso informativo, que não substitui aconselhamento jurídico.

O que vai aprender

  • Identificar o regime jurídico do trabalho temporário, as três partes envolvidas e os dois contratos que as ligam, distinguindo-o da mobilidade de trabalhadores no grupo empresarial.
  • Verificar a forma, o conteúdo, os motivos e a duração do contrato de cedência e do contrato de trabalho temporário e reconhecer as consequências das falhas, incluindo a integração do trabalhador no utilizador.
  • Aplicar as regras sobre o regime de trabalho, os poderes de direção e disciplinar, a segurança e saúde, a substituição do trabalhador e as proibições que protegem o trabalhador temporário.
  • Descrever os requisitos e o procedimento da licença de cedência temporária de trabalhadores, cumprir os deveres periódicos da ETT e reconhecer a fiscalização, as taxas e o regime sancionatório.

Para quem: Gestores de RH, empresas de trabalho temporário, empresas utilizadoras e chefias

⚖️ Base legal angolana

  • Lei n.º 12/23 (Lei Geral do Trabalho)
  • Decreto Presidencial n.º 31/17
  • Decreto Presidencial n.º 51/25

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Nível 2 Recrutamento e Seleção por CompetênciasRHU-201 · Intermédio · 5 h · Português Descrição de funções, triagem, entrevistas estruturadas e decisão de contratação. Convenções fundamentais da OITISO 30414 (reporte de capital humano) Ver detalhes

Um mau recrutamento custa tempo, dinheiro e motivação à equipa, e quase sempre começa antes do anúncio: numa função mal definida, num perfil vago ou numa entrevista improvisada. Neste curso de nível 2 aprende a recrutar e selecionar por competências, do pedido da chefia à proposta de contratação: analisar a função e construir um perfil de competências com indicadores observáveis, escolher os canais e redigir anúncios que atraem as pessoas certas, fazer a triagem curricular e usar testes de forma objetiva, incluindo os cuidados com a inteligência artificial na triagem, conduzir entrevistas estruturadas com o método STAR, um guião e uma escala de avaliação, reduzir enviesamentos e decidir com uma matriz ponderada. Acompanha a Inês, técnica de recursos humanos de uma empresa fictícia de serviços técnicos, num recrutamento completo. Inclui um modelo de perfil para descarregar, cadernos de exercícios com respostas modelo para cada módulo, atividades de arrastar e largar, cenários com decisões e um exercício em Excel com resposta modelo. Alinhado com as convenções fundamentais da OIT sobre não discriminação; as regras concretas de cada país devem ser confirmadas na legislação laboral e de proteção de dados aplicável.

O que vai aprender

  • Definir a necessidade de recrutamento e construir o perfil de competências da função, com requisitos legítimos e um orçamento.
  • Escolher os canais de atração adequados e redigir anúncios claros, inclusivos e eficazes.
  • Fazer a triagem de candidaturas e escolher testes de forma objetiva, usando ferramentas de IA com supervisão humana.
  • Conduzir entrevistas estruturadas por competências, com o método STAR, um guião e uma escala de avaliação, controlando os enviesamentos.
  • Tomar a decisão de contratação com uma matriz ponderada, verificar referências, apresentar a proposta e comunicar com os candidatos não selecionados.

Para quem: Técnicos de RH e recrutadores

🏷 Normas e referências: Convenções fundamentais da OIT · ISO 30414 (reporte de capital humano)

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Nível 2 Processamento Salarial: Cálculo, Controlo e ObrigaçõesRHU-202 · Intermédio · 6 h 45 min · Português Cálculo completo de salários, subsídios, retenções e contribuições, controlo e reconciliação salarial. Convenções fundamentais da OITISO 30414 (reporte de capital humano) Ver detalhes

Um processamento salarial certo não acontece por acaso: depende de datas de corte respeitadas, dados mestre corretos, regras de cálculo bem aplicadas e controlos que apanham os erros antes de o dinheiro sair do banco. Neste curso de nível 2, que aprofunda o RHU-103 (Processamento Salarial: Conceitos Básicos), percorre o ciclo mensal completo: preparar o calendário e validar as entradas; calcular horas extraordinárias, trabalho noturno, prémios, faltas, proporcionais de admissão e de saída e retroativos; aplicar retenções, contribuições e descontos voluntários e judiciais dentro dos limites que protegem o salário, em linha com a Convenção n.º 95 da OIT; comparar com o mês anterior, reconciliar com a contabilidade e com o banco e reconhecer sinais de fraude; e fechar o ciclo com os pagamentos, os recibos, as obrigações declarativas e o arquivo. Acompanha a Fernanda, técnica de processamento salarial de uma empresa fictícia de logística, ao longo de um mês de trabalho. Inclui uma checklist e um calendário para descarregar, três exercícios em Excel com resposta modelo e um caso integrado. As taxas e as regras usadas nos exemplos são ilustrativas: as regras reais de cálculo, as taxas e os prazos declarativos variam de país para país e devem ser confirmados na legislação aplicável.

O que vai aprender

  • Organizar o calendário e validar os dados de entrada de um processamento salarial mensal.
  • Calcular remunerações variáveis, ausências, proporcionais de admissão e de saída, retroativos e acertos de meses anteriores.
  • Calcular descontos obrigatórios, voluntários e judiciais, verificando as bases de incidência e os limites que protegem o salário.
  • Aplicar controlos ao processamento e reconciliar os resultados com a contabilidade e com os pagamentos bancários, reconhecendo sinais de fraude.
  • Concluir o ciclo do processamento com os pagamentos, os recibos, as obrigações declarativas, o fecho e o arquivo.

Para quem: Técnicos de processamento salarial

🏷 Normas e referências: Convenções fundamentais da OIT · ISO 30414 (reporte de capital humano)

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Nível 2 Avaliação de Desempenho e Gestão por ObjetivosRHU-203 · Intermédio · 5 h · Português Desenhar e conduzir ciclos de avaliação, definir objetivos SMART e dar feedback. Convenções fundamentais da OITISO 30414 (reporte de capital humano) Ver detalhes

Para muitas equipas, a avaliação de desempenho é um formulário preenchido à pressa em dezembro, com notas que surpreendem e conversas que ninguém quer ter. Não tem de ser assim. Neste curso de nível 2 aprende a gerir o desempenho ao longo de todo o ano: explicar para que serve e quem faz o quê; definir objetivos SMART alinhados com a equipa e a organização, com a lógica da gestão por objetivos e uma noção de OKR, ponderação e competências comportamentais; acompanhar o progresso com conversas regulares, ajustar objetivos quando o contexto muda e registar evidências; avaliar com escalas e descritores claros, autoavaliação e uma noção de avaliação 360°, reduzindo enviesamentos como a recência, a leniência, a tendência central e o efeito de halo, com sessões de calibração e sem discriminação; e ligar os resultados ao desenvolvimento, à formação, à remuneração e à progressão, incluindo os planos de melhoria e o recurso da avaliação. Acompanha a Sofia, técnica de recursos humanos, e o Carlos, chefe de uma equipa de projetos, numa empresa fictícia de engenharia, ao longo de um ciclo anual completo. Inclui um vídeo curto com quiz, uma atividade de arrastar e largar, um cenário de decisões, um caso prático de avaliação, fichas de exercícios com soluções em cada módulo e uma checklist com modelos para descarregar. Alinhado com as convenções fundamentais da OIT sobre não discriminação e igualdade de remuneração; as regras concretas de cada país devem ser confirmadas na legislação laboral e de proteção de dados aplicável.

O que vai aprender

  • Explicar os objetivos e o ciclo anual da gestão do desempenho e os papéis do colaborador, da chefia e dos RH.
  • Definir objetivos SMART, quantitativos e qualitativos, ponderados e alinhados com os objetivos da equipa e da organização.
  • Acompanhar o progresso dos objetivos ao longo do ano, ajustá-los quando o contexto muda e registar evidências do desempenho.
  • Avaliar o desempenho com escalas e descritores claros, reduzindo enviesamentos e participando em sessões de calibração.
  • Ligar os resultados da avaliação ao desenvolvimento e às decisões de RH, incluindo planos de melhoria, recurso e confidencialidade.

Para quem: RH e chefias

🏷 Normas e referências: Convenções fundamentais da OIT · ISO 30414 (reporte de capital humano)

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Nível 2 Onboarding e Integração de Novos ColaboradoresRHU-204 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Criar programas de acolhimento que aceleram a produtividade e a retenção. Convenções fundamentais da OITISO 30414 (reporte de capital humano) Ver detalhes

Recrutar bem não chega: o que acontece nas primeiras semanas decide se o novo colaborador fica, se se sente parte da equipa e quanto tempo demora a dar o seu melhor. Neste curso, destinado a profissionais de RH e chefias, vai acompanhar a integração de um novo técnico numa empresa fictícia, desde a aceitação da proposta até ao fim dos primeiros 90 dias. Aprenda a explicar o impacto do onboarding na retenção e no desempenho, a trabalhar as quatro dimensões da integração (conformidade, clarificação, cultura e ligação) e a definir os papéis dos RH, da chefia e do padrinho. Prepare a chegada com uma checklist e um plano de integração, organize um primeiro dia e uma primeira semana acolhedores e produtivos, com segurança desde o primeiro momento, e acompanhe a integração com objetivos a 30, 60 e 90 dias e reuniões regulares. Por fim, meça os resultados com um inquérito de integração e indicadores simples, como a rotação precoce e o tempo até à produtividade, num exercício prático em Excel. Com base em boas práticas internacionais; adapte sempre à legislação laboral do seu país.

O que vai aprender

  • Explicar o impacto da integração na retenção e no desempenho dos novos colaboradores.
  • Descrever as quatro dimensões do onboarding e os papéis dos RH, da chefia, do padrinho e do próprio colaborador.
  • Preparar a chegada de um novo colaborador antes do primeiro dia, com uma checklist e um plano de integração.
  • Organizar um primeiro dia e uma primeira semana acolhedores, seguros e produtivos.
  • Acompanhar a integração durante 90 dias, com objetivos, reuniões de acompanhamento e a preparação do fim do período experimental.
  • Medir os resultados da integração com um inquérito e indicadores de rotação precoce, tempo até à produtividade e satisfação.

Para quem: RH e chefias

🏷 Normas e referências: Convenções fundamentais da OIT · ISO 30414 (reporte de capital humano)

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Nível 2 Procedimento Disciplinar e Cessação do Contrato de TrabalhoRHU-205 · Intermédio · 5 h · Português Etapas do processo disciplinar, formas de cessação e cálculo de compensações. ⚖️ Base legal angolanaConvenção OIT C158 Ver detalhes

Infrações, decisões difíceis e saídas de colaboradores fazem parte da gestão de pessoas, e a forma como se age conta tanto como a decisão. Neste curso, destinado a RH, chefias e juristas, vai trabalhar com princípios e boas práticas internacionais, tendo como referência as normas da Organização Internacional do Trabalho, incluindo a Convenção n.º 158 sobre a cessação da relação de trabalho. Aprenda a explicar a finalidade e os limites do poder disciplinar e os princípios da legalidade, da proporcionalidade, do contraditório e da igualdade de tratamento; a ordenar as etapas de um procedimento disciplinar, da recolha de provas à decisão fundamentada; a conduzir a audição do trabalhador e a escolher uma medida proporcional num cenário com decisões; a distinguir as formas de cessação do contrato (caducidade, acordo, demissão, despedimento disciplinar e por motivos económicos ou de organização); e a gerir a saída de um colaborador com respeito, da conversa de cessação à entrevista de saída. O curso não substitui a lei do seu país nem aconselhamento jurídico: prazos, sanções e formalidades devem ser sempre confirmados na legislação aplicável (para Angola, consulte o curso RHU-305).

O que vai aprender

  • Explicar a finalidade corretiva e os limites do poder disciplinar e os princípios que o orientam.
  • Distinguir um problema de desempenho de uma infração disciplinar.
  • Ordenar as etapas de um procedimento disciplinar de acordo com boas práticas e redigir uma acusação com factos concretos.
  • Conduzir a audição do trabalhador de forma imparcial e escolher uma medida proporcional, ponderando agravantes e atenuantes.
  • Distinguir as principais formas de cessação do contrato de trabalho e aplicar os princípios da Convenção n.º 158 da OIT.
  • Gerir a saída de um colaborador de forma respeitosa e completa, da comunicação da cessação às referências.

Para quem: RH, chefias, jurídico

🏷 Normas e referências: Convenção OIT C158

⚖️ Base legal angolana

  • Lei Geral do Trabalho

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Nível 2 Análise e Descrição de FunçõesRHU-206 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Recolher informação sobre funções, escrever descrições claras e manter o mapa de funções atualizado. Convenção OIT C111 (discriminação)boas práticas internacionais de análise de funções Ver detalhes

Quase todos os processos de recursos humanos dependem de saber, com rigor, o que faz cada função. Neste curso, destinado a técnicos de RH e chefias, vai acompanhar a análise das funções de uma empresa fictícia de logística, desde a recolha de informação até ao mapa de funções. Aprenda a explicar como a análise de funções suporta o recrutamento, a avaliação de funções, a formação, a gestão do desempenho e a segurança, e a distinguir função, posto de trabalho e pessoa. Escolha e aplique métodos de recolha (entrevistas ao titular e à chefia, questionários, observação, diário de atividades e incidentes críticos) e valide a informação. Redija descrições de funções claras, completas e neutras, com missão, responsabilidades com verbos de ação, autoridade, relações, requisitos não discriminatórios, condições de trabalho e riscos. Por fim, organize as funções em famílias e níveis, com uma nomenclatura comum, controlo de versões e ligação ao organigrama e ao sistema de informação de RH, num caso prático. Inclui modelos descarregáveis (guião de entrevista, questionário, modelo de descrição de funções e mapa de funções em Excel) e casos práticos com respostas modelo em cada módulo.

O que vai aprender

  • Explicar como a análise de funções suporta o recrutamento, a avaliação de funções, a formação, o desempenho e a segurança.
  • Distinguir função, posto de trabalho e pessoa, e descrição de funções de perfil de requisitos.
  • Escolher e aplicar métodos de recolha de informação sobre uma função e validar os resultados.
  • Redigir uma descrição de funções clara, completa e neutra, com verbos de ação e requisitos não discriminatórios.
  • Organizar as funções em famílias e níveis, com uma nomenclatura comum e códigos estáveis.
  • Manter o mapa de funções atualizado, com controlo de versões, revisões e ligação ao organigrama e ao sistema de informação de RH.

Para quem: Técnicos de RH, chefias

🏷 Normas e referências: Convenção OIT C111 (discriminação) · boas práticas internacionais de análise de funções

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Nível 2 Qualificação de Funções e Estruturas SalariaisRHU-207 · Intermédio · 5 h · Português Métodos de avaliação de funções, graus e bandas salariais, e equidade interna. Convenção OIT C100 (igualdade de remuneração) Ver detalhes

Porque é que uma função ganha mais do que outra? Neste curso, destinado a profissionais de RH e de compensação, vai construir a resposta com uma empresa fictícia: avaliar as funções pelo seu conteúdo, transformar as pontuações numa estrutura de graus e bandas salariais e mantê-la equitativa. Aprenda a distinguir equidade interna de competitividade externa e a aplicar o princípio de salário igual para trabalho de igual valor da Convenção n.º 100 da OIT. Compare os métodos de avaliação (hierarquização, classificação e pontos por fatores) e aplique um método de pontos com fatores, graus e ponderações, calibração, documentação e recurso. Construa graus e bandas com ponto médio, amplitude, sobreposição, linha de política salarial e compa-ratio, ligando a estrutura aos dados de mercado. Por fim, trate os salários fora da banda, analise as diferenças salariais entre homens e mulheres e aplique princípios de transparência salarial num caso integrado. Inclui três exercícios em Excel e casos práticos em PDF em cada módulo, com dados fictícios e respostas modelo. Confirme sempre os salários mínimos, as convenções coletivas e as regras de transparência da lei aplicável.

O que vai aprender

  • Explicar o objetivo da avaliação de funções e o princípio de salário igual para trabalho de igual valor (Convenção n.º 100 da OIT).
  • Comparar os métodos não analíticos e analíticos de avaliação de funções e escolher o mais adequado.
  • Avaliar um conjunto de funções com um método de pontos por fatores, de forma consistente e documentada.
  • Construir uma estrutura de graus e bandas salariais a partir das pontuações e dos dados de mercado.
  • Calcular e interpretar a amplitude, a progressão entre pontos médios, a sobreposição e o compa-ratio.
  • Rever a estrutura salarial e analisar a equidade de remuneração entre homens e mulheres, propondo um plano de correção.

Para quem: RH, compensação

🏷 Normas e referências: Convenção OIT C100 (igualdade de remuneração)

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Nível 2 Planeamento e Organização da FormaçãoRHU-208 · Intermédio · 5 h · Português Levantamento de necessidades, plano anual, logística, registo da formação e avaliação de satisfação. ISO 10015Convenção OIT C142 (desenvolvimento dos recursos humanos) Ver detalhes

A formação só cria valor quando responde a uma necessidade real e chega à pessoa certa, no momento certo e da forma certa. Neste curso de nível intermédio, vai acompanhar a Joana, técnica de formação de uma empresa de logística fictícia, ao longo de um ciclo anual completo. Vai aprender a levantar necessidades de formação a partir de várias fontes, a distinguir necessidades de desejos e a definir prioridades. Vai construir um plano anual com destinatários, horas, custos e calendário, escolher a modalidade e o fornecedor adequados a cada necessidade e organizar a logística de uma ação de formação, do convite ao encerramento. Por fim, vai registar a formação, analisar a satisfação dos participantes e calcular os indicadores do relatório de execução. Inclui exercícios práticos, modelos e ficheiros descarregáveis.

O que vai aprender

  • Identificar necessidades de formação a partir de várias fontes e distinguir necessidades de desejos.
  • Definir prioridades de formação com critérios de impacto, risco e urgência.
  • Elaborar um plano anual de formação com destinatários, horas, custos e calendário.
  • Escolher a modalidade e o fornecedor de formação adequados a cada necessidade.
  • Organizar a logística de uma ação de formação, do convite ao encerramento.
  • Registar a formação, analisar a satisfação dos participantes e calcular indicadores de execução do plano.

Para quem: Técnicos de formação e RH

🏷 Normas e referências: ISO 10015 · Convenção OIT C142 (desenvolvimento dos recursos humanos)

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Nível 2 Relações Laborais e Diálogo SocialRHU-209 · Intermédio · 5 h · Português Representação dos trabalhadores, consulta e informação, reclamações individuais e prevenção de conflitos coletivos. Convenções OIT C87, C98 e C135 (liberdade sindical, negociação coletiva, representantes dos trabalhadores) Ver detalhes

Boas relações laborais não acontecem por acaso: constroem-se com diálogo, regras claras e confiança. Neste curso de nível intermédio, vai acompanhar a Amina, técnica de Recursos Humanos de uma empresa industrial fictícia, na relação diária com os representantes dos trabalhadores. Vai conhecer o diálogo social e as normas internacionais da Organização Internacional do Trabalho que o enquadram, como as convenções sobre liberdade sindical, negociação coletiva e representantes dos trabalhadores. Vai identificar as formas de representação e o papel de cada uma, planear um processo de informação e consulta, tratar uma reclamação individual de forma justa e documentada e reconhecer os sinais de tensão coletiva, com medidas para a prevenir. O curso segue as normas internacionais e as boas práticas; as regras concretas de cada país estão na legislação laboral aplicável, que deve consultar sempre.

O que vai aprender

  • Explicar o que é o diálogo social e as normas internacionais da OIT que o enquadram.
  • Identificar as formas de representação dos trabalhadores e o papel de cada uma.
  • Planear um processo de informação e consulta dos representantes dos trabalhadores, distinguindo consultar de negociar.
  • Tratar uma reclamação individual de forma justa, documentada e dentro de prazos.
  • Identificar sinais de tensão coletiva e propor medidas de prevenção e canais permanentes de diálogo.
  • Reconhecer quando deve consultar a legislação laboral aplicável e o apoio jurídico da organização.

Para quem: RH, chefias

🏷 Normas e referências: Convenções OIT C87, C98 e C135 (liberdade sindical, negociação coletiva, representantes dos trabalhadores)

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Nível 2 Marca Empregadora e Recrutamento DigitalRHU-210 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Proposta de valor ao colaborador, redes sociais e LinkedIn, portais de emprego e experiência do candidato. Convenção OIT C111 (discriminação)ISO 30405 (recrutamento)RGPD (referência internacional) Ver detalhes

Os melhores candidatos têm escolha. Antes de se candidatarem, pesquisam a empresa, leem o que os colaboradores dizem e comparam ofertas. Neste curso de nível intermédio, vai acompanhar a Inês, recrutadora de uma empresa fictícia de serviços técnicos, na construção de uma marca empregadora autêntica e de um recrutamento digital eficaz. Vai definir a proposta de valor ao colaborador a partir de evidências e testemunhos reais, usar as redes sociais e o LinkedIn para atrair e abordar candidatos, com colaboradores como embaixadores e regras de conduta online, publicar anúncios digitais claros e inclusivos nos portais adequados, com candidatura simples e móvel, e medir os resultados por canal. Por fim, vai analisar e melhorar a experiência do candidato ao longo de todo o processo, incluindo os tempos de resposta, as entrevistas por vídeo, a comunicação com os candidatos não selecionados e a proteção dos seus dados. Ao longo do curso, faz oito exercícios práticos com casos e dados fictícios, apoiados em nove documentos de trabalho para descarregar.

O que vai aprender

  • Distinguir marca empregadora de marca comercial e definir a proposta de valor ao colaborador de uma organização.
  • Utilizar as redes sociais e o LinkedIn para atrair candidatos, incluindo conteúdos, embaixadores e regras de conduta online.
  • Pesquisar e abordar candidatos de forma personalizada e respeitadora da proteção de dados.
  • Redigir anúncios digitais claros e inclusivos e escolher os portais de emprego adequados a cada perfil.
  • Medir os resultados do recrutamento por canal.
  • Analisar e melhorar a experiência do candidato ao longo do processo de recrutamento.

Para quem: Recrutadores, RH, comunicação

🏷 Normas e referências: Convenção OIT C111 (discriminação) · ISO 30405 (recrutamento) · RGPD (referência internacional)

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Nível 2 Assiduidade, Absentismo e Tempo de TrabalhoRHU-211 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Registo de tempos, gestão de faltas e férias, causas do absentismo e planos de redução. Convenções OIT C1, C14 e C132 (duração do trabalho, descanso semanal, férias pagas) Ver detalhes

Horários, turnos, férias e faltas afetam todos os dias a saúde das pessoas, os custos e o funcionamento da organização. Neste curso de nível intermédio, vai acompanhar a Marta, técnica de Recursos Humanos de uma fábrica fictícia de produtos alimentares com três turnos, na gestão do tempo de trabalho e da assiduidade. Vai conhecer os conceitos de tempo de trabalho e as referências internacionais da Organização Internacional do Trabalho sobre duração do trabalho, descanso semanal, férias pagas e trabalho noturno. Vai registar tempos, escalas, férias e faltas num sistema de gestão de tempos e preparar os dados para o processamento salarial. Vai calcular a taxa de absentismo e o índice de Bradford, analisar as causas e os custos das ausências e, por fim, elaborar um plano de redução do absentismo equilibrado e não discriminatório. As regras concretas estão sempre na legislação laboral aplicável no seu país. Ao longo do curso, faz oito exercícios práticos com casos e dados fictícios, apoiados em oito documentos de trabalho para descarregar.

O que vai aprender

  • Explicar os conceitos de tempo de trabalho, descanso, férias e trabalho por turnos e noturno, e as referências internacionais da OIT.
  • Identificar o que deve confirmar na legislação laboral aplicável sobre limites de tempo de trabalho.
  • Registar tempos, escalas, férias e faltas num sistema de gestão de tempos e enviar dados corretos para o processamento salarial.
  • Calcular a taxa de absentismo e o índice de Bradford e analisar as causas e os custos do absentismo por equipa.
  • Elaborar um plano de redução do absentismo equilibrado e não discriminatório.
  • Conduzir uma entrevista de regresso ao trabalho com respeito pela confidencialidade dos dados de saúde.

Para quem: RH, chefias, processamento salarial

🏷 Normas e referências: Convenções OIT C1, C14 e C132 (duração do trabalho, descanso semanal, férias pagas)

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Nível 2 Mobilidade Internacional e Gestão de ExpatriadosRHU-212 · Intermédio · 5 h · Português Políticas de expatriação, pacotes, vistos e documentação em termos gerais, integração e regresso. Convenção OIT C97 (migração para emprego)boas práticas internacionais de mobilidade Ver detalhes

Enviar um colaborador para trabalhar noutro país é um investimento elevado e um processo com muitos riscos: vistos e autorizações, impostos e segurança social, pacotes difíceis de explicar, famílias que não se adaptam e expatriados que saem da empresa pouco depois do regresso. Neste curso de nível 2, acompanha a Fernanda, técnica de mobilidade internacional da Atlântico Engenharia, uma empresa fictícia, na preparação da expatriação do Kiala, desde a política até ao regresso. Vai distinguir os tipos de mobilidade internacional (longa e curta duração, missões de serviço, regimes rotacionais, contratação local) e os elementos de uma política de expatriação; comparar as abordagens de balanço, host-based e híbridas e calcular pacotes simples numa calculadora em Excel e numa ficha de cálculo, com valores ilustrativos em USD, incluindo subsídios de custo de vida, alojamento, escolaridade e local difícil, viagens e a noção de equalização fiscal; planear em termos gerais vistos, autorizações, seguros de saúde e segurança social, com uma check-list de mobilização, um calendário de trás para a frente e a contagem de dias de viajantes frequentes; preparar o expatriado e a família, com formação intercultural, apoio à chegada e segurança em viagem alinhada com a ISO 31030; e planear o regresso, a transferência de conhecimento para quadros locais e os indicadores de sucesso da missão e do programa de mobilidade. Cada módulo inclui exercícios práticos com fichas para descarregar. As regras de imigração, impostos e segurança social variam de país para país: o curso ensina o método e as boas práticas internacionais e lembra, em cada passo, quando envolver especialistas.

O que vai aprender

  • Distinguir os tipos de mobilidade internacional e os elementos de uma política de expatriação.
  • Comparar as abordagens de remuneração de expatriados e calcular um pacote simples com valores ilustrativos.
  • Planear em termos gerais a documentação, os seguros e as questões de segurança social de uma deslocação internacional, com uma check-list de mobilização.
  • Preparar o expatriado e a família e apoiar a integração e a segurança no destino.
  • Planear o regresso do expatriado, transferir o conhecimento para quadros locais e avaliar o sucesso da missão.

Para quem: RH de empresas internacionais

🏷 Normas e referências: Convenção OIT C97 (migração para emprego) · boas práticas internacionais de mobilidade

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Nível 2 Sistemas de Informação de RH e DigitalizaçãoRHU-213 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Escolher e implementar um HRIS, self-service, dados mestre, automatização e uso responsável de IA em RH. RGPD (referência internacional)Princípios de IA da OCDEISO/IEC 42001 Ver detalhes

Dados de pessoal espalhados por folhas de cálculo, pedidos de férias em papel que se perdem, relatórios que demoram dias: a digitalização dos recursos humanos resolve muitos destes problemas, mas só se o sistema for bem escolhido, bem implementado e bem usado. Neste curso de nível 2, acompanha a Sofia, diretora de RH da Horizonte Serviços, uma empresa fictícia com mais de mil colaboradores no terreno, na digitalização dos recursos humanos. Vai descrever os módulos de um sistema de informação de RH (HRIS), os dados mestre e as opções entre ERP, suites e soluções especializadas, na nuvem ou instaladas localmente; planear a seleção e a implementação, com levantamento e priorização de requisitos, caderno de encargos, demonstrações com guião, matriz de avaliação ponderada, custo total de propriedade, migração de dados, testes e adoção, apoiado numa checklist descarregável; usar o self-service do colaborador e da chefia em simulações passo a passo, cuidar da qualidade dos dados mestre, automatizar tarefas repetitivas e definir perfis de acesso e segregação de funções, com proteção de dados alinhada com os princípios do RGPD; e avaliar casos de uso de inteligência artificial em RH, com os riscos de enviesamento, a transparência, a supervisão humana, a noção de risco elevado no Regulamento Europeu da IA e os Princípios de IA da OCDE, usando uma ficha de avaliação e testando os resultados por grupo. Cada módulo inclui exercícios práticos com fichas para descarregar: indicadores de RH, custo total de propriedade, qualidade dos dados, perfis de acesso e testes de enviesamento. Os ecrãs são simulados e genéricos: os princípios aplicam-se a qualquer sistema e a qualquer país, respeitando a legislação aplicável.

O que vai aprender

  • Descrever os módulos de um sistema de informação de RH, as opções de solução e os benefícios e limites da digitalização.
  • Planear a seleção e a implementação de um HRIS, incluindo requisitos, critérios de seleção, migração de dados, testes e adoção.
  • Utilizar funcionalidades de self-service e automatizar processos de RH, garantindo a qualidade dos dados, perfis de acesso adequados e a proteção dos dados pessoais.
  • Avaliar casos de uso de IA em RH e os respetivos riscos, aplicando princípios de transparência, supervisão humana e não discriminação.

Para quem: RH, sistemas

🏷 Normas e referências: RGPD (referência internacional) · Princípios de IA da OCDE · ISO/IEC 42001

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Nível 2 Comunicação Interna e Envolvimento dos ColaboradoresRHU-214 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Canais internos, inquéritos de clima e de envolvimento, e planos de ação com as equipas. ISO 30414 (reporte de capital humano)boas práticas internacionais de comunicação interna Ver detalhes

Uma boa decisão pode falhar porque foi mal comunicada, um rumor espalha-se mais depressa do que um comunicado, e um inquérito sem ações deixa as pessoas mais desconfiadas do que antes. Neste curso de nível 2, acompanha a Nzinga, responsável de comunicação interna da Nova Rota Logística, uma empresa fictícia de transportes e armazenagem em que a maioria das pessoas trabalha no terreno, sem e-mail. Vai conhecer os objetivos da comunicação interna (informar, envolver, alinhar e ouvir), a comunicação descendente, ascendente e horizontal, os canais presenciais, digitais e físicos, e escolher o canal certo para cada mensagem e público, incluindo motoristas e operadores sem e-mail, com o papel decisivo das chefias e o kit de cascata; elaborar um plano de comunicação interna com objetivos, públicos segmentados, mensagens-chave em linguagem clara e acessível, calendário editorial, responsáveis e medição do alcance e da compreensão, com um modelo descarregável; preparar um inquérito de clima e de envolvimento, com boas perguntas, anonimato e confidencialidade, inquéritos curtos (pulse) ou anuais e estratégias para a taxa de resposta, e interpretar resultados fictícios numa folha de cálculo; e transformar os resultados em planos de ação com as equipas, com sessões facilitadas, poucas prioridades, responsáveis e a lógica do «ouvimos, fizemos». Com cenários com decisões, atividades de arrastar e largar e um caso prático final.

O que vai aprender

  • Escolher os canais de comunicação interna adequados a cada mensagem e público, incluindo trabalhadores sem e-mail, e apoiar as chefias no seu papel de comunicação.
  • Elaborar um plano de comunicação interna com objetivos, públicos, mensagens-chave, canais, calendário, responsáveis e indicadores de alcance e compreensão.
  • Preparar um inquérito de clima e de envolvimento que proteja o anonimato e de interpretar os resultados por equipa e ao longo do tempo.
  • Transformar os resultados de um inquérito em planos de ação com as equipas e de comunicar o que mudou.

Para quem: RH, comunicação, chefias

🏷 Normas e referências: ISO 30414 (reporte de capital humano) · boas práticas internacionais de comunicação interna

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Nível 2 IRT e Segurança Social: Processamento Salarial em AngolaRHU-215 · Intermédio · 5 h · Português Angola Aplique as regras angolanas ao processamento salarial: rendimentos sujeitos a IRT, tabela e cálculo do imposto, contribuições para a Segurança Social (INSS) do trabalhador e da entidade empregadora, prazos de entrega e pagamento, e documentos obrigatórios — passo a passo, com base no texto da lei. ⚖️ Base legal angolana Ver detalhes

Todos os meses, quem processa salários decide que componentes do recibo pagam imposto, calcula a retenção com a tabela em vigor, desconta e paga as contribuições para a Segurança Social, entrega o imposto à AGT e cumpre declarações e prazos. Neste curso intermédio percorre, sempre com o artigo citado, o Código do Imposto sobre os Rendimentos do Trabalho (Lei n.º 18/14, com as alterações da Lei n.º 28/20) e o Decreto Presidencial n.º 227/18: incidência e grupos de tributação A, B e C, isenções, rendimentos não sujeitos e os limites dos subsídios de alimentação, transporte e abono de família, as alíneas revogadas em 2020, a tabela do IRT em vigor em 2026 (Lei n.º 14/25, OGE 2026: 11 escalões, isenção até 150 000 Kz) e o cálculo do imposto retido com seis recibos resolvidos, a retenção de 6,5 % do Grupo B, a inscrição em 30 dias, as contribuições de 3 % e 8 %, a base de incidência, o pagamento até ao dia 10 e os juros, a entrega do IRT até ao final do mês seguinte, a declaração anual Modelo 2, os mapas, os recibos, o arquivo e as multas do Código do IRT (com a multa por falta de entrega fixada pela Lei n.º 14/25) e da Segurança Social. Com casos numa empresa fictícia, cenários de decisão, verificações em cada módulo e nove documentos de trabalho para descarregar, com cinco exercícios práticos. Legislação em vigor a 16 de outubro de 2026; curso informativo, que não substitui aconselhamento jurídico ou fiscal.

O que vai aprender

  • Identificar os rendimentos sobre os quais incide o IRT, quem é sujeito passivo e em que grupo de tributação (A, B ou C) se enquadra cada rendimento, reconhecendo as isenções previstas no Código.
  • Classificar cada componente do recibo de vencimento como sujeita ou não sujeita a IRT, aplicando os limites do art. 2.º do Código e a ordem de apuramento da matéria coletável do Grupo A.
  • Calcular a retenção mensal de IRT de trabalhadores por conta de outrem com a tabela em vigor em 2026 (Lei n.º 14/25, Anexo I: 11 escalões, isenção até 150 000 Kz) e o salário líquido resultante, e aplicar a retenção na fonte aos rendimentos do Grupo B.
  • Inscrever a empresa e os trabalhadores no prazo, determinar a base de incidência contributiva, calcular as contribuições de 3 % e 8 % e cumprir a folha de remunerações e o pagamento até ao dia 10.
  • Organizar o calendário mensal e anual de entregas à AGT e ao INSS, cumprir as obrigações acessórias do processamento salarial e reconhecer as multas e as consequências do incumprimento.

Para quem: Técnicos e gestores de RH e salários, contabilistas, responsáveis administrativos de empresas em Angola

⚖️ Base legal angolana

  • Lei Geral do Trabalho
  • Código Penal
  • Código Geral Tributário
  • Código de Processo Tributário
  • Código do Imposto Industrial
  • Lei n.º 10/99
  • Lei n.º 18/14 (Código do IRT)
  • Lei n.º 28/20
  • Lei n.º 2/23
  • Lei n.º 14/25
  • Decreto Presidencial n.º 227/18
  • Decreto n.º 38/08

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Nível 2 Trabalhadores Estrangeiros e Nacionalização de Quadros em AngolaRHU-216 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Angola Conheça as regras para empregar trabalhadores estrangeiros em Angola: contratos, quotas e condições, vistos de trabalho e autorizações, obrigações do empregador e planos de formação e substituição por quadros nacionais — conforme a legislação aplicável. ⚖️ Base legal angolana Ver detalhes

Contratar, renovar e gerir trabalhadores estrangeiros em Angola exige conhecer regras, documentos e prazos precisos, e os erros custam caro: multas até Kz 3 799 840,00 para o empregador, expulsão do trabalhador e até a proibição de contratar não residentes durante cinco anos. Neste curso intermédio percorre, sempre com o artigo citado, a Lei n.º 13/19 sobre o regime jurídico dos cidadãos estrangeiros, o seu Regulamento (Decreto Presidencial n.º 163/20) e os artigos da Lei Geral do Trabalho sobre estrangeiros: categorias de estrangeiros e direitos, entrada no país, tipos de vistos e o visto de trabalho em pormenor, parecer do ministério do setor e caução de repatriamento, autorização de residência e reagrupamento familiar, contrato de trabalho do não residente, comunicações e registos do empregador, regras de preferência pela mão de obra nacional e o regime de crimes, multas e expulsão. Com casos práticos numa empresa fictícia, cenários de decisão, verificações em cada módulo, uma folha de cálculo de prazos e cinco documentos de trabalho para descarregar. Legislação em vigor a 16 de outubro de 2026; curso informativo, que não substitui aconselhamento jurídico.

O que vai aprender

  • Identificar os diplomas aplicáveis, distinguir as categorias de estrangeiros e de trabalhadores estrangeiros e aplicar os direitos, deveres e requisitos de entrada da Lei n.º 13/19.
  • Escolher o visto adequado à finalidade da deslocação e preparar um pedido de visto de trabalho com os requisitos, documentos, pareceres e prazos legais.
  • Gerir a autorização de residência e o contrato de trabalho do trabalhador estrangeiro e cumprir as comunicações, registos e prazos que cabem ao empregador.
  • Aplicar as regras de preferência pela mão de obra nacional previstas nos textos e reconhecer as infrações migratórias, as penas, as multas e as consequências para o empregador.

Para quem: Gestores de RH e de mobilidade, empresas com expatriados (petróleo, mineração, construção), jurídico laboral

⚖️ Base legal angolana

  • Lei n.º 2/07
  • Lei n.º 13/19
  • Lei n.º 12/23 (Lei Geral do Trabalho)
  • Decreto-Lei n.º 16-A/95
  • Decreto-Lei n.º 4-A/96
  • Decreto Presidencial n.º 163/20

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Nível 2 Proteção Social Obrigatória e Pensões em AngolaRHU-218 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Angola Conheça a proteção social obrigatória em Angola: princípios e regimes, inscrição e contribuições, prestações, pensão de reforma por velhice, condições de acesso e cálculo — segundo o texto da Lei de Bases e do regulamento. ⚖️ Base legal angolana Ver detalhes

Inscrever a empresa e os trabalhadores, descontar e entregar as contribuições, responder a quem quer saber quando se pode reformar e quanto vai receber, organizar o processo de reforma: são tarefas diárias de recursos humanos e processamento salarial, e cada uma tem regras, prazos e fórmulas fixados na lei. Neste curso intermédio percorre, sempre com o artigo citado, a Lei n.º 7/04 (Lei de Bases da Proteção Social), o Decreto Presidencial n.º 299/20 (proteção social na velhice) e, para a inscrição e as contribuições, o Decreto Presidencial n.º 227/18: os três níveis da proteção social e as regras das prestações, quem está abrangido, inscrição em 30 dias, taxas de 8 % e 3 %, base de incidência, pagamento até ao dia 10 e juros de mora, condições da reforma por velhice, da reforma antecipada e do abono de velhice, a fórmula P = R × N / 420 com exemplos resolvidos, o processo de reforma, a prova de vida, as contravenções, as multas e o abuso de confiança. Com casos numa empresa fictícia, cenários de decisão, verificações em cada módulo, uma calculadora de contribuições, um simulador de pensão e seis documentos de trabalho para descarregar, com quatro exercícios práticos. Legislação em vigor a 16 de outubro de 2026; curso informativo, que não substitui aconselhamento jurídico.

O que vai aprender

  • Identificar os objetivos da proteção social, distinguir os três níveis do dispositivo permanente e aplicar as regras gerais das prestações da proteção social obrigatória.
  • Determinar quem está abrangido pela proteção social obrigatória, cumprir as obrigações de inscrição e comunicação do empregador e calcular as contribuições mensais.
  • Verificar as condições de acesso à pensão de reforma por velhice, à reforma antecipada e ao abono de velhice e calcular o valor da pensão com a fórmula do Decreto Presidencial n.º 299/20.
  • Organizar o processo de reforma, acompanhar o pagamento e a manutenção das prestações e cumprir os deveres de empregadores e trabalhadores, reconhecendo as contravenções, as multas e os meios de reclamação.

Para quem: Gestores e técnicos de RH e de processamento salarial, trabalhadores e empregadores

⚖️ Base legal angolana

  • Lei Geral do Trabalho
  • Código Penal
  • Lei n.º 18/90
  • Lei n.º 7/04
  • Decreto Presidencial n.º 227/18
  • Decreto Presidencial n.º 299/20
  • Decreto n.º 40/08

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Nível 3 Gestão da Formação: do Diagnóstico de Necessidades ao ROIRHU-301 · Avançado · 8 h 15 min · Português Planos de formação, orçamentação, avaliação de eficácia e retorno do investimento. ISO 10015modelo de Kirkpatrick Ver detalhes

Todos os anos, as organizações investem em formação e todos os anos a direção pergunta o que ganhou com isso. Neste curso avançado acompanha a Fernanda, responsável de formação da Nova Rota Logística, uma empresa fictícia de armazenagem e transporte, enquanto liga a formação à estratégia e às competências críticas, conduz um diagnóstico de necessidades a nível da organização, da função e da pessoa, desenha um programa para chefes de turno com objetivos, métodos e avaliação alinhados, garante a transferência da aprendizagem para o trabalho, avalia o programa nos quatro níveis do modelo de Kirkpatrick e calcula o retorno do investimento com a lógica da metodologia de Phillips. Alinhado com as orientações da ISO 10015 e com a Convenção n.º 142 da OIT, sem substituir a leitura desses documentos. Com imagens interativas, atividades de arrastar e largar, cenários ramificados, casos práticos, exercícios com folhas de cálculo e documentos de trabalho, verificações em cada módulo e modelos para descarregar. Pensado para responsáveis de formação e de recursos humanos.

O que vai aprender

  • Definir a estratégia de formação a partir dos objetivos da organização.
  • Conduzir um diagnóstico de necessidades a nível da organização, da função e da pessoa.
  • Desenhar um programa de aprendizagem com objetivos, métodos e avaliação alinhados.
  • Planear medidas que garantam a aplicação da aprendizagem no posto de trabalho.
  • Avaliar um programa de formação nos quatro níveis do modelo de Kirkpatrick.
  • Calcular o retorno do investimento (ROI) de um programa de formação.

Para quem: Responsáveis de formação e RH

🏷 Normas e referências: ISO 10015 · modelo de Kirkpatrick

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Nível 3 Política Salarial, Compensação e BenefíciosRHU-302 · Avançado · 8 h 15 min · Português Qualificação de funções, bandas salariais, benefícios e estudos de mercado. Convenções fundamentais da OITISO 30414 (reporte de capital humano) Ver detalhes

As decisões sobre salários afetam a capacidade de atrair e reter pessoas, o sentimento de justiça e uma das maiores linhas de custo de qualquer organização. Neste curso avançado acompanha a Sofia, responsável de compensação e benefícios da Meridiano Distribuição, uma empresa fictícia de distribuição, enquanto define uma estratégia de recompensa total e o posicionamento face ao mercado, analisa estudos de mercado salarial, cria regras de salário de entrada, progressão, promoções e revisão anual com uma matriz de mérito, redesenha comissões e prémios com limiares e máximos, avalia a carteira de benefícios pelo custo e pelo valor percebido e organiza a governação da política salarial, com análise de equidade entre homens e mulheres. Alinhado com as Convenções n.º 100 e n.º 95 da OIT e com boas práticas internacionais, sempre com a indicação de confirmar a lei aplicável no país. Com atividades de arrastar e largar, exercícios em Excel, um caso prático, cenários de decisão, verificações em cada módulo e modelos para descarregar. Pensado para responsáveis de recursos humanos e de compensação.

O que vai aprender

  • Definir uma estratégia de recompensa total alinhada com o negócio.
  • Utilizar estudos de mercado salarial para comparar a remuneração da organização.
  • Definir regras de posicionamento salarial, progressão e revisão anual.
  • Desenhar um plano de incentivos de curto prazo com regras claras.
  • Avaliar a carteira de benefícios em termos de custo e valor para os colaboradores.
  • Assegurar a governação, a equidade e a transparência da política salarial.

Para quem: Responsáveis de RH e compensação

🏷 Normas e referências: Convenções fundamentais da OIT · ISO 30414 (reporte de capital humano)

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Nível 3 HR Analytics e Indicadores de Recursos HumanosRHU-303 · Avançado · 8 h 15 min · Português KPIs de RH, absentismo, rotatividade, custo por contratação e dashboards. ISO 30414 Ver detalhes

Todas as organizações têm dados sobre as pessoas; poucas os transformam em decisões. Neste curso avançado acompanha a Inês, analista de recursos humanos da Atlântico Engenharia, uma empresa fictícia de engenharia e manutenção industrial, enquanto passa do simples reporte à análise descritiva, preditiva e prescritiva, define um dicionário de indicadores de RH com fórmulas claras, limpa e protege os dados com os princípios de proteção de dados (RGPD como referência), constrói um painel de uma página para a direção, analisa a rotação dos técnicos de campo e o seu custo e apresenta um caso de negócio sobre custos de pessoal, distinguindo correlação de causalidade. Com referência à ISO 30414 como noção, sem substituir a leitura da norma. Com atividades de arrastar e largar, exercícios em Excel, um caso integrado, cenários de decisão, verificações em cada módulo e uma checklist e modelos para descarregar. Pensado para responsáveis de recursos humanos e analistas.

O que vai aprender

  • Distinguir os níveis de maturidade da análise de dados de RH.
  • Selecionar os indicadores de RH adequados a cada objetivo.
  • Garantir a qualidade dos dados de RH e a sua utilização responsável.
  • Construir um painel de indicadores de RH para a direção.
  • Analisar a rotação de pessoal e identificar fatores de saída.
  • Analisar custos de pessoal e apresentar recomendações baseadas em dados.

Para quem: Responsáveis de RH, analistas

🏷 Normas e referências: ISO 30414

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Nível 3 Nacionalização de Quadros, Planeamento de Sucessão e Gestão de TalentoRHU-304 · Avançado · 8 h 15 min · Português Substituição planeada de expatriados, sucessão e desenvolvimento de talento local. Convenções fundamentais da OITISO 30414 (reporte de capital humano) Ver detalhes

Quem vai ocupar amanhã as funções de que o negócio depende? Neste curso avançado aprende a construir um modelo integrado de gestão de talento ligado à estratégia: identificar funções críticas com critérios comuns, avaliar desempenho e potencial com a matriz de nove quadrantes, conduzir sessões de revisão de talento sem enviesamentos, construir mapas de sucessão com horizontes de prontidão e planos de emergência, e desenhar programas de desenvolvimento com rotação, projetos e mentoria. Aprende também a elaborar um plano de nacionalização de quadros, como boa prática internacional de localização e de conteúdo local, com metas realistas e transferência de conhecimento, e a confirmar a lei aplicável no seu país. Termina com indicadores, retenção e relatório à administração. Com um caso contínuo numa empresa fictícia, cenários de decisão e modelos para descarregar.

O que vai aprender

  • Descrever um modelo integrado de gestão de talento ligado à estratégia e à respetiva governação.
  • Elaborar um plano de nacionalização de quadros com metas e etapas realistas, confirmando os requisitos da lei aplicável.
  • Identificar funções críticas e avaliar o desempenho e o potencial dos colaboradores com critérios comuns e com redução de enviesamentos.
  • Construir um plano de sucessão para funções críticas, incluindo a sucessão de emergência.
  • Desenhar programas de desenvolvimento para talento e sucessores e de os avaliar.
  • Acompanhar os resultados da gestão de talento, gerir riscos de retenção e reportá-los à direção.

Para quem: Diretores de RH e de operações

🏷 Normas e referências: Convenções fundamentais da OIT · ISO 30414 (reporte de capital humano)

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Nível 3 Lei Geral do Trabalho de Angola (Lei n.º 12/23)RHU-305 · Avançado · 8 h 15 min · Português Angola Aplicação prática da Lei n.º 12/23: contratos, período experimental, horários, trabalho extraordinário, férias, faltas, remuneração, disciplina e despedimento. Com os cálculos feitos pelas fórmulas da própria Lei e casos práticos. ⚖️ Base legal angolana Ver detalhes

A Lei n.º 12/23, Lei Geral do Trabalho, mudou as regras do jogo em Angola: contratos a termo, período experimental, teletrabalho, horários, trabalho extraordinário, férias, faltas, remuneração, disciplina e despedimento. Neste curso avançado percorre a Lei capítulo a capítulo, sempre com o artigo citado, e aprende a aplicá-la no dia a dia de uma empresa: elaborar contratos válidos, conduzir um procedimento disciplinar dentro dos prazos, organizar horários, calcular o salário-hora, as horas extraordinárias, as férias e as compensações por cessação com as fórmulas da própria Lei. Com casos práticos numa empresa fictícia, cenários de decisão, verificações em cada módulo e uma checklist para descarregar por módulo. Um curso informativo, pensado para diretores e técnicos de recursos humanos, gestores, equipas de processamento salarial, empregadores e trabalhadores.

O que vai aprender

  • Identificar o âmbito de aplicação da Lei Geral do Trabalho, os conceitos essenciais e a hierarquia das fontes do direito do trabalho.
  • Celebrar contratos de trabalho válidos, escolhendo a forma, a duração, a causa do termo e o período experimental corretos.
  • Aplicar as garantias de personalidade e as proteções da maternidade, dos menores e dos trabalhadores com capacidade reduzida.
  • Distinguir os contratos de trabalho especiais e aplicar as regras próprias de cada um.
  • Exercer os poderes do empregador e conduzir um procedimento disciplinar dentro dos prazos legais.
  • Gerir a mobilidade, a transmissão da empresa e as obrigações de segurança, saúde e reparação de acidentes.
  • Organizar horários e calcular o trabalho noturno e extraordinário dentro dos limites legais.
  • Gerir descansos, feriados, férias, licenças e faltas e calcular os respetivos direitos.
  • Calcular a remuneração e aplicar as regras de pagamento, descontos, proteção do salário e suspensão do contrato.
  • Distinguir as formas de cessação do contrato, conduzir despedimentos com respeito pelos procedimentos e calcular aviso prévio, compensações e prazos de prescrição.

Para quem: Diretores e técnicos de recursos humanos, gestores e chefias, equipas de processamento salarial, empregadores e trabalhadores em Angola

⚖️ Base legal angolana

  • Lei n.º 7/15
  • Lei n.º 12/23 (Lei Geral do Trabalho)
  • Decreto Presidencial n.º 50/25

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Nível 3 Desenvolvimento Organizacional e Desenho da OrganizaçãoRHU-306 · Avançado · 8 h 15 min · Português Diagnóstico organizacional, estruturas, níveis e amplitudes de controlo, e redesenho de processos de pessoas. Boas práticas internacionais de desenvolvimento organizacionalISO 30414 (reporte de capital humano) Ver detalhes

Quando a organização cresce ou muda de estratégia, os problemas aparecem como queixas sobre pessoas: decisões lentas, silos, chefias sobrecarregadas. Muitas vezes, a causa está no desenho da organização. Neste curso avançado aprende a atuar como consultor interno de desenvolvimento organizacional: fazer um diagnóstico com modelos de referência (7S, modelo estrela, seis caixas), comparar estruturas funcionais, divisionais, por cliente, geográficas e matriciais, analisar níveis hierárquicos, amplitudes de controlo e direitos de decisão, redesenhar processos de pessoas a partir da experiência dos utilizadores e planear a implementação de forma faseada e justa, com consulta dos representantes dos trabalhadores e comunicação cuidada. Com um caso contínuo num banco fictício, cenários de decisão, exercícios com folhas de cálculo e modelos para descarregar.

O que vai aprender

  • Explicar o que é o desenvolvimento organizacional, distingui-lo do desenho da organização e descrever o papel dos RH como consultores internos.
  • Aplicar um modelo de diagnóstico para identificar problemas organizacionais, distinguindo sintomas de causas.
  • Comparar estruturas organizacionais e escolher a adequada a uma estratégia, com critérios explícitos.
  • Analisar níveis hierárquicos, amplitudes de controlo e direitos de decisão.
  • Redesenhar um processo de pessoas a partir da experiência dos utilizadores e definir os respetivos indicadores.
  • Planear a implementação de uma nova estrutura de forma faseada e justa, incluindo colocação de pessoas, consulta e comunicação.

Para quem: Diretores de RH, consultores internos

🏷 Normas e referências: Boas práticas internacionais de desenvolvimento organizacional · ISO 30414 (reporte de capital humano)

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Nível 3 Planeamento Estratégico da Força de TrabalhoRHU-307 · Avançado · 8 h 15 min · Português Prever necessidades de pessoas, análise de lacunas, cenários e planos de recrutamento, desenvolvimento e redução. ISO 30409 (planeamento da força de trabalho)ISO 30414 (reporte de capital humano) Ver detalhes

Quantas pessoas vai a sua organização precisar daqui a três anos, com que competências e onde as vai encontrar? Neste curso avançado aprende a fazer o planeamento estratégico da força de trabalho de ponta a ponta: ligar o plano à estratégia e ao orçamento, segmentar a força de trabalho e escolher os segmentos críticos, analisar e projetar a oferta interna, prever a procura a partir dos fatores de negócio, com rácios, carga de trabalho e o efeito da automatização, calcular lacunas e construir cenários com análise de sensibilidade, escolher a combinação certa de ações (recrutar, desenvolver, mobilizar, prestadores, reduzir como último recurso) e implementar o plano com indicadores, gatilhos e revisão periódica. Alinhado com a ISO 30409 como referência. Com um caso contínuo numa empresa fictícia de logística e exercícios com folhas de cálculo.

O que vai aprender

  • Explicar o processo de planeamento estratégico da força de trabalho e a sua ligação à estratégia e ao orçamento.
  • Analisar a oferta atual de pessoas por segmento e projetar a oferta interna.
  • Projetar as necessidades futuras de pessoas a partir dos fatores de negócio, incluindo o efeito da automatização.
  • Identificar lacunas entre oferta e procura em diferentes cenários e priorizar as lacunas críticas.
  • Escolher a combinação de ações para fechar as lacunas, considerando prazos, custos e riscos.
  • Implementar o plano e acompanhar os resultados ao longo do tempo, com indicadores, gatilhos e revisões.

Para quem: Diretores de RH e de negócio

🏷 Normas e referências: ISO 30409 (planeamento da força de trabalho) · ISO 30414 (reporte de capital humano)

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Nível 3 Cultura, Clima e Experiência do ColaboradorRHU-308 · Avançado · 8 h 15 min · Português Diagnosticar a cultura, medir o clima, desenhar a jornada do colaborador e reter talento. ISO 30414 (reporte de capital humano)boas práticas internacionais Ver detalhes

Todas as organizações têm uma cultura, quer a tenham desenhado quer não: é ela que decide o que as pessoas fazem quando ninguém está a ver, se dizem o que pensam, se colaboram, se ficam ou se vão embora. Neste curso avançado aprende a compreender e diagnosticar a cultura de uma organização a partir de várias fontes, a medir e interpretar o clima e o envolvimento ao longo do tempo (incluindo o índice de envolvimento e o eNPS), a desenhar a jornada do colaborador com personas e momentos que importam, a construir um plano de retenção baseado nas causas reais das saídas e a fazer evoluir a cultura de forma consistente, com o exemplo da liderança e processos de RH alinhados. Com um caso integrado num banco fictício, imagens interativas, cenários de decisão, uma análise de inquérito em Excel e modelos para descarregar. Pensado para diretores de recursos humanos e chefias de topo.

O que vai aprender

  • Explicar o que é a cultura organizacional, distingui-la do clima e descrever como influencia o desempenho e a estratégia.
  • Diagnosticar a cultura de uma organização a partir de várias fontes e definir a cultura desejada.
  • Medir e interpretar o clima e o envolvimento ao longo do tempo e transformar os resultados em ação.
  • Mapear a jornada do colaborador e identificar os momentos que importam e os pontos de dor.
  • Elaborar um plano de retenção segmentado baseado nas causas reais das saídas.
  • Planear ações que façam evoluir a cultura de forma consistente e medir o progresso.

Para quem: Diretores de RH, chefias de topo

🏷 Normas e referências: ISO 30414 (reporte de capital humano) · boas práticas internacionais

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Nível 3 Reestruturações e Despedimentos Coletivos: Boas PráticasRHU-309 · Avançado · 8 h 15 min · Português Planear uma reestruturação, consulta, critérios justos, comunicação e apoio aos que saem, segundo normas da OIT. ⚖️ Base legal angolanaConvenção OIT C158 e Recomendação R166 (cessação do contrato)Convenção OIT C111 Ver detalhes

Reduzir pessoal é uma das decisões mais difíceis de uma organização. Mal preparada, deixa feridas em quem sai e em quem fica, gera conflitos e danos reputacionais; bem preparada, é justa, transparente e defensável. Neste curso avançado aprende a planear uma reestruturação segundo as normas da OIT (Convenção n.º 158 e Recomendação n.º 166) e as boas práticas internacionais: fundamentar o motivo, estudar e combinar alternativas ao despedimento, informar e consultar os representantes dos trabalhadores de boa-fé, definir critérios de seleção objetivos e não discriminatórios, conduzir as conversas individuais com respeito e apoiar quem sai e quem fica. Com um caso integrado numa empresa logística fictícia, cenários de decisão, uma matriz de seleção em Excel e modelos para descarregar. Não cita leis nacionais: os procedimentos concretos dependem da lei aplicável em cada país. Pensado para diretores de recursos humanos e equipas jurídicas.

O que vai aprender

  • Explicar os motivos de uma reestruturação e os seus custos humanos, financeiros e reputacionais.
  • Avaliar e combinar alternativas que evitem ou reduzam despedimentos e de as apresentar num caso de negócio.
  • Planear a informação e a consulta de boa-fé dos representantes dos trabalhadores e a notificação às autoridades.
  • Definir e aplicar critérios de seleção objetivos e não discriminatórios numa matriz verificável.
  • Preparar a comunicação e conduzir conversas individuais com clareza e respeito.
  • Planear o apoio a quem sai e a quem fica e de retirar lições do processo.

Para quem: Diretores de RH, jurídico

🏷 Normas e referências: Convenção OIT C158 e Recomendação R166 (cessação do contrato) · Convenção OIT C111

⚖️ Base legal angolana

  • Lei Geral do Trabalho

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Nível 3 Gestão de Pessoas em Operações Remotas e Regimes de RotaçãoRHU-310 · Avançado · 8 h 15 min · Português Regimes de rotação, alojamentos e campos, offshore, fadiga, bem-estar, logística de viagens e retenção. Convenções OIT C155 e C171 (trabalho noturno)IFC/BERD: alojamento de trabalhadores (2009)ISO 45001 Ver detalhes

Plataformas offshore, minas em regiões isoladas e grandes estaleiros têm algo em comum: as pessoas trabalham semanas seguidas longe de casa, em turnos longos, e vivem no local de trabalho. Neste curso avançado aprende a gerir pessoas nestes contextos: comparar regimes de rotação (14/14, 21/21, 28/28, ciclos desiguais) e calcular tripulações e horas médias, planear mobilizações, viagens, documentos e certificados, avaliar o alojamento e a vida nos campos e a bordo segundo referências internacionais (OIT, orientação IFC/BERD), prevenir o assédio, gerir a fadiga e proteger a saúde mental, apoiar as famílias e reter equipas em rotação. Com dois casos integrados (uma operadora offshore e uma mina fictícias), cálculos em Excel, imagens interativas, cenários de decisão e modelos para descarregar. Não substitui a formação prática certificada de segurança e sobrevivência. Pensado para RH de petróleo e gás, mineração e construção.

O que vai aprender

  • Descrever as características do trabalho em operações remotas e em rotação e os desafios que colocam aos RH.
  • Comparar regimes de rotação e calcular as necessidades de pessoal e as horas médias de trabalho.
  • Planear a mobilização e a desmobilização de equipas, incluindo viagens, documentos, certificados e exames.
  • Avaliar as condições de alojamento e de vida em campos remotos e no offshore, incluindo a prevenção do assédio.
  • Identificar riscos de fadiga e de saúde mental e definir medidas de prevenção e apoio.
  • Elaborar um plano de retenção e envolvimento para equipas em regime de rotação.

Para quem: RH de petróleo e gás, mineração e construção

🏷 Normas e referências: Convenções OIT C155 e C171 (trabalho noturno) · IFC/BERD: alojamento de trabalhadores (2009) · ISO 45001

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Nível 4 HR Business Partner e Gestão Estratégica de PessoasRHU-401 · Especialista · 14 h 45 min · Português Alinhar RH com a estratégia do negócio, gestão da mudança e cultura organizacional. Convenções fundamentais da OITISO 30414 (reporte de capital humano) Ver detalhes

Passe de gestor de processos de RH a parceiro da gestão de topo. Neste curso de nível especialista, acompanha a Amina, HR Business Partner de uma unidade logística fictícia, e aprende a trabalhar no modelo de três pilares, a ler a estratégia, a cadeia de valor e a demonstração de resultados de uma unidade de negócio, a construir uma estratégia de pessoas a partir das prioridades do negócio, a diagnosticar necessidades com hipóteses e dados, a conduzir pedidos da gestão como consultor interno, a influenciar a comissão executiva com argumentos de negócio, a construir casos de negócio com cenários, a gerir um portefólio de iniciativas de RH e a decidir em dilemas éticos, com as normas da OIT como referência. Com cenários ramificados, trabalhos práticos, exercícios em Excel e um caso integrado em que elabora um plano de parceria completo e o seu próprio plano de desenvolvimento. Pensado para diretores e business partners de recursos humanos.

O que vai aprender

  • Explicar o papel do HR Business Partner no modelo de RH da organização, incluindo os três pilares, a governação e as armadilhas do modelo.
  • Interpretar a estratégia, a cadeia de valor, a demonstração de resultados e os indicadores operacionais de uma unidade de negócio.
  • Construir uma estratégia de pessoas a partir das prioridades do negócio, com capacidades, prioridades, plano anual e indicadores.
  • Diagnosticar as necessidades de pessoas de uma unidade de negócio, combinando entrevistas, dados de RH, estrutura, talento e clima.
  • Aplicar o ciclo de consultoria interna a um pedido da gestão, escolhendo o papel adequado e contratando um resultado mensurável.
  • Influenciar decisões da gestão de topo com argumentos de negócio, preparando as partes interessadas, desafiando com respeito e dizendo não com alternativas.
  • Usar dados de pessoas para apoiar decisões de negócio, com indicadores de custo e produtividade, pilotos, cenários e casos de negócio.
  • Priorizar e acompanhar um portefólio de iniciativas de RH, considerando impacto, esforço, capacidade da equipa e calendário do negócio.
  • Decidir em dilemas éticos típicos da função, protegendo a confidencialidade, gerindo conflitos de interesse e usando os canais de denúncia.
  • Elaborar um plano de parceria completo para uma unidade de negócio e um plano de desenvolvimento pessoal como HR Business Partner.

Para quem: Diretores e business partners de RH

🏷 Normas e referências: Convenções fundamentais da OIT · ISO 30414 (reporte de capital humano)

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Nível 4 Relações Laborais Avançadas e Negociação ColetivaRHU-402 · Especialista · 13 h 15 min · Português Sindicatos, convenções coletivas, greves e gestão de conflitos laborais. Convenções fundamentais da OITISO 30414 (reporte de capital humano) Ver detalhes

Uma negociação coletiva bem conduzida protege a empresa, os trabalhadores e a relação entre ambos durante anos; uma negociação mal preparada pode acabar num impasse, numa greve ou num acordo que ninguém consegue aplicar. Neste curso de nível especialista, pensado para diretores de recursos humanos e responsáveis de relações laborais, aprende a preparar e conduzir a negociação coletiva, a gerir conflitos coletivos e a redigir e aplicar acordos de empresa. O curso parte das normas internacionais da OIT (Convenções n.º 87, n.º 98, n.º 154 e n.º 144) e dos princípios dos seus órgãos de controlo, percorre os atores e os níveis da negociação, o custeio das propostas com folha de cálculo, as estratégias distributiva e integrativa, a condução das sessões, a redação de cláusulas, a gestão de uma greve com respeito pelos direitos, e a conciliação, a mediação e a arbitragem. Termina com uma estratégia de relações laborais de longo prazo e um caso integrado. Com uma empresa fictícia, cenários de decisão, exercícios práticos, modelos para descarregar e verificações em cada módulo. A legislação laboral varia de país para país: o curso remete sempre para a lei aplicável e não substitui o aconselhamento jurídico.

O que vai aprender

  • Explicar os sistemas de relações laborais e as normas internacionais da OIT que os enquadram.
  • Identificar os atores, os níveis e os instrumentos da negociação coletiva.
  • Preparar a negociação coletiva com dados, objetivos, mandato e custeio das propostas.
  • Escolher estratégias e táticas adequadas à negociação coletiva, incluindo a negociação baseada em interesses.
  • Conduzir sessões de negociação até à celebração de um acordo.
  • Redigir cláusulas claras e gerir a aplicação de um acordo de empresa.
  • Gerir um conflito coletivo e preparar a organização para uma greve, com respeito pelos direitos.
  • Escolher o mecanismo de resolução de conflitos coletivos adequado: conciliação, mediação ou arbitragem.
  • Definir uma estratégia de relações laborais de longo prazo.

Para quem: Diretores de RH, relações laborais

🏷 Normas e referências: Convenções fundamentais da OIT · ISO 30414 (reporte de capital humano)

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Segurança e Saúde no Trabalho (HSE)

Nível 1 Indução de Segurança no Trabalho (HSE Induction)SST-101 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português 4,9(48 avaliações) Regras básicas de segurança, comunicação de perigos e comportamentos seguros. ISO 45001Convenções OIT C155 e C187ILO-OSH 2001 Ver detalhes

Antes de entrar em obra, no armazém ou no escritório, todos precisam de falar a mesma língua de segurança. Esta indução HSE, baseada nas normas internacionais (ISO 45001 e convenções da OIT), prepara colaboradores, supervisores e empreiteiros para reconhecer perigos, avaliar riscos, aplicar a hierarquia de controlo, cumprir as regras de ouro e usar a autoridade para parar o trabalho sempre que algo não estiver seguro. Com exemplos do dia a dia em escritórios, fábricas, armazéns e estaleiros, cenários de decisão e exercícios interativos, aprenda também a reportar quase-acidentes e a agir corretamente numa emergência. Hora e meia que pode salvar uma vida, incluindo a sua.

O que vai aprender

  • Explicar porque a segurança é uma responsabilidade partilhada entre a empresa e cada colaborador.
  • Distinguir perigo de risco e identificar os perigos físicos, químicos, biológicos, ergonómicos e psicossociais mais comuns.
  • Aplicar a hierarquia de controlo para propor medidas de redução do risco.
  • Aplicar as regras de ouro e usar a autoridade para parar o trabalho (Stop Work Authority).
  • Reportar incidentes e quase-acidentes pelos canais corretos.
  • Agir corretamente perante um alarme, uma evacuação e a reunião no ponto de encontro.

Para quem: Todos os colaboradores, supervisores e técnicos HSE (incl. empreiteiros)

🏷 Normas e referências: ISO 45001 · Convenções OIT C155 e C187 · ILO-OSH 2001

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Nível 1 Prevenção e Combate a Incêndios: Conceitos BásicosSST-102 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Triângulo do fogo, classes de incêndio, extintores e evacuação. ISO 3941ISO 7010 Ver detalhes

Um incêndio pode começar com uma simples faísca num quadro elétrico, num gerador ou numa extensão sobrecarregada. Neste curso prático, vai perceber como nasce o fogo, identificar e eliminar fontes de ignição no seu posto de trabalho, escolher o extintor certo e usá-lo com o método PASS, e saber exatamente o que fazer numa evacuação. Com cenários realistas de escritórios, armazéns, oficinas e estaleiros, e com base em referências internacionais como a ISO 3941 (classes de incêndio) e a ISO 7010 (sinais de segurança), vai sair preparado para proteger a sua vida, a dos seus colegas e o seu local de trabalho.

O que vai aprender

  • Explicar o triângulo do fogo e distinguir as classes de incêndio.
  • Identificar e eliminar fontes de ignição no seu posto de trabalho.
  • Escolher e usar corretamente o extintor adequado a cada situação.
  • Executar uma evacuação segura até ao ponto de encontro.

Para quem: Todos os colaboradores, supervisores e técnicos HSE

🏷 Normas e referências: ISO 3941 · ISO 7010

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Nível 1 Ergonomia no Escritório e Trabalho com EcrãsSST-103 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Postura, organização do posto de trabalho e prevenção de lesões. ISO 45001Convenções OIT C155 e C187ILO-OSH 2001 Ver detalhes

Dor no pescoço ao fim do dia, olhos cansados, formigueiro nos punhos? Passamos horas em frente ao ecrã e o corpo acaba por pagar a fatura. Neste curso prático, vai perceber como as más posturas, o trabalho prolongado com ecrãs e o sedentarismo afetam a saúde, aprender a ajustar passo a passo a cadeira, a secretária, o ecrã, o teclado, o rato e o portátil, e criar hábitos simples de pausas ativas, alongamentos e hidratação, no escritório ou em teletrabalho. Com base nos princípios da Organização Internacional do Trabalho e nas normas internacionais de ergonomia (série ISO 9241), inclui exemplos do dia a dia, atividades interativas e uma lista de verificação para ajustar hoje o seu posto de trabalho.

O que vai aprender

  • Reconhecer os efeitos das más posturas e do trabalho prolongado com ecrãs na saúde (lesões músculo-esqueléticas, fadiga visual e sedentarismo).
  • Identificar os sinais de alerta precoces e saber a quem os comunicar.
  • Configurar corretamente a cadeira, a secretária, o ecrã, o teclado, o rato e o portátil.
  • Aplicar pausas ativas, a regra 20-20-20 e exercícios simples de alongamento ao longo do dia de trabalho.
  • Organizar um posto de teletrabalho seguro e confortável.

Para quem: Todos os colaboradores que trabalham com computador (no escritório ou em teletrabalho), supervisores e técnicos HSE

🏷 Normas e referências: ISO 45001 · Convenções OIT C155 e C187 · ILO-OSH 2001

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Nível 1 Primeiros Socorros: Módulo TeóricoSST-104 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Avaliação da vítima, hemorragias, queimaduras, fracturas e alerta aos serviços de emergência. ISO 45001Convenções OIT C155 e C187ILO-OSH 2001 Ver detalhes

Nos primeiros minutos de um acidente ou de uma doença súbita, o que um colega faz pode mudar tudo. Este módulo teórico prepara-o para garantir a segurança do local, avaliar a vítima, ativar os serviços de emergência e aplicar as medidas iniciais em hemorragias, feridas, queimaduras, fraturas, desmaios, convulsões, AVC e hipoglicemia. Com base nos princípios internacionais de primeiros socorros e reanimação (ILCOR, European Resuscitation Council e Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho), inclui cenários de decisão, atividades interativas e materiais de apoio para o local de trabalho. Importante: este curso é teórico e não substitui a formação prática certificada em primeiros socorros e suporte básico de vida.

O que vai aprender

  • Descrever o papel do socorrista e a sequência de atuação: segurança do local, avaliação da vítima, alerta e socorro.
  • Explicar como ativar os serviços de emergência e que informação transmitir.
  • Descrever a avaliação primária da consciência, da via aérea e da respiração, e identificar quando colocar a vítima em posição lateral de segurança ou iniciar o suporte básico de vida.
  • Descrever as medidas iniciais em hemorragias, feridas e queimaduras.
  • Reconhecer fraturas, desmaios, convulsões, AVC e hipoglicemia e descrever a resposta inicial adequada.
  • Explicar porque é necessária formação prática certificada e como se organizam a mala de primeiros socorros e o registo de ocorrências.

Para quem: Todos os colaboradores, socorristas designados, supervisores e técnicos HSE

🏷 Normas e referências: ISO 45001 · Convenções OIT C155 e C187 · ILO-OSH 2001

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Nível 1 Equipamentos de Proteção Individual (EPI)SST-105 · Fundamentos · 2 h 15 min · Português Seleção, uso correto, inspeção e manutenção de EPI. Convenção OIT C155normas ISO/EN/ANSI de EPI Ver detalhes

O capacete, as botas e as luvas só protegem se forem os certos, estiverem em bom estado e forem bem usados. Neste curso prático, vai perceber porque o EPI é a última barreira entre si e o perigo, aprender a escolher a proteção adequada para a cabeça, olhos, ouvidos, mãos, pés, vias respiratórias, corpo e trabalhos em altura, e dominar a inspeção, o ajuste, a limpeza e a substituição do equipamento. Com base na hierarquia de controlo, nas convenções da OIT e em normas internacionais (ISO, com os equivalentes regionais EN e ANSI), inclui exemplos de estaleiros, oficinas e armazéns, atividades interativas e listas de verificação para usar no terreno.

O que vai aprender

  • Situar o EPI na hierarquia de controlo de riscos e explicar porque é a última barreira de proteção.
  • Identificar as responsabilidades do empregador, das chefias e do trabalhador em relação ao EPI.
  • Interpretar as principais normas e marcações presentes no EPI.
  • Selecionar o EPI adequado a cada tipo de risco (cabeça, olhos, ouvidos, mãos, pés, vias respiratórias, corpo e quedas).
  • Ajustar, inspecionar, limpar, guardar e substituir corretamente o EPI, mantendo os registos necessários.

Para quem: Todos os colaboradores de campo, supervisores e técnicos HSE

🏷 Normas e referências: Convenção OIT C155 · normas ISO/EN/ANSI de EPI

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Nível 1 Sensibilização para Riscos ElétricosSST-106 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Perigos da eletricidade e regras de segurança para não eletricistas. ISO 45001Convenções OIT C155 e C187ILO-OSH 2001 Ver detalhes

A eletricidade não se vê, não se ouve e não avisa antes de ferir. Neste curso de sensibilização, pensado para quem não é eletricista, vai perceber como a corrente elétrica provoca choque, queimaduras, arco elétrico e incêndios, e porque as linhas aéreas e os cabos enterrados são perigos invisíveis. Vai aprender a reconhecer os perigos elétricos mais comuns no escritório, no armazém, na oficina e no estaleiro, e a aplicar as regras de ouro para não eletricistas: inspecionar antes de usar, nunca reparar nem improvisar, retirar e reportar o equipamento danificado, respeitar bloqueios e etiquetas e agir corretamente perante uma vítima de choque. Alinhado com boas práticas internacionais (IEC 60364, NFPA 70E e orientações do UK HSE). O curso é teórico e não habilita para trabalhos elétricos nem substitui a formação prática certificada.

O que vai aprender

  • Explicar como a eletricidade provoca lesões (choque, queimaduras, arco elétrico e incêndio) e porque muitos perigos elétricos não se veem.
  • Identificar perigos elétricos comuns no escritório, no armazém, na oficina e no estaleiro, incluindo linhas aéreas e cabos enterrados.
  • Aplicar as regras de ouro de segurança elétrica para não eletricistas.
  • Agir com segurança perante uma vítima de choque elétrico.

Para quem: Todos os colaboradores não eletricistas

🏷 Normas e referências: ISO 45001 · Convenções OIT C155 e C187 · ILO-OSH 2001

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Nível 1 Substâncias Perigosas: Rotulagem e Fichas de Dados de SegurançaSST-107 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Pictogramas GHS, leitura de fichas de dados de segurança, armazenamento, manuseamento e resposta a pequenos derrames de produtos químicos. GHS (Sistema Mundialmente Harmonizado da ONU) Ver detalhes

Gasóleo, solventes, tintas, ácidos, cimento, produtos de limpeza e gases fazem parte do dia a dia de oficinas, estaleiros, armazéns, laboratórios e instalações de petróleo e gás. Neste curso vai aprender onde estão as substâncias perigosas, como entram no corpo e que efeitos podem ter, a curto e a longo prazo. Vai ler um rótulo segundo o Sistema Mundialmente Harmonizado (GHS) das Nações Unidas, interpretar os nove pictogramas, a palavra-sinal e as advertências, e encontrar depressa na ficha de dados de segurança (FDS) a informação essencial: perigos, primeiros socorros, manuseamento e armazenagem, EPI e eliminação. Por fim, vai treinar o manuseamento seguro, a armazenagem e a resposta a um pequeno derrame. Alinhado com o GHS e com a Convenção n.º 170 da OIT sobre produtos químicos.

O que vai aprender

  • Reconhecer onde existem substâncias perigosas no trabalho, as formas em que se apresentam e as vias de entrada no corpo.
  • Interpretar os elementos de um rótulo GHS: pictogramas, palavra-sinal, advertências de perigo e recomendações de prudência.
  • Localizar na ficha de dados de segurança a informação sobre perigos, primeiros socorros, manuseamento e armazenagem, EPI e eliminação.
  • Manusear e guardar produtos químicos com segurança e de responder a um pequeno derrame.

Para quem: Trabalhadores que manuseiam produtos químicos, combustíveis e reagentes

🏷 Normas e referências: GHS (Sistema Mundialmente Harmonizado da ONU)

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Nível 1 Ruído e Vibrações no Trabalho: SensibilizaçãoSST-108 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Efeitos do ruído e das vibrações mão-braço e corpo inteiro, sinais de alerta, proteção auditiva e boas práticas para reduzir a exposição. Convenção OIT C148 (ar, ruído e vibrações)Código de práticas da OIT «Ambient factors in the workplace» (2001) Ver detalhes

A perda de audição provocada pelo ruído não dói, instala-se aos poucos e não tem cura. As vibrações das ferramentas e das máquinas também deixam marcas: dedos brancos, formigueiro, perda de força e dores lombares. Neste curso de sensibilização vai perceber como funciona o ouvido, o que significa o decibel e como reconhecer quando o ruído é demasiado. Vai conhecer os efeitos das vibrações mão-braço e corpo inteiro, os sinais de alerta e o dever de reportar. E vai aprender a proteger-se: as medidas de controlo da hierarquia, as zonas de proteção auditiva obrigatória, a colocação correta de tampões e abafadores e a vigilância da saúde. Com exemplos de estaleiros, oficinas, minas e instalações industriais, alinhado com a Convenção n.º 148 da OIT, com o código de práticas da OIT sobre fatores ambientais no local de trabalho e com orientações do UK HSE.

O que vai aprender

  • Explicar como o ruído danifica a audição de forma permanente.
  • Reconhecer as fontes de ruído e de vibração mais comuns e quando o ruído pode exigir avaliação.
  • Reconhecer os efeitos e os sinais de alerta das vibrações mão-braço e corpo inteiro.
  • Aplicar medidas de controlo e de usar corretamente a proteção auditiva.

Para quem: Trabalhadores de estaleiro, oficina, mina e instalações industriais

🏷 Normas e referências: Convenção OIT C148 (ar, ruído e vibrações) · Código de práticas da OIT «Ambient factors in the workplace» (2001)

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Nível 1 Stress Térmico: Trabalhar em Segurança no CalorSST-109 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Como o calor afeta o corpo, aclimatação, hidratação, pausas, sinais de exaustão e golpe de calor e o que fazer perante um colega afetado. ISO 7243 (índice WBGT)Código de práticas da OIT «Ambient factors in the workplace» (2001) Ver detalhes

Trabalhar ao sol num estaleiro, numa mina a céu aberto ou numa plataforma, ou junto a fornos, motores e cozinhas industriais, põe o corpo à prova. O stress térmico reduz a concentração, aumenta os acidentes e pode levar ao golpe de calor, uma emergência médica que pode matar. Neste curso vai perceber como o corpo se defende do calor e quem corre mais risco, aplicar as medidas de prevenção (aclimatação progressiva, hidratação regular, sombra, pausas, horários e sistema de colega) e conhecer, em noção, os planos de trabalho e descanso baseados no índice WBGT. Vai também aprender a reconhecer as doenças provocadas pelo calor e a prestar a primeira resposta correta a um colega afetado. Alinhado com a ISO 7243 e com o código de práticas da OIT sobre fatores ambientais no local de trabalho. O curso não substitui o aconselhamento médico individual nem a formação prática em primeiros socorros.

O que vai aprender

  • Explicar como o calor e o esforço afetam o corpo e quem corre mais risco.
  • Aplicar medidas de prevenção do stress térmico: aclimatação, hidratação, sombra, pausas, horários e sistema de colega.
  • Reconhecer as doenças provocadas pelo calor, distinguindo o golpe de calor como emergência médica.
  • Prestar a primeira resposta correta a um colega afetado pelo calor e de reportar casos e quase-acidentes.

Para quem: Trabalhadores de terreno e respetivos supervisores

🏷 Normas e referências: ISO 7243 (índice WBGT) · Código de práticas da OIT «Ambient factors in the workplace» (2001)

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Nível 1 Fadiga e Trabalho por Turnos: SensibilizaçãoSST-110 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Causas e sinais de fadiga, higiene do sono em turnos e rotações, riscos de microssono e como reportar quando não se está apto para trabalhar. Convenção OIT C171 (trabalho noturno)UK HSE HSG256 «Managing shift work» Ver detalhes

Turnos noturnos, rotações longas em locais remotos, viagens até ao local de trabalho, calor e horas extraordinárias: a fadiga é um risco real em operações de petróleo e gás, minas, construção, logística e serviços que não param. Neste curso vai perceber como funcionam o sono e o relógio biológico, o que é a dívida de sono e o microssono, e porque a fadiga afeta a atenção, o tempo de reação e as decisões. Vai aprender hábitos de sono e de recuperação adaptados a turnos e rotações, incluindo sestas estratégicas, cafeína com conta, alimentação e hidratação, e o cuidado redobrado ao conduzir depois do turno. Por fim, vai treinar o reconhecimento dos sinais de fadiga em si e nos colegas, a autoavaliação «estou apto para trabalhar?» e a forma de reportar, num ambiente de cultura justa. Alinhado com a Convenção n.º 171 da OIT sobre trabalho noturno e com o guia HSG256 do UK HSE sobre a gestão do trabalho por turnos. O curso não substitui o aconselhamento médico individual.

O que vai aprender

  • Explicar o que é a fadiga, como se relaciona com o sono e o relógio biológico e porque aumenta o risco de acidentes.
  • Identificar os fatores que aumentam a fadiga no trabalho por turnos e em rotação.
  • Aplicar hábitos de sono e de recuperação adequados a turnos e rotações.
  • Reconhecer sinais de fadiga em si e nos colegas e de reportar quando não está apto para trabalhar.

Para quem: Trabalhadores por turnos, em rotação e condutores

🏷 Normas e referências: Convenção OIT C171 (trabalho noturno) · UK HSE HSG256 «Managing shift work»

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Nível 1 Saúde em Viagem e Prevenção da Malária para Trabalhadores MóveisSST-111 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Preparação médica antes da viagem, vacinas, prevenção de picadas, quimioprofilaxia, água e alimentos seguros e quando procurar ajuda médica. OMS «International travel and health»OMS «Guidelines for malaria» Ver detalhes

Quem trabalha em rotação, em projetos remotos ou em viagens frequentes está exposto a riscos de saúde que não encontra em casa: malária e outras doenças transmitidas por mosquitos, água e alimentos contaminados, calor intenso e estradas perigosas. Neste curso vai aprender a preparar uma viagem de trabalho do ponto de vista da saúde, a aplicar as quatro regras de prevenção da malária recomendadas pela Organização Mundial da Saúde, a reagir corretamente a uma febre durante ou depois da viagem e a prevenir as doenças transmitidas pela água e pelos alimentos. Com base nas publicações da OMS «International travel and health» e nas suas orientações sobre a malária, inclui exemplos de estaleiros, acampamentos e plataformas, um cenário de decisão e uma checklist de preparação. O curso não substitui o aconselhamento médico individual.

O que vai aprender

  • Preparar uma viagem de trabalho do ponto de vista da saúde: consulta médica, vacinas, medicação, kit de saúde, seguro e plano de evacuação.
  • Identificar fontes de informação de saúde fiáveis, como a OMS e o serviço de saúde da empresa.
  • Aplicar as medidas de prevenção da malária (conhecer o risco, evitar picadas, quimioprofilaxia e diagnóstico rápido).
  • Reconhecer uma febre durante ou depois da viagem como uma urgência e agir em conformidade.
  • Prevenir doenças transmitidas pela água e pelos alimentos, tratar a desidratação inicial e saber quando procurar ajuda médica.

Para quem: Trabalhadores em rotação, expatriados e colaboradores que viajam para locais remotos

🏷 Normas e referências: OMS «International travel and health» · OMS «Guidelines for malaria»

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Nível 1 Arrumação e Prevenção de Escorregamentos, Tropeções e QuedasSST-112 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português 5,0(3 avaliações) Arrumação e limpeza (housekeeping), pisos, escadas, iluminação e calçado para prevenir uma das causas mais comuns de acidentes de trabalho. UK HSE INDG225 «Preventing slips and trips at work»ISO 7010 (sinais de segurança) Ver detalhes

Um chão molhado, um cabo atravessado num corredor ou uma escada mal iluminada bastam para causar uma lesão que afasta alguém do trabalho durante semanas. Neste curso vai perceber porque escorregamos, tropeçamos e caímos, aplicar regras simples de arrumação e limpeza (housekeeping) no posto de trabalho e no estaleiro, e verificar pisos, escadas, iluminação e calçado antes que se tornem um problema. Com base nas orientações da OIT, na sinalização da ISO 7010 e no guia do UK HSE «Preventing slips and trips at work» como referência de boas práticas, inclui exemplos de armazéns, oficinas, estaleiros e escritórios, atividades interativas e uma checklist de arrumação para usar no terreno.

O que vai aprender

  • Distinguir escorregamento, tropeção e queda ao mesmo nível e explicar as suas causas mais comuns.
  • Reconhecer as consequências destes acidentes para a pessoa e para a equipa.
  • Aplicar regras de arrumação e limpeza no posto de trabalho e no estaleiro, incluindo a gestão de cabos, mangueiras, derrames e resíduos.
  • Verificar pisos, escadas, rampas, iluminação e calçado e usar os três pontos de apoio.
  • Reportar condições inseguras e usar uma checklist de arrumação.

Para quem: Todos os colaboradores

🏷 Normas e referências: UK HSE INDG225 «Preventing slips and trips at work» · ISO 7010 (sinais de segurança)

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Nível 1 Utilização Segura de Ferramentas Manuais e Elétricas PortáteisSST-113 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Seleção, inspeção antes do uso, proteções, ferramentas defeituosas e EPI adequado para ferramentas manuais, elétricas e pneumáticas. IEC 62841 (segurança de ferramentas elétricas portáteis)Código de práticas da OIT «Safety and health in the use of machinery» (2013) Ver detalhes

Uma rebarbadora sem resguardo, um disco errado ou uma chave usada como martelo estão por trás de muitos cortes, projeções e lesões nas mãos e nos olhos. Neste curso vai aprender a escolher a ferramenta certa para cada tarefa, a inspecioná-la antes do uso e a retirar de serviço a que está defeituosa. Vai ver como usar com segurança ferramentas manuais, elétricas, a bateria, pneumáticas e hidráulicas, incluindo rebarbadoras, e como escolher o EPI e proteger quem está à volta. Com base no código de práticas da OIT sobre segurança na utilização de máquinas e na série IEC 62841 como referência, inclui exemplos de oficinas, estaleiros e instalações industriais, atividades interativas e uma lista de verificação de inspeção.

O que vai aprender

  • Selecionar a ferramenta adequada à tarefa e reconhecer os perigos das ferramentas improvisadas.
  • Inspecionar ferramentas manuais, elétricas, pneumáticas e hidráulicas antes do uso e retirar de serviço as defeituosas.
  • Utilizar rebarbadoras, ferramentas a bateria, pneumáticas e hidráulicas com os resguardos e as precauções adequadas.
  • Escolher o EPI adequado, incluindo a proteção dos olhos e dos ouvidos, e evitar o risco de enrolamento.
  • Proteger as pessoas à volta e transportar e armazenar ferramentas corretamente.

Para quem: Trabalhadores de manutenção, oficina e estaleiro

🏷 Normas e referências: IEC 62841 (segurança de ferramentas elétricas portáteis) · Código de práticas da OIT «Safety and health in the use of machinery» (2013)

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Nível 1 Segurança de Processos: Sensibilização para Operadores e TécnicosSST-115 · Fundamentos · 1 h 45 min · Português Perda de contenção, barreiras de segurança, gestão da mudança e lições de acidentes graves explicadas para quem trabalha na linha da frente. Convenção OIT C174 (prevenção de acidentes industriais maiores)IOGP Report 456 (indicadores de segurança de processos) Ver detalhes

Os acidentes graves em instalações de processo raramente começam com uma explosão: começam com uma fuga, um alarme ignorado, uma válvula retirada para manutenção ou uma mudança «temporária» que ninguém registou. Neste curso vai perceber a diferença entre segurança pessoal e segurança de processos, o que é uma perda de contenção e porque bons números de acidentes pessoais não chegam. Através das lições de acidentes conhecidos, como Piper Alpha, Texas City e Buncefield, vai conhecer as barreiras que previnem e mitigam os acidentes graves, o modelo do queijo suíço e o bow-tie, e o que pode fazer no dia a dia para manter essas barreiras eficazes. Alinhado com a Convenção n.º 174 da OIT e com as orientações da IOGP sobre indicadores de segurança de processos, é um curso multissetorial para parques de combustível, centrais, fábricas e instalações de processo.

O que vai aprender

  • Distinguir segurança pessoal de segurança de processos e explicar o que é uma perda de contenção e um acidente grave.
  • Descrever, em termos gerais, as lições de acidentes graves conhecidos (Piper Alpha, Texas City e Buncefield).
  • Explicar o papel das barreiras de prevenção e de mitigação, usando o modelo do queijo suíço e o bow-tie.
  • Reconhecer barreiras degradadas, como alarmes inibidos, bypasses e inspeções em atraso.
  • Aplicar no dia a dia os comportamentos que mantêm as barreiras eficazes: operar dentro dos limites, reportar mudanças, passar bem o turno, respeitar as autorizações, reportar e parar o trabalho.

Para quem: Operadores e técnicos de parques de combustível, centrais, fábricas e instalações de processo

🏷 Normas e referências: Convenção OIT C174 (prevenção de acidentes industriais maiores) · IOGP Report 456 (indicadores de segurança de processos)

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Nível 1 Segurança e Saúde no Trabalho: a Legislação AngolanaSST-116 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Angola 4,7(3 avaliações) Conheça as obrigações legais de segurança e saúde no trabalho em Angola: deveres do empregador e do trabalhador, serviços e comissões de prevenção, acidentes de trabalho e doenças profissionais e inspeção do trabalho — articulando com a ISO 45001. ⚖️ Base legal angolanaISO 45001 (noção) Ver detalhes

Capacete, exames médicos, comissão de prevenção, participação de um acidente, seguro, sinais de segurança: em Angola, tudo isto tem regras escritas. Neste curso essencial percorre a legislação angolana de segurança, higiene e saúde no trabalho, sempre com o artigo citado: o Decreto n.º 31/94, que criou o sistema, a Lei Geral do Trabalho (Lei n.º 12/23), o regulamento das Comissões de Prevenção de Acidentes de Trabalho, o regulamento da sinalização, o regime jurídico dos acidentes de trabalho e doenças profissionais (Decreto n.º 53/05), a provisão para o prémio do seguro o regulamento dos serviços de SHST de 2024 e o regime das contraordenações laborais (Decreto Presidencial n.º 50/25). Vai ver os deveres e direitos da empresa e dos trabalhadores, quando é obrigatório ter serviços de SHST e uma comissão de prevenção, que exames médicos fazer e quando, como agir e participar perante um acidente, que prestações a lei prevê, como sinalizar os riscos, que poderes tem a Inspeção Geral do Trabalho e que sanções existem — e, de forma breve e separada, como a norma internacional ISO 45001 pode apoiar a gestão. Com situações de uma empresa de construção fictícia de Luanda, cenários de decisão, atividades de arrastar e largar, um caso prático de cálculo e modelos para descarregar. Curso informativo, para técnicos de SST, chefias, recursos humanos e representantes dos trabalhadores.

O que vai aprender

  • Identificar os diplomas angolanos de segurança, higiene e saúde no trabalho e distinguir os deveres e direitos da entidade empregadora e dos trabalhadores.
  • Reconhecer quando a empresa tem de organizar serviços de SHST e uma Comissão de Prevenção de Acidentes de Trabalho, e de aplicar as regras dos exames médicos.
  • Reconhecer um acidente de trabalho e uma doença profissional, cumprir os deveres de socorro, participação e seguro e identificar as prestações previstas na lei.
  • Aplicar as regras da sinalização de segurança, conhecer os poderes da Inspeção Geral do Trabalho e as sanções previstas, e situar a ISO 45001 como referência internacional voluntária.

Para quem: Técnicos de SST, chefias, RH e representantes dos trabalhadores em Angola

🏷 Normas e referências: ISO 45001 (noção)

⚖️ Base legal angolana

  • Lei n.º 7/15
  • Lei n.º 12/23 (Lei Geral do Trabalho)
  • Decreto Presidencial n.º 179/24
  • Decreto Presidencial n.º 50/25
  • Decreto n.º 31/94
  • Decreto n.º 11/03
  • Decreto n.º 53/05
  • Decreto Executivo n.º 21/98
  • Decreto Executivo n.º 128/04
  • Decreto Executivo n.º 179/11

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Nível 1 Fire Safety Awareness & Fire MarshalSST-120 · Fundamentos · 1 h 30 min · Inglês Segurança contra incêndios (em inglês), do básico à função de chefe de evacuação (fire marshal): triângulo do fogo, causas e classes de incêndio, extintores, portas corta-fogo, evacuação, comportamento das pessoas, responsabilidades, legislação e funções do fire marshal. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, ver SST-116 e a Lei n.º 12/23. Boas práticas do Reino UnidoRegulatory Reform (Fire Safety) Order 2005 (Reino Unido) — referênciaHealth and Safety at Work Act 1974 (Reino Unido) — referência Ver detalhes

Dez unidades curtas sobre segurança contra incêndios e uma unidade completa de Fire Marshal Awareness. As unidades curtas tratam o triângulo do fogo, as causas e as classes de incêndio, extintores, portas corta-fogo, vias de evacuação, a perceção e o comportamento das pessoas num incêndio, as suas responsabilidades, a legislação e a função dos fire marshals. A unidade final aprofunda as funções do fire marshal e inclui guias para descarregar (em caso de incêndio, parar-deitar-rolar, classes de incêndio, tipos de extintor). Cada unidade termina com um questionário. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, ver SST-116 e a Lei n.º 12/23. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as onze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Regulatory Reform (Fire Safety) Order 2005 (Reino Unido) — referência · Health and Safety at Work Act 1974 (Reino Unido) — referência

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Nível 1 Office Ergonomics, DSE & Manual HandlingSST-130 · Fundamentos · 1 h 30 min · Inglês Posto de trabalho saudável e movimentação segura de cargas (em inglês): ergonomia, postura sentada, ajuste da cadeira, prevenção de LER, fadiga visual, equipamentos dotados de visor (DSE), técnica de levantamento e uma unidade completa de movimentação manual. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, ver SST-116 e a Lei n.º 12/23. Boas práticas do Reino UnidoHSE (Reino Unido) — referênciaManual Handling Operations Regulations 1992 (Reino Unido) — referência Ver detalhes

Unidades curtas sobre o posto de trabalho ergonómico: introdução à ergonomia, postura correta sentado, ajuste da cadeira, prevenção de lesões por esforços repetitivos (LER) e redução da fadiga visual, seguidas de uma unidade mais completa sobre o posto de trabalho com equipamentos dotados de visor (DSE). O curso termina com a técnica de levantamento e uma unidade completa de movimentação manual de cargas. Cada unidade termina com um questionário. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, ver SST-116 e a Lei n.º 12/23. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as oito unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · HSE (Reino Unido) — referência · Manual Handling Operations Regulations 1992 (Reino Unido) — referência

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Nível 1 Health & Safety at Work EssentialsSST-140 · Fundamentos · 1 h 30 min · Inglês O essencial da segurança e saúde no trabalho (em inglês): a lei britânica de 1974, responsabilidades do trabalhador, perigos no local de trabalho, avaliação de riscos, equipamentos e sistemas seguros, escorregões, tropeções e quedas, e o socorrista designado. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, ver SST-116 e a Lei n.º 12/23. Boas práticas do Reino UnidoHealth and Safety at Work Act 1974 (Reino Unido) — referênciaManagement of Health and Safety at Work Regulations 1999 (Reino Unido) — referênciaHSE (Reino Unido) — referência Ver detalhes

Curso de base em segurança e saúde no trabalho. Apresenta a Health and Safety at Work Act e as responsabilidades do trabalhador, e trata os perigos no local de trabalho, a avaliação de riscos (com uma unidade completa sobre como a realizar), equipamentos e sistemas seguros e a prevenção de escorregões, tropeções e quedas. Termina com duas unidades sobre primeiros socorros e o papel do socorrista designado. Cada unidade termina com um questionário. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, ver SST-116 e a Lei n.º 12/23. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as nove unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Health and Safety at Work Act 1974 (Reino Unido) — referência · Management of Health and Safety at Work Regulations 1999 (Reino Unido) — referência · HSE (Reino Unido) — referência

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Nível 1 Work Equipment, Electrical Safety & Working at HeightSST-150 · Fundamentos · 2 h · Inglês Seis unidades (em inglês) sobre riscos de equipamentos e acessos: trabalhos em altura, escadas portáteis, PUWER (equipamentos de trabalho), LOLER (operações e equipamentos de elevação), rebolos abrasivos e segurança elétrica. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, ver SST-116 e a Lei n.º 12/23. Work at Height Regulations 2005 (Reino Unido) — referênciaPUWER 1998 (Reino Unido) — referênciaLOLER 1998 (Reino Unido) — referênciaElectricity at Work Regulations 1989 (Reino Unido) — referência Ver detalhes

Seis unidades completas sobre o uso seguro de equipamentos e o acesso seguro: trabalhos em altura, escadas portáteis, o regulamento britânico PUWER (equipamentos de trabalho), o regulamento LOLER (operações e equipamentos de elevação), segurança com rebolos abrasivos e segurança elétrica. Cada unidade termina com um questionário (80% para passar). Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, ver SST-116 e a Lei n.º 12/23. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as seis unidades.

🏷 Normas e referências: Work at Height Regulations 2005 (Reino Unido) — referência · PUWER 1998 (Reino Unido) — referência · LOLER 1998 (Reino Unido) — referência · Electricity at Work Regulations 1989 (Reino Unido) — referência

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Nível 1 Hazardous Substances, Confined Spaces & Environmental AwarenessSST-160 · Fundamentos · 1 h 45 min · Inglês Seis unidades (em inglês) sobre riscos de substâncias e ambiente: COSHH (substâncias perigosas), kits de derrames de químicos e óleos, amianto, legionela, espaços confinados e sensibilização ambiental para empresas. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, ver SST-116 e a Lei n.º 12/23. Boas práticas do Reino UnidoCOSHH 2002 (Reino Unido) — referênciaConfined Spaces Regulations 1997 (Reino Unido) — referênciaHealth and Safety at Work Act 1974 (Reino Unido) — referência Ver detalhes

Seis unidades sobre substâncias e ambientes perigosos: o regulamento britânico COSHH (controlo de substâncias perigosas para a saúde), utilização de kits de derrames de químicos e óleos, amianto, legionela, trabalho em espaços confinados e sensibilização ambiental para empresas. Cada unidade termina com um questionário (80% para passar). Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, ver SST-116 e a Lei n.º 12/23. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as seis unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · COSHH 2002 (Reino Unido) — referência · Confined Spaces Regulations 1997 (Reino Unido) — referência · Health and Safety at Work Act 1974 (Reino Unido) — referência

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Nível 1 PPE, Noise, Vibration & Eye ProtectionSST-170 · Fundamentos · 1 h 15 min · Inglês Cinco unidades (em inglês) sobre proteção individual e agentes físicos: equipamentos de proteção individual (EPI), proteção ocular, ruído no trabalho e vibrações mão-braço (HAVS). Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, ver SST-116 e a Lei n.º 12/23. Boas práticas do Reino UnidoPPE at Work Regulations 1992 (Reino Unido) — referênciaControl of Noise at Work Regulations 2005 (Reino Unido) — referênciaControl of Vibration at Work Regulations 2005 (Reino Unido) — referência Ver detalhes

Proteção individual e agentes físicos no trabalho: equipamentos de proteção individual (EPI), proteção ocular, uma introdução curta ao ruído no trabalho seguida de uma unidade completa sobre ruído, e a síndrome de vibração mão-braço (HAVS). Cada unidade termina com um questionário. Baseado nas boas práticas do Reino Unido; a legislação britânica é citada como referência internacional. Para Angola, ver SST-116 e a Lei n.º 12/23. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as cinco unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · PPE at Work Regulations 1992 (Reino Unido) — referência · Control of Noise at Work Regulations 2005 (Reino Unido) — referência · Control of Vibration at Work Regulations 2005 (Reino Unido) — referência

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Nível 1 Managing Stress at Work: Causes, Personality and Coping StrategiesSST-180 · Fundamentos · 1 h · Inglês Oito unidades (em inglês): o que é o stress e os seus efeitos, reconhecer e lidar com o stress, tipos de personalidade e cinco estratégias: aceitar, adaptar, alterar, evitar e criar redes de apoio. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

Compreender e gerir o stress: o que é o stress e os seus efeitos, reconhecer e lidar com o stress em si e nos outros, tipos de personalidade e stress, e cinco estratégias práticas (aceitar o que não pode mudar, adaptar-se, alterar a situação, evitar o stress desnecessário e criar redes de apoio). Cada unidade combina um vídeo curto com um questionário rápido e recursos para descarregar, como um plano de ação, um resumo e notas da sessão. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as oito unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Nível 2 Avaliação de Riscos e Identificação de Perigos (HIRA)SST-201 · Intermédio · 5 h · Português Metodologias de identificação de perigos, matriz de risco e medidas de controlo. ISO 45001Convenções OIT C155 e C187ILO-OSH 2001 Ver detalhes

Uma avaliação de riscos assinada e arquivada não protege ninguém. Neste curso, destinado a supervisores, técnicos HSE e chefias operacionais, vai acompanhar a revisão da avaliação de riscos de uma empresa fictícia de construção e manutenção industrial, depois de um quase-acidente num armazém. Aprenda a explicar os conceitos de perigo, risco, exposição, probabilidade, severidade, risco inerente e residual e ALARP, e o ciclo da gestão de riscos. Identifique perigos com várias técnicas (inspeções, análise de tarefas, entrevistas, histórico de incidentes e fichas de dados de segurança), em atividades rotineiras e não rotineiras, sem esquecer empreiteiros, visitantes, emergências e grupos vulneráveis. Classifique riscos com uma matriz 5×5 de forma consistente, calibre a equipa e conheça as limitações das matrizes. Proponha controlos pela hierarquia de controlos, identifique controlos críticos e construa um plano de ação com responsáveis, prazos e aprovação do risco residual. Por fim, elabore, comunique e reveja um registo de riscos vivo. Com exemplos de estaleiro, oficina, armazém e escritório, alinhado com a ISO 45001, a ISO 31000 e as orientações da OIT. Inclui modelos descarregáveis: glossário, lista de fontes de perigos, matriz de risco em Excel, plano de ação, ficha de controlo crítico e modelo de registo de riscos.

O que vai aprender

  • Explicar os conceitos de perigo, risco, exposição, probabilidade, severidade, risco inerente e residual e ALARP, e o ciclo da gestão de riscos.
  • Utilizar técnicas de identificação de perigos em atividades rotineiras e não rotineiras, incluindo empreiteiros, visitantes, emergências e grupos vulneráveis.
  • Classificar riscos com uma matriz 5×5 de forma consistente, aplicando critérios de aceitabilidade e reconhecendo as limitações das matrizes.
  • Propor medidas de controlo segundo a hierarquia de controlos e identificar controlos críticos.
  • Definir responsáveis, prazos, medidas temporárias e a aprovação do risco residual num plano de ação.
  • Elaborar, comunicar e rever um registo de riscos, ligado à análise de segurança da tarefa e às autorizações de trabalho.

Para quem: Supervisores, técnicos HSE e chefias operacionais

🏷 Normas e referências: ISO 45001 · Convenções OIT C155 e C187 · ILO-OSH 2001

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Nível 2 Investigação de Acidentes e Análise de Causa RaizSST-202 · Intermédio · 5 h · Português Recolha de evidências, entrevistas, árvore de causas e 5 Porquês. ISO 45001Convenções OIT C155 e C187ILO-OSH 2001 Ver detalhes

Depois de um acidente, encontrar um culpado é fácil; evitar que se repita exige método. Neste curso, destinado a supervisores, técnicos HSE e membros de equipas de investigação, vai acompanhar a investigação de um acidente numa correia transportadora de uma empresa mineira fictícia, desde a primeira noite até às lições aprendidas. Aprenda a distinguir acidente, quase-acidente, circunstância indesejada e ocorrência perigosa, a respeitar a notificação exigida pela lei aplicável e a decidir o nível de investigação pelo potencial, numa cultura justa. Organize a resposta imediata e recolha evidências fiáveis (pessoas, posições, peças e papéis, fotografias, croquis e dados eletrónicos), com cadeia de custódia. Conduza entrevistas com perguntas abertas e sem culpar, e construa a cronologia do incidente. Identifique causas imediatas, subjacentes e raiz com os 5 Porquês, a árvore de causas e o diagrama de Ishikawa, sem parar no «erro humano». Por fim, defina ações corretivas SMART pela hierarquia de controlos, escreva o relatório, verifique a eficácia e partilhe alertas de segurança. Alinhado com o guia HSG245 do UK HSE, as orientações da OIT e a ISO 45001. Inclui modelos descarregáveis: matriz do nível de investigação, lista de recolha de evidências, guião de entrevista, modelo de cronologia, modelos de análise de causas, relatório, plano de ações e alerta de segurança.

O que vai aprender

  • Explicar porque se investigam incidentes e distinguir acidente, quase-acidente, circunstância indesejada e ocorrência perigosa.
  • Definir o nível de investigação adequado pelo potencial e pela probabilidade de repetição, num ambiente de cultura justa.
  • Organizar a resposta imediata e recolher evidências fiáveis de pessoas, posições, peças e papéis.
  • Conduzir entrevistas sem culpabilizar e construir a cronologia do incidente.
  • Identificar causas imediatas, subjacentes e raiz com os 5 Porquês, a árvore de causas e o diagrama de Ishikawa.
  • Definir ações corretivas SMART pela hierarquia de controlos, verificar a sua eficácia e partilhar as lições aprendidas.

Para quem: Supervisores, técnicos HSE e membros de equipas de investigação

🏷 Normas e referências: ISO 45001 · Convenções OIT C155 e C187 · ILO-OSH 2001

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Nível 2 Trabalho em Altura: Módulo TeóricoSST-203 · Intermédio · 3 h 30 min · Português Riscos de queda, sistemas de proteção coletiva e individual, planos de resgate. ISO 45001Convenções OIT C155 e C187ILO-OSH 2001 Ver detalhes

As quedas em altura estão entre as causas mais graves de acidentes de trabalho, e muitas acontecem em tarefas curtas feitas sem planeamento. Neste curso teórico, destinado a trabalhadores e supervisores, vai acompanhar uma equipa de uma empresa fictícia de construção e manutenção industrial num estaleiro e num depósito de combustíveis. Aprenda a planear o trabalho em altura segundo a hierarquia evitar, prevenir e minimizar, com atenção à meteorologia e à queda de objetos. Verifique, como utilizador, guarda-corpos, tampas de aberturas, redes, coberturas frágeis, escadas portáteis, plataformas elevatórias e andaimes: etiqueta de inspeção, guarda-corpos e rodapés, plataformas completas, acesso pela escada e base estável. Perceba como funcionam os sistemas individuais de retenção e de paragem de queda, os pontos de ancoragem, a altura livre, a inspeção do arnês e o trauma de suspensão. Por fim, veja porque o resgate se planeia antes de começar e como funciona a autorização de trabalho em altura. Alinhado com a Convenção n.º 167 da OIT e com o guia do HSE britânico sobre trabalho em altura. Este curso é teórico e não substitui a formação prática certificada (arnês e sistemas anti-queda, plataformas elevatórias, montagem de andaimes, acesso por cordas).

O que vai aprender

  • Planear o trabalho em altura segundo a hierarquia evitar, prevenir e minimizar, incluindo a meteorologia e a queda de objetos.
  • Verificar guarda-corpos, tampas de aberturas, redes, escadas portáteis e plataformas antes de os utilizar.
  • Verificar um andaime como utilizador e aplicar as regras de não alteração e de reporte.
  • Explicar o funcionamento dos sistemas individuais de retenção e de paragem de queda, a escolha da ancoragem e a altura livre.
  • Inspecionar o arnês e os seus componentes antes do uso e reconhecer quando devem ser retirados de uso.
  • Explicar o plano de resgate, a autorização de trabalho em altura e os limites de um curso teórico.

Para quem: Trabalhadores e supervisores de trabalhos em altura

🏷 Normas e referências: ISO 45001 · Convenções OIT C155 e C187 · ILO-OSH 2001

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Nível 2 Espaços Confinados: Módulo TeóricoSST-204 · Intermédio · 3 h 30 min · Português Atmosferas perigosas, medição de gases, vigilância e resgate. ISO 45001Convenções OIT C155 e C187ILO-OSH 2001 Ver detalhes

Num espaço confinado, o ar pode matar sem cor, sem cheiro e sem aviso, e muitas vítimas são colegas que entraram para ajudar. Neste curso teórico, destinado a trabalhadores, vigilantes e supervisores, vai acompanhar uma equipa de uma empresa fictícia de manutenção industrial num depósito de combustíveis, numa rede de esgotos e no silo de uma mina. Aprenda a reconhecer um espaço confinado e os perigos da atmosfera e físicos, com registo e sinalização dos espaços. Perceba a falta e o excesso de oxigénio, os gases inflamáveis (LIE) e tóxicos (H2S, CO), a ordem de medição, a medição a várias alturas, o teste funcional, a monitorização contínua e a ventilação. Conheça a autorização de entrada, os isolamentos (flanges cegas e bloqueio de energias), o equipamento respiratório em noção e os papéis do entrante, do vigilante e do supervisor da entrada. Por fim, veja como funcionam a vigilância e o resgate planeado, com prioridade ao resgate sem entrada. Alinhado com o código de prática do HSE britânico sobre espaços confinados (L101) e com o guia NFPA 350. Este curso é teórico e não substitui a formação prática certificada (entrada, vigilância, detetores de gases, equipamento respiratório e resgate).

O que vai aprender

  • Reconhecer um espaço confinado e os perigos da atmosfera e físicos que o tornam mortal.
  • Explicar porque morrem os socorristas improvisados e a importância do registo e da sinalização dos espaços.
  • Explicar a medição de gases: teste funcional, ordem de medição, medição a várias alturas e monitorização contínua.
  • Descrever o controlo da atmosfera por limpeza, purga e ventilação.
  • Descrever a autorização de entrada, os isolamentos e os papéis do entrante, do vigilante e do supervisor da entrada.
  • Explicar a vigilância, o plano de resgate e o resgate sem entrada, e os limites de um curso teórico.

Para quem: Trabalhadores, vigilantes e supervisores de entradas em espaços confinados

🏷 Normas e referências: ISO 45001 · Convenções OIT C155 e C187 · ILO-OSH 2001

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Nível 2 Autorizações de Trabalho (Permit to Work) e Bloqueio LOTOSST-205 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Sistemas de autorização de trabalho e isolamento de energias perigosas. ISO 45001Convenções OIT C155 e C187ILO-OSH 2001 Ver detalhes

Muitos dos acidentes industriais mais graves acontecem durante a manutenção, quando alguém abre uma linha que julgava vazia ou mexe numa máquina que arranca de repente. Neste curso, destinado a emissores e recetores de autorizações, supervisores e técnicos de manutenção, vai acompanhar a equipa de uma planta fictícia de processamento de gás. Perceba a finalidade e os componentes de um sistema de autorização de trabalho e a lição de Piper Alpha sobre autorizações e passagem de turno. Acompanhe o ciclo de vida de uma autorização, do pedido ao encerramento, com os papéis de requerente, emissor, autoridade de área, executante e autoridade de isolamento, a JSA, os certificados complementares, a visita ao local, a suspensão, a passagem de turno e os trabalhos simultâneos. Aplique os passos do isolamento e bloqueio de energias perigosas (LOTO): preparar, desligar, isolar, bloquear e etiquetar, dissipar e verificar, com bloqueio de grupo e caixa de bloqueio. Por fim, reconheça as falhas típicas, pare e reavalie quando as condições mudam e conheça as verificações no terreno e a auditoria do sistema. Alinhado com os guias HSG250 e HSG253 do HSE britânico e com as Regras que Salvam Vidas da IOGP. Este curso não autoriza ninguém a emitir ou aceitar autorizações nem a fazer isolamentos: isso exige autorização formal do local e avaliação de competência.

O que vai aprender

  • Explicar a finalidade e os componentes de um sistema de autorização de trabalho e as lições de Piper Alpha.
  • Identificar os trabalhos que exigem autorização e os certificados complementares associados.
  • Descrever o ciclo de vida de uma autorização e os papéis de cada interveniente.
  • Explicar a suspensão, a passagem de turno, o encerramento e a coordenação de trabalhos simultâneos.
  • Aplicar os passos de isolamento e bloqueio de energias perigosas, incluindo o bloqueio de grupo e a remoção de cadeados.
  • Reconhecer falhas típicas do sistema, parar e reavaliar quando as condições mudam e apoiar verificações no terreno.

Para quem: Emissores e recetores de autorizações, supervisores e técnicos de manutenção

🏷 Normas e referências: ISO 45001 · Convenções OIT C155 e C187 · ILO-OSH 2001

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Nível 2 Movimentação Manual de Cargas e Operações de ElevaçãoSST-206 · Intermédio · 3 h 30 min · Português Técnicas seguras de movimentação manual, gruas e acessórios de elevação. ISO 45001Convenções OIT C155 e C187ILO-OSH 2001 Ver detalhes

Levantar um saco, empurrar um carrinho ou trabalhar perto de uma grua são gestos de todos os dias em armazéns, estaleiros e oficinas, e estão na origem de muitas lesões. Neste curso teórico, destinado a trabalhadores de armazém, estaleiro e manutenção, vai acompanhar duas empresas fictícias, uma de logística e outra de construção. Aprenda como surgem as lesões musculoesqueléticas e que fatores as provocam: tarefa, indivíduo, carga e ambiente. Avalie uma tarefa com a lógica da ferramenta MAC do UK HSE e escolha medidas para reduzir o risco, começando por evitar a movimentação com meios mecânicos. Treine a técnica de levantamento seguro, individual e em equipa, incluindo sacos de cimento, tambores e tubos. Por fim, conheça as regras de quem trabalha perto de gruas, talhas e empilhadores: zona de exclusão, cargas suspensas, um único sinaleiro e verificação visual de cintas e lingas. Alinhado com a ISO 11228-1. Inclui ficha de avaliação em Excel, ficha de reflexão sobre o desconforto e os quatro fatores e duas checklists com fichas de exercício. Este curso é teórico e não substitui a formação prática certificada.

O que vai aprender

  • Explicar como surgem as lesões por movimentação manual de cargas e identificar os fatores de risco da tarefa, do indivíduo, da carga e do ambiente.
  • Avaliar uma tarefa de movimentação manual com uma ferramenta simples e propor medidas para reduzir o risco, começando por meios mecânicos.
  • Aplicar a técnica de levantamento seguro, individual e em equipa, incluindo cargas difíceis.
  • Aplicar as regras de segurança de quem trabalha perto de operações de elevação mecânica.
  • Fazer uma verificação visual de cintas e lingas e retirar de uso acessórios danificados.
  • Distinguir o que pode fazer de forma segura do que só fazem operadores, lingadores e sinaleiros certificados.

Para quem: Trabalhadores de armazém, estaleiro e manutenção

🏷 Normas e referências: ISO 45001 · Convenções OIT C155 e C187 · ILO-OSH 2001

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Nível 2 Segurança Rodoviária e Condução DefensivaSST-207 · Intermédio · 3 h 30 min · Português Princípios de condução defensiva, fadiga e gestão de viagens. ISO 39001 Ver detalhes

Para muitos trabalhadores, o maior risco do dia está na estrada. Neste curso teórico, destinado a condutores profissionais e a colaboradores que conduzem em serviço, vai acompanhar uma mina e uma empresa de logística fictícias, em estradas de terra, aldeias e percursos isolados. Identifique os principais fatores de risco: velocidade, álcool e drogas, cinto, telemóvel e fadiga, estradas de terra, condução noturna, peões, motociclos e animais, viaturas 4x4 e camiões. Aplique os princípios da condução defensiva: antecipar, distância de segurança em segundos, espaço de fuga, ver e ser visto, ultrapassagens seguras e reação a um pneu rebentado. Verifique que o condutor e o veículo estão aptos antes de cada viagem, com inspeção diária, kit de emergência e carga presa. Por fim, planeie e acompanhe viagens com a gestão de viagens (journey management) e saiba como agir em caso de avaria ou acidente. Alinhado com a ISO 39001 e o IOGP Report 365. Inclui ficha de análise do risco do percurso, fichas de distâncias e hábitos defensivos, checklist de inspeção do veículo e modelo de plano de viagem. Este curso não substitui a formação prática de condução.

O que vai aprender

  • Identificar os principais fatores de risco da condução em serviço, ligados ao condutor, ao veículo e à estrada.
  • Aplicar os princípios da condução defensiva, incluindo a distância de segurança em segundos e o espaço de fuga.
  • Adaptar a condução a estradas de terra, chuva, poeira e noite, e reagir a um pneu rebentado.
  • Verificar que o condutor e o veículo estão aptos antes de cada viagem, com inspeção diária e kit de emergência.
  • Planear e acompanhar uma viagem segundo a gestão de viagens, com pontos de contacto e procedimento de veículo em atraso.
  • Agir em caso de avaria ou acidente: sinalizar, proteger, alertar e socorrer.

Para quem: Condutores profissionais e colaboradores que conduzem em serviço

🏷 Normas e referências: ISO 39001

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Nível 2 Saúde Ocupacional e Bem-estar no TrabalhoSST-208 · Intermédio · 2 h 45 min · Português Vigilância da saúde, doenças infeciosas e saúde em viagem, fadiga, calor e saúde mental. Orientações da OMSConvenção OIT C161 Ver detalhes

Proteger a saúde de quem trabalha exige mais do que exames médicos: exige um programa. Neste curso, destinado a supervisores, técnicos HSE e profissionais de RH, vai acompanhar uma empresa fictícia que gere acampamentos para projetos remotos. Conheça as funções dos serviços de saúde ocupacional segundo a Convenção C161 da OIT, os exames de admissão, periódicos e de regresso, e as regras da aptidão para o trabalho e do sigilo médico. Organize a resposta aos riscos para a saúde em operações remotas, com o calor, a fadiga, a malária, as doenças infeciosas, a água e a alimentação, o álcool e as drogas vistos como programa, e defina a capacidade médica no local e a evacuação médica. Identifique riscos psicossociais segundo a ISO 45003, incluindo as rotações longe da família e o isolamento, e saiba conduzir uma conversa de apoio. Por fim, planeie um programa anual com promoção da saúde, VIH no local de trabalho, regresso ao trabalho, registos e indicadores. Inclui exercícios práticos com uma matriz de vigilância da saúde, um modelo de plano de resposta médica, uma ficha de levantamento dos riscos psicossociais, uma checklist do programa anual e um modelo de plano de regresso ao trabalho. Este curso não substitui o aconselhamento médico individual.

O que vai aprender

  • Explicar as funções dos serviços de saúde ocupacional e os tipos de exames de vigilância da saúde.
  • Aplicar as regras da aptidão para o trabalho e do sigilo médico na relação entre o serviço de saúde, a chefia e os RH.
  • Organizar a resposta aos principais riscos para a saúde em operações remotas, incluindo a capacidade médica no local e a evacuação médica.
  • Identificar riscos psicossociais e propor medidas de prevenção e apoio, incluindo conversas de apoio.
  • Planear um programa anual de saúde e bem-estar com promoção da saúde, regresso ao trabalho, registos e indicadores.
  • Aplicar os princípios internacionais de não discriminação e confidencialidade, incluindo no VIH no local de trabalho.

Para quem: Supervisores, técnicos HSE e RH

🏷 Normas e referências: Orientações da OMS · Convenção OIT C161

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Nível 2 Análise de Segurança da Tarefa (JSA) e Avaliação Dinâmica de RiscosSST-209 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Decompor a tarefa em passos, identificar perigos e controlos, conduzir a JSA com a equipa e reavaliar os riscos quando as condições mudam no terreno. ISO 45001Diretrizes OIT ILO-OSH 2001 Ver detalhes

Uma avaliação de riscos excelente no papel não chega: os riscos reais aparecem na tarefa concreta, com aquela equipa, aquele equipamento e aquelas condições. Neste curso, destinado a supervisores, chefes de equipa e técnicos HSE, vai acompanhar uma equipa de uma empresa fictícia de manutenção industrial na substituição de uma bomba num parque de combustível. Perceba onde fica a análise de segurança da tarefa (JSA), entre a avaliação de riscos da organização (HIRA) e a autorização de trabalho, e decida quando é necessária. Conduza uma JSA com a equipa: dividir a tarefa em passos, identificar os perigos de cada passo (energias, pessoas, equipamento, ambiente e interações), definir controlos pela hierarquia, com responsáveis, controlos críticos, pontos de espera e emergência. Comunique a JSA no terreno com um briefing que confirma a compreensão, incluindo línguas diferentes, pessoas novas e empreiteiros. Por fim, treine a avaliação dinâmica de riscos (parar, pensar, observar, agir; cartões do tipo «Take 5»), a autoridade para parar e a revisão da JSA quando as condições mudam. Alinhado com a ISO 45001 e com as Diretrizes da OIT (ILO-OSH 2001). Inclui folha de JSA em Excel, guião de briefing, cartão de avaliação dinâmica e cadernos de exercícios práticos com casos e respostas modelo.

O que vai aprender

  • Situar a JSA no sistema de gestão de riscos, entre a HIRA, a autorização de trabalho e a avaliação dinâmica.
  • Decidir quando uma tarefa exige uma JSA e quem deve participar.
  • Conduzir uma JSA com a equipa: passos, perigos por passo, controlos pela hierarquia, responsáveis e emergência.
  • Conduzir um briefing antes da tarefa e confirmar a compreensão da equipa, incluindo empreiteiros e pessoas novas.
  • Reavaliar os riscos quando as condições mudam, usando o ciclo parar, pensar, observar e agir.
  • Aplicar a autoridade para parar e rever a JSA quando a tarefa ou as condições mudam.

Para quem: Supervisores, chefes de equipa e técnicos HSE

🏷 Normas e referências: ISO 45001 · Diretrizes OIT ILO-OSH 2001

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Nível 2 Trabalho a Quente: Módulo TeóricoSST-210 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Riscos de soldadura, corte e rebarbagem, medição de gases, autorização de trabalho a quente, vigilância de fogo e controlo de fontes de ignição; não substitui formação prática. NFPA 51B (prevenção de incêndios em trabalhos a quente)IEC 60079-10-1 (classificação de zonas) Ver detalhes

Uma faísca de rebarbadora pode viajar vários metros e ficar a arder escondida durante horas; um tambor «vazio» pode explodir ao primeiro corte; e os fumos de soldadura estão classificados como cancerígenos. Neste curso teórico, destinado a soldadores, emissores de autorizações, vigilantes de fogo e supervisores, vai acompanhar uma equipa de uma empresa fictícia de manutenção num terminal de combustíveis e na oficina de uma mina. Identifique os riscos de incêndio, explosão e saúde da soldadura, do corte, da rebarbagem e do maçarico: faíscas e escória, recipientes «vazios», atmosferas inflamáveis, fumos, radiação, choque e gases comprimidos. Aprenda a planear e autorizar o trabalho a quente: alternativas a frio, afastar ou proteger combustíveis num raio de 11 m, mantas ignífugas, medição de gases, limpeza e purga, zonas classificadas (noção). Aplique os controlos durante o trabalho: vigilante de fogo, garrafas, mangueiras e dispositivos antirretorno, EPI do soldador e extração de fumos. Por fim, conclua em segurança, com vigilância depois de terminar, inspeção final e encerramento da autorização, e aprenda com casos ilustrativos. Alinhado com a NFPA 51B e com as Regras de Ouro da IOGP. Inclui checklist de preparação, ficha do vigilante de fogo, modelo de autorização e quatro cadernos de exercícios com resposta modelo. Este curso é teórico e não substitui a formação prática certificada.

O que vai aprender

  • Identificar os riscos de incêndio, explosão e saúde dos diferentes processos de trabalho a quente.
  • Explicar porque é que as faíscas, os recipientes «vazios» e as atmosferas inflamáveis tornam o trabalho a quente perigoso.
  • Explicar o planeamento e a autorização do trabalho a quente, começando pelas alternativas a frio.
  • Descrever a preparação da área: combustíveis num raio de 11 m, mantas, aberturas, medição de gases, limpeza e purga.
  • Aplicar os controlos durante o trabalho, incluindo a vigilância de fogo, as garrafas de gás, o EPI do soldador e a extração de fumos.
  • Concluir o trabalho a quente em segurança, com vigilância depois de terminar, inspeção final e encerramento da autorização, e reconhecer os limites de um curso teórico.

Para quem: Soldadores, emissores de autorizações, vigilantes de fogo e supervisores

🏷 Normas e referências: NFPA 51B (prevenção de incêndios em trabalhos a quente) · IEC 60079-10-1 (classificação de zonas)

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Nível 2 Escavações e Valas: Módulo TeóricoSST-211 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Deteção de serviços enterrados, tipos de solo, entivação e taludes, acessos, inspeções e riscos de soterramento; não substitui formação prática. Convenção OIT C167 (segurança e saúde na construção)UK HSE HSG185 «Health and safety in excavations» Ver detalhes

As paredes de uma vala podem cair sem aviso, um metro cúbico de terra pode pesar mais de uma tonelada e meia, e debaixo do solo há cabos elétricos, gás e combustíveis que não se veem. Neste curso teórico, destinado a supervisores de obra, operadores e técnicos HSE de construção e mineração, vai acompanhar uma equipa de uma empresa fictícia de construção na ampliação de um armazém e numa obra de drenagem numa mina. Identifique os perigos das escavações: soterramento, quedas de pessoas, máquinas e materiais, serviços enterrados, água, atmosferas perigosas e estruturas vizinhas. Prepare a escavação: plantas de serviços, leitura do terreno, deteção de cabos, sondagens manuais, autorização de escavação, tipo de solo e pessoa competente. Conheça os sistemas que protegem as paredes e as pessoas: taludes, banquetas, entivação e caixas de vala, com terras afastadas da borda, batentes, barreiras, acessos e saídas. Por fim, aprenda a inspecionar a escavação todos os dias e depois de chuva, a reconhecer os sinais de alerta e a responder a emergências sem saltar para dentro. Alinhado com a Convenção OIT C167 e com o guia UK HSE HSG185. Inclui checklist «antes de escavar», guia dos sistemas de proteção, ficha de inspeção e quatro cadernos de exercícios com resposta modelo. Este curso é teórico e não substitui a formação prática certificada.

O que vai aprender

  • Identificar os perigos das escavações e valas, incluindo o soterramento, as quedas, os serviços enterrados, a água e as atmosferas perigosas.
  • Explicar porque é que as paredes desabam e porque não há uma profundidade «segura» por definição.
  • Preparar uma escavação com plantas, deteção de serviços, sondagens manuais, autorização de escavação e avaliação do solo pela pessoa competente.
  • Explicar os sistemas de proteção das paredes (taludes, banquetas, entivação, caixas de vala) e os controlos à volta da escavação.
  • Inspecionar uma escavação e reconhecer os sinais de alerta, sobretudo depois de chuva.
  • Responder a emergências em escavações sem criar novas vítimas e de reconhecer os limites de um curso teórico.

Para quem: Supervisores de obra, operadores e técnicos HSE de construção e mineração

🏷 Normas e referências: Convenção OIT C167 (segurança e saúde na construção) · UK HSE HSG185 «Health and safety in excavations»

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Nível 2 Operações de Elevação: Planeamento, Lingagem e Sinalização (Módulo Teórico)SST-212 · Intermédio · 5 h · Português Planos de elevação, elevações críticas, tabelas de carga, acessórios e configurações de lingagem e sinais de comando; não substitui a certificação prática de operadores e lingadores. IOGP Report 376 (elevação e içamento)ISO 12480-1 (gruas: utilização segura)ISO 16715 (sinais manuais para gruas) Ver detalhes

Uma grua perfeita, com uma cinta cortada ou um sinal mal entendido, continua a ser um acidente à espera de acontecer. Neste curso teórico, destinado a supervisores de elevação, sinaleiros, lingadores e técnicos HSE, vai acompanhar a equipa de uma empresa fictícia que prepara e executa a elevação crítica de um permutador de calor ao lado de uma instalação de gás em serviço. Conheça os papéis da equipa de elevação (responsável, supervisor, operador, lingador e sinaleiro), a classificação das elevações em rotina, complexas e críticas, os tipos de grua e a inspeção e o exame periódico dos equipamentos. Interprete um plano de elevação: peso e centro de gravidade, tabela de cargas e raio, solo, patolas e calços, vento, linhas elétricas, zona de exclusão, elevações em tandem e sobre instalações em serviço, aprovação e reunião antes da elevação. Selecione e inspecione cintas, lingas de cabo e de corrente, manilhas e olhais, compreenda a carga máxima de utilização, o efeito do ângulo das pernas e as configurações de lingagem, e aplique critérios de rejeição, proteção de arestas e cabos-guia. Comunique com um único sinaleiro, sinais manuais normalizados e rádio, incluindo elevações sem visibilidade. Por fim, acompanhe a execução com a elevação de teste e analise as falhas típicas num caso prático. Alinhado com as boas práticas da IOGP, a ISO 12480-1 e a ISO 16715. Inclui um modelo de plano de elevação em Excel, um guia de inspeção de acessórios, um quadro de sinais e um protocolo de rádio. Este curso é teórico e não substitui a formação prática certificada, a certificação de operadores, lingadores e sinaleiros, nem a autorização do local.

O que vai aprender

  • Descrever a organização das operações de elevação, os papéis da equipa e a classificação das elevações.
  • Explicar a inspeção diária e o exame periódico dos equipamentos e o controlo dos acessórios.
  • Interpretar os elementos de um plano de elevação, incluindo o peso, o raio, a tabela de cargas, o solo, o vento, as linhas elétricas e a zona de exclusão.
  • Selecionar e inspecionar acessórios de elevação e configurações de lingagem, considerando o efeito do ângulo das pernas.
  • Aplicar as regras de comunicação e sinalização, incluindo os sinais manuais normalizados, o rádio e as elevações sem visibilidade.
  • Analisar falhas típicas em elevações e as respetivas medidas de prevenção, reconhecendo os limites de um curso teórico.

Para quem: Supervisores de elevação, sinaleiros, lingadores e técnicos HSE

🏷 Normas e referências: IOGP Report 376 (elevação e içamento) · ISO 12480-1 (gruas: utilização segura) · ISO 16715 (sinais manuais para gruas)

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Nível 2 Controlo de Substâncias Perigosas no TrabalhoSST-213 · Intermédio · 5 h · Português Inventário de produtos químicos, avaliação da exposição, hierarquia de controlos, armazenamento por compatibilidade e vigilância da saúde. Convenção OIT C170 (produtos químicos)GHS (Sistema Mundialmente Harmonizado da ONU) Ver detalhes

Uma garrafa de água cheia de desengordurante, uma tina de solvente aberta, um soldador sem extração: os riscos químicos estão à vista, mas os seus efeitos chegam muitas vezes anos depois. Neste curso, destinado a supervisores, técnicos HSE e responsáveis de armazém e laboratório, vai acompanhar a construção de um programa de controlo de substâncias perigosas numa empresa mineira fictícia, com oficina de manutenção, laboratório, armazém e depósito de combustível. Ligue o rótulo e a ficha de dados de segurança a um programa de controlo e conheça as vias de entrada e os efeitos agudos e crónicos de combustíveis, solventes, ácidos, cimento, sílica, fumos de soldadura e sulfureto de hidrogénio. Elabore um inventário químico e um arquivo de fichas, e avalie a exposição: quem, como, quanto tempo e a que quantidade, com a noção de bandas de controlo, de valores-limite definidos pela lei aplicável e de quando medir. Selecione controlos pela hierarquia: eliminação, substituição, sistemas fechados, ventilação local exaustora e a sua verificação, controlos administrativos, higiene e equipamento de proteção individual escolhido pela ficha, incluindo luvas e proteção respiratória com ensaio de ajuste. Organize o armazenamento por compatibilidade, com contenção secundária, armários para inflamáveis e rótulos de recipientes secundários, o transporte interno, a resposta a derrames e os resíduos perigosos. Por fim, integre a vigilância da saúde, a formação, os registos e a auditoria, num caso integrado. Alinhado com a Convenção n.º 170 da OIT, o código de práticas da OIT sobre produtos químicos e o GHS das Nações Unidas. Inclui modelos descarregáveis: inventário e avaliação da exposição em Excel, guias de controlos, luvas e proteção respiratória, tabela de compatibilidade, plano de derrames e matriz de formação.

O que vai aprender

  • Ligar a informação do rótulo e da ficha de dados de segurança a um programa de controlo de substâncias perigosas.
  • Elaborar um inventário químico e avaliar a exposição dos trabalhadores, reconhecendo o papel dos valores-limite e das medições.
  • Selecionar controlos para substâncias perigosas segundo a hierarquia de controlos, incluindo a ventilação local exaustora e o equipamento de proteção individual.
  • Organizar o armazenamento por compatibilidade, o transporte interno e a resposta a derrames, incluindo os resíduos perigosos.
  • Integrar a vigilância da saúde, a formação, os registos e a auditoria no programa de controlo.

Para quem: Supervisores, técnicos HSE e responsáveis de armazém e laboratório

🏷 Normas e referências: Convenção OIT C170 (produtos químicos) · GHS (Sistema Mundialmente Harmonizado da ONU)

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Nível 2 HSE para Supervisores e Chefes de EquipaSST-214 · Intermédio · 6 h 45 min · Português O papel do supervisor em HSE: briefings e toolbox talks, verificação de autorizações, intervenção perante atos inseguros, gestão de empreiteiros no turno e primeira resposta a incidentes. IOGP Report 459 (Life-Saving Rules)IOGP Report 452 (liderança e cultura de segurança) Ver detalhes

O padrão que um supervisor ignora é o padrão que a equipa aceita. Neste curso, destinado a supervisores, encarregados e chefes de equipa, vai acompanhar as primeiras semanas de uma supervisora de manutenção recém-promovida numa empresa fictícia que trabalha num terminal de combustíveis de um cliente. Conheça os deveres do supervisor em segurança, saúde e ambiente, segundo a lei aplicável e o sistema da empresa, a sua influência no comportamento da equipa, a importância do exemplo e a gestão da competência, incluindo certificados, colaboradores novos e de curta permanência. Planeie o turno com briefings e conversas de segurança, análise de segurança da tarefa, verificação das autorizações e dos isolamentos, equipamento e EPI, trabalhos simultâneos e passagem de turno. Observe o trabalho no terreno e intervenha perante atos e condições inseguras com uma conversa de intervenção estruturada, reconheça o comportamento seguro, use a autoridade para parar e aplique a cultura justa. Integre e supervisione empreiteiros, motoristas e visitantes, comunique as regras do local e gira a interface com o cliente. Por fim, lidere a primeira resposta a incidentes (tornar seguro, socorrer, alertar, preservar), notifique, apoie a investigação, acompanhe as ações e use indicadores simples da equipa, num caso de um turno completo. Alinhado com a Convenção n.º 155 da OIT, as regras que salvam vidas e as orientações de liderança de segurança da IOGP e a ISO 45001. Inclui modelos descarregáveis: matriz de competências, lista de início de turno, cartão de briefing, matriz de trabalhos simultâneos, registo de passagem de turno, guia da conversa de intervenção, lista de verificação de empreiteiros, cartão de primeira resposta, relatório inicial e painel de indicadores.

O que vai aprender

  • Explicar o papel e as responsabilidades do supervisor em HSE, incluindo a influência no comportamento da equipa e a gestão da competência.
  • Planear o turno com briefings, análise de segurança da tarefa, verificação de autorizações e isolamentos, gestão de trabalhos simultâneos e passagem de turno.
  • Observar o trabalho e intervir perante atos e condições inseguras, reconhecendo o comportamento seguro e aplicando a autoridade para parar e a cultura justa.
  • Integrar e supervisionar empreiteiros e outros terceiros durante o turno e de gerir a interface com o cliente.
  • Liderar a primeira resposta a um incidente e o respetivo reporte, apoiar a investigação e acompanhar as ações.

Para quem: Supervisores, encarregados e chefes de equipa

🏷 Normas e referências: IOGP Report 459 (Life-Saving Rules) · IOGP Report 452 (liderança e cultura de segurança)

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Nível 2 Inspeções de Segurança no Local de TrabalhoSST-215 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Planear e realizar inspeções de rotina e temáticas, usar listas de verificação, classificar não conformidades e acompanhar as ações até ao fecho. ISO 45001UK HSE HSG65 «Managing for health and safety» Ver detalhes

Os perigos não esperam pela auditoria: uma proteção retirada, um extintor tapado ou uma saída trancada aparecem aos poucos, enquanto o trabalho acontece. Neste curso, destinado a supervisores, técnicos HSE e membros de comissões de segurança, vai acompanhar uma empresa fictícia de logística no seu armazém, na oficina da frota e no estaleiro de um novo pavilhão. Distinga os tipos de inspeção (antes do uso, de rotina, temáticas, da direção e exames legais por pessoa competente) e a diferença entre inspeção e auditoria, com o papel da comissão de segurança. Planeie um programa de inspeções com frequência definida pelo risco e desenhe listas de verificação úteis, conhecendo os seus limites. Inspecione no terreno: pessoas, equipamentos, ambiente, arrumação, sinalização e meios de emergência, falando com os trabalhadores e registando condições e comportamentos. Por fim, classifique as não conformidades pelo risco, escreva o relatório e acompanhe as ações até ao fecho, verificando a eficácia e analisando tendências. Alinhado com a ISO 45001 e com o guia HSG65 do HSE do Reino Unido. Inclui programa de inspeções em Excel, listas de verificação e registo de não conformidades.

O que vai aprender

  • Distinguir os tipos de inspeção e o seu papel na gestão HSE, incluindo a diferença entre inspeção e auditoria.
  • Planear um programa de inspeções com frequência definida pelo risco.
  • Desenhar listas de verificação específicas e observáveis e de reconhecer os seus limites.
  • Realizar uma inspeção no terreno, falando com os trabalhadores e registando condições e comportamentos.
  • Classificar não conformidades pelo risco e definir ações imediatas e planeadas com responsável e prazo.
  • Acompanhar as ações até ao fecho, verificar a sua eficácia e analisar tendências.

Para quem: Supervisores, técnicos HSE e membros de comissões de segurança

🏷 Normas e referências: ISO 45001 · UK HSE HSG65 «Managing for health and safety»

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Nível 2 Equipamentos Móveis e Gestão de Tráfego em ObraSST-216 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Separação entre peões e veículos, pontos cegos, manobras de marcha-atrás, sinaleiros, planos de tráfego e regras para empilhadores e máquinas; não substitui a certificação de operadores. UK HSE HSG136 «A guide to workplace transport safety»Convenção OIT C176 (segurança e saúde nas minas) Ver detalhes

Num estaleiro, numa mina ou num parque logístico, máquinas de dezenas de toneladas e pessoas a pé partilham o mesmo espaço, e o operador não vê tudo o que se passa à volta. Neste curso, destinado a supervisores, operadores e técnicos HSE de construção, mineração e logística, vai acompanhar uma empresa fictícia de construção numa plataforma logística, com exemplos de uma mina a céu aberto. Identifique os riscos dos equipamentos móveis (atropelamento, esmagamento, capotamento, queda de carga e colisões), os ângulos mortos e os perigos da marcha-atrás. Elabore os elementos essenciais de um plano de gestão de tráfego: separação entre peões e veículos, sentido único, velocidades, vias, sinalização, iluminação, cargas e descargas, estacionamento, visitantes e entregas. Aplique as regras de manobra, a posição e os sinais do sinaleiro, o contacto visual, o rádio, as ajudas eletrónicas e as regras junto a valas e linhas elétricas. Por fim, verifique a aptidão dos operadores e das máquinas: autorização, verificação antes do uso, cinto e estruturas de proteção, estabilidade e estacionamento seguro. Alinhado com o guia HSG136 do HSE do Reino Unido e com a Convenção C176 da OIT. Curso teórico: não substitui a formação prática certificada nem a certificação de operadores. Inclui modelo de plano de tráfego, cartão do sinaleiro, listas de verificação antes do uso e quatro cadernos de exercícios com resposta modelo.

O que vai aprender

  • Identificar os riscos dos equipamentos móveis no local de trabalho, incluindo ângulos mortos e marcha-atrás.
  • Elaborar os elementos essenciais de um plano de gestão de tráfego, separando peões e veículos.
  • Definir regras para cargas e descargas, estacionamento, visitantes e entregas.
  • Aplicar as regras de manobra, de posição e de sinais do sinaleiro e de comunicação com operadores.
  • Aplicar as regras para máquinas junto a valas e a linhas elétricas.
  • Verificar a aptidão dos operadores e das máquinas antes do trabalho, reconhecendo os limites de um curso teórico.

Para quem: Supervisores, operadores e técnicos HSE de construção, mineração e logística

🏷 Normas e referências: UK HSE HSG136 «A guide to workplace transport safety» · Convenção OIT C176 (segurança e saúde nas minas)

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Nível 2 Fatores Humanos e Erro Humano na SegurançaSST-217 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Tipos de erro e de violação, fatores que influenciam o desempenho, procedimentos à prova de erro e como conceber o trabalho para pessoas reais. UK HSE HSG48 «Reducing error and influencing behaviour»ISO 6385 (princípios ergonómicos na conceção de sistemas de trabalho) Ver detalhes

Todas as pessoas erram, incluindo as mais competentes e cuidadosas. A pergunta útil não é quem errou, mas como se concebe o trabalho para que o erro seja menos provável, mais fácil de detetar e menos grave. Neste curso, destinado a supervisores, técnicos HSE e chefias operacionais, vai acompanhar uma empresa fictícia numa unidade de processamento de gás. Distinga os tipos de erro (deslizes, lapsos, enganos de regra e de conhecimento) e de violação (de rotina, situacionais e excecionais) e perceba porque o erro é um sintoma e não uma causa. Identifique os fatores que moldam o desempenho: fadiga, carga de trabalho, pressão de tempo, distrações, comunicação e passagem de turno, ambiente, conceção de equipamentos e interfaces, competência e experiência. Encontre armadilhas de erro numa tarefa e escreva procedimentos que as pessoas conseguem usar, com listas de verificação e verificação independente, gerindo o fosso entre o trabalho prescrito e o trabalho real. Por fim, conceba tarefas e equipamentos para pessoas reais: tarefas críticas, soluções à prova de erro, rotulagem e layout, cultura justa e aprendizagem com o trabalho normal, num caso de manutenção de uma válvula. Alinhado com o guia HSG48 do HSE do Reino Unido e com a ISO 6385. Foca a prevenção e a conceção do trabalho; a investigação de incidentes é tratada noutros cursos. Inclui guia dos fatores, guia para procedimentos, modelo de análise de tarefas críticas e quatro cadernos de exercícios com resposta modelo.

O que vai aprender

  • Distinguir deslizes, lapsos, enganos e violações e explicar porque acontecem.
  • Explicar porque o erro humano é um sintoma e porque pedir mais cuidado não chega como controlo.
  • Identificar os fatores que moldam o desempenho humano numa tarefa real.
  • Identificar armadilhas de erro e melhorar procedimentos para quem os usa.
  • Aplicar listas de verificação e verificação independente nos passos críticos e gerir o fosso entre o trabalho prescrito e o real.
  • Conceber tarefas e equipamentos que reduzam a probabilidade de erro, usando a análise de tarefas críticas e soluções à prova de erro.

Para quem: Supervisores, técnicos HSE e chefias operacionais

🏷 Normas e referências: UK HSE HSG48 «Reducing error and influencing behaviour» · ISO 6385 (princípios ergonómicos na conceção de sistemas de trabalho)

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Nível 2 Equipas de Emergência e Chefes de Evacuação: Módulo TeóricoSST-218 · Intermédio · 4 h 15 min · Português Funções e organização das equipas de emergência, verificação de zonas, contagem no ponto de reunião, apoio a pessoas com mobilidade reduzida e participação em simulacros. Convenção OIT C155 (medidas de emergência e primeiros socorros)NFPA 101 (Life Safety Code) Ver detalhes

Quando um alarme toca, há poucos minutos para que todos saiam em segurança, ninguém fique esquecido numa sala fechada e quem precisa de ajuda a receba. Isso só acontece se alguém organizou e treinou a equipa antes. Neste curso, destinado a chefes de evacuação, delegados de segurança e membros de equipas de emergência, vai acompanhar uma empresa fictícia no seu edifício-sede e no armazém anexo. Conheça a organização de emergência e as tarefas de cada função: coordenador, chefes de evacuação, socorristas, primeira intervenção e apoio, incluindo o que se faz no dia a dia com caminhos de evacuação, portas corta-fogo, extintores e listas de presença. Conduza a evacuação de uma zona: reagir ao alarme, encaminhar as pessoas, verificar casas de banho e salas fechadas, fechar portas, não usar elevadores e acompanhar visitantes e empreiteiros. Organize a contagem no ponto de reunião, comunique quem falta e apoie pessoas com necessidades especiais, com planos de evacuação individuais e áreas de refúgio. Por fim, prepare, observe e avalie simulacros e transforme as lições em melhorias. Alinhado com a Convenção C155 da OIT, com o NFPA 101 como referência. Curso teórico: não substitui os simulacros, a prática com extintores nem a formação de socorrismo. Inclui lista do chefe de evacuação, kit de contagem com plano de evacuação individual e lista de observação de simulacros.

O que vai aprender

  • Descrever a organização da equipa de emergência e as tarefas de cada função, durante a emergência e no dia a dia.
  • Manter a sua zona preparada para a evacuação: caminhos, portas corta-fogo, meios e listas de presença.
  • Conduzir a evacuação de uma zona como chefe de evacuação, incluindo a verificação de espaços fechados.
  • Organizar a contagem no ponto de reunião e comunicar quem falta.
  • Apoiar pessoas com necessidades especiais através de planos de evacuação individuais.
  • Preparar, observar e avaliar simulacros e de propor melhorias, reconhecendo os limites de um curso teórico.

Para quem: Chefes de evacuação, delegados de segurança e membros de equipas de emergência

🏷 Normas e referências: Convenção OIT C155 (medidas de emergência e primeiros socorros) · NFPA 101 (Life Safety Code)

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Nível 3 Gestão de Sistemas de SST segundo a ISO 45001SST-301 · Avançado · 11 h 30 min · Português Requisitos da norma, planeamento, implementação e melhoria do sistema de SST. ISO 45001Convenções OIT C155 e C187ILO-OSH 2001 Ver detalhes

Como se transforma um conjunto de regras de segurança num sistema que funciona no terreno, envolve os trabalhadores e melhora todos os anos? Neste curso avançado percorre a ISO 45001 cláusula a cláusula, com explicações por palavras simples e exemplos práticos: o ciclo PDCA e a estrutura harmonizada partilhada com a ISO 9001 e a ISO 14001, o contexto da organização e as partes interessadas (incluindo a decisão sobre as alterações climáticas), a liderança e a participação dos trabalhadores, o planeamento a partir dos perigos, riscos, oportunidades e requisitos legais, o suporte, o controlo operacional com a hierarquia de controlos, a gestão da mudança e dos empreiteiros, a avaliação do desempenho, a auditoria interna, a revisão pela gestão e a melhoria. Termina com uma análise de lacunas e um plano de implementação numa empresa mineira fictícia. Alinhado com a ISO 45001 e as diretrizes ILO-OSH 2001 da OIT; o curso não certifica organizações nem qualifica auditores de certificação.

O que vai aprender

  • Explicar a finalidade de um sistema de gestão de SST, o ciclo PDCA e a estrutura da ISO 45001.
  • Determinar o contexto da organização, as partes interessadas e o âmbito do sistema.
  • Aplicar os requisitos de liderança, política, papéis e consulta e participação dos trabalhadores.
  • Planear o sistema a partir dos perigos, riscos, oportunidades, requisitos legais e objetivos.
  • Organizar os recursos, as competências, a comunicação e a informação documentada.
  • Aplicar o controlo operacional, a hierarquia de controlos, a gestão da mudança, o controlo de empreiteiros e a preparação para emergências.
  • Avaliar o desempenho com indicadores, avaliação da conformidade, auditoria interna e revisão pela gestão.
  • Gerir incidentes e não conformidades e de planear a implementação de um sistema a partir de uma análise de lacunas.

Para quem: Técnicos e coordenadores HSE, responsáveis de sistemas de gestão

🏷 Normas e referências: ISO 45001 · Convenções OIT C155 e C187 · ILO-OSH 2001

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Nível 3 Planos de Emergência e Gestão de CrisesSST-302 · Avançado · 8 h 15 min · Português Elaborar planos de emergência, simulacros, comunicação e continuidade do negócio. ISO 22301ISO 22320 Ver detalhes

Às duas da manhã, há fogo numa baía de enchimento, um motorista ferido e um vídeo nas redes sociais. O que está escrito no plano, o que foi treinado e quem decide faz toda a diferença. Neste curso avançado aprende a preparar a organização para emergências e crises de ponta a ponta: transformar os riscos em cenários credíveis (incêndio, explosão, fuga de gás, derrame, várias vítimas, clima extremo, segurança física, epidemia) e definir níveis de resposta, elaborar um plano de emergência articulado com bombeiros, hospitais, autoridades e vizinhos, incluindo a evacuação médica em locais remotos, organizar o comando e controlo do incidente, planear e avaliar exercícios, gerir a crise e a comunicação com famílias, colaboradores, media e redes sociais, e ligar a resposta à continuidade do negócio, à recuperação e ao apoio psicológico. Alinhado com a ISO 45001 (8.2), a ISO 22320 e a ISO 22301 como referências. Caso contínuo num terminal de combustíveis fictício. Não substitui a formação prática das equipas de intervenção.

O que vai aprender

  • Identificar e avaliar os cenários de emergência de uma organização e definir níveis de resposta com critérios de escalada.
  • Elaborar um plano de emergência com organização, procedimentos por cenário e meios, articulado com os meios externos e com a evacuação médica em locais remotos.
  • Organizar o comando e controlo de um incidente, incluindo o registo de decisões e as comunicações operacionais.
  • Planear, conduzir e avaliar exercícios e simulacros e de transformar as lições em melhorias.
  • Gerir uma crise e a respetiva comunicação com famílias, colaboradores, media, autoridades e redes sociais.
  • Ligar a resposta a emergências à continuidade do negócio, à recuperação e ao apoio psicológico pós-incidente.

Para quem: Coordenadores HSE, chefias e equipas de gestão de crise

🏷 Normas e referências: ISO 22301 · ISO 22320

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Nível 3 Cultura de Segurança e Segurança Comportamental (BBS)SST-303 · Avançado · 8 h 15 min · Português Liderança em segurança, observações comportamentais e reforço positivo. ISO 45001Convenções OIT C155 e C187ILO-OSH 2001 Ver detalhes

Porque é que uma obra com bons procedimentos continua a ter quase acidentes? Muitas vezes, a resposta está na cultura de segurança: no que as pessoas acreditam, no que as chefias toleram e no que realmente acontece quando o prazo aperta. Neste curso avançado aprende a diagnosticar a cultura de segurança com inquéritos de perceção e com a escada de maturidade, a praticar uma liderança visível e coerente, a analisar comportamentos de risco com o modelo antecedentes, comportamento, consequências, a conceber um programa de observação comportamental que evita as armadilhas mais comuns, a conduzir conversas de segurança e a reconhecer o comportamento seguro, e a medir e sustentar a mudança com indicadores proativos e um plano de melhoria da cultura. Alinhado com o Relatório 452 da IOGP e com a ISO 45001 como referências. Com um caso contínuo numa empresa de construção fictícia que trabalha com empreiteiros, decisões em cenários, modelos para descarregar e seis cadernos de exercícios com respostas modelo.

O que vai aprender

  • Explicar o que é a cultura de segurança, distinguir cultura e clima e diagnosticar a cultura com vários métodos.
  • Demonstrar uma liderança visível e coerente em segurança, incluindo nos momentos em que a produção e a segurança parecem competir.
  • Analisar comportamentos de risco com o modelo antecedentes, comportamento, consequências e de escolher consequências que reforcem o comportamento seguro.
  • Conceber um programa de observação comportamental, evitando a contagem de cartões, a culpabilização e o foco exclusivo no trabalhador.
  • Conduzir conversas de segurança estruturadas, reconhecer o comportamento seguro e intervir perante o comportamento de risco.
  • Medir a cultura com indicadores proativos e de elaborar um plano de melhoria da cultura sustentado no tempo.

Para quem: Chefias, supervisores e técnicos HSE

🏷 Normas e referências: ISO 45001 · Convenções OIT C155 e C187 · ILO-OSH 2001

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Nível 3 Auditorias HSE: Planeamento, Verificação no Terreno e RelatórioSST-304 · Avançado · 8 h 15 min · Português Auditar o desempenho HSE e a conformidade legal no terreno, incluindo autorizações de trabalho e empreiteiros, alinhado com a ISO 45001 e a ISO 19011. ISO 45001ISO 19011 Ver detalhes

Uma inspeção diz-lhe se o extintor está carregado; uma auditoria diz-lhe se o sistema que o mantém carregado funciona. Neste curso avançado aprende a auditar o desempenho HSE de ponta a ponta, alinhado com a ISO 19011 e a ISO 45001: distinguir os tipos de auditoria e aplicar os princípios da auditoria, construir um programa baseado no risco e um plano para cada auditoria, recolher evidências no terreno com amostragem, entrevistas e observação, verificar no local autorizações de trabalho, isolamentos e empreiteiros, avaliar a conformidade com a lei aplicável e outros requisitos, redigir e classificar constatações, conduzir a reunião de encerramento, escrever o relatório e acompanhar as ações corretivas até à sua eficácia, avaliando e melhorando o próprio programa. Com um caso contínuo num terminal de combustíveis fictício, cenários de decisão e modelos para descarregar.

O que vai aprender

  • Distinguir os tipos de auditoria HSE, diferenciá-las das inspeções e aplicar os princípios da auditoria da ISO 19011.
  • Elaborar um programa de auditorias baseado no risco e um plano de auditoria com âmbito, critérios, equipa e listas de verificação.
  • Recolher e cruzar evidências no terreno, incluindo a verificação de autorizações de trabalho, isolamentos e empreiteiros.
  • Avaliar a conformidade com os requisitos legais e outros requisitos, com base num registo de requisitos e em evidências.
  • Redigir e classificar constatações, conduzir a reunião de encerramento e preparar o relatório de auditoria.
  • Acompanhar as ações corretivas até à verificação da sua eficácia e de avaliar e melhorar o programa de auditorias.

Para quem: Técnicos e coordenadores HSE, auditores internos

🏷 Normas e referências: ISO 45001 · ISO 19011

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Nível 3 Gestão HSE de EmpreiteirosSST-305 · Avançado · 8 h 15 min · Português Ciclo completo do lado do cliente: avaliação de risco do contrato, pré-qualificação, documentos de interface, mobilização, supervisão, avaliação de desempenho e lições aprendidas. IOGP Report 423 (gestão HSE em contratos)ISO 45001 Ver detalhes

Muitos dos trabalhos de maior risco numa instalação são feitos por empreiteiros: manutenção, paragens, andaimes, elevações, limpezas industriais. O contrato transfere o trabalho, mas não transfere toda a responsabilidade. Neste curso avançado aprende a gerir o ciclo completo do lado do cliente: avaliar o risco do contrato e escrever requisitos HSE no caderno de encargos, pré-qualificar e selecionar empreiteiros com critérios HSE, preparar o plano HSE do empreiteiro e o documento de interface, conduzir a mobilização e a reunião de arranque, supervisionar a execução com verificação, monitorização e auditoria, intervir e escalar quando é preciso, e fechar o contrato com uma avaliação de desempenho e lições aprendidas. Alinhado com o Relatório 423 da IOGP e com a cláusula 8.1.4 da ISO 45001 como referências. Com um caso contínuo de um contrato de manutenção numa instalação de processamento de gás fictícia, decisões em cenários e modelos para descarregar.

O que vai aprender

  • Explicar porque a gestão HSE de empreiteiros exige um ciclo próprio e de distinguir as responsabilidades do cliente, do empreiteiro e do subempreiteiro.
  • Classificar o risco de um contrato e de definir requisitos HSE proporcionais no caderno de encargos e na avaliação de propostas.
  • Pré-qualificar e selecionar empreiteiros com critérios HSE, reconhecendo os limites dos dados históricos.
  • Preparar o plano HSE do empreiteiro, o documento de interface e a mobilização, incluindo a indução e a reunião de arranque.
  • Supervisionar o desempenho HSE do empreiteiro durante a execução e de decidir quando intervir e escalar.
  • Avaliar o desempenho final do empreiteiro, registar lições aprendidas e alimentar a base de dados de fornecedores.

Para quem: Coordenadores HSE, gestores de contratos e de projetos (lado do cliente)

🏷 Normas e referências: IOGP Report 423 (gestão HSE em contratos) · ISO 45001

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Nível 3 Técnico HSE: Prática Profissional e Programa HSESST-306 · Avançado · 10 h · Português Construir e gerir o programa HSE do local: plano anual, registo de requisitos legais, matriz de formação, indicadores proativos e reativos e relatórios à direção. Diretrizes OIT ILO-OSH 2001Código de práticas da OIT sobre registo e notificação de acidentes de trabalho e doenças profissionais (1996) Ver detalhes

Ser técnico HSE é muito mais do que fazer inspeções e preencher relatórios. É construir e gerir o programa HSE de um local, aconselhar a direção e as chefias, e ganhar a confiança dos trabalhadores. Neste curso avançado aprende a exercer o papel com competência e ética, a manter um registo de requisitos legais e outros requisitos e a avaliar a conformidade, a elaborar o plano HSE anual ligado aos riscos significativos, a gerir a matriz de formação e as certificações críticas, a calcular e interpretar indicadores proativos e reativos com dados de qualidade, a organizar a comunicação, a consulta dos trabalhadores e a comissão de segurança, e a preparar relatórios que levam a direção a decidir. Alinhado com as diretrizes ILO-OSH 2001 da OIT, com o código de práticas da OIT sobre registo e notificação de acidentes e doenças profissionais e com a ISO 45001 como referências. Com um caso contínuo numa mina a céu aberto fictícia, decisões em cenários e modelos em Excel para descarregar.

O que vai aprender

  • Explicar o papel, as competências e a ética do técnico HSE e de se posicionar como conselheiro perante a direção, as chefias e os trabalhadores.
  • Manter um registo de requisitos legais e outros requisitos e de avaliar a conformidade com evidências.
  • Elaborar o plano HSE anual de um local, com objetivos, programas, recursos, calendário e orçamento ligados aos riscos significativos.
  • Gerir a matriz de formação, a indução e as certificações críticas, avaliando a competência real.
  • Calcular e interpretar indicadores HSE proativos e reativos, indicando sempre a base e garantindo a qualidade dos dados.
  • Organizar a comunicação, a consulta dos trabalhadores e o funcionamento da comissão de segurança.
  • Preparar relatórios HSE claros, com recomendações que apoiam as decisões da direção.

Para quem: Técnicos HSE e quem assume funções HSE

🏷 Normas e referências: Diretrizes OIT ILO-OSH 2001 · Código de práticas da OIT sobre registo e notificação de acidentes de trabalho e doenças profissionais (1996)

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Nível 3 Investigação de Incidentes Graves: Análise de Barreiras e Métodos AvançadosSST-307 · Avançado · 8 h 15 min · Português Liderar investigações de incidentes graves com análise de barreiras, bow-tie, cronologias e fatores organizacionais, e transformar as conclusões em aprendizagem. UK HSE HSG245 «Investigating accidents and incidents»IOGP Report 544 (definições de barreiras) Ver detalhes

Às duas da manhã, uma fuga durante uma manutenção inflama-se e dois técnicos ficam feridos. Podia ter sido muito pior. Neste curso avançado aprende a liderar a investigação de incidentes graves e de alto potencial: classificar pelo pior resultado credível, definir termos de referência e uma equipa independente, gerir evidências físicas, eletrónicas e documentais com cadeia de custódia, conduzir entrevistas cognitivas, construir cronologias detalhadas, diagramas de eventos e fatores causais e análises de mudanças, analisar barreiras com bow-tie retrospetivo e as definições do IOGP Report 544, identificar fatores humanos e organizacionais (modelo de Reason, racionalidade local, métodos sistémicos) e transformar as conclusões em recomendações robustas e aprendizagem organizacional. Alinhado com o guia HSG245 do organismo britânico de saúde e segurança como referência de boas práticas. Caso contínuo numa estação de tratamento de gás fictícia. Pressupõe a base do curso SST-202.

O que vai aprender

  • Classificar incidentes pelo potencial e organizar uma investigação de incidente grave, com termos de referência, independência e uma equipa adequada.
  • Gerir as evidências físicas, eletrónicas e documentais de uma investigação complexa, com cadeia de custódia, ensaios e entrevistas cognitivas.
  • Construir cronologias detalhadas, diagramas de eventos e fatores causais e análises de mudanças.
  • Analisar barreiras falhadas, degradadas, ausentes e eficazes com um bow-tie retrospetivo.
  • Identificar fatores humanos e organizacionais num incidente grave sem parar no erro humano.
  • Formular recomendações robustas, comunicar os resultados e verificar a sua eficácia como aprendizagem organizacional.

Para quem: Investigadores principais, coordenadores HSE e chefias

🏷 Normas e referências: UK HSE HSG245 «Investigating accidents and incidents» · IOGP Report 544 (definições de barreiras)

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Nível 3 Gestão HSE em Projetos de Construção e Instalações IndustriaisSST-308 · Avançado · 8 h 15 min · Português Plano HSE do projeto, segurança desde a conceção, coordenação de múltiplos empreiteiros, arranque e comissionamento e reporte ao dono de obra. Convenção OIT C167 e Código de práticas da OIT «Safety and health in construction» (edição revista, 2022) Ver detalhes

Muitas decisões que protegem, ou põem em risco, quem constrói e opera uma instalação são tomadas antes de a obra começar. Neste curso avançado aprende a gerir o HSE de um projeto de construção ou de uma instalação industrial em todo o seu ciclo de vida: os papéis do dono de obra, do projetista, do coordenador, do empreiteiro principal e da fiscalização, a segurança desde a conceção nas revisões de projeto (HAZID e HAZOP em noção), o plano HSE do projeto e do estaleiro, a coordenação de vários empreiteiros e dos trabalhos de alto risco em simultâneo, os riscos do arranque e do comissionamento (energização, ensaios de pressão, inertização, revisão antes do arranque, passagem para a operação) e a medição do desempenho, o reporte ao dono de obra e o encerramento com o dossiê HSE de entrega. Alinhado com a Convenção 167 da OIT e o código de práticas da OIT sobre segurança e saúde na construção; o regulamento britânico CDM 2015 é citado como boa prática. Caso contínuo na ampliação fictícia de um terminal de combustíveis.

O que vai aprender

  • Explicar as responsabilidades HSE de cada interveniente nas fases do ciclo de vida de um projeto.
  • Aplicar a segurança desde a conceção nas revisões de projeto e manter o registo de riscos do projeto.
  • Elaborar o plano HSE do projeto e organizar o estaleiro, as instalações sociais e a indução.
  • Coordenar vários empreiteiros, as interfaces e os trabalhos de alto risco em simultâneo.
  • Gerir os riscos do arranque e do comissionamento e a passagem da construção para a operação.
  • Medir o desempenho HSE do projeto, reportar ao dono de obra e preparar o encerramento com o dossiê HSE de entrega.

Para quem: Gestores de projeto, coordenadores HSE de obra e fiscalização

🏷 Normas e referências: Convenção OIT C167 e Código de práticas da OIT «Safety and health in construction» (edição revista, 2022)

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Nível 3 Higiene Ocupacional: Avaliação e Controlo de ExposiçõesSST-309 · Avançado · 8 h 15 min · Português Princípios de avaliação da exposição a poeiras, sílica, fumos, químicos, ruído, vibrações e calor, estratégias de amostragem e programas de controlo. Convenções OIT C148 (ar, ruído e vibrações) e C170 (produtos químicos) Ver detalhes

A poeira de sílica, os fumos de soldadura, os solventes, o ruído, as vibrações e o calor não provocam acidentes espetaculares: provocam doenças que aparecem anos depois e que, muitas vezes, já não têm cura. Neste curso avançado aprende os princípios da higiene ocupacional (antecipar, reconhecer, avaliar e controlar), o conceito de valor-limite de exposição, a construção de uma estratégia de avaliação com grupos de exposição semelhante, a avaliação e o controlo de poeiras, sílica, fumos, vapores, gases, agentes biológicos, ruído, vibrações, calor e radiação, e a organização de um programa de higiene ocupacional ligado à vigilância da saúde. Com referências internacionais (Convenções OIT C148 e C170, normas ISO 7708, ISO 9612, ISO 5349, ISO 2631 e ISO 7243, como alinhamento), um caso contínuo numa mina a céu aberto fictícia, cenários de decisão e exercícios com folhas de cálculo. Os valores-limite concretos são definidos pela lei aplicável. O curso não habilita a realizar amostragens formais, que exigem um higienista competente ou um laboratório qualificado.

O que vai aprender

  • Explicar os princípios da higiene ocupacional e o conceito de valor-limite de exposição.
  • Definir uma estratégia de avaliação da exposição com grupos de exposição semelhante.
  • Avaliar e controlar a exposição a poeiras, sílica cristalina e fumos.
  • Avaliar e controlar a exposição a agentes químicos e biológicos.
  • Avaliar e controlar a exposição a ruído, vibrações, calor e radiação.
  • Organizar um programa de higiene ocupacional ligado à vigilância da saúde.

Para quem: Técnicos e coordenadores HSE, saúde ocupacional

🏷 Normas e referências: Convenções OIT C148 (ar, ruído e vibrações) e C170 (produtos químicos)

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Nível 3 Governação HSE e Responsabilidades da Gestão de TopoSST-310 · Avançado · 8 h 15 min · Português Responsabilidades da gestão de topo, política e objetivos HSE, liderança visível, supervisão dos riscos críticos e garantia de desempenho, alinhado com a ISO 45001 e as diretrizes ILO-OSH 2001. ISO 45001ILO-OSH 2001 Ver detalhes

Os grandes acidentes industriais raramente começam no terreno: começam em decisões, prioridades e silêncios ao nível da gestão de topo. Neste curso avançado para administradores, diretores e gestores de topo aprende a tratar a segurança, a saúde e o ambiente (HSE) como um tema de governação: compreender os deveres da gestão de topo, definir a política, os objetivos e o apetite ao risco HSE, exercer uma liderança visível no terreno, supervisionar os riscos críticos e de acidentes graves, obter garantia fiável sobre o desempenho com indicadores proativos e reativos e o modelo das três linhas, e assegurar a responsabilização, a revisão pela gestão e a comunicação depois de um acidente grave. Alinhado com a ISO 45001 e as diretrizes ILO-OSH 2001, com lições de relatórios públicos de acidentes graves e um caso contínuo no conselho de administração de uma empresa mineira fictícia. Não cita leis nacionais: os deveres legais concretos dependem da lei aplicável em cada país.

O que vai aprender

  • Explicar porque o HSE é uma responsabilidade de governação da gestão de topo.
  • Definir a política, os objetivos e o apetite ao risco HSE da organização.
  • Demonstrar liderança visível em HSE e de tomar decisões coerentes entre produção e segurança.
  • Supervisionar os riscos críticos e de acidentes graves e a verificação dos controlos críticos.
  • Obter garantia fiável sobre o desempenho HSE, com indicadores adequados e o modelo das três linhas.
  • Assegurar a responsabilização, a revisão pela gestão e uma resposta adequada depois de um acidente grave.

Para quem: Administradores, diretores e gestores de topo

🏷 Normas e referências: ISO 45001 · ILO-OSH 2001

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Nível 4 Gestor HSE: Liderança e Auditoria de Sistemas IntegradosSST-401 · Especialista · 16 h 30 min · Português Gestão integrada de Qualidade, Ambiente e Segurança, auditorias e indicadores HSE. ISO 45001Convenções OIT C155 e C187ILO-OSH 2001 Ver detalhes

Passe de gestor de segurança a líder de um sistema integrado de qualidade, ambiente e segurança. Neste curso de nível especialista, acompanha a Nzinga, nova gestora HSE de uma empresa fictícia de petróleo e gás, e aprende a definir o papel da função HSE e uma estratégia a três anos, a integrar a ISO 9001, a ISO 14001 e a ISO 45001 na estrutura harmonizada, a construir um registo integrado de riscos, aspetos e requisitos, a liderar e desenvolver a equipa HSE, a construir um painel de indicadores para a direção com segurança de processos (IOGP), a planear e conduzir auditorias integradas segundo a ISO 19011, a analisar causas e preparar a revisão pela gestão, a gerir a mudança e os riscos emergentes e a reportar às partes interessadas com a GRI 403. Com cenários ramificados, imagens interativas, exercícios em Excel e um caso integrado em que elabora um plano estratégico HSE e analisa uma auditoria integrada. Referências internacionais; confirme sempre a lei aplicável. Não confere qualificação de auditor certificado nem acreditação. Pensado para gestores e diretores HSE.

O que vai aprender

  • Definir o papel do gestor HSE, a estrutura da função e uma estratégia HSE a três anos ligada às prioridades do negócio.
  • Explicar a integração da ISO 9001, da ISO 14001 e da ISO 45001 na estrutura harmonizada, distinguindo processos comuns e específicos.
  • Construir um registo integrado de perigos, aspetos ambientais, riscos de qualidade e requisitos legais e outros.
  • Liderar e desenvolver a equipa HSE, construir o orçamento e o caso de negócio e influenciar sem autoridade formal.
  • Construir um painel integrado de indicadores HSE para a direção, incluindo indicadores de segurança de processos.
  • Planear um programa de auditorias integradas baseado no risco, alinhado com a ISO 19011.
  • Conduzir uma auditoria integrada no terreno, com amostragem transversal às normas e constatações integradas.
  • Analisar causas, definir ações eficazes e preparar uma revisão pela gestão integrada que produza decisões.
  • Gerir mudanças técnicas e organizacionais, grandes projetos e riscos emergentes, incluindo o calor e a digitalização.
  • Comunicar o desempenho HSE às partes interessadas e no reporte de sustentabilidade, com a GRI 403.
  • Elaborar um plano estratégico HSE e aplicá-lo num caso integrado numa empresa de petróleo e gás.

Para quem: Gestores e diretores HSE

🏷 Normas e referências: ISO 45001 · Convenções OIT C155 e C187 · ILO-OSH 2001

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Vendas & Atendimento ao Cliente

Nível 1 Excelência no Atendimento ao ClienteVEN-101 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Comunicação, empatia e padrões de serviço que fidelizam clientes. ISO 10002ISO 10001ISO 18295 (centros de contacto) Ver detalhes

Cada contacto com um cliente é uma oportunidade para conquistar a sua confiança ou para a perder. Neste curso prático, vai aprender a colocar o cliente no centro do seu trabalho, a comunicar com cortesia, clareza e empatia, a fazer as perguntas certas para compreender o que o cliente realmente precisa e a aplicar padrões de serviço consistentes, ao balcão, ao telefone e nas aplicações de mensagens. Com base em boas práticas internacionais, incluindo as normas ISO 10001, ISO 10002 e ISO 10004 sobre satisfação do cliente e tratamento de reclamações, e com cenários realistas numa agência bancária, num supermercado, na receção de uma clínica, numa loja de telecomunicações e num centro de contacto, e com um caderno de exercícios para preencher, sai do curso com ferramentas que pode aplicar já no próximo atendimento, em qualquer país.

O que vai aprender

  • Explicar o impacto da experiência do cliente na fidelização, no boca-a-boca e nos resultados do negócio.
  • Comunicar com o cliente com cortesia, clareza e empatia, usando escuta ativa, linguagem positiva e comunicação não-verbal adequada.
  • Utilizar perguntas abertas e fechadas e a reformulação para identificar as necessidades e expectativas do cliente.
  • Aplicar padrões de serviço consistentes em tempo de resposta, promessas e seguimento, no atendimento presencial e digital.

Para quem: Comerciais, operadores de atendimento, rececionistas, lojistas.

🏷 Normas e referências: ISO 10002 · ISO 10001 · ISO 18295 (centros de contacto)

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Nível 1 Customer Service Fundamentals: Skills, Behaviours and Professional StandardsVEN-110 · Fundamentos · 2 h · Inglês Dezassete unidades curtas e práticas (em inglês) sobre atendimento ao cliente: conhecer a organização e os clientes, comunicação e relações interpessoais, gestão de conflitos, fazer bem à primeira, igualdade, apresentação profissional, trabalho em equipa e desenvolvimento pessoal. Boas práticas do Reino UnidoEquality Act 2010 (Reino Unido) — referênciaData Protection Act (Reino Unido) — referência Ver detalhes

Curso prático em inglês, com dezassete micro-lições, para quem atende clientes presencialmente, por telefone ou online: a organização, o seu papel e os clientes; conhecimento de produtos e serviços, comunicação, competências interpessoais e de influência, fazer bem à primeira e gerir conflitos e desafios com clientes; igualdade e serviço personalizado, apresentação profissional, organização pessoal, trabalho em equipa, abertura ao feedback e desenvolvimento pessoal. Os exemplos baseiam-se na prática do Reino Unido (por exemplo, referências ao Equality Act 2010). Cada unidade tem um vídeo curto, ações práticas, um infográfico para descarregar e um questionário rápido (100% para passar). Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as dezassete unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Equality Act 2010 (Reino Unido) — referência · Data Protection Act (Reino Unido) — referência

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Nível 1 Customer Service Excellence: Face-to-Face and on the TelephoneVEN-120 · Fundamentos · 2 h 45 min · Inglês Vinte e uma unidades curtas (em inglês) sobre atendimento presencial e telefónico: o seu papel, expectativas dos clientes, perguntar e ouvir, pedidos de informação, reclamações e clientes difíceis, atender chamadas, empatia, chamadas em espera, transferências e recados. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

Curso prático em inglês, em duas partes, para quem atende clientes. Parte 1, presencial: o seu papel como profissional de atendimento, o que os clientes esperam, como é um excelente atendimento, boas práticas, perguntar e ouvir, pedidos de informação, reclamações e clientes difíceis. Parte 2, ao telefone: a importância de boas competências telefónicas, os desafios da comunicação por telefone, os 4 E, atender corretamente uma chamada, criar empatia, ouvir e perguntar, registar recados, colocar em espera e transferir chamadas, boas práticas, investigar e responder a reclamações e lidar com interlocutores difíceis. Cada unidade combina vídeos curtos com um questionário rápido (100% para passar) e recursos em PDF para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as vinte e uma unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Nível 1 Sales Fundamentals: How a Sale Is MadeVEN-130 · Fundamentos · 1 h 15 min · Inglês Quinze unidades curtas (em inglês): o processo de venda, como se faz uma venda, o comprador e o vendedor modernos, preparação, interação, benefícios vs características, emoção e lógica, objeções, pedir a venda, seguimento e estilo de venda. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

As bases da venda: o processo de venda e como se faz uma venda, o ADN das vendas, o comprador moderno e o que é preciso para ser um vendedor moderno, planeamento e preparação, interações de venda eficazes, atrair em vez de empurrar, benefícios vs características, dor e prazer, emoção e lógica, ultrapassar objeções, pedir a venda, seguimento e o seu estilo de venda. Cada unidade combina um vídeo curto com um questionário rápido e recursos para descarregar, como um plano de ação, um resumo e notas da sessão. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as quinze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Nível 1 Prospecting and Appointment Setting by TelephoneVEN-140 · Fundamentos · 1 h 30 min · Inglês Catorze unidades (em inglês): porquê prospetar, erros a evitar, manter o pipeline cheio, manter o contacto, social selling, recomendações, preparação da chamada, estrutura da chamada, abertura, guiões naturais e frases a evitar. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

Encher a agenda com os contactos certos: porque é importante prospetar, cinco erros de prospeção, manter o pipeline cheio e manter o contacto, social selling, obter recomendações, preparação da chamada e definição de objetivos, preparar-se para ligar, criar uma estrutura de chamada, abrir a chamada, guiões que não soam decorados e frases a evitar com quem decide. Cada unidade combina um vídeo curto com um questionário rápido e recursos para descarregar, como um plano de ação, um resumo e notas da sessão. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as catorze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Nível 1 Retail Sales 1: Service, Product Knowledge and the StoreVEN-150 · Fundamentos · 1 h 45 min · Inglês As primeiras cinco sessões (em inglês) de um programa de vendas no retalho: a chave para vender mais, equilíbrio entre venda e serviço, conhecimento do produto, organização da loja e apresentação pessoal e higiene. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

Primeira parte de um programa de vendas no retalho para equipas de loja e supervisores, em cinco sessões mais longas: a chave para melhorar as vendas, o equilíbrio entre venda e serviço, a importância do conhecimento do produto, os princípios de uma boa organização da loja, e apresentação pessoal e normas de higiene. Cada sessão é uma lição interativa com vídeos, verificações de conhecimentos e recursos para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as cinco unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Nível 1 Retail Sales 2: Customers, Safety, Competition and DiscoveryVEN-160 · Fundamentos · 1 h 45 min · Inglês Sessões seis a onze (em inglês) de um programa de vendas no retalho: comportamentos dos clientes, segurança e saúde na loja, a concorrência, envolvimento do cliente, descoberta de necessidades e apresentar a solução. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

Segunda parte de um programa de vendas no retalho, em seis sessões: compreender os diferentes comportamentos dos clientes, segurança e saúde na loja, conhecer a concorrência, a importância do envolvimento do cliente, descobrir necessidades e apresentar a solução com eficácia. Cada sessão é uma lição interativa com vídeos, verificações de conhecimentos e recursos para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as seis unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Nível 1 Retail Sales 3: Objections, Closing, Point of Sale and ComplaintsVEN-170 · Fundamentos · 2 h · Inglês Sessões doze a dezoito (em inglês) de um programa de vendas no retalho: características e benefícios, objeções, fecho, vendas adicionais, ponto de venda, vendas por telefone, email e internet, e reclamações. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

Terceira parte de um programa de vendas no retalho, em sete sessões: despertar interesse com características e benefícios, ultrapassar objeções, fechar a venda com confiança, técnicas de venda adicional, o ponto de venda, vendas por telefone, email e internet, e tratamento de reclamações. Cada sessão é uma lição interativa com vídeos, verificações de conhecimentos e recursos para descarregar. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as sete unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Nível 1 Winning Sales PresentationsVEN-180 · Fundamentos · 1 h 30 min · Inglês Dezassete unidades curtas (em inglês): estrutura de uma apresentação de vendas, preparação, conteúdo, abertura, captar e envolver a audiência, apresentação, tom de voz, linguagem corporal, nervosismo e perguntas difíceis. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

Preparar e fazer apresentações de vendas que ganham negócio: o ADN e os quatro elementos de uma apresentação formal, planeamento e preparação, conteúdo dinâmico, apresentações planeadas e não decoradas, uma primeira impressão forte, captar a atenção e criar ligação com a audiência, três unidades de estratégias de apresentação, tom de voz e linguagem corporal, ultrapassar o nervosismo, e responder a perguntas e pessoas difíceis. Cada unidade combina um vídeo curto com um questionário rápido e recursos para descarregar, como um plano de ação, um resumo e notas da sessão. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as dezassete unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Nível 1 Understanding Buyers and Building RapportVEN-190 · Fundamentos · 1 h 45 min · Inglês Treze unidades (em inglês): o comprador moderno, tipos de comprador, como pensam e processam informação, criar empatia, relação com os clientes, escuta, perguntas e conversa de circunstância. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

Vender como os seus clientes compram: o comprador moderno em duas unidades, tipos de comprador (ativista, refletor, teórico e pragmático), como os compradores pensam e processam informação, criar empatia, sete passos para criar e manter a relação com os clientes, melhorar a escuta e evitar erros, fazer perguntas e preparar a conversa de circunstância. Cada unidade combina um vídeo curto com um questionário rápido e recursos para descarregar, como um plano de ação, um resumo e notas da sessão. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as treze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Nível 1 Defesa do Consumidor em Angola: o que a Lei ExigeVEN-210 · Fundamentos · 2 h 30 min · Português Angola Saiba o que a Lei de Defesa do Consumidor exige no dia a dia: direitos do consumidor, informação e publicidade, qualidade e segurança, garantias, práticas proibidas e reclamações — segundo o texto da lei. ⚖️ Base legal angolanaextingue o INADEC) Ver detalhes

Trabalha numa loja, no atendimento ao cliente, nas vendas ou no marketing, ou gere um negócio de comércio ou de serviços em Angola? Neste curso essencial percorre, sempre com o artigo citado, a Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 15/03, de 22 de julho): quem é consumidor e quem é fornecedor e quais são os direitos do consumidor; o dever de informar, a oferta que obriga o fornecedor, a publicidade enganosa e abusiva, as vendas a crédito, o orçamento prévio e os 7 dias úteis para desistir; a qualidade e a segurança dos produtos, a garantia mínima, os direitos perante um defeito e os prazos para reclamar; as cláusulas e as práticas proibidas, as regras da cobrança de dívidas, as sanções administrativas e as entidades a que o consumidor pode recorrer. Com o caso de uma loja fictícia de eletrodomésticos em Luanda, cenários de decisão, atividades de arrastar e largar, um exercício com folha de cálculo, verificações em cada módulo e materiais para descarregar. Um curso informativo, para colaboradores de lojas, atendimento ao cliente, vendas, marketing e gestores de comércio e serviços.

O que vai aprender

  • Identificar, segundo a Lei de Defesa do Consumidor, quem é consumidor e quem é fornecedor, que bens e serviços estão abrangidos e quais são os direitos do consumidor.
  • Informar o cliente de forma clara e correta, cumprir as regras da oferta, da publicidade, do crédito ao consumo e do orçamento prévio, e reconhecer quando o consumidor pode desistir do contrato.
  • Aplicar a garantia mínima, as regras de qualidade e segurança, os direitos do consumidor perante um vício e os prazos para reclamar.
  • Reconhecer as práticas e as cláusulas proibidas, cobrar dívidas dentro da lei e indicar a que entidades o consumidor pode recorrer e que sanções se aplicam.

Para quem: Colaboradores de lojas, atendimento ao cliente, vendas, marketing e gestores de comércio e serviços

🏷 Normas e referências: extingue o INADEC)

⚖️ Base legal angolana

  • Lei n.º 15/03
  • Decreto Presidencial n.º 142/26
  • Decreto Presidencial n.º 144/26

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Nível 2 Advanced Telephone Selling: Gatekeepers, Voicemail, Appointments and Follow-UpVEN-220 · Intermédio · 1 h 45 min · Inglês Quinze unidades (em inglês): barreiras de secretariado, correio de voz, marcar e vender reuniões, qualificar decisores, necessidades, objeções, a resposta «estamos satisfeitos com o fornecedor», fecho e chamadas de seguimento. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

Venda por telefone avançada para vendedores com experiência: identificar e ultrapassar barreiras de secretariado, deixar mensagens de voz e obter resposta, marcar, vender e consolidar reuniões, qualificar decisores, descobrir necessidades e desejos, ultrapassar objeções como «estamos satisfeitos com o fornecedor atual», fechar uma venda direta e chamadas de seguimento eficazes. Cada unidade combina um vídeo curto com um questionário rápido e recursos para descarregar, como um plano de ação, um resumo e notas da sessão. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as quinze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Nível 2 Consultative Selling with the PULSE ModelVEN-230 · Intermédio · 1 h 45 min · Inglês Treze unidades (em inglês): porquê a venda consultiva, o modelo PULSE passo a passo, abandonar o discurso de vendas, o momento de apresentar soluções, perguntas para descobrir necessidades e ajudar as pessoas a comprar. Boas práticas do Reino UnidoModelo PULSE de venda consultiva Ver detalhes

Vender resolvendo problemas: porquê uma abordagem consultiva, o modelo PULSE e cada uma das suas fases (Position, Understand, Leverage, Solution, Evolve), lembretes de venda consultiva, abandonar o discurso de vendas, não falar de soluções cedo demais, as melhores perguntas para descobrir necessidades, desejos e problemas, ajudar as pessoas a comprar, e atrair vs empurrar. Cada unidade combina um vídeo curto com um questionário rápido e recursos para descarregar, como um plano de ação, um resumo e notas da sessão. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as treze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Modelo PULSE de venda consultiva

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Nível 2 Handling Sales ObjectionsVEN-240 · Intermédio · 1 h 30 min · Inglês Treze unidades (em inglês): tipos de objeção, se as objeções são boas ou más, o primeiro passo, evitar e antecipar objeções, isolá-las, a técnica Feel-Felt-Found, o melhor modelo e respostas palavra a palavra. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

Transformar objeções em avanços: os tipos de objeção que recebe, se as objeções são boas ou más, os dois únicos tipos de objeção, o primeiro passo perante uma objeção, evitar e antecipar objeções, isolar a objeção e fazer avançar a venda, a técnica Feel-Felt-Found, o melhor modelo de tratamento, respostas palavra a palavra às objeções mais comuns e uma masterclass de tratamento de objeções. Cada unidade combina um vídeo curto com um questionário rápido e recursos para descarregar, como um plano de ação, um resumo e notas da sessão. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as treze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Nível 2 Closing the Sale and Price ConversationsVEN-250 · Intermédio · 1 h 45 min · Inglês Quinze unidades (em inglês): tipos de fecho, pedir o negócio, fazer avançar a venda, urgência, manter o controlo, objeções de preço, revelar o preço, descontos, clientes que só olham ao preço e emoção e lógica. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

Fechar com confiança e defender o preço: tipos de fecho e a sua eficácia, pedir o negócio, fazer avançar a venda, a pergunta que nunca deve fazer no fecho, criar urgência, manter o controlo quando o cliente diz sim, objeções de preço e choque de preço, revelar o preço, baixar o preço e responder a pedidos de desconto, recusar clientes que só olham ao preço, responder a «porque devo comprar-lhe a si?» e usar a emoção e a lógica para influenciar. Cada unidade combina um vídeo curto com um questionário rápido e recursos para descarregar, como um plano de ação, um resumo e notas da sessão. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as quinze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Nível 2 Gaining a Competitive Advantage in SalesVEN-260 · Intermédio · 1 h 30 min · Inglês Dez unidades (em inglês): o que os clientes querem além do preço, tornar-se um consultor de confiança, concorrentes e fornecedores atuais, manter o interesse dos clientes, rapidez, conhecer os seus números, email e preparação de reuniões. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

Destacar-se da concorrência: dez coisas que os clientes querem além do preço mais baixo, passar de vendedor a consultor de confiança, vencer a concorrência sem a denegrir, retirar os concorrentes da equação, substituir fornecedores instalados, manter o interesse dos clientes durante o ciclo de venda, porque a rapidez ganha, conhecer os seus números, usar o email no ciclo de venda e preparar-se a caminho da reunião. Cada unidade combina um vídeo curto com um questionário rápido e recursos para descarregar, como um plano de ação, um resumo e notas da sessão. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as dez unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Nível 2 Negotiation Skills: From Preparation to AgreementVEN-270 · Intermédio · 1 h 45 min · Inglês Treze unidades (em inglês): a importância da negociação, as cinco fases, estilos de negociação, preparação, conduzir a discussão, propor, negociar contrapartidas, chegar a acordo, resultados possíveis, negociar melhor e renegociar prazos. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

Negociar com um plano: porque a negociação é uma competência vital, as cinco fases de uma negociação bem-sucedida, estilos de negociação, preparar a negociação e cada fase (planeamento e preparação, conduzir a discussão, propor soluções, negociar contrapartidas, resumir e chegar a acordo), os quatro resultados possíveis, negociar com mais eficácia e renegociar prazos com a chefia. Cada unidade combina um vídeo curto com um questionário rápido e recursos para descarregar, como um plano de ação, um resumo e notas da sessão. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as treze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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Nível 2 Sales Management: Coaching, Complex Sales, Key Accounts and TerritoriesVEN-280 · Intermédio · 1 h 15 min · Inglês Quinze unidades (em inglês) para diretores comerciais: reuniões de vendas, coaching comercial, acompanhamento no terreno, vendas complexas, gestão de grandes contas e gestão de territórios. Boas práticas do Reino UnidoAnálise SWOT Ver detalhes

Para diretores e chefes de vendas: reuniões de vendas motivadoras, o que é o coaching comercial e como conduzir sessões, apoiar como coach, acompanhamento no terreno antes, durante e depois da visita, as fases de uma venda complexa e como a conduzir, gestão de grandes contas e o papel do gestor de conta, eficácia da gestão de contas e boas práticas de gestão de territórios. Cada unidade combina um vídeo curto com um questionário rápido e recursos para descarregar, como um plano de ação, um resumo e notas da sessão. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as quinze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido · Análise SWOT

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Nível 2 Sales Mindset, Preparation and HabitsVEN-290 · Intermédio · 1 h 45 min · Inglês Quinze unidades (em inglês): a mentalidade de vendas, mudar de abordagem, porque falham os vendedores, medo da rejeição, gerir o seu estado, preparação mental, organização, conhecimento do produto, preparar reuniões e hábitos de sucesso. Boas práticas do Reino Unido Ver detalhes

O lado pessoal da venda: a mentalidade de vendas, mudar de mentalidade e de abordagem, razões comuns para o insucesso, ultrapassar o medo da rejeição, gerir o seu estado, preparação mental, organização, dominar o produto, planear e preparar uma reunião de vendas, obter informação sem fazer perguntas, hábitos de sucesso, a atitude de atrair em vez de empurrar e a ciência da sua venda. Cada unidade combina um vídeo curto com um questionário rápido e recursos para descarregar, como um plano de ação, um resumo e notas da sessão. Baseado nas boas práticas do Reino Unido. Curso em inglês. Acesso permanente ao curso. Certificado Trident Academy ao concluir as quinze unidades.

🏷 Normas e referências: Boas práticas do Reino Unido

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